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Praça Velha: memória...

por Correio da Guarda, em 18.03.14

 

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publicado às 23:51

Toponímia da Guarda e construção da memória publica

por Correio da Guarda, em 04.11.13


     “A Toponímia da Cidade da Guarda e a Construção da Memória Pública no Século XX” é o título do livro, da autoria de Maria José Neto, que foi apresentado, recentemente, nesta cidade, no decorrer do II Fórum sobre Toponímia.

     “Enquanto registo de memórias da comunidade inscritas sobre uma placa toponímica, a toponímia merece uma atenção particular, para que as inscrições nas placas cumpram, efetivamente, a sua função social”. Sublinha, neste livro, Maria José Neto.

     A autora acrescenta, com esclarecido sentido de oportunidade, que “se às instituições públicas locais cabe a primeira responsabilidade de promover iniciativas de divulgação de património tangível e intangível, e de promover a sua preservação por todos os elementos da comunidade, a começar na infância, entendemos que o cidadão comum dever ter um papel interventivo, constante, na preservação e na educação informal das gerações mais jovens”.

     Tivemos já o ensejo de escrever, por mais de uma vez, que é notório o desconhecimento de uma larga maioria dos habitantes da Guarda relativamente a muitas das personalidades referenciadas nas suas avenidas, ruas, travessas, largos e lugares; daí que todo o trabalho, executado com idoneidade e rigor, orientado para o estudo e divulgação da toponímia, mereça ser incentivado e devidamente apoiado.

    Para além da atenção que deverá ser dada à toponímia, à estrutura e conteúdo dos suportes que sustentem as designações toponímicas – que as novas tecnologias podem apoiar em termos de acesso a informações complementares ou devidamente pormenorizadas – é importante que sejam incrementadas, nos estabelecimentos de ensino, iniciativas ou disciplinas incidentes sobre a história local. A toponímia assume-se – permitam-nos evidenciar esta ideia – como referência dos valores históricos, culturais de cada lugar e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários.

     Maria José Neto lembra, e bem, que “aos professores, sobretudo da disciplina de História, cabe um papel importante na organização de atividades extra curriculares que levem os alunos ao encontro da comunidade mais próxima, nomeadamente através de clubes escolares. Pequenos percursos pedestres, exposições sobre a arte pública, construção de pequenas narrativas sobre os lugares e as figuras históricas da comunidade que, partindo da realidade próxima e conhecida, seja capaz de integrar e possua referências básicas para que os futuros cidadãos se possam identificar, e porque estimulam a memória representam formas de identificação e partilha com a comunidade a que pertencem, reforçam a auto estima dos mais jovens e atenuam o efeito desenraízador da globalização”.

     Se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado (e entre outros aspetos que nos dispensamos de enunciar aqui) apreender a matriz de uma localidade, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel dos habitantes na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolidou.

     Partindo do trabalho de uma dissertação de mestrado no âmbito de Estudos do Património, esta publicação – que enriquece a área dos estudos sobre a mais alta cidade de Portugal e contribui para o avanço científico na temática subjacente – incide no estudo da toponímia do espaço urbano da Guarda entre os anos de 1900 e 1980; um período que regista momentos marcantes na evolução citadina, quer do ponto de vista político, quer do ponto de vista social, económico e cultural, com todas as influências e alterações daí decorrentes.

    “As elites do poder local, em função da sua cultura e do contexto nacional e local, transpuseram para as vias urbanas os novos matizes da realidade histórica, social, política e cultural, no ensejo de que os seus contemporâneos se convertessem ao novo culto, ao novo calendário e aos novos heróis, tributo que inevitavelmente implicava a substituição da devoção antiga, ou o esquecimento imposto pela via oficial. Muitas das designações mais antigas, preservadas pela tradição, foram substituídas por antropónimos, deste modo reformando e reconstruindo as memórias da população porque as anteriores referências já nada representavam na ordem estabelecida e configuravam anacronismos para os habitantes locais (...)”. Elucida Maria José Neto nas páginas deste livro, e cuja leitura atenta se recomenda.

     Para além da sua importância como trabalho académico, este livro constitui um excelente contributo para os guardenses, e para todos os interessados, conhecerem melhor esta cidade; isto a par de ser um documento que os responsáveis autárquicos (em especial aqueles que tenham sob a sua responsabilidade a área da Toponímia) devem ter como elemento de suporte e consulta, para melhor clarividência nas suas decisões, na Guarda da toponímia. (HS)


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publicado às 21:37

Passos na Guarda, à volta da Memória

por Correio da Guarda, em 16.07.13

 

    Na Guarda continuam a decorrer as visitas encenadas no âmbito da iniciativa denominada "Passos à Volta da Memória".

    Ao ritmo de uma sessão por dia, sempre às 17h30 (e até 31 de Agosto, e de terça a sábado) as visitas (gratuitas) têm como ponto de encontro a Praça Luís de Camões.

    Este ano é Augusto Gil – autor da conhecida Balada da Neve – o guia da iniciativa, ou melhor, um comediante que interpretará o escritor.

    Com o sub-título “Um poeta na cidade”, o percurso tem início numa casa onde viveu o poeta, localizada na rua com o seu nome por detrás dos balcões da Praça Velha.

    As visitas encenadas contam com a coordenação de Américo Rodrigues, com o texto e a encenação de Antónia Terrinha e com a interpretação actor André Amálio.

    Trata-se de uma produção da Culturguarda para a Câmara Municipal da Guarda.

 

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publicado às 23:29

Novos fios da memória

por Correio da Guarda, em 12.07.13

 

     Na próxima quarta-feira, 17 de Julho, vão ser apresentados na Guarda mais cinco novos números da colecção “O Fio da Memória”, editada pela Câmara Municipal desta cidade.

    “Vae Soli! -(aldeias - a agonia de um mundo de ontem)” de Carlos Carvalheira; “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo l 2013 – Texto” de Helder Sequeira, “Grupo Coral Pedras Vivas – Cantar com alma e com arte” de Vítor Casanova; “Salin(idades)” de José Luís Lima Garcia, e “O Terreiro do Forno”, de Teresa Correia, são os títulos das novas publicações.

    Na mesma ocasião será apresentado o volume 33 da Revista Praça Velha, que integra trabalhos de Adriano Vasco Rodrigues, Aires Antunes Diniz, António José Dias de Almeida, Franklim Costa Braga, Hermínio Ramos Ferraz, Jesué Pinharanda Gomes, João Bigotte Chorão, José Luís Lima Garcia e Manuel Poppe.   A Grande Entrevista ao Cónego Manuel Geada Pinto é conduzida por Rui Isidro. O Portfólio é da responsabilidade de Carlos Martins.

     A apresentação destes volumes terá lugar, a partir das 18h, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda. A entrada é livre.

 

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publicado às 12:40

Poeta guia visitas na Guarda

por Correio da Guarda, em 02.07.13

 

    

     Na Guarda iniciou-se hoje uma nova edição das visitas encenadas "Passos à Volta da Memória".

     Ao ritmo de uma sessão por dia, sempre às 17h30 (e até 31 de Agosto) as visitas (gratuitas) vão ter como ponto de encontro a Praça Luís de Camões.

     Este ano é Augusto Gil – autor da conhecida Balada da Neve – o guia da iniciativa, ou melhor, um comediante que interpretará o escritor.

     Com o sub-título “Um poeta na cidade”, o percurso tem início numa casa onde viveu o poeta, localizada na rua com o seu nome por detrás dos balcões da Praça Velha.

     As visitas encenadas contam com a coordenação de Américo Rodrigues, com o texto e a encenação de Antónia Terrinha e com a interpretação (excelente, diga-se) do actor André Amálio.

     Trata-se de uma produção da Culturguarda para a Câmara Municipal da Guarda.

     Reedita-se, assim, mais uma importante iniciativa que contribui, inquestionavelmente, para a (re)descoberta da cidade, convidando os participantes a viajarem pela história sempre com o olhar sobre presente…este, nalgumas situações (como se viu no decorrer da visita) exige uma outra atenção por parte das entidades e outrossim por parte do cidadão; é lamentável, por exemplo, que o espaço envolvente da Sé continue a ser utilizado para estacionamento automóvel ferindo um cenário que este tipo de visitas pode potencializar…é triste o estado de degradação visível nas edificações de algumas artérias citadinas…

     Mas, para além dos principais objectivos que estas têm – e a incidência tem sido diversificada – os percursos, para os quais são convidadas as pessoas, permitem um olhar atento sobre recantos e encantos desta cidade; de que muitos se alheiam, troçam ou preferem ignorar…contudo, esta cidade respira história e tem muitas estórias para contar, em cada rua, em cada placa toponímica (muitas degradadas…).

    Esta cidade tem espaços que convidam a uma diferente vivência, à sua fruição plena, a um profundo enriquecimento cultural; aliás estas visitas encenadas são isso mesmo e um reencontro de passado e presente.

     Quando projetos como este têm subjacente um texto equilibrado, leve, cativante, fundamentado factual e documentalmente, representado com emoção e profissionalismo, enquadrado pelo trabalho de uma equipa consciente da importância destas acções para a promoção da cidade, é compreensível o apreço e a satisfação registada no final da visita.

    Para além de cerca de duas horas de uma enriquecedora (e alegre…) visita, o participante é ainda obsequiado com uma reprodução do “Brinde- Baeta Dias” (1907), com “Versos do Ex.mo Sr. Dr. Augusto Gil, que muito graciosamente se dignou honrar este livro com a sua valiosa colaboração”.

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publicado às 23:45

Na Guarda das Memórias

por Correio da Guarda, em 26.06.13

 

     Na Guarda vão decorrer entre 2 de Julho e 31 de Agosto as visitas encenadas "Passos à Volta da Memória".

     Ao ritmo de uma sessão por dia, sempre às 17h30, as visitas vão ter como ponto de encontro a Praça Luís de Camões.

     Nesta edição será Augusto Gil – autor da conhecida Balada da Neve – o guia da iniciativa, ou melhor, um comediante que interpretará o escritor.

     Com o sub-título “Um poeta na cidade”, o percurso da visita terá início na casa onde viveu o poeta, localizada na rua com o seu nome por detrás dos balcões da Praça Velha. Uma viagem pela história da cidade mais alta.

     As visitas encenadas contam com a coordenação de Américo Rodrigues, com o texto e a encenação de Antónia Terrinha e com a interpretação do actor André Amálio.

     Trata-se de uma produção da Culturguarda para a Câmara Municipal da Guarda.

 

 

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publicado às 07:33

Passos à volta da memória

por Correio da Guarda, em 29.05.13

 

     A Culturguarda vai promover, entre 2 de Julho e 31 de Agosto, uma nova edição dos "Passos à Volta da Memória".

    Estas visitas, ao ritmo de uma sessão por dia, terão início às 17h30, tendo como ponto de encontro a Praça Luís de Camões, na Guarda.

    Na edição de 2013 será Augusto Gil - autor da conhecida Balada da Neve - o guia da iniciativa.

    Com o subtítulo “Um poeta na cidade”, o percurso da visita terá início na casa onde viveu o poeta, localizada na rua com o seu nome por detrás dos balcões da Praça Luis de Camões (Praça Velha); Uma viagem pela história da cidade mais alta, que termina na escadaria do Largo Frei Pedro.

    As visitas encenadas contam com a coordenação de Américo Rodrigues, com o texto e a encenação de Antónia Terrinha e com a interpretação do ator André Amálio.

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publicado às 00:01

Um poeta na cidade à volta da memória

por Correio da Guarda, em 20.05.13

 

     A Culturguarda EM e a Câmara Municipal da Guarda apresentaram esta manhã, em conferência de imprensa (na Praça Velha), as iniciativas Feira de S. João 2013 e visitas encenadas “Passos à volta da memória – um poeta na cidade”.

     A Feira de S. João realizar-se-á nos dias 22, 23 e 24 de Junho no Largo de João de Deus e no pátio do Museu da Guarda. E como em edições anteriores, reunirá naquele espaço vendedores e colectividades da região com a tradicional venda de produtos e muita animação. Não faltarão a fogueira de rosmaninho e bela-luz com a queima da boneca e o tradicional baile de S. João (na noite de 23), bem como os comes e bebes típicos.
    Quanto às visitas encenadas, este ano na sua quinta edição, vão realizar-se entre 2 de Julho e 31 de Agosto num total de 45 sessões (1 sessão por dia, sempre às 17h30, tendo como ponto de encontro a Praça Velha). As visitas encenadas contam com a coordenação de Américo Rodrigues, com o texto e a encenação de Antónia Terrinha e com a interpretação do actor André Amálio.
    Augusto Gil, o autor da incontornável Balada da Neve, será o guia da iniciativa “Passos à volta da memória”, este ano com o sub-título “Um poeta na cidade”.

    Desta vez o percurso da visita terá início na casa onde viveu o poeta, localizada na rua com o seu nome por detrás dos balcões da Praça Velha.

    Uma viagem pela história da cidade mais alta, que termina na escadaria do Largo Frei Pedro.

 

   fonte: Culturguarda

 

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publicado às 18:05

Memória da Cidade da Saúde

por Correio da Guarda, em 18.05.13

 

     Hoje ocorre a passagem do 106º aniversário da inauguração do Sanatório Sousa Martins, que foi uma das principais instituições de combate e tratamento da tuberculose em Portugal.

    A designação de “Cidade da Saúde”, atribuída à Guarda, em muito se fica a dever ao Sanatório que a marcou indelevelmente, ao longo de décadas, no século passado.

    Embora a situação geográfica e as especificidades climatéricas associadas tenham granjeado a esta cidade esse epíteto, a construção do Sanatório Sousa Martins certificou e rentabilizou as condições naturais da cidade para o tratamento da tuberculose, doença que vitimou, em Portugal, largos milhares de pessoas.

    A Guarda foi, nessa época, uma das cidades mais procuradas de Portugal. A afluência de milhares de pessoas à cidade deixou inúmeros reflexos na sua vida económica, social e cultural; a sua apologia como localidade “eficaz no tratamento da doença” foi feita por distintas figuras da época, pois era “a montanha mágica” junto à Serra.

    Muitas pessoas (provenientes de todo o país e mesmo do estrangeiro) subiam à cidade mais alta de Portugal com o objetivo de usufruírem do clima de montanha, praticando, assim, uma cura livre, não sendo seguidas ou apoiadas em cuidados médicos.

    As deslocações para zonas propícias à terapêutica “de ares”, e a consequente permanência, contribuíram para o aparecimento de hotéis e pensões, dado não haver, de início, as indispensáveis e adequadas unidades de tratamento; situação que desencadeou fortes preocupações nas entidades oficiais da época.

    Em 1881 a Sociedade de Geografia de Lisboa promoveu uma Expedição Científica à Serra da Estrela, sendo integrada, entre outros, pelo médico Sousa Martins Dessa expedição resultou a elaboração de relatórios das várias secções científicas. A iniciativa teve, igualmente, o mérito, e através dos esforços de Sousa Martins, de chamar a atenção dos meios científicos e clínicos de então para as condições que esta região oferecia para o tratamento da tuberculose.

     Quatro anos depois realizou-se o primeiro Congresso Português sobre Tuberculose onde Lopo de Carvalho (que viria a ser o primeiro Director do Sanatório Sousa Martins, e pai de outro conceituado clínico) discursou sobre os processos profiláticos usados na Guarda. Este médico foi um dos mais fervorosos defensores da criação do Sanatório que seria inaugurado a 18 de Maio de 1907, com a presença do rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia. A autoria do projeto dos edifícios pertence a Raul Lino.

    O fluxo de tuberculosos superou, largamente, as previsões, fazendo com que os pavilhões do Sanatório Sousa Martins se tornassem insuficientes perante a procura; o Pavilhão 1 (designado também de Lopo de Carvalho, e onde funciona atualmente a sede e administração da ULS da Guarda) teve de ser aumentado um ano depois, duplicando a sua capacidade.

    Um novo pavilhão, que se juntou aos três já existentes, foi inaugurado em 31 de Maio de 1953; com este novo edifício – onde funcionam os principais serviços da Unidade Local de Saúde da Guarda, Cardiologia, Pneumologia, Medicina Interna, Pediatria, etc. – o Sanatório Sousa Martins ganhou maior dimensão, assumindo-se, ainda mais, como uma “povoação” auto suficiente, dentro da própria cidade.

    Este edifício assinala, no corrente ano, o seu 60º aniversário.

     Após o 25 de Abril de 1974, o Sanatório Sousa Martins entrou na fase final da sua existência. Em Novembro do ano seguinte aquele Sanatório foi integrado no Hospital Distrital da Guarda; após 68 anos de existência, esta instituição de saúde conclui a sua eminente função social.

    É importante, é urgente, salvaguardar a memória do Sanatório Sousa Martins que – como por várias vezes já afirmámos – é um destacado capítulo da história da Guarda e da história da luta contra a tuberculose.

 

     in O Interior, 16-5-2013

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publicado às 11:30

Enigmas da herança judaica

por Correio da Guarda, em 14.03.13

 

     “Os Enigmas da Herança Judaica - Encontro de Saberes” é o tema da iniciativa que vai ter lugar, amanhã e no sábado (15 e 16 de Março), em Caria (Belmonte).

     “Influência do Judaísmo na arquitectura do Ocidente”, “Judeus em Caria”, “Almeida pelos idos do século XVI: metamorfoses do espaço urbano numa vila de fronteira”, “Memórias Judaicas”, “O Armário da Casa do Relógio na Malhada Sorda (Almeida” e “Uma análise sobre os espaços das antigas judiarias no contexto urbano do século XXI” são algumas das comunicações que vão ser apresentadas.

     Esta jornada decorrerá na Casa da Torre.

 

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publicado às 17:50


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