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Feiras do Queijo da Serra

por Correio da Guarda, em 02.02.24

QUEIJO DA SERRA - HS.jpg

O ciclo festivo do queijo da Serra da Estrela e dos pastores será iniciado na próxima semana, com diferenciadas propostas e programas.

De 10 a 13 de fevereiro, Seia é ponto de encontro entre sabores e saberes, na 47.ª edição da Feira do Queijo Serra da Estrela. Em Celorico da Beira decorrerá idêntico certame entre 16 e 18 de fevereiro.

No dia 3 de março o concelho de Aguiar da Beira recebe a 10.ª edição da Festa do Pastor e do Queijo em Mosteiro, na localidade de Penaverde, enquanto em Fornos de Algodres a Feira do Queijo está agendada para os dias 22, 23 e 24 de março.

Nos dias 29 e 30 de março será a vez de o município de Gouveia realizar o tradicional Mercado do Queijo.

 

 

 

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publicado às 22:59

Recolha de imagens sobre o 25 de abril

por Correio da Guarda, em 30.01.24

25 de abril .png

A Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril e a Cinemateca Portuguesa estão a desenvolver uma campanha nacional com vista à recolha de filmes amadores inéditos, em película de pequeno formato, sobre a Revolução.
A inicaitiva tem com o objetivo a salvaguarda e a difusão desse património cinematográfico.
Assim, procuram-se imagens inéditas que retratem a vida quotidiana dessa época.
De acordo com a informação divulgada, os filmes podem ser entregues em regime de depósito ou doação e caso o seu estado de conservação o permita, serão digitalizados, sendo oferecida uma cópia digital ao proprietário.
Os interessados podem obter mais informações aqui
 
 
 

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publicado às 09:00

Evelina Coelho: imaginários de uma vida

por Correio da Guarda, em 29.01.24

 

No Museu da Guarda vai ser apresentado na quinta-feira, 1 de fevereiro, o catálogo da exposição “Imaginários de uma vida: Evelina Coelho (1945-2013)”.

Como é referido, a propósito do lançamento deste catálogo, “no decurso da sua produção artística, as telas de Evelina Coelho passaram de uma imagem sensível e vaporosa para uma figuração mais expressionista”.

O lançamento terá lugar na Galeria de Arte “Evelina Coelho” e a entrada é livre.

Pintura de Evelina Coelho_n.jpg

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publicado às 22:45

Pelo parque...

por Correio da Guarda, em 25.01.24

Pelo Parque_foto  HS_.jpg 

Guarda.

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publicado às 23:47

Desafios das rádios locais…

por Correio da Guarda, em 22.01.24

 

Os desafios que se colocam atualmente à comunicação social, mormente às estações de rádio, são imensos. Desde logo os resultantes de drástica redução das receitas e da insuficiência financeira.

Quando centramos a nossa atenção no interior do país a realidade é ainda mais preocupante e os cenários que se desenham para o futuro não são animadores.

Uma certa euforia em torno das plataformas digitais, as crises económicas, o desinvestimento publicitário por parte das empresas bem como do pequeno e médio comércio, a necessidade de reapetrechamento técnico, a redução do número de profissionais e a aplicação de estratégias editoriais erradas conduziram a uma situação dramática.

Microfone - foto Helder Sequeira.jpg

Como tem sido sublinhado, a escassez de recursos financeiros vai agravando, progressivamente, a vida dos órgãos de informação. Aliás é significativo o número de estações emissoras que desapareceram ou foram absorvidas por grandes grupos, convertendo-as em simples retransmissores.

O que não deixa de ser trágico, contrariando o espírito que esteve subjacente à legalização das rádios locais e à preocupação em servirem as suas comunidades; incrementando a informação, o debate, a valorização do seu património e costumes, a salvaguarda do pluralismo, a defesa da democracia, o exercício responsável do jornalismo.

Foram sendo, ao longo dos últimos anos adiadas soluções como ainda na passada quinta-feira dizia o Presidente da República na sessão de abertura do V Congresso dos Jornalistas. É na perceção da realidade atual que a comunicação social, o jornalismo tem de ter o foco.

Como disse António Borga, Presidente da Casa da Imprensa, no início do V Congresso dos Jornalistas, a decorrer por estes dias, “o jornalismo não é um negócio. O jornalismo é uma atividade de utilidade social e interesse público”.

Na mesma linha, e na mensagem dirigida aos jornalistas portugueses, esteve a Vice-Presidente da Comissão Europeia ao considerar que a “informação é um bem público, cabendo às democracias proteger os jornalistas”. Por outro lado, defendeu que é necessário “encontrar soluções a nível europeu e internacional” para a crise do jornalismo, acrescentando a necessidade de serem e incentivar investimentos públicos, que “respeitem a independência e o pluralismo” da atividade.

A própria classe jornalística não rejeita a autocrítica e a análise serena da questão dos financiamentos. O que pode passar, como tem sido defendido, por um papel mais interventivo do estado no sentido da salvaguarda do jornalismo, de um jornalismo pautado pela seriedade, ética, deontologia e qualidade.

E a qualidade dos conteúdos informativos aliada à independência e isenção é fundamental para a reaproximação dos públicos que, é importante notar, não podem ter uma atitude de indiferença perante os media.

O apoio passa, desde logo, por se assumirem com leitores e ouvintes regulares, ativos e críticos, sem se acomodarem na passividade do dia a dia ou se uniformizarem no domínio do anonimato.

Será com o empenho e contributo de todos – jornalistas, instituições, estado, cidadãos, empresas – que o cenário hoje existente poderá ser alterado. Acentuando também a informação de proximidade, uma mais ampla cobertura do que mais diz e interessa às comunidades locais e regionais.

E isto não pode ser esquecido.

 

Hélder Sequeira

 

 

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publicado às 23:12

Terras do interior...

por Correio da Guarda, em 21.01.24

Avelãs da Ribeira_Guarda_ HS_.jpg Avelãs da Ribeira. Guarda. 

 

 

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publicado às 23:33

A propósito da Prisão Sanatório da Guarda...

por Correio da Guarda, em 18.01.24

 

Os edifícios da antiga Prisão Sanatório e da Cadeia Comarcã, como outros na Guarda, não podem ser dissociados do estudo da evolução citadina na segunda metade do século passado. As referidas estruturas devem ser valorizadas e estudadas face ao papel que desempenharam durante muito tempo; sobretudo a Prisão Sanatório pelo facto de ter sido pioneira em Portugal.

A construção de prisões-sanatório para o internamento dos presos condenados a qualquer pena privativa de liberdade, “que sejam tuberculosos ou predispostos para a tuberculose e necessitem de um tratamento compatível com um regime moderado de prisão” tinha sido já considerada na reforma dos serviços prisionais definida em 1936, através do Decreto-Lei nº 26643, de 28 de maio.

A necessidade de serem criados estabelecimentos prisionais com este perfil ficava sobejamente justificada face aos “graves e visíveis” inconvenientes do internamento de presos com tuberculose “nas prisões comuns”. Por outro lado, e como era referido no mencionado texto legal, “também não parece recomendável o internamento dos presos doentes nos sanatórios ou nas outras instalações destinadas a tuberculosos em geral (…)”; daí que a opção tenha sido pela “criação de uma prisão especial”.

Edifício que, como era sublinhado, foi construído “junto de um sanatório em funcionamento, com o principal intuito de, no interesse do Tesouro Público, aproveitar o material e o pessoal especializado pertencente a esse estabelecimento”.

Era igualmente anotado que a Prisão Sanatório da Guarda tinha “características novas dentro dos serviços penitenciários e que vai funcionar também em novos moldes, através do regime de colaboração a estabelecer com o Instituto de Assistência Nacional aos Tuberculosos”. O Decreto-Lei nº 40231, de 6 de julho de 1955, veio dar “existência jurídica” à Prisão Sanatório da Guarda.

A esta distância temporal, uma alusão ao facto poderá, para alguns, justificar apenas, e com alguma benevolência, um tímido registo de ocorrências do passado. Contudo, importa salientar que a entrada em funcionamento da Prisão Sanatório da Guarda representou mais uma inquestionável afirmação desta cidade – à época – no panorama nacional; isto na sequência de outros importantes serviços ou melhoramentos aqui realizados na primeira metade do século XX.

A escolha da Guarda para a localização desse estabelecimento prisional teve em conta, como já foi dito, a existência do conceituado Sanatório Sousa Martins (inaugurado em maio de 1907) e do seu reputado corpo clínico; aliás foi ele que assegurou o apoio médico e cirúrgico, no âmbito do protocolo estabelecido, então, entre o Ministério da Justiça e a Direção Geral de Assistência. Na Guarda teve lugar, neste contexto, a primeira aplicação prática dessa cooperação; atitude similar foi seguida, mais tarde, na Prisão Hospital S. João de Deus, cuja construção terminou muito tempo depois da inauguração do complexo prisional guardense.

A Prisão Sanatório da Guarda – junto à Cadeia Comarcã, inaugurada na mesma data, 29 de janeiro de 1955 – foi edificada para receber os reclusos, de todo o país, portadores de doenças pulmonares.

Como noticiou a imprensa citadina, a Prisão Sanatório era um “edifício magnífico, ocupando uma área de 1100 metros quadrados. Nas suas enfermarias e nos quartos de isolamento, optimamente mobilados, podem albergar-se mais de cem reclusos”. O Ministro da Justiça, de então, expressou, na altura, o desejo de “que muitos saiam daqui mais sãos no corpo, sobretudo mais sãos na alma”.

Prisão Sanatório - Guarda.jpg Foto de Arquivo_HS

 

No mapa nacional dos serviços prisionais, a mais alta cidade portuguesa ficava dotada, com uma estrutura ímpar, enquadrada na propalada “revolução no espírito e na orgânica”, fomentada e defendida pelos dirigentes políticos da época.

Por outro lado, ao serem viabilizadas novas instalações para a Cadeia Comarcã da Guarda libertou-se o centro da cidade do “espectáculo desagradável”, numa expressão da imprensa local, decorrente da permanência e do contacto com os presos, e asseguraram-se – pelo menos era essa a intenção oficialmente manifestada – novas condições para a desejada regeneração dos reclusos.

As duas prisões (e edifícios anexos para os guardas e serviços de apoio) representaram um investimento de cerca de 5 000 contos, verba muito significativa nos tempos (igualmente difíceis no plano financeiro), que decorriam.

A partir de 1971 passou a funcionar nas instalações da Prisão Sanatório o Estabelecimento Prisional Regional da Guarda, até porque “a evolução entretanto verificada nos métodos de tratamento da tuberculose determinou o encerramento daquela unidade prisional”, como era evocado no Decreto-Lei nº 359/85 de 3 de setembro que decretou a extinção da Prisão Sanatório da Guarda.

Apesar das sucessivas alterações, a matriz da Prisão Sanatório da Guarda permanece naquela estrutura que ladeia o atual Parque da Saúde, constituindo um património guardense em relação ao qual temos o dever da memória…

 

Hélder Sequeira

 

in O Interior_17jan2024

 

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publicado às 22:30

The Legendary Tigerman no TMG

por Correio da Guarda, em 14.01.24

 

No próximo dia 27 de janeiro, The Legendary Tigerman (Paulo Furtado) inicia no Teatro Municipal da Guarda uma nova digressão, em auditórios, para apresentar o álbum 'Zeitgeist'

Em 2019, The Legendary Tigerman passou mais de 3 meses em Paris à procura de um novo som, de uma nova maneira de criar Rock' n' Roll, escrevendo, pela primeira vez, canções com sintetizadores modulares, eletrónica e não guitarras.

Dia 27_Legendary Tigerman.jpg

Segundo o artista Paulo Furtado, o álbum 'Zeitgeist' é uma 'obra densa, pessoal e profunda que nasceu em Paris'.

A bando conta agora com Sara Badalo que se estreou em novembro ao vivo com The Legendary Tigerman, no festival Super Bock em Stock, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

 

 

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publicado às 23:36

Faleceu Elisa Pires

por Correio da Guarda, em 13.01.24

 

Ana Elisa Pires faleceu hoje na Guarda, na sequência de doença prolongada. Elisa Pires trabalhou durante largos anos no Instituto Politécnico da Guarda - na área dos Serviços de Ação Social - e há alguns anos estava a desenvolver a sua atividade nos Serviços de Segurança Social da Guarda.

Era, desde o início, um dos elementos mais ativos do Fotoclube da Guarda e uma entusiasta no apoio às causas sociais.

A missa de corpo presente terá lugar amanhã (14 de janeiro) pelas 15 horas na Igreja da Misericórdia (Guarda), seguindo-se o funeral para o Cemitério Novo da Guarda; o velório decorre na Casa Mortuária da Igreja da Misericórdia.

Ao Vasco Pires e à Família expressamos sentidas condolências.

ELISA PIRES_foto HS.jpg

 

 

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publicado às 14:08

Douro Património Contemporâneo

por Correio da Guarda, em 12.01.24

 

Na Galeria de Artes do Centro Cultural de Vila Nova de Foz Côa está patente, até ao próximo dia 3 de março, a exposição dos trabalhos vencedores do Concurso Internacional de Fotografia 2018 “Douro Património Contemporâneo – Arquitetura, Arte, Imagem”.

Recorde-se que o tema deste concurso foi a arquitetura das barragens, procurando uma relação com o seu contexto, materializado naquilo que é a sua implantação.

exposição_n.jpg

 

 

 

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publicado às 08:45


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