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Festival Internacional de Cinema Ambiental em Seia

por Correio da Guarda, em 22.10.13

 

     Na cidade de Seia está a decorrer, desde o passado sábado, até 26 de Outubro o CineEco - Festival Internacional de Cinema Ambiental, considerado o melhor da produção mundial de filmes desta temática.

     O festival decorre na Casa Municipal da Cultura de Seia e este ano tem com presidente do júri o Júri presidido pelo novo diretor da Cinemateca Brasileira, Lisandro Nogueira.

    Apresentam-se a concurso 11 Longas-metragens. Uma competição que contempla Planeta Oceano, de Yann Arthus-Bertrand & Michael Pitiot, (França), um filme que capta imagens extraordinárias dos oceanos, fonte de toda a vida no planeta.

     CAÇADORES DE FRUTA do realizador Canadiano, premiado em vários festivais, ou A QUINTINHA, do grego Nikos Dayandas, que faz a abordagem a um número cada vez maior de atenienses, que em plena crise grega se mudam para o interior, na esperança de melhorar as suas vidas.

     EM TRANSIÇÃO 2.0, de Emma Goude, (Reino Unido), proporciona uma inspirada reflexão sobre as ideias do movimento de Transição e reúne histórias de todo o mundo (incluindo da Amoreira, uma pequena aldeia no Alentejo, em Portugal) contadas por pessoas comuns que fazem coisas extraordinárias.

     METAMORFOSE, do alemão Sebastian Mez, conta a história de uma população que vive num dos locais mais radioativos da Terra, perto das instalações nucleares ‘Mayak, a principal produtora de material para as armas nucleares da União Soviética.

     NO VENTRE DE TÓQUIO, de Reinhild Dettmer-Finke, (Alemanha) relata a propagação de falsas informações sobre Fukushima, sobre relatórios de negação da contaminação de água e esgotos e como foi manipulada a cobertura mediática, de manifestações e outras ações de desobediência civil.

     VAMOS SALVAR OS ALIMENTOS, de Valentin Thurn, (Alemanha), aborda a maneira como agricultores, gerentes de supermercado, cozinheiros, estudantes de design e simples donas de casa tentam diferentes maneiras de lidar com comida.

    O ÚLTIMO OCEANO, de Peter Young, (Nova Zelândia), levanta o véu sobre a pesca comercial no ecossistema marinho mais primitivo do Planeta Terra: o Mar de Ross, na Antártida, seguindo o apetite insaciável da humanidade por peixe.

     O NEGÓCIO DO CARVÃO, de Lorena Luciano & Filippo Piscopo, (EUA) onde os moradores de uma comunidade rural de West Virginia, nos EUA, acusam a principal companhia de carvão Massey Energy, pela contaminação da água, causadora de doença generalizada.

     ABELHAS E HOMENS, de Markus Imhoof, (Alemanha/Suiça, Austria), busca resposta para a causa de morte das abelhas em todo o mundo.

    VELOCIDADE, de Ivó Vinuesa, (Espanha). Uma história sobre a relação entre uma via rápida e uma via lenta, neste ponto da fronteira, entre o processo de construção de um viaduto e a população que teve que viver com a transformação da sua paisagem.

     A Competição Internacional conta ainda com 20 curtas-metragens sobre temáticas ambientais pertinentes; 17 curtas, médias e longas-metragens na competição da Lusofonia, 7 na competição Lusofonia / Panorama Regional, 11 sessões especiais, uma sessão de 10 “curtinhas”, uma mostra de 7 curtas numa sessão de Cinema pela “inclusão social”, em parceria com o Festin, 3 longas no Panorama Infantil e 5 na secção Panorama.

     Ao todo são mais de 90 filmes entre curtas-médias e longas-metragens, numa autêntica festa do cinema, naquele que é o único festival de cinema ambiental que se realiza em Portugal e um dos mais antigos do mundo.

     Organizado pelo município de Seia e dirigido porMário Branquinho, José Vieira Mendes e Carlos Teófilo, o CineEco é um dos membros fundadores da plataforma Green Film Network, que integra mais de 20 festivais de cinema de ambiente de todo o mundo.

 

     Fonte: Cine Eco

 

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publicado às 22:39

Sopro Vital no aniversário da Guarda

por Correio da Guarda, em 22.11.12

 

     “Guarda: Sopro Vital” é o espectáculo que terá lugar amanhã, dia 23, no Grande Auditório do TMG: será também apresentado no sábado (dia 24), à mesma hora, às 21h30 horas,  e domingo, dia 25, às 16h00.

    Este espectáculo comunitário – que assinalará o 813º aniversário da cidade da Guarda – contará com o envolvimento de centenas de participantes das colectividades e associações do concelho, bem como de músicos e actores da cidade, bem à semelhança das anteriores edições,“Guarda: Paixão e Utopia”, “Guarda: Rádio Memória” e“Guarda: A República”.

     Em “Guarda: Sopro Vital”, desta vez é o “Ar” o protagonista de toda a trama, ou não fosse a Guarda, cidade distinguida pela Federação Europeia de Bioclimatismo com a insígnia“Cidade Bioclimática Ibérica”.

     «O ar puro da Guarda é, desde há muito, uma "marca" associada à Guarda. Mais evidente, desde o tempo em que aqui se construiu um sanatório. A "Guarda: cidade da saúde", por causa dos ares, é uma imagem recorrente quando falamos da nossa terra. Este espectáculo assenta nessa ideia-forte para contar outras histórias (pessoas, vidas, caminhos, sucessos, falhanços, sonhos, doenças, mortes, etc.).

      As personagens que criámos estão ali juntas, naquele espaço, por causa do ar da Guarda. Por causa da excelência de um ar que não sendo milagroso tem a força de ajudar a superar mazelas do corpo e da alma. Aquelas pessoas estão naquele espaço porque o ar da Guarda ajuda a qualificar as suas vidas. Vamos acompanhar aquelas personagens, ouvindo e vendo o que têm para nos contar. Sobre si próprias, sobre a cidade, sobre o ar, sobre a vida e sobre o futuro»,refere Américo Rodrigues, o coordenador deste espectáculo.

     “Guarda: Sopro Vital” é um espectáculo produzido em parceria pela Câmara Municipal da Guarda, pelo Teatro Municipal da Guarda e pelo Trigo Limpo – Teatro ACERT, com a coordenação geral de Américo Rodrigues.

     O guião e textos são de Américo Rodrigues, João Neca e José Rui Martins, a encenação de José Rui Martins, a assistência de encenação de João Neca, a direcção musical e música original de César Prata, a cenografia de José Tavares e o vídeo de Mecca (RM21).

     No elenco do espectáculo figuram João Pereira, Carlos Lopes, Pedro Sousa, Alcides Fernandes, António Rebelo, Américo Rodrigues, Filipa Teixeira, Albino Bárbara, Daniel Rocha, Agostinho da Silva, Ana Luisa Neves, Carla Morgado, Elisabete Fernandes, Vanda Rodrigues, Rui Pedro Dias, Luís Teixeira, Ronaldo Fonseca, Sá Rodrigues, Sérgio Currais, José Rui Martins, Honorato Esteves, António Godinho, Carlos Morgado, Anabela Chagas, Helena Rodrigues, José Monteiro e João Teixeira.

     As colectividades participantes são o Aquilo Teatro, Ronda do Jarmelo, Associação Cultural Social e Recreativa da Sequeira, Grupo de Cantares da Arrifana, Gambozinos e Peobardos, Conservatório de Música de São José, Rancho Folclórico do Centro Cultural da Guarda, Grupo Coral Pedras Vivas, Camponeses de Aldeia do Bispo, Grupo de Cantares “A Mensagem”, Clube de Montanhismo da Guarda e “Ontem, Hoje e Amanhã” de Maçainhas.

 

 

 

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publicado às 23:30

Cine Eco-Glocal 2012

por Correio da Guarda, em 07.10.12

 

 

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publicado às 23:42

Rio Douro

por Correio da Guarda, em 04.08.12

 

 

 

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publicado às 23:08

Horizontes negros...

por Correio da Guarda, em 25.07.12

      A cíclica catástrofe dos incêndios, nos períodos de estio, ou tradicionalmente mais quentes, tem depauperado o património florestal desta região.

     Ao longo dos anos desapareceram importantes e ricas parcelas de manchas verdes e outrossim de espécies autóctones, sem que tenha havido, pelo menos de forma eficaz, sustentada e gradual, a substituição das árvores desaparecidas; permanece, assim, numa grande extensão do território do distrito da Guarda o desolador panorama de áreas enegrecidas e agrestes, erguendo os gestos trágicos de uma floresta destruída...

     As outrora anunciadas, e rapidamente esquecidas, medidas de reflorestação mostraram, na prática, a inconsistente persistência das intenções oficiais, relegando sempre para os períodos da tragédia a retórica circunstancial das boas e pragmáticas medidas, palavras fenecidas logo após se apagarem as luzes da ribalta.

     E não é difícil fazer o confronto entre o património florestal de ontem e a realidade de hoje, pois as evidências estão ao alcance dos nossos olhares, por mais restritos que sejam alguns horizontes.

     É trágica esta falta de intervenção, real e sistemática, neste sector; como se a floresta e o ambiente não fossem duas importantes e insubstituíveis riquezas do nosso País, onde parece haver, por parte de muitas entidades e municípios, um incrível alheamento pela preservação e aumento das zonas verdes, numa contínua cedência às forças económicas locais e regionais. Em contrapartida, aumenta a mancha de betão e perecem muitas das peculiaridades e belezas paisagísticas, resumidas à fotografia de arquivo ou às memórias individuais, impotentes perante a evolução dos tempos.

     Assim, é urgente repensar o nosso património florestal e construir novos horizontes, onde o verde seja uma cor associada a montes e vales desta terra, em que alguns continuam a acreditar, mesmo com a apatia dos poderes.

    De nada adianta debitar, para ouvido popular receber, que o distrito já não é o que era e tudo isto são exigências do progresso. Caso contrário estaremos a progredir para uma maior desertificação (total) das nossas aldeias e vilas, a perdemos, gradualmente, um dos poucos bens que as estatísticas nos atribuem: a qualidade do ambiente; também sujeito a outros perigos.

 

 

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publicado às 23:55

CineEco 2011

por Correio da Guarda, em 03.10.11

 

     Sessão inaugural dia 8 de Outubro, pelas 21.45h, com a intervenção do projecto musical The Crow.

     Programa disponível em http://cineecoseia.org

 

 

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publicado às 22:11

Passeios culturais do INATEL

por Correio da Guarda, em 09.06.10

    

      A Agência da Guarda da Fundação INATEL vai promover mais uma edição dos Passeios Culturais.

     Esta iniciativa engloba um conjunto de visitas, de um dia, proporcionando, em viagem de autocarro, rotas de carácter cultural, histórico ou ambiental, com saída da Guarda.

     O programa dos Passeios Culturais Verão 2010 irá decorrer nos dias 12, 19 e 26 de Junho.

    A Fundação INATEL tem este ano, no passeio agendado para 19 de Junho (Rota das Judiarias) a parceria da Agência para a Promoção da Guarda.

 

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publicado às 23:31

ESTH promove plantação de árvores

por Correio da Guarda, em 11.11.09

 

A Escola Superior de Turismo e Hotelaria (ESTH) do Instituto Politécnico da Guarda vai promover hoje uma plantação de 300 árvores autóctones.
Esta iniciativa que decorrerá, a partir das 14h30, no campus da ESTH, em Seia, pretende sensibilizar os estudantes, docentes e funcionários daquela escola superior para a importância das questões ambientais.
 

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publicado às 15:03

Zhenchen Liu foi o vencedor do CineEco 2008

por Correio da Guarda, em 27.10.08

 

O documentário "Em Construção" (Under Construction), do realizador Zhenchen Liu, foi o grande vencedor do Cine'Eco 2008, XIV Festival Internacional de Cinema de Ambiente de Seia. Zhenchen Liu Nasceu em Xangai, China em 1976. Formou-se na School of Fine Art de Xangai e trabalha como freelancer em França e na China.
"Os planificadores urbanos decidiram derrubar partes da antiga cidade de Xangai para renovar a cidade. Todos os anos mais de cem mil famílias são forçadas a abandonar as suas casas e a mudarem-se para edifícios nos limites da cidade. "Em Construção" é uma visão bi – e tri – dimensional das áreas habitacionais de Xangai, agora destruídas".
O Júri Internacional atribuiu ainda os seguintes prémios:
Prémio Educação Ambiental: "Desertos em Movimento - Europa" (Wüsten im Yormarsch - Europa | Deserts on the move – Europe), de Ingo Herbst, (Alemanha, 2007);
Prémio Antropologia Ambiental - "Os Olhos Fechados da América Latina" (Los Ojos Cerrados de América latina | The Cloce Eyes of Latin America), de Miguel Mirra (Argentina, 2007);
Prémio Valorização de Resíduos - "Cemitérios digitais" (Digital Cimiteries | Digital Cimiteries), de Yorgos Avgeropoulos (Grécia, 2007);
Prémio Polis - "O Estádio Verde" (Der Prater – Ein Wilde Geschichte | The Green Stadium), de Manfred Corrine (Áustria, 2007);
Prémio Água - "Desenvolvimento Hidrográfico – Tratamento de Áreas em Sulcos" (Jalagam Vikas – Mitti Ke Bandh | Watershed Development – Earthen Dams) de Pinky Brahma Choudhury, Shobhit Jain (Índia, 2007);
Vídeo não profissional - "Não Há Terra para os Pinguins" (No Pinguin's Land | No Pinguin's Land), de Barelli Marcel, (Suíça, 2008);
Prémio Camacho Costa - "Um Sentimento Maravilhoso" (A Sense of Wonder | A Sense of Wonder) de Christopher Monger (E.U.A, 2008);
 O Júri Internacional atribuiu também Menções Honrosas aos seguintes filmes:
"Os Profetas do Clima" (Die Wetterpropheten | The Weatherprophets) de Christoph Felder (Alemanha, 2007);
"Correntes – Por Amor À Água" (Flow, for Love of Water | Flow, for Love of Water) de Irena Salina (EUA, 2008);
Por ultimo o Júri Internacional deixou ainda lavrado em acta a seguinte anotação:
"A importância deste festival é primordial porque o mundo é a nossa casa e todos temos o direito de viver em harmonia. Por isso, aqui lavramos um desafio: Para o ano queremos ainda mais filmes e mais momentos para contrariar o medo de mudar".
O Júri da Lusofonia atribuiu , por sua vez, os seguintes prémios:
 Premio Lusofonia: "Juruna, O Espírito da Floresta
Juruna", (O Espírito da Floresta | Juruna, The Spirit of the Forest) de Armando Sampaio Lacerda (Brasil, 2008);
 Menções honrosas:
"A Luz dos Meus Dias" (A Luz dos Meus Dias | The Light of my Days) de Anabela Saint-Maurice (Portugal, 2008);
"dot.com" (dot.com | dot.com) de Luís Galvão Teles (Portugal, 2007);
"A Grande Aventura" (A Grande Aventura | The Great Adventure) de Francisco Manso (Portugal, 2008);
 O Júri da Juventude atribuiu o Grande Prémio da Juventude à obra "Under Construction" – "Em Construção" (França, 2008) de Zhenchen Liu.
 Analogamente, o júri jovem atribuiu ainda os seguintes prémios:
Prémio "Terra" à obra "Scarred Lands and Wounded Lives: The Envirommental Impact of War" – "Terras Feridas, Vidas de Dor" (EUA, 2007) de Alice T. Day e Lincoln H. Day, pela sensibilização emergente da capacidade auto-destrutiva da naturza Humana;
Prémio "Alerta" à obra, "Digital Cemiteries" – "Cemitérios Digitais" (Grécia, 2007) de Yorgos Avgeropoulos, pela consciencialização de um problemática desconhecida da maioria da população mundial;
Menção Honrosa à obra, "The Women at Clayoquot"- "As Mulheres de Clayoquot" (Canadá, 2008) de Shelley Wine.
O Júri das Extensões atribuiu o Prémio "Cine'Eco em Movimento" ao documentário - "Desertos em Movimento - Europa", de Ingo Herbst, (Alemanha, 2007); e as seguintes Menções Honrosas: "O Fantasma do colectivo", de Abi Feijó e "Em Construção", de Zhenchen Liu.

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publicado às 19:47


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