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"O Ingénuo" na Guarda

por Correio da Guarda, em 05.12.16

 

     O Teatro do Calafrio estreia no próximo dia 14 de Dezembro, pelas 21h30, a sua nova produção, “O Ingénuo” de Voltaire.

    Este novo trabalho, a apresentar no pequeno auditório do Teatro Municipal da Guarda, ficará em cena até ao dia 17 de Dezembro

    Trata-se da  quinta produção de teatro do CalaFrio, depois de “Mas era proibido roer os ossos”, a partir de dois textos de FranzKafka (estreada em Abril de 2014); "Empresta-me um revólver até amanhã", com dois textos de Anton Tchekhov (Abril de 2015); “Bartleby”, baseada em Bartleby, o escrivão: uma história de Wall Street, de Herman Melville (Dezembro de 2015); e "Diário de um louco", de Nikolai Gogol (Abril de 2016).

   A adaptação teatral é de Daniel Rocha e a encenação de Américo Rodrigues que representa também, juntamente com Ana Couto, Carlos Morgado, César Prata, Daniel Rocha, Fátima Freitas, Luciano Amarelo, Suzete Marques e Valdemar Santos.

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    Foto: Alexandre Costa

 

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publicado às 13:12

Calafrio em Castelo Branco

por Correio da Guarda, em 14.09.16

 

    O Teatro do Calafrio (Guarda) vai apresentar em Castelo Branco, no próximo dia 6 de Outubro, o Diário de um louco", de Gogol.

    A representação ocorrerá no Cine Teatro Avenida , daquela cidade, a partir das 21.30 horas.

   Esta peça tem encenação de Américo Rodrigues e interpretação de Luciano Amarelo e Élia Fernandes.

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     Foto: Teatro do Calafrio

 

 

 

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publicado às 00:29

Daniel Rocha apresenta novo trabalho

por Correio da Guarda, em 18.04.16

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, será feita no próximo dia 30 de Abril, pelas 16 horas, a apresentação e lançamento da edição em português da peça Um Outro Fim, de Daniel António Neto Rocha.

Daniel Rocha.jpg

    Um outro fim é uma peça de teatro onde, no meio de uma casa em construção, uma pausa desperta um diálogo incomum e uma situação absurda. Duas pessoas, que não se conhecem mas que se relacionam profissionalmente, ficam então a saber mais sobre as estranhas errâncias do Fim.

    Nessa ocasião vão ser igualmente apresentados 34 exemplares da edição especial bilingue (Português e Neerlandês) een andere afloop, traduzida e pintada por Jos van den Hoogen e complementada com trabalhos fotográficos de Alexandre Costa, Pedro Carvalho e Ricardo Marta.

   A apresentação dos opúsculos será feita por Patrícia Couto, do Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Durante a sessão será lida integralmente a peça por dois actores: Carla Morgado (Aquilo Teatro) e Pedro Sousa (Acert).

 

 

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publicado às 23:02

Teatro do CalaFrio com nova estreia

por Correio da Guarda, em 14.04.16

 

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     Foto: Alexandre Costa

 

     O Teatro do CalaFrio vai estrear no próximo dia 21 de Abril, no Teatro Municipal da Guarda, a sua nova produção, “Diário de um louco”, de Nicolai Gogol. A encenação é de Américo Rodrigues, que assina também a dramaturgia conjuntamente com Luciano Amarelo.

     A interpretação é de Luciano Amarelo e Élia Fernandes, sendo o desenho de luz de José Neves. O “Diário de um louco” vai ser apresentado nos dias 21, 22 e 23 de abril, pelas 21.30 horas. Esta é a quarta produção do Teatro do Calafrio, depois de apresentar textos de Kafka, Tchekhov e Melville.

    "(...) O herói, o eterno funcionário miserável de Gógol, assume em Diário de Um Louco, apesar e, talvez, por causa do delírio psicótico em que se refugia, contornos muito humanos e comoventes. Como sempre, a arte gogoliana de misturar o real e o fantástico, o normal e o patológico, o razoável e o delírio, imperam em Diário de Um Louco, a ponto de o leitor se sentir desconfortavelmente a assistir ao sofrimento de um ser humano a quem a identidade se vai estilhaçando com a rapidez e a intensidade de um pequeno conto”, como escreveu Filipe Guerra.

    O Teatro do CalaFrio dedica a sua montagem de "Diário de um louco" ao ator português Jacinto Ramos (que era originário de Trancoso), o qual estreou, há 50 anos, esta peça, com encenação de Jorge Listopad com música original de Jorge Peixinho.

 

 

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publicado às 00:01

"O homem emparedado" é apresentado no TMG

por Correio da Guarda, em 15.06.15

 

      A "Bosq-íman:os livros" vai apresentar hoje, dia 15 de Junho, no Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda três novas obras teatrais de Américo Rodrigues: "O homem emparedado", "A ameaça" e  "Uma presença real".

      A sessão, a iniciar pelas 21h30, terá entrada livre. A artista Joana Oliveira Paiva (Pumukill) é a autora das três capas. Na sessão de lançamento o actor José Neves dará voz àquelas peças.

LIVROS.jpg

      Américo Rodrigues, licenciado em Língua e Cultura Portuguesa e Mestre em Ciências da Fala, é programador de actividades culturais e artísticas desde 1979; dirigiu vários festivais de performance, teatro e música; Foi director do Teatro Municipal da Guarda até fins de 2013. Fundou o Teatro Aquilo e também o Projéc~. É autor de várias obras de poesia, crónica, teatro e literatura para crianças; Actor, poeta sonoro e performer.

     As obras a apresentar assentam em textos marcados por Beckett e Kafka. Pela espera, pelo absurdo, pelo desalento, pelo sarcasmo e pelo cinismo. Uma presença real"- Um homem perseguido pela presença de um cão fechado num andar vizinho. Um homem acossado por um cão que é "uma presença real", mesmo que possa existir, apenas, na imaginação daquele inspector de finanças que, mesmo longe de casa, pressente o cão que destrói a sua vida burguesa. "A ameaça" - Um homem que, num museu de Berlim, guarda há dezenas de anos a imagem de Nefertiti. Para resistir ao esforço e aos dias todos iguais inventa biografias dos turistas, treina sistemas de vigilância e espera que uma ameça de bomba traga inquietação à monotonia dos dias. "O homem emparedado" - Um homem, funcionário, que sem que perceba a razão é enviado de castigo para um espaço onde nem sem sequer tem uma cadeira para se sentar. Durante meses (anos?) não lhe mandam fazer seja o que for. O funcionário escreve um diário sobre os nadas que todos os dias o ocupam. Diário doloroso e catártico. Quase demencial.

 

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Novos obras teatrais de Américo Rodrigues

por Correio da Guarda, em 07.06.15

 

      A "Bosq-íman:os livros" vai apresentar no próximo dia 15 de Junho, no Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda três novas obras teatrais de Américo Rodrigues: "O homem emparedado", "A ameaça" e  "Uma presença real".

     A sessão, a iniciar pelas 21h30, terá entrada livre. A artista Joana Oliveira Paiva (Pumukill) é a autora das três capas. Na sessão de lançamento o actor José Neves dará voz àquelas peças.

     Américo Rodrigues, licenciado em Língua e Cultura Portuguesa e Mestre em Ciências da Fala, é programador de actividades culturais e artísticas desde 1979; dirigiu vários festivais de performance, teatro e música; Foi director do Teatro Municipal da Guarda até fins de 2013. Fundou o Teatro Aquilo e também o Projéc~. É autor de várias obras de poesia, crónica, teatro e literatura para crianças; Actor, poeta sonoro e performer.

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      As obras a apresentar assentam em textos marcados por Beckett e Kafka. Pela espera, pelo absurdo, pelo desalento, pelo sarcasmo e pelo cinismo. Uma presença real"- Um homem perseguido pela presença de um cão fechado num andar vizinho. Um homem acossado por um cão que é "uma presença real", mesmo que possa existir, apenas, na imaginação daquele inspector de finanças que, mesmo longe de casa, pressente o cão que destrói a sua vida burguesa. "A ameaça" - Um homem que, num museu de Berlim, guarda há dezenas de anos a imagem de Nefertiti. Para resistir ao esforço e aos dias todos iguais inventa biografias dos turistas, treina sistemas de vigilância e espera que uma ameça de bomba traga inquietação à monotonia dos dias. "O homem emparedado" - Um homem, funcionário, que sem que perceba a razão é enviado de castigo para um espaço onde nem sem sequer tem uma cadeira para se sentar. Durante meses (anos?) não lhe mandam fazer seja o que for. O funcionário escreve um diário sobre os nadas que todos os dias o ocupam. Diário doloroso e catártico. Quase demencial.

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Nova produção do Teatro do CalaFrio

por Correio da Guarda, em 07.04.15

 

     O Teatro do CalaFrio estreia no próximo dia16 de abril, no Teatro  Municipal da Guarda, a sua segunda produção, "Empresta-me um revólver até amanhã. A peça estará também cena nos dias 17 e 18 de abril, a partir das 21.30 horas.

     "Empresta-me um revólver até amanhã" parte da uma leitura peculiar de duas pequenas peças de Anton Tchekhov: "O Canto" do Cisne e "Trágico à força".

     Nesta revisitação, o ponto Nikita ocupa o centro da trama. Ele vive no teatro, vive do teatro. O teatro é ele. Conhece muitas peças de cor e é o guardião da memória do teatro. É no seu teatro, nos bastidores, que se encontra com o actor Vassili Vassilitch (que se deixou dormir após a actuação da noite) e se confronta com as recordações e angústias de um velho actor de passado glorioso. Na segunda parte, o veraneante Ivan Ivanovich, sobrecarregado de tarefas, procura um amigo para desabafar sobre sua deplorável condição de vítima. Ivanovitch, que é uma voz e uma ténue imagem, é escravo de um trabalho extenuante porque todos lhe pedem que transporte os mais estranhos objectos. Ivan Ivanovitch fala da sua amarga condição. Nikita, o ponto, representa o papel de Muraskhin, num crescendo de tragédia.Talvez o ponto seja ainda mais trágico do que a personagem Ivanovitch. Talvez este seja uma personagem criada por Nikita, o ponto. Talvez o ponto seja um verdadeiro trágico. Talvez Nikita tenha sempre desejado ser um actor.Trágico.

     “Empresta-me um revólver até amanhã" tem encenação de Américo Rodrigues e interpretação de Valdemar Santos, Américo Rodrigues e José Neves .

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      Anton Tchékov nasceu em Taganrog, no sul da Rússia, no dia 17 de janeiro de 1860, filho de um comerciante. A sua família mudou-se para Moscovo em 1876 devido à falência do pai, mas Anton permanece na sua cidade natal para terminar o liceu. Assim, só três anos mais tarde se juntou à família em Moscovo, onde se matricula na faculdade de Medicina. Para ajudar financeiramente a família, Tchékhov faz pequenos trabalhos jornalísticos e as primeiras tentativas literárias. Termina os estudos de Medicina em 1884 e começa a exercer nos arredores de Moscovo.

     A sua primeira narrativa é publicada num jornal humorístico em 1880, desencadeando uma intensa colaboração de Anton com diversas publicações. Os seus primeiros textos dramáticos datam do final da década de 1880 ("Ivánov"). No ano de 1892 compra uma casa no campo, em Mélikhovo, para onde se muda com a família. Três anos mais tarde visita Tolstoi, cujas ideias irão exercer uma forte influência e um grande fascínio sobre Tchékhov.

    Por motivos de doença, muda-se para Ialta, em Crimée. É no final da sua vida que escreve as três peças que o consagram como grande dramaturgo: "A Gaivota" em 1896, "As Três Irmãs" em 1900 e "O Cerejal" em 1903. Em 1904 parte para a Alemanha com a atriz Olga Knipper, com quem casara em 1901, morrendo no mês de julho em Badenweiler, na Floresta Negra. Hoje é reconhecido como um dos maiores escritores russos.

 

     Fonte: Teatro do CalaFrio

 

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publicado às 22:20

Teatro do CalaFrio promove nova sessão

por Correio da Guarda, em 21.02.15

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      O Teatro da CalaFrio vai promover, no próximo dia 28 de Fevereiro, pelas 21h30, mais uma sessão do ciclo "Contradizer", actividade nómada dedicada à difusão da cultura.  Desta vez, o espaço escolhido é o salão do Centro Cultural da Guarda,  instalado no antigo Paço Episcopal (também já ali funcionou o Tribunal), no centro da cidade.

     A sessão é, como tem sido hábito, diversificada, dando grande importância à força da palavra.

Américo Rodrigues (Pasolini) e Vasco Queiroz (o jornalista Furio Colombo) reconstituirão a última entrevista dado pelo cineasta italiano, horas antes de ser brutalmente assinado (em Novembro de 75). A entrevista acabou por se intitular "Estamos todos em perigo", por sugestão do próprio Pasolini.

     O percussionista  Tiago Pereira contará algumas das suas "histórias sem corantes", "a partir de sons e sons que se transformam em palavras". Tiago Pereira integra os "Roncos do Diabo" e o projecto "Ai" e costuma acompanhar, entre outros, Sebastião Antunes.  Recentemente, foi co-responsável pela criação e programação do "Atrás da serra café" em Valhelhas.

     José Ferraz Alçada, escritor e médico, que vive na Vela, sobe à cidade da Guarda para revelar alguns dos contos do seu próximo livro "Gato ou lince".

    A iniciativa "Contradizer" tem criado um público regular interessado na literatura e nas relaçoes que ela pode  estabelecer com as outras áreas da Cultura. A  entrada é  gratuita.

     Entretanto, o Teatro do CalaFrio prepara a sua próxima produção teatral: "Empresta-me um revólver até  amanhã", a partir de duas peças de Anton Tchekhov, com José Neves, Valdemar Santos e Américo Rodrigues. Estreia em Abril próximo.

 

     Fonte: Teatro do CalaFrio

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publicado às 19:10

Transumância na Guarda

por Correio da Guarda, em 09.01.15

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     O TEatroensaio vai apresentar no Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda, no próximo dia 16 de Janeiro, o espetáculo “Transumância”.

     A sessão, para maiores de 12 anos, está marcada para as 21h30.

     O espetáculo baseia-se no texto original de Francisco Duarte Mangas, com dramaturgia de Pedro Estorninho, encenação de Inês Leite e com interpretação de Sílvia Barbosa.

     “Transumância” conta com a participação de diversos grupos da região: Centro Cultural de Famalicão da Serra, Rancho Folclórico de Videmonte e Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Fernão Joanes.

     Trata-se de um espetáculo que resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal do Fundão, Câmara Municipal da Guarda, Junta de Freguesia de Famalicão da Serra, Junta de Freguesia de Fernão Joanes e Junta de Freguesia de Videmonte.

     (fonte: TMG)

 

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publicado às 22:10

Famílias ao Teatro

por Correio da Guarda, em 16.11.14

   

     O TMG apresenta no próximo sábado, dia 22, o concerto da Big Band da EPSE [Escola Profissional da Serra da Estrela]. O espetáculo, no âmbito da iniciativa Famílias ao Teatro, terá lugar na Caixa de palco do Grande Auditório e está marcado para as 16h00.

     A EPSE – Escola Profissional da Serra da Estrela (Seia) desenvolve há dois anos uma Big Band de jazz constituída por alunos e professores da instituição, bem como por alunos de outras escolas como o Conservatório de Música de Seia. O grupo surgiu com o objetivo de iniciar os seus alunos na área da improvisação, esta Big Band nasceu no âmbito da disciplina de “Projetos Coletivos de Improvisação” do Curso Profissional de Instrumentistas de Sopro e Percussão / Cordas e Tecla da Escola Profissional da Serra da Estrela. A Big Band fez a sua estreia no conceituado festival Seia Jazz & Blues na sua edição de 2012, tendo participado nas edições seguintes de 2013 e 2014.

    No seu repertório, esta banda interpreta standards de jazz e de blues, resultando num espetáculo pedagógico que também passa pela interpretação de algumas obras comentadas.

 

    Fonte: TMG

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publicado às 23:57


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