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Sarah McCoy no TMG

por Correio da Guarda, em 21.09.19

SARA MACKOY.jpg

Sarah McCoy vai atuar, no próximo dia 31 de outubro no Teatro Municipal da Guarda (TMG).

Nascida em Nova Iorque, Sara McCoy é uma “das mais aclamadas cantoras e pianistas da nova geração”, que editou em janeiro um notável disco de estreia.

“Blood Siren” é o trabalho de originais de Sarah McCoy e foi editado em janeiro de 2019 pela editora Blue Note.

 

 

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publicado às 08:38

Feira Farta na Guarda

por Correio da Guarda, em 20.09.19

Feira Farta na Guarda - foto Helder Sequeira.jpg

Na Guarda vai decorrer amanhã, e no domingo dia 22, a quinta edição da “Feira Farta”, organizada pelo município guardense.

O objetivo deste certame, como divulgou a autarquia, é “fomentar a valorização das freguesias do concelho, dos seus recursos e produtos”.

A “Feira Farta” realiza-se no espaço envolvente do Mercado Municipal da Guarda, onde decorrerá igualmente um diversificado programa de animação.

 

 

 

 

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publicado às 08:42

Congresso de Animação Sociocultural na Guarda

por Correio da Guarda, em 04.09.19

 

Na Guarda vai decorrer, nos dias 18 e 19 de outubro, o XXIX Congresso de Animação Sociocultural, subordinado ao tema "Construindo o Futuro".

Organizado pela Associação Portuguesa Para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural (APDASC) este Congresso tem como objetivos, entre outros, dar a conhecer exemplos de boas práticas do trabalho desenvolvido atualmente na animação sociocultural, distinguindo a inovação de vanguarda; refletir sobre os desafios do futuro da animação sociocultural e dos caminhos a desbravar pelos animadores socioculturais; informar e esclarecer sobre os progressos do trabalho realizado pela APDASC no reconhecimento da profissão - Animador Sociocultural - e a sua respetiva carreira e oferecer espaços de formação e partilha em áreas tão importantes como empreendedorismo, criatividade, inovação e boas práticas.

O XXIX Congresso de Animação Sociocultural destina-se, fundamentalmente, a estudantes dos cursos superiores, pós-secundário ou secundário (neste caso, a frequentarem o último ano) de animação sociocultural, a animador sociocultural/técnico de geriatria; animador sociocultural/assistente familiar; animador sociocultural/desporto; gerontólogos; assistente familiar, técnicos de organização e apoio nas áreas sociais; organização, planeamento e desenvolvimento; profissionais ou pessoas com formação nas áreas social, cultural e educativa; investigadores e docentes.

Os trabalhos deste congresso terão lugar no Teatro Municipal da Guarda (TMG).

Para mais detalhes, os  interessados podem obter mais informações aqui.

Congresso ASC - Cartaz JPEG.jpg

 

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publicado às 12:59

 

Fronteira de Vilar Formoso - foto HSequeira.JPG

Em Vilar Formoso vai decorrer hoje, a partir das 15 horas, a primeira reunião do grupo de trabalho responsável pelo estudo de viabilidade de um projeto integrado de intervenção para reabilitação e revitalização da zona de fronteira.

Este encontro terá lugar no CEDET-Centro de Desenvolvimento Transfronteiriço, em Vilar Formoso (CEDET)  e contará com as presenças da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, do Secretário de Estado da Valorização do Interior, João Paulo Catarino,  e do Secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado, em representação do Ministro das Infraestruturas e da Habitação.

Na agenda está a identificação dos projetos âncora para afirmar Vilar Formoso como porta de entrada e “sala de visitas de Portugal”.

 

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publicado às 08:55

Pensar o desenvolvimento global

por Correio da Guarda, em 16.08.19

 

Ao longo dos anos a sobreposição, nas mesmas datas, de eventos culturais, desportivos ou musicais tem sido evidente, com reflexos negativos ao nível de potenciais participações ou da fixação de visitantes, durante mais dias.

Reeditamos, uma vez mais, esta questão por considerarmos ser importante o desenvolvimento de um trabalho, planificado com antecedência e num verdadeiro espírito de cooperação e diálogo, por parte das autarquias, agentes culturais ou desportivos, instituições e coletividades.

O conhecimento prévio da calendarização de eventos na nossa zona incrementará um maior envolvimento dos residentes e dos forasteiros, pela possibilidade de equacionarem a sua participação e de elaborarem o roteiro mais adequado com os seus gostos.

Guarda - Foto Helder Sequeira.jpg

Salvaguardando as datas âncora tradicionalmente reservadas para certames que estão consolidados no distrito, o cuidado dos organizadores deve passar pela recíproca troca de informações passíveis de permitirem o desejado alargamento temporal de eventos, distribuídos por dias diferentes; desta forma, as pessoas terão a possibilidade de participar em diferentes iniciativas, programadas para locais distintos.

Um visitante que venha à Guarda numa determinada data para assistir a um espetáculo não terá, certamente, a possibilidade de participar noutro evento (até com perfil diferente) que decorra, no mesmo dia, em Seia, Trancoso, Pinhel ou no Sabugal, por exemplo; oferecer, com a refletida e acordada distribuição, vários eventos no período de visita dessas pessoas terá toda a vantagem em termos de rentabilização da viagem, do conhecimento da região, das receitas da restauração e hotelaria, da dinamização social e melhor conhecimento das localidade.

Esta planificação, pelo que se tem verificado em termos de estratégias concelhias, não será fácil mas é fundamental abrir caminho a uma agenda comum enquadrada num objetivo e empenhado trabalho em rede; capaz de contemplar o máximo de propostas, muito para além de eventos, alargando a novos roteiros motivadores da heterogeneidade de públicos alvo. De recordar que, há algumas décadas atrás, e já no período pós-25 de abril, as reuniões periódicas de presidentes das câmaras municipais do distrito fomentavam um interessante diálogo que permitia o entendimento em várias matérias e eficazes fórmulas de cooperação, benéficas para a evolução dos territórios.

Os castelos, as praias fluviais, a cultura, os solares, as igrejas, a gastronomia, os trilhos, as atividades de montanha, a Serra da Estrela, a flora, os museus, os monumentos e sítios arqueológicos, as tradições, os festivais, o artesanato, as aldeias da meseta ou da Serra, as recriações históricas, as feiras, a observação das aves, os vinhos, os roteiros sobre escritores, o teatro religioso, as águas cristalinas e as múltiplas e encantadoras paisagens que temos para (re)descobrir e oferecer, a quantos nos queiram visitar, é um vasto conjunto de áreas potenciadoras de novas vias de desenvolvimento.

Atualmente, com o a disponibilização de novas tecnologias – o que não afasta uma edição impressa da agenda distrital – não é difícil a organização e sistematização de uma informação (regular e eficazmente atualizada) sobre a oferta distrital ao nível de eventos, locais a visitar, hotelaria, restauração, imprensa local, transportes, roteiros turísticos, locais de lazer, formação, bibliotecas e arquivos, unidades de saúde e contactos úteis.

A criação (envolvendo contributos multidisciplinares) de uma aplicação para equipamentos móveis, usados por todos no dia a dia, uma via desejável, conciliando-a com outros suportes informativos que não olvidem, igualmente, a síntese e qualidade dos textos, o cuidado na apresentação, a qualidade fotográfica e a facilidade de consulta.

Existem, na nossa zona, conhecimentos, recursos e meios; falta a decisão, o entendimento e o empenho em se pensar numa estratégia global para esta região do interior, divulgando a sua realidade, promovendo as suas potencialidades, captando novos visitantes e investimentos.

Hélder Sequeira (in O Interior, 15|8|2019)

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publicado às 12:55

Feira de Antiguidades na Guarda

por Correio da Guarda, em 04.08.19

Feira de Antiguidades .jpg

     Na Guarda vai decorrer hoje, domingo, mais uma Feira de Antiguidades e Colecionismo.

    Como habitualmente, este certame terá lugar na Alameda de Santo André.

 

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publicado às 07:45

Festival de Blues na Guarda

por Correio da Guarda, em 03.08.19

 

TIGERMAN 2 - HS.jpg

   O palco do Jardim José de Lemos, na Guarda, foi ontem ocupado por The Legendary Tigerman , cabeça de cartaz do Festival de Blues a decorrer na cidade mais alta de Portugal.

   Hoje, sábado, dia 3 de agosto, último dia do Festival há Hearts & Bones no Solar do Vinho (ex Quintal Medroso) às 18h00 e às 22h00 no palco principal do festival, Jardim José de Lemos, será a vez dos Moonshiners. 

Moonshiners.jpg

 

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publicado às 15:14

Desdramatizar e desmitificar o cancro

por Correio da Guarda, em 02.08.19

 

“Cancro – a história que nos une” é o tema da exposição que, a partir de amanhã e até 25 de agosto, vai estar patente em Figueira de Castelo Rodrigo. Trata-se de um conjunto de fotos que já estiveram expostas na Guarda e noutras cidades.

A autora e impulsionadora desta exposição é Gabriela Fonseca, de 28 anos, natural da Guarda onde viveu em estudou, bem como em Figueira de Castelo Rodrigo, onde agora apresenta esta exposição através da qual deixa a sua mensagem.

Esta jovem guardense formou-se Comunicação, no ISCIA em Aveiro. No ano de 2016 foi-lhe diagnosticado um Linfoma de Burkitt no estádio IV A. Por essa altura, como nos disse, a sua vida “dá uma reviravolta”. Atualmente, vive em Coimbra é blogger e consultora de comunicação e marketing.

Ao “Correio da Guarda”, Gabriela Fonseca falou um pouco de si e da exposição que será inaugurada amanhã em Figueira de Castelo Rodrigo.

 

Helder Sequeira

 

Como surge esta exposição e com que objetivos?

 

Chegamos ao final de um ano, e desejamos sempre o melhor para o ano seguinte. E foi com as minhas resoluções para 2019 que nasce “Cancro, a história que nos une”. Com amor, felicidade, partilha, vida e mais 8 desejos que constituem este projeto.

A exposição tem vários objetivos. Destaco essencialmente mostrar à sociedade que o cancro tem cura. Sim, porque a cura está presente, mas pouco exposta. E se uma imagem vale mais que mil palavras, o que dirão 12 imagens de protagonistas de cancros agressivos?

 

Onde esteve já patente esta exposição?

 

Amanhã, sábado (3 de agosto), assinalamos a 12º. Exposição. Até ao momento, já esteve em Coimbra, cidade onde aconteceu a sua inauguração, Lisboa, Aveiro, Porto, Castro Verde, Guarda, Carregal do Sal e Portimão.

 

Com tem sido a adesão das pessoas a esta iniciativa?

 

Nunca esperei que a Exposição viesse a ter o impacto que está a ter na sociedade, porque muitas pessoas nem a palavra “cancro” pronunciam em voz alta. Quanto mais visitarem uma exposição sobre cancro?! Porém, a vida surpreende-nos e cada pessoa que visita a exposição olha-me nos olhos ou envia-me uma mensagem a agradecer.

Pela capacidade que os 12 retratos têm de inspirarem e incentivarem os visitantes a abrirem horizontes, a enfrentarem os desafios e a estimularem a reflexão sobre a capacidade que o ser humano tem em tornar o impossível possível. Seja em ambiente hospitalar, bibliotecas, metros ou centros comerciais. E isso é muito emocionante.

Gabriela Fonseca - HS.jpg

A Gabriela tem desenvolvido uma série de trabalhos e atividades que procuram sensibilizar a sociedade para uma realidade bem atual. Quando surgiu esta decisão?

 

Ter um linfoma de burkitt no estádio IV A, aos 25 anos, foi assustador. Somou-se o conhecimento da doença através da conotação negativa enraizado na sociedade e, ainda se tornou bem mais assustador.

No entanto, quando sou a protagonista percebo que existe uma interpretação errada. Muito errada… Há dias cinzentos, mas há dias coloridos. E em outubro de 2016, ainda em tratamentos, decido desdramatizar e desmitificar o cancro com a partilha do meu Dia de Mudança!

 

Quais os meios que a Gabriela tem utilizado para a prossecução dos objetivos que traçou?

 

Há quem queira tornar o mundo num lugar melhor. Eu escolhi mostrar que é possível viver com cancro e viver depois do cancro. Atualmente, tenho o meu cantinho nas redes socias, faço palestras motivacionais, sou o rosto de algumas intuições oncológicas, tenho um programa de rádio. Enfim, uso a comunicação…

 

A adesão das pessoas circunscreve-se a um determinado escalão etário ou é transversal?

 

É uma questão que me colocam várias vezes. O meu projeto é dos 8 aos 80.

Muitas vezes, na plateia está a filha que acompanha o meu trabalho no Instagram, a mãe que ouviu a minha história e que começou a ler o Blog e a avó que foi “obrigada” a ir à Palestra. Obviamente, há muita reticência quanto ao meu trabalho. Mas, a leveza e o humor têm conquistado vários públicos.

Gabriela Fonseca - fot HS.jpg

Estudou na Guarda, o que significa para si esta cidade?

Acho que os 5 f´s tiveram uma grande influência na construção da minha personalidade.

 

Que projetos tem para o futuro, quer nesta área da sensibilização da luta contra o cancro quer em termos pessoais.

 

Tenho vários projetos até ao final do ano que me vão permitir chegar ainda mais perto das pessoas para desmistificar o cancro. Também estou a desenvolver a minha carreira como freelancer na área da comunicação e do marketing.

A nível pessoal, quero muito casar e ser mãe. Mas sei que o futuro será sempre risonho se tiver saúde. Embora possa parecer cliché, é a verdade.

Gabriela Fonseca - Fotog HS.jpg

 

 

 

 

 

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publicado às 10:38

O Dia da Rádio Altitude

por Correio da Guarda, em 29.07.19

Edifício RA -1990.JPG

     (Foto de Arquivo. 1990)

 

     Hoje é o dia da Rádio. De uma emissora muito especial não só pela sua génese solidária mas também pela sua longevidade, percurso ímpar, matriz beirã.

    A Rádio Altitude, que assinala hoje 71 anos de emissões regulares, tem sido uma lídima voz da região que na primeira metade do século passado foi procurada por milhares de pessoas, na procura de tratamentos para a doença que atingiu uma elevada percentagem da população; esta referência teria de ser feita para não se olvidar a profunda ligação a uma dos mais emblemáticos Sanatórios de Portugal.

   Neste contexto nasceu a Rádio que rapidamente alargou a sua área de influência, cativou colaborações, ultrapassou dificuldades, assumiu desafios, protagonizou criatividade, inovou e afirmou decisivas linhas de intervenção formativa e cultural.

    Da sua história já falamos, aqui, várias vezes. Daí que, nestas breves notas, seja de sublinhar o pioneirismo da estação emissora CSB 21 e os caminhos abertos através da onda média, inicialmente, depois em FM e hoje também nas plataformas digitais e redes sociais.

   Foram múltiplos os contributos pessoais (Jesué Pinharanda Gomes, falecido sábado, colaborou na RA) e coletivos que guindaram a Rádio Altitude a uma posição de destaque no panorama radiofónico português e, diria, mesmo europeu (pelas décadas de emissões contínuas, pela sua originalidade, subsistência e consciência da sua função social). Assinalar este 71º aniversário é evocar todas essas colaborações e apoios, imprescindíveis para uma evolução permanente, que se deseja continue no futuro.

RÁDIO ALTITUDE - Helder S.jpg

    A Rádio Altitude é uma marca informativa e cultural desta região que não a deve esquecer, antes valorizar pela sua história, pelo seu papel, pela sua presença quotidiana.

 

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publicado às 12:46

Arte de rua

por Correio da Guarda, em 21.07.19

Arte de Rua - HS.jpg

     Guarda

 

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publicado às 23:06


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