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CalaFrio apresenta OssO de Rui Zink

por Correio da Guarda, em 12.05.17

 

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    No Teatro Municipal da Guarda (TMG) continua em cena, até amanhã, a nova produção do Teatro do CalaFrio, OssO de Rui Zink, cuja estreia teve ontem lugar.

    De referir que a sessão do dia 13 de Maio contará com a presença do autor da peça. Após o espetáculo (que se inicia às 21h30), haverá um encontro com o escritor Rui Zink no Bar do seguindo piso do TMG. Este novo trabalho do CalaFrio tem encenação de Américo Rodrigues e interpretação de Luciano Amarelo e Valdemar Santos; a cenografia é assinada por José Teixeira e o desenho de luz é José Neves

    Esta é a sexta produção do CalaFrio, depois de “Mas era proibido roer os ossos”, a partir de dois textos de Franz Kafka (estreada em Abril de 2014); "Empresta-me um revólver até amanhã", com dois textos de Anton Tchekhov (Abril de 2015); “Bartleby”, baseada em Bartleby, o escrivão: uma história de Wall Street, de Herman Melville (Dezembro de 2015); "Diário de um louco", de Nikolai Gogol (Abril de 2016) e “O Ingénuo”, de Voltaire (Dezembro de 2016).

    “ (...) História literalmente no osso, sem corpos nem paisagem, todo o aparato da escrita reduzido ao palco de uma cela onde se digladiam duas vozes. Trata-se de uma espécie de teatro mental, por onde passam algumas das maiores tensões e angústias do nosso tempo: a retórica do medo, a intolerância, os abusos cometidos em nome da democracia, a incapacidade de compreender o outro, de respeitar quem não pensa como nós. Zink não faz do duelo entre os dois homens mero veículo para um qualquer discurso político. Em vez disso, e com muito mais eficácia, descontrai ideias feitas sobre a ameaça do fanatismo religioso e o seu reverso (a paranóia securitária) mostrando-nos como as relações de poder se podem dissolver no próprio absurdo que as sustém.” Escreveu José Mário Silva a propósito desta obra de Rui Zink.

    Escritor e professor universitário, Rui Zink enquanto escritor, é autor de vários livros, de entre os quais, ensaios e ficção, se salientam talvez os romances Hotel Lusitano (1987), Apocalipse Nau (1996), O Suplente (1999) e Os Surfistas (2001), e a novela O Anibaleitor (2006). Colaborou ainda em jornais e revistas, entre os quais o semanário O Independente (1991) e a revista K (1992). Enquanto tradutor, traduziu obras de Matt Groening, Saul Bellow e Richard Zenith.

    Rui Zink recebeu o Prémio do P.E.N. Clube Português pelo romance Dádiva Divina (2005), e representou Portugal em eventos como a Bienal de São Paulo, a Feira do Livro de Tóquio ou o Edimburgh Book Festival.

 

    Fonte: CalaFrio

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Wim Mertens no TMG

por Correio da Guarda, em 02.05.17

 

     Wim Mertens vai atuar no Teatro Municipal da Guarda (TMG) no próximo dia 5 de Maio.

    Dentro do fértil território Modern Classical, o compositor e cantor belga Wim Mertens é uma das maiores referências mundiais, um compositor que possui uma tão vasta quanto rica dis­cografia, recheada de prémios, aplausos e distinções várias.

    Essa discografia prepara-se agora para ser dilatada com a edição de ”Dust of Truths”, parte final de uma trilogia, “Cran aux Oeufs”. Wim Mertens, que já compôs para cinema, teatro e até para passagens de moda da prestigiada casa Dior, apresenta agora um novo espetáculo que tem merecido os mais veemen­tes aplausos nas melhores salas europeias, do norte da América no Japão e Rússia.

    A original técnica pianística de Mertens, feita de harmonizações e padrões melódicos minimalistas, e as suas belas vocalizações, granjearam ao compositor belga o estatuto de artista de culto, admi­rado tanto pelo público mais erudito como pelo público mais jovem e ligado à pop.  

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publicado às 12:05

Cantos de cego da Galiza e Portugal

por Correio da Guarda, em 11.01.17

 

     “Cantos de cego da Galiza e Portugal” é o trabalho que César Prata e Ariel Ninas vão apresentar hoje, pelas 22 horas, no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda.

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    Trata-se de um concerto temático em torno de “uma personagem singular na cultura musical ibérica: o cego, que desde a Idade Média povoava o universo sonoro das feiras e romarias, contando e cantando histórias de crimes, romances e feitos históricos”, como salientam estes dois músicos que utilizam a sanfona, guitarra, braguesa, ‘guitalele’, harmónio, harmónica e percussões.

    Os dois músicos utilizam diversos instrumentos (sanfona, guitarra, braguesa, ‘guitalele’, harmónio, harmónica e percussões, etc.), cantam e tocam canções de cego.

   As canções, a interpretar, “são versões transmitidas desde tempos imemoriais por ceguinhas e ceguinhos que andaram os caminhos ibéricos cada estação do ano”, como referiram estes dois músicos.

    Na próxima sexta-feira este concerto será apresentado em Belmonte, na igreja de Santiago, a partir das 21 horas.

 

 

 

 

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publicado às 12:35

"O Ingénuo" na Guarda

por Correio da Guarda, em 05.12.16

 

     O Teatro do Calafrio estreia no próximo dia 14 de Dezembro, pelas 21h30, a sua nova produção, “O Ingénuo” de Voltaire.

    Este novo trabalho, a apresentar no pequeno auditório do Teatro Municipal da Guarda, ficará em cena até ao dia 17 de Dezembro

    Trata-se da  quinta produção de teatro do CalaFrio, depois de “Mas era proibido roer os ossos”, a partir de dois textos de FranzKafka (estreada em Abril de 2014); "Empresta-me um revólver até amanhã", com dois textos de Anton Tchekhov (Abril de 2015); “Bartleby”, baseada em Bartleby, o escrivão: uma história de Wall Street, de Herman Melville (Dezembro de 2015); e "Diário de um louco", de Nikolai Gogol (Abril de 2016).

   A adaptação teatral é de Daniel Rocha e a encenação de Américo Rodrigues que representa também, juntamente com Ana Couto, Carlos Morgado, César Prata, Daniel Rocha, Fátima Freitas, Luciano Amarelo, Suzete Marques e Valdemar Santos.

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    Foto: Alexandre Costa

 

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publicado às 13:12

Guarda In Jazz

por Correio da Guarda, em 02.06.16

 

    A Câmara Municipal da Guarda, através do TMG, está a promover, a partir de hoje, o Ciclo “Guarda In Jazz”.

   O programa inicia-se com o Duo Filipa Lopes/ Pedro Vieira de Almeida. Ambos com formação clássica, tocam juntos há uma década e apresentam-se no Café Concerto com um programa baseado nos mais famosos standars de jazz e musicais; para ouvir a partir das 22h00: “Blue Moon”, “As time goes by” ou “When you wish upon a star”, entre muitos outros. A entrada é livre.

    O programa prossegue amanhã, dia 3 de junho, com o projeto Spinifex (Holanda | Portugal | Alemanha). Tobias Klein no saxofone alto, Jasper Stadhouders na guitarra, Goncalo Almeida no baixo e Philipp Moser na bateria far-se-ão acompanhar do músico convidado Luís Vicente no trompete. O grupo vem apresentar “Veiled”, o último disco ao Pequeno Auditório, às 21h30.

   No dia seguinte, sábado (4 de junho) entre as 15h00 e as 17h00, o conceituado trombonista, compositor e professor Paulo Perfeito vai estar a orientar uma Oficina de Jazz no TMG. Trata-se de uma iniciativa destinada a músicos e a estudantes de música, feita em parceria com a Associação Porta-Jazz. A inscrição custa 5 euros e deve ser feita na Bilheteira do TMG até sexta, dia 3.

    Ainda no dia 4, sábado, mas à noite, às 21h30, sobem ao palco dois projetos do jazz português: Trio de Um Grilo (com Filipe Louro, Pedro Almiro e João Grilo) grupo liderado pela jovem promessa, João Grilo; e o Ensemble Super Moderne (com José Pedro Coelho, Rui Teixeira, Ricardo Formoso, Paulo Perfeito, Eurico Costa, Carlos Azevedo, Miguel Ângelo e Mário Costa), formado por oito músicos do Jazz portuense com percursos sólidos.

    Segue-se no Ciclo Guarda in Jazz o filme “Chico y Rita”, de Tono Errando, Javier Mariscal e Fernando Trueba. A sessão terá lugar no Pequeno Auditório, numa parceria com o Cineclube da Guarda, a 7 de junho, às 21h30. O filme – sobre uma cantora jazz - foi nomeado para o Óscar de Melhor Filme de Animação em 2012 e foi premiado com um Goya em 2011 e um Gaudi em 2012.

    No dia 9 de junho, quinta-feira, numa nova colaboração com a Associação Porta Jazz, o TMG apresenta os projetos Espécie de Trio e Eduardo Cardinho Quinteto, no Pequeno Auditório às 21h30. Espécie de trio (com Hugo Raro, Filipe Teixeira e António Torres Pinto) apresentam neste concerto temas dos mais diversos universos musicais, canções dos anos 70 e 80 do século passado, reinterpretadas com um toque de jazz. O Eduardo Cardinho Quinteto traz ao TMG reportório de música original. Este quinteto (formado por Eduardo Cardinho, José Soares, Mané Fernandes, Filipe Louro e Pedro Almiro) foi vencedor do Prémio Jovens Músicos 2013 e é considerado por Mário Laginha como «um dos grupos mais promissores do jazz português».

    O ciclo termina a 11 de junho (sábado), no Grande Auditório, às 21h30, com Maria João e o seu mais recente projeto, OGRE. Trata-se de um “hibrido” musical que mistura o jazz com a eletrónica. Entre o digital e o analógico, a inconfundível voz de Maria João indica o caminho. Em palco, para além da cantora, vão estar João Farinha, André Nascimento, Joel Silva e Júlio Resende.

   Os bilhetes para os espetáculos do ciclo custam entre os 3 e os 10 euros e o primeiro tem entrada livre. Os ingressos são passíveis de desconto e podem ser adquiridos na Bilheteira do TMG ou na bilheteira online em www.tmg.com.pt

 

     Fonte: CMG/TMG

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publicado às 19:06

Teatro do CalaFrio com nova estreia

por Correio da Guarda, em 14.04.16

 

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     Foto: Alexandre Costa

 

     O Teatro do CalaFrio vai estrear no próximo dia 21 de Abril, no Teatro Municipal da Guarda, a sua nova produção, “Diário de um louco”, de Nicolai Gogol. A encenação é de Américo Rodrigues, que assina também a dramaturgia conjuntamente com Luciano Amarelo.

     A interpretação é de Luciano Amarelo e Élia Fernandes, sendo o desenho de luz de José Neves. O “Diário de um louco” vai ser apresentado nos dias 21, 22 e 23 de abril, pelas 21.30 horas. Esta é a quarta produção do Teatro do Calafrio, depois de apresentar textos de Kafka, Tchekhov e Melville.

    "(...) O herói, o eterno funcionário miserável de Gógol, assume em Diário de Um Louco, apesar e, talvez, por causa do delírio psicótico em que se refugia, contornos muito humanos e comoventes. Como sempre, a arte gogoliana de misturar o real e o fantástico, o normal e o patológico, o razoável e o delírio, imperam em Diário de Um Louco, a ponto de o leitor se sentir desconfortavelmente a assistir ao sofrimento de um ser humano a quem a identidade se vai estilhaçando com a rapidez e a intensidade de um pequeno conto”, como escreveu Filipe Guerra.

    O Teatro do CalaFrio dedica a sua montagem de "Diário de um louco" ao ator português Jacinto Ramos (que era originário de Trancoso), o qual estreou, há 50 anos, esta peça, com encenação de Jorge Listopad com música original de Jorge Peixinho.

 

 

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publicado às 00:01

Dominique Phillot no TMG

por Correio da Guarda, em 12.04.16

 

     No Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda (TMG) vai ter lugar na próxima quinta-feira, 14 de Abril (pelas 22 horas), um concerto de Dominique Phillot.

    Este guitarrista suíço, premiado pelo Instituto de Ribaupierre de Lausanne (Suíça), é docente de guitarra no Conservatório de Fribourg desde 1981. Aperfeiçoou os seus conhecimentos de guitarra junto de grandes guitarristas espanhóis como Jorge Cardoso e José Tomas em Espanha.
    Em 1996 foi nomeado diretor artístico do Festival Internacional da Guitarra de Fribourg, Suíça. Atualmente, toca sobretudo compositores espanhóis pós-românticos, o Folclore da Argentina e do Brasil, a música contemporânea Suíça. Foi o diretor artístico do Festival Internacional de Guitarra da Guarda.

    A entrada para este concerto é livre.

 

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publicado às 22:33

"Abílio, Guardador de Abelhas"

por Correio da Guarda, em 04.03.16

 

     O Teatro Municipal da Guarda, através do seu Serviço Educativo, vai promover na próxima quarta-feira, 9 de março, uma sessão de conto seguida de oficina destinada ao público sénior.

    A iniciativa, intitulada “Abílio, Guardador de Abelhas”, terá lugar no Pequeno auditório às 14h30 e será orientada por Graeme Pulleyn e Ricardo Augusto;trata-se de coprodução do Teatro Viriato com os interpretes/criadores desta história que tem o apoio da Associação de Apicultores da Beira Alta.
   Entre provas de mel e memórias voadoras, esta oficina tem como objetivo trabalhar de uma forma integrada a expressão escrita (mesmo para quem não é escritor), a criação plástica em três dimensões (mesmo para quem não é escultor),o movimento e a expressão corporal (mesmo para quem não é bailarino).

   Os participantes irão criar abelhas, que serão portadoras de mensagens, pequenas frases construídas a partir de memórias ligadas ao mel. No final, juntar-se-ão todas estas abelhas num enxame de palavras e sentidos. O resultado final é uma “micro-metragem” (filme curtíssimo) intitulado "Enxame de Memórias".

 

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publicado às 22:29

"Portugal, Meu Remorso" na Guarda

por Correio da Guarda, em 02.03.16

 

     No Teatro Municipal da Guarda vai ser apresentado, no próximo dia 12 de Março, o espectáculo "Portugal, Meu Remorso",  que reúne textos de Alexandre O' Neill interpretados por João Reis e Ana Nave.

     «Quando num café do Príncipe Real nos juntámos para dar um destino ao nosso enorme apreço pelo poeta, também nós procurávamos esse difícil compromisso entre tornar legíveis as várias explosões de sentido da sua poesia e ao mesmo tempo revelar uma unidade dramatúrgica que fosse visível para todos nós: imagens, canções, visões periféricas. Se em muitos aspetos O´Neill foi um poeta incompreendido e indecifrável, como o é tantas vezes a nossa "vidinha", é certo que se tornou um dos grandes do século XX, com vida cheia e literalmente profícua e a contaminar tantas e tantas criaturas. Portugal, Meu Remorso é um tributo assumido das nossas inquietações e incertezas, da nossa admiração pelo poeta que apostava tudo na vida "mesmo que errada".

     Esta noite ou uma noite qualquer, com algumas palavras de ódio e outras de amor, a nossa viagem é ao Portugal infinito de Alexandre O´ Neill», referem João Reis e Ana Nave a propósito do espetáculo que também dirigem artisticamente.

 

    Fonte: TMG

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publicado às 08:03

"Paraíso" no Teatro Municipal da Guarda

por Correio da Guarda, em 01.03.16

 

      A  extensão do Cine’ Eco 2015 no Teatro Municipal da Guarda vai ser encerrada na próxima semana, nesta cidade. A 8 de Março, no Pequeno Auditório será apresentado “Paraíso” de Nash Ang, o filme vencedor do Grande Prémio Cine’ Eco 2015. A sessão está marcada para as 21h30. O documentário, originário das Filipinas, segue as vidas das crianças sobreviventes, um mês após a tragédia do mais forte tufão já registado na Terra: o Super Typhoon Haiyan, nas Filipinas. No filme assistimos à sua luta pela sobrevivência e como reconstroem as suas vidas no local que foi o seu Paraíso, e que agora é apenas uma memória da tragédia.

     Para o dia 12 de Março, pelas 16h00, está agendada a sessão do Famílias ao Teatro integrado na Extensão do Cine’ Eco 2015 com “Curtas para crianças”; trata-se de uma sessão de curtas-metragens para o público infantil e não só com nove histórias de várias nacionalidades e uma grande variedade de linguagens e estilos cinematográficos. Histórias sobre o ambiente, a sustentabilidade, o clima, os animais, para aprender, ouvir e cuidar do nosso planeta. Esta sessão conta com entrada livre mas está sujeita ao levantamento prévio do ingresso na Bilheteira do TMG.
   O CineEco é um dos membros fundadores da Rede de Cinema Verde, que reúne 29 festivais de cinema ambiental de todo o mundo. O objetivo da rede é coordenar os eventos dos festivais associados, promover e distribuir filmes na cena internacional e incentivar iniciativas e projetos para fazer as pessoas parar e pensar sobre as condições do meio ambiente.

 

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publicado às 00:13


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