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Fotografias de António Tedim

por Correio da Guarda, em 22.11.19

António Tedim.jpg

Foto: António Tedim

 

No Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda (TMG) vai estar patente, de 6 de dezembro a 3 de janeiro, uma exposição de fotografias de António Tedim, organizada pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI).

“20 olhares, 20 fotografias, 20 concurso e 20 prémios” é o tema desta exposição de António Tedim, para que a fotografia “é liberdade, é um testemunho e um modo de ver a vida”.

António Tedim tem como temas preferidos o fotojornalismo, “é um fotógrafo de rua, da cidade, mas que também gosta de se perder na natureza e nas paisagens”.

O interesse pela fotografia surgiu tarde, mas rapidamente se tornou uma paixão feita com arte. Amador, tem dedicado uma boa parte do seu tempo à fotografia, quer fotografando, quer no estudo da técnica.

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publicado às 23:17

Transversalidades na Guarda

por Correio da Guarda, em 22.11.19

 

Transversalidades.jpg

O Centro de Estudos Ibéricos (CEI) vai promover na Guarda, nos dias 6 e 7 de dezembro, a terceira edição do Encontro “Imagem & Território: Fotografia sem Fronteiras”.

Este encontro conjuga diversas atividades em torno da temática da fotografia e do território, desmultiplicadas por várias iniciativas, nomeadamente exposições, debates, mostras e apresentação de publicações.

De acordo com a informação divulgada pelo CEI, o envolvimento ativo na cooperação territorial, o seu comprometimento com os territórios de baixa densidade, particularmente os mais periféricos e de fronteira, conjugado com a importância que a imagem assume nas sociedades contemporâneas, levou-o a assumir o projeto Transversalidades - Fotografias Sem Fronteiras.

O projeto tem por objetivo “dinamizar a cooperação e a inclusão dos territórios, romper com a exclusão e invisibilidade a que estão votadas vastas regiões do país e do mundo”.

O programa pode ser consultado aqui.

 

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publicado às 00:09

Fronteiras da Esperança

por Correio da Guarda, em 11.11.19

 

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O Centro de Estudos Ibéricos (CEI)  e a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) vão lançar junto dos alunos das escolas da CIMBSE o Concurso “Fronteiras da Esperança: Minha Terra, Meu Futuro”.

Esta iniciativa visa estimular a reflexão dos jovens estudantes sobre os recursos e as dinâmicas territoriais, levando-os a refletir sobre as perspetivas que se abrem para o futuro coletivo da região.

Ao explorar a relação dos jovens com o território, a iniciativa visa suscitar a investigação e a reinterpretação das potencialidades e dos recursos do território para estimular o debate donde possam emergir novas propostas e perspetivas de desenvolvimento em torno de leituras e (re)interpretações do território: diagnósticos prospetivos; escrita, literatura e território: trabalhos de expressão literária e  arte e território: trabalhos de expressão artística.

Destinado a estudantes dos estabelecimentos de ensino básico e secundário, de escolas do ensino público, privado ou cooperativo da CIM Beiras e Serra da Estrela, o concurso contempla vários apoios à participação e prémios, tendo em vista a concretização de uma Exposição Coletiva e uma Edição com os trabalhos vencedores. Esta iniciativa insere-se no Programa de Combate ao Abandono Escolar Beiras e Serra da Estrela e é financiada pelo Centro 2020.

Os interessados podem obter mais informações aqui.

 

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publicado às 00:01

Carlos Reis recebe Prémio Eduardo Lourenço

por Correio da Guarda, em 16.10.19

 

Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, terá lugar no próxima sexta-feira, 18 de outubro, a  sessão de entrega do Prémio Eduardo Lourenço a Carlos Reis, professor e Investigador.

Carlos Reis nasceu em Angra do Heroísmo. Licenciou-se em Filologia Românica e doutorou-se em Literatura Portuguesa na Universidade de Coimbra, onde é professor catedrático desde 1990.
Na Faculdade de Letras de Coimbra tem lecionado Literatura Portuguesa, Literatura Espanhola e Teoria da Literatura. É coordenador científico do Centro de Literatura Portuguesa.

CARLOS Reis.png

Ensinou em divresas universidades estrangeiras (Salamanca, Wisconsin-Madison, Santiago de Compostela, Massachusetts-Dartmouth, Califórnia-Berkeley, Pontifícia Univ. Católica do Rio Grande do Sul e Univ. do Estado do Rio de Janeiro).
Foi diretor da Biblioteca Nacional, reitor da Universidade Aberta e presidente da European Association of Distance Teaching Universities.

Publicou mais de vinte livros, em Portugal, Espanha, Alemanha, França e Brasil, tendo-se consagrado em especial ao estudo da obra de Eça de Queirós de cuja edição crítica é coordenador. É Comendador da Ordem de Isabel la Católica e da Ordem de Sant’Iago da Espada, Benfeitor e Sócio Grande Benemérito do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, Doutor honoris causa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Académico Correspondente da Real Academia Española e da Academia das Ciências de Lisboa.

 

 

 

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publicado às 12:30

Jornadas sobre fotografia

por Correio da Guarda, em 07.10.19

O Fotoclube da Guarda (FCG) e o Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vão promover nesta cidade, no próximo dia 12 de outubro, as III Jornadas de Fotografia da Guarda.

As jornadas – que terão lugar no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPG – pretendem evidenciar o papel da fotografia na sociedade contemporânea, divulgar trabalhos fotográficos incidentes sobre várias áreas, proporcionar um debate entre fotógrafos de vários níveis e todos quantos se dedicam à fotografia.

A referida iniciativa, de acordo com a organização, “pretende continuar a afirmar-se como um eminente contributo formativo (e pedagógico) e a estabelecer/consolidar ligações com pessoas ligadas ao mundo da fotografia (profissionais e amadores).”

As inscrições são gratuitas (mas obrigatórias, estando limitadas à capacidade do auditório), podendo ser feitas aqui .

Cartaz Jornadas fotografia - FINAL -WEB.jpg

“Paisagens de Memória” (Vitor Freitas), "Fotografía y compromiso en el mundo de hoy" (Victorino Calderón) "Novidades Tecnológicas" (Olympus), “Natureza Portuguesa (Luis Quinta), “Quinta do Monte: projeto de artes plásticas e multimédia, fotografia documental” (Anne Amaral), “Os Trabalhos e os Dias” (Leonel de Castro) e “50 anos a fotografar o que mudou na fotografia” (Alfredo Cunha) são os temas das comunicações que integram o programa das Jornadas, o qual será complementado com uma mostra de equipamentos fotográficos e uma exposição subordinada ao tema “Imagem e Território”.

As III Jornadas de Fotografia da Guarda - que contam com o apoio da Câmara Municipal da Guarda e Centro de Estudos Ibéricos (CEI)   -  integram, este ano, um passeio fotográfico que se irá desenrolar na zona de Videmonte (Guarda) durante a manhã de dia 13 de outubro.

“É um programa tematicamente diversificado, no campo da fotografia, onde pontuam nomes conceituados com Alfredo Cunha, Luís Quinta ou Leonel de Castro, entre outros”. Refere a organização destas jornadas.

Alfredo Cunha (natural de Celorico da Beira) iniciou a sua atividade de fotojornalista em 1971, tendo colaborado com o Jornal "O Século" e "O Século Ilustrado" a Agência de Notícias Português - ANOP e as agências de Notícias de Portugal e Lusa Foi fotógrafo oficial dos Presidentes da República, Ramalho Eanes e Mário Sores. Trabalhou no Jornal "Público" como fotógrafo e editor-chefe e foi fotógrafo e editor-chefe do "Jornal de Notícias", tendo sido também foi diretor fotográfico da "Global Imagens". Atualmente trabalha como freelancer desenvolvendo projetos editoriais. Do seu percurso destacam-se as emblemáticas séries de fotografias dedicadas ao 25 de Abril de 1974 e à descolonização portuguesa em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, S. Tomé, Timor-Leste e Cabo Verde. Tem publicados diversos livros de fotografia

Luís Quinta multipremiado fotógrafo é colaborador regular da National Geographic Magazine e da revista Visão. Publicou mais de um milhar de artigos e reportagens na imprensa nacional. Formador na área da fotografia, integrou o "Dream Team" do maior projecto fotográfico sobre natureza na Europa - "Wild Wonders of Europe” financiado pela National Geographic.

Muitas das imagens de Luís Quinta têm sido usadas por universidades e museus para várias publicações científicas e suporte pedagógico.

Leonel de Castro, desde sempre ligado ao fotojornalismo no Jornal de Notícias e no grupo onde se insere (Notícias Magazine, Volta ao Mundo, Evasões, Diário de Notícias e o Jogo), tem conquistado diversos prémios e distinções ao longo da carreira profissional. Os seus trabalhos têm também dado corpo a várias exposições, quer individuais quer coletivas. A par do fotojornalismo, tem-se dedicado também à docência, no Instituto Português de Fotografia, na Escola Superior Artística do Porto e no Mestrado de Comunicação da Universidade do Minho.

Na anterior edição das Jornadas de Fotografia da Guarda falou-se, entre outros temas de “Fotografia de Natureza”(Eduardo Flor), “Será a nossa melhor fotografia aquela que nunca iremos fazer? Experiência de um fotojornalista”(Miguel Silva), “A utilização de drones em fotografia”(Maurício Matos), “The Portuguese Prison Photo Project” (Luis Barbosa), “Do outro lado da câmara” (Filipa Barroso), “Momentos da Montanha”( Miguel Serra), “Mirrorless is the new black” – What to Frame?( Jonh Gallo).

Recorde-se que na primeira edição das Jornadas foram apresentadas comunicações como “Fotografia da Natureza”(José Prata dos Reis), “Fotografia e Imprensa Regional”(Helder Sequeira), “Quando as pétalas começam a cair - projeto de artes plásticas e multimédia”(Catarina Flor), “Fotografia de Paisagem”(Pedro Carvalho), “Microfotografia”( Eduardo Flor), “O papel da fotografia na promoção da candidatura da Serra da Estrela a Geopark Mundial da UNESCO”(Emanuel Castro e Filipe do Patrocínio),“A Revelação de Negativos Digitais”( Paulo Nery), “Fotografia de Viagem”(Sérgio Lopes e Sandra Saraiva) e “A Fotografia como meio de registo e análise da atividade dos bombeiros portugueses”(Sérgio Cipriano).

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publicado às 18:00

CEI promove Curso de Verão

por Correio da Guarda, em 25.06.19

     O Centro de Estudos Ibéricos (CEI) vai promover, de 1 a 6 de julho,  a XIX Edição do Curso de Verão que será subordinada ao título genérico “Novas fronteiras, outros diálogos: cooperação e desenvolvimento”.

Curso de Verão - cartaz.jpg

    Este curso tem por objetivos incentivar o diálogo entre saberes, investigadores e parceiros do espaço ibérico, europeu, africano e latino-americano, afirmando como centro de transferência de conhecimento designadamente entre os países de língua portuguesa; identificar e valorizar os recursos do território, naturais e humanos, materiais e intangíveis, enquanto fatores críticos e estratégicos do desenvolvimento (património cultural, paisagem, cultura, etc.); analisar comparativamente dinâmicas económicas e sociais em diferentes contextos espaciais, estimulando a apresentação e o debate de programas, iniciativas e boas práticas que concorram para a coesão económica, social e territorial; valorizar o trabalho de campo como estratégia pedagógica e de promoção do património natural e cultural, sobretudo o localizado em geografias e contextos regionais mais remotos como são os do interior raiano.

   Os interessados podem obter mais informações aqui

 

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publicado às 23:17

Um roteiro pelo país real...

por Correio da Guarda, em 22.06.19

Cruzeiro - Fot Helder Sequeira.jpg

     “Ausência e Território: as aldeias da Serra, do Vale e da Meseta” foi o tema proposto para o roteiro fotográfico organizado, no passado sábado e domingo, pelo Centro de Estudos Ibéricos e Fotoclube da Guarda.

    Tratou-se, como foi referido, de um desafio envolto na paixão pela fotografia e orientado para a (re)descoberta de realidades tão próximas e tão longínquas; territórios de solidão, de ausência que foram berço de múltiplos percursos individuais, de sonhos e de aventura…

   Através da fotografia, “uma escrita tão forte porque pode ser lida em todo o mundo sem tradução”, na elucidativa expressão de Sebastião Salgado, os participantes centraram as suas objetivas em pormenores, rostos, arquitetura, artefactos, caminhos, solidão, religiosidade, tradições, paisagens, flora, patrimónios, afetos, ausências, sulcos do tempo, ou caprichos da natureza…

   Iniciativas como esta, se por um lado permitem um registo de realidades transversais às aldeias do interior, desertificado, envelhecido, por outro viabilizam a divulgação de múltiplos valores humanos, sociais e culturais que podem despertar consciências e incentivar esforços conducentes a medidas de valorização e revitalização de tantos lugares de memória.

   As imagens obtidas consubstanciam narrativas e olhares que se ampliam agora nas redes sociais ou em trabalhos fotográficos destinados a futuras exposições e publicações, servindo igualmente de relevante recolha documental.

   Para além disso, o envolvimento de pessoas oriundas de diferenciados locais perspetiva o desejo e o regresso de aprofundar o conhecimento de territórios, alargando esse entusiasmo a círculos pessoais ou profissionais; tanto mais que a hospitalidade beirã, a forma de estar e de ser das nossas gentes, cativa quem nos visita.

   A disponibilidade para esclarecer, orientar, guiar, mostrar o património local, alertar para pormenores arquitetónicos, sublinhar a tipicidade de habitações, a descrição de tradições e episódios intimamente ligados às comunidades locais foi uma nota comum às aldeias visitadas, num roteiro que percecionou outra dimensão do país, uma sólida matriz identitária, nossa.

   Vila Soeiro, Aldeia Viçosa (aldeias do Vale), Avelãs da Ribeira (aldeia da Meseta), Fernão Joanes e Videmonte (aldeias da Serra) balizaram um trajeto rico de imagens e emoções, num território que temos de salvaguardar, valorizar e divulgar, esbatendo ausências e abrindo caminhos para o futuro, através do contributo de todo, num empenho permanente e coletivo, liberto de calendários pessoais ou políticos. (Hélder Sequeira).

 

 

 

 

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publicado às 15:22

Prémio Eduardo Lourenço atribuído a Carlos Reis

por Correio da Guarda, em 14.06.19

 

Carlos Reis.png

     O júri da XV Edição do Prémio Eduardo Lourenço decidiu hoje, por consenso, atribuir o Prémio a Carlos Reis.
    De acordo com a informação divulgada pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI),  o júri reconheceu o mérito de Carlos Reis como investigador e professor universitário e a sua trajectória que objectiva um trabalho de cooperação entre os âmbitos académicos e culturais de Portugal e Espanha, cuja aproximação substanciada e crítica, sempre o mobilizou e fomentou como responsável de diferentes instituições e organismos públicos, contribuindo a um intercâmbio cultural de alto valor ibérico.
    Referente dos estudos de Eça de Queirós e José Saramago, para além dos estudos literários e da teoria literária, a sua obra tem uma ampla repercussão em Espanha, na Europa, no Brasil e Estados Unidos.
    Especializado em Literatura Portuguesa dos séculos XIX e XX e em Teoria da Narrativa, publicou sobre esta área vários livros de prestígio internacional e assinou dezenas de artigos em revistas universitárias.
   Publicou, entre outras, as obras Textos Teóricos do Neo-Realismo; Estatuto e perspectivas do narrador na ficção de Eça de Queirós; O Discurso Ideológico do Neo-Realismo Português; Dicionário da Narratologia (em colaboração com Ana Cristina M. Lopes); Para una semiótica de la ideologia (tradução parcial de O discurso ideológico do Neo-Realismo Português); A Construção da Narrativa Queirosiana. O Espólio de Eça de Queirós (em colaboração com Maria do Rosário Milheiro) e coordena a História Crítica da Literatura Portuguesa e a Edição Crítica da obra de Eça de Queirós.
 
   Fonte: CEI
 
 
 
 

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publicado às 17:03

Roteiro fotográfico em aldeias da Guarda

por Correio da Guarda, em 29.05.19

roteiro-lg.jpg

     “Ausência e Território: As Aldeias da Serra, do Vale e da Meseta” é o tema do roteiro fotográfico que o Centro de Estudos Ibéricos (CEI), em parceria com o Fotoclube da Guarda, vai promover nos dias 15 e 16 de junho.

   Segundo a organização, é “desafio envolto na paixão pela fotografia e orientado para a (re)descoberta de realidades tão próximas e tão longínquas; territórios de solidão, de ausência que foram berço de múltiplos percursos individuais, de sonhos e de aventura…”.

    Através da fotografia o Centro de Estudos Ibéricos e o Fotoclube da Guarda pretendem “registar e descrever – sob diferentes sensibilidades, emoções e olhares – aldeias do vale, da serra e da meseta; propomos, assim, um olhar sobre Misarela e Aldeia Viçosa (nas aldeias do Vale), um percurso por Videmonte e Fernão Joanes (aldeias da Serra) e, no último dia do roteiro fotográfico, assinalar, nas imagens, referências a Guilhafonso e Avelãs da Ribeira.”

   Assim, “rostos, arquitetura, artefactos, caminhos, solidão, religiosidade, tradições, paisagens, flora, patrimónios, afetos, ausências, sulcos do tempo, ou caprichos da natureza…” são algumas das temáticas propostas aos participantes neste roteiro.

   Os interessados podem fazer aqui a sua inscrição e obter mais informações sobre programa e horários.

 

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publicado às 00:01

Saúde e Montanha

por Correio da Guarda, em 03.05.19

 

     Na Guarda vai decorrer, dias 10 e 11 de maio, na Guarda, o Encontro "Leituras do Território: Saúde & Montanha".

   "Penhas Douradas, Guarda e Penhas da Saúde, tal como depois o Caramulo, são historicamente e graças a gente como José Thomaz Souza Martins, Alfredo César Henriques, Lopo de Carvalho, Abel, Jerónimo e João Lacerda e outros, os locais em que o tratamento da "tísica" com base na "altitude" se iniciou em Portugal, em 1881, quais Davos e montanhas tirolesas." é referido em nota divugada pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), que organiza este encontro,  coordenado por Cristina Robalo Cordeiro, da Universidade de Coimbra.
   "Não já na altitude mas ainda nas faldas destas montanhas, algumas por causa da "Falha da Vilariça", são desde tempos imemoriais, anteriores à ocupação romana, as águas das termas ou caldas de Manteigas, Unhais, Loriga, Alvoco, Felgueira, Alcafache entre outras q/ se topam a cada passo, uma das mais antigas formas de "pela água chegar à saúde", os hoje tão vulgares SPA's.
    As condições de treino da maior parte dos desportos têm hoje muito a ver com a criação artificial de "dificuldades" a vencer: colocando pesos nos pés, nas pernas e braços, prendendo o corpo a objetos pesados e efetuando aplicações de tração, primeiro em plano, depois aumentando a inclinação e assim o esforço, e tudo quanto de semelhante podemos fazer na "montanha" apenas e somente porque aqui o ar tem menos oxigénio."

    Os interessados podem efetuar a sua inscrição aqui.

Leituras do Território.jpg

 

 

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publicado às 23:13


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