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Envenenamento de aves: situação preocupante

por Correio da Guarda, em 16.01.26

 

“O uso indiscriminado de toxinas no campo tem impactos profundos, afetando ecossistemas inteiros.” Alerta a Rewilding Portugal (RP) em nota publicada numa das suas redes sociais.

“Por isso mesmo – acrescenta aquela organização – combater o envenenamento ilegal exige uma resposta eficaz e integrada, que envolva autoridades, justiça, comunidade científica, projetos de conservação e sociedade civil.”

Este alerta surge a propósito do acompanhamento que a RP está a fazer relativamente ao caso recentemente noticiado em Leomil, onde foram encontrados cerca de 20 milhafres-reais mortos, com fortes suspeitas de envenenamento.

Envenenamento de Milhafres_foto R.Portugal 

foto: Rewilding Portugal 

“Trata-se de uma situação preocupante, que está a ser monitorizada também por nós, em articulação com as autoridades competentes, como o ICNF, o SEPNA/GNR e no âmbito do Programa Antídoto.”

Para a Rewilding Portugal, “este episódio volta a expor uma realidade alarmante, a confirmar: o uso ilegal de venenos continua a ser uma das maiores ameaças à biodiversidade em Portugal. Desde 2021, registam-se 2 casos suspeitos de envenenamento por mês, com mortalidade confirmada ou suspeita em animais selvagens e domésticos.

Embora frequentemente associados a aves necrófagas, o veneno não afeta apenas uma espécie. Águias-imperiais, abutres-pretos, raposas, lobos e muitas outras espécies protegidas por lei são vítimas diretas ou indiretas destas práticas ilegais.”

Segundo a Rewilding Portugal, “80% das aves de rapina em Portugal apresentam contaminação por raticidas anticoagulantes, químicos usados no controlo de roedores. Estes dados demonstram que o envenenamento secundário é um problema generalizado, silencioso e subestimado, com impactos severos na fauna selvagem.”

A RP lembra que o uso de venenos é crime, punível com pena de prisão. “No entanto, a escassez de capacidades laboratoriais e de provas legalmente válidas, resulta num número elevado de casos arquivados ou sem condenação. Importa também esclarecer que o veneno é frequentemente utilizado para eliminar outras espécies que causam danos à caça e à agricultura e por vezes a aves necrófagas, erradamente responsabilizadas por ataques ao gado. Mas seja qual for o alvo, os efeitos do envenenamento propagam-se em cadeia: animais que não contactaram diretamente com a toxina podem morrer ao consumir carcaças contaminadas.”

Em caso de suspeita, as pessoas devem contatar o SEPNA/GNR.

 

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publicado às 18:51

Mobilidade Solidária

por Correio da Guarda, em 15.01.26

 

A Fundação EDP vai apoiar, na edição de 2025 do programa Mobilidade Solidária, 23 instituições sociais em todo o país, com impacto estimado na vida de 22 mil pessoas.

Os donativos, destinados à aquisição de viaturas 100% elétricas e outros equipamentos destinados à mobilidade elétrica, materializam-se num apoio de 15 mil euros a cada instituição.

Mobilidade Solidária_

Estes apoios vão permitir que as instituições reforcem a sua intervenção junto de pessoas em situação de vulnerabilidade como por exemplo aumentando o acompanhamento de idosos e pessoas com necessidades especiais a consultas médicas, rastreios de saúde móveis direcionados a pessoas em situação de sem abrigo e dependentes, apoio domiciliário a pessoas idosas, e distribuição de bens essenciais a famílias em situação de carência.

“Com o programa Mobilidade Solidária reforçamos a capacidade operacional do setor social no caminho para uma transição energética justa. Ao apoiar a adoção de viaturas elétricas aumentamos eficiência, reduzimos custos estruturais e damos às instituições mais autonomia para servir melhor as comunidades. Impacto ambiental e impacto social não competem. Quando bem desenhados potenciam-se mutuamente”, referiu Martin Salgado, da Fundação EDP.
O processo de candidaturas incentivou propostas conjuntas, promovendo parcerias e cooperação institucional, de forma a maximizar a utilização do veículo e estimular a partilha de recursos como boa prática de gestão.

Lançado em 2022, o Mobilidade Solidária tem como objetivo apoiar organizações do setor social na transição para a mobilidade elétrica, permitindo reduzir custos operacionais, ampliar o alcance das respostas sociais e contribuir para a descarbonização do território. Desde o arranque, já beneficiou 20 IPSS, que estimam que este apoio tenha permitindo percorrer 207 868 km elétricos, evitar 27 toneladas de CO₂ e impactar 6 871 beneficiários diretos, traduzindo-se numa poupança média anual de 1 200 euros por instituição.

No distrito da Guarda foi apoiado o projeto da Fundação D. Laura Santos (Moimenta da Serra, Gouveia) instituição particular de solidariedade social, com valências de apoio a idosos e crianças, assim como uma vertente cultural, formativa e desportiva.

 

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publicado às 22:45

Projeto de Biblioterapia na Benespera

por Correio da Guarda, em 14.01.26

 

Na Benespera vai ser assinalado, no próximo dia 17 de janeiro, o Dia da Freguesia, data da celebração do seu padroeiro, Santo Antão.

O programa tem como um dos momentos altos a inauguração, pelas 15 horas, da Biblioteca Manuel Vítor da Costa Gomes; este é um novo espaço dedicado à leitura, ao conhecimento e à valorização da memória local, prestando homenagem a uma figura marcante na identidade da freguesia.

De acordo com informação divulgada pela Junta de Freguesia da Benespera, a criação deste espaço conta, também, com o apoio da Associação Cultural e Recreativa de Benespera com a cedência de livros e reforça o papel fundamental do associativismo local.

No âmbito desta inauguração terá lugar a palestra subordinada ao tema “Livros: aliados terapêuticos”, proferida por João Barradas, médico da Unidade Local de Saúde da Guarda. O papel da leitura como ferramenta de bem-estar, desenvolvimento pessoal e apoio à saúde mental será a temática a desenvolver nesta palestra.

O evento contará ainda com a presença da equipa de família da Unidade de Saúde Familiar Carolina Beatriz Ângelo que presta cuidados no polo de saúde da Benespera que irá enquadrar e desenvolver o tema da Biblioterapia nesse polo, reforçando a ligação entre cultura, leitura e saúde comunitária.

“O Dia da Freguesia da Benespera afirma-se, assim, como um momento de encontro da comunidade, de celebração das suas raízes e de aposta em iniciativas inovadoras que promovem a qualidade de vida e o acesso à cultura na Beira Interior”, refere a Junta de Freguesia da Benespera.

Benespera 

Foto: JF Benespera

 

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publicado às 23:15

Cobertor de papa _HS_ 2

Em Diário da República foi hoje publicada a Resolução n.º 4/2026 da Assembleia da República que recomenda ao Governo o reconhecimento e a salvaguarda do Cobertor de Papa como património cultural imaterial Esta resolução recomenda ainda o apoio aos artesãos locais e o incentivo a “práticas de formação, inovação e transmissão intergeracional”.

No ponto seguinte a resolução da Assembleia da República recomenda ao Governo que “integre o Cobertor de Papa em estratégias de turismo cultural sustentável, valorizando-o como símbolo identitário e criativo da Guarda e da região das Beiras e da Serra da Estrela”, defendendo ainda a colaboração “com instituições, associações e agentes culturais na promoção contínua e divulgação desta expressão artística exclusiva, incluindo-a numa estratégia de marketing territorial com alcance nacional e internacional.”

O cobertor de papa é uma manta tradicional da zona da Serra da Estrela, produzida – há vários séculos – a partir da lã churra (mais macia) que é retirada de ovelhas autóctones (ovelha mondegueira). Após o necessário tratamento, a lã é tecida em teares artesanais e de acordo com métodos tradicionais, associando cores e desenhos com perfil diferenciador. O processo termina com o esticar dos cobertores nas “râmbolas” onde secam, ao ar livre, e adquirem o seu aspeto final.

Existem o cobertor branco com três listas castanhas, a manta barrenta ou manta do pastor, a manta lobeira ou manta espanhola, o cobertor branco, o cobertor bordado à mão e o cobertor de papa em várias cores (com o seu conhecido pelo comprido).

O seu uso não se fica apenas pela utilização como elemento de conforto térmico (na cama o seu pelo denso e pesado facilita a transpiração durante o sono e puxa a humidade para a superfície exterior do cobertor), mas passa também por distinto complemento de decoração de interiores.

A Associação Genuíno Cobertor da Papa, sediada em Maçainhas (Guarda) , tem nos seus objetivos a produção daquele autêntico produto e a garantia da sua autenticidade.

Cobertor de Papa _HS_

O declínio da indústria da lã e o surgimento de fibras sintéticas originaram um cenário onde quase se desenhou a sua extinção. Elisa Pinheiro, que desenvolveu trabalhos de pesquisa sobre o cobertor de papa, assinalou-o como “produto final de um longo processo que plasma uma densidade de memórias, sejam elas as dos homens que os produziram, sejam daqueles que, ao longo dos tempos, os consumiram, uns e outros unidos pelos fios de lã que os teceram, num tempo longo da nossa história dos lanifícios”, sublinhando o seu enquadramento “em práticas ancestrais que importa salvaguardar”. Deste modo, é urgente preservá-lo, defender a sua autenticidade, a par de permanentes ações de valorização e promoção.

Este não é um trabalho simples, pois há que equacionar múltiplas realidades e condicionantes, como sejam a necessidade da existência de mais rebanhos de ovelhas autóctones – o que implica olhar com objetividade para a realidade agrícola, para as dificuldades relacionadas com a criação e alimentação dos animais, para o número de pessoas que se dedicam ao pastoreio e ao ciclo da produção de queijo, para as consequências das alterações climáticas que têm condicionado as áreas de pastagens e aumentado as dificuldades ao nível económico/financeiro) – , mais gente a trabalhar no campo e a saber valorizar/rentabilizar as potencialidades endógenas, uma maior consciencialização de todos no que concerne à qualidade e valor dos nossos produtos regionais, optando pela sua compra e incrementando a economia local/regional.

 

Hélder Sequeira

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publicado às 15:29

Nova direção do Centro Cultural da Guarda

por Correio da Guarda, em 10.01.26

 

No Centro Cultural da Guarda decorreu ontem a tomada de posse dos órgãos sociais daquela instituição onde Daniel Lucas sucede a Albino Bárbara na presidência da direção.

Daniel Lucas_CCultural Guarda 

Daniel Lucas (foto de arquivo)

 

Anabela Guerra, Pedro Correia, Joaquim Mingacho Helena Pontinha, Maria Elvira Bárbara e João Marcelino fazem parte da nova equipa dirigente; como suplentes estão Diana Santos, Mariana Pereira e Maria de Fátima Duarte.

A Assembleia Geral passa a ser presidida por Albino Bárbara (anteriormente era dirigida por José Valbom) que está acompanhado por Carlos Gonçalves e Carla Fantasia; como suplentes estão Ema Mateus, Gonçalo Valbom e Luís Baptista Martins.

O Conselho Fiscal é presidido Alexandre Gonçalves; este órgão integra Cláudia Amaral e Raúl Ribeiro; como suplentes figuram Humberto Vaz e Agostinho Silva.

O Centro Cultural da Guarda – que tem como lema “Pela Guarda, pela Arte, pela Cultura” – é uma instituição que continua a desenvolver o seu projeto, intervindo no quotidiano citadino através das suas várias valências.

Compreenderemos melhor a sua eminente função cultural e social se recuarmos à primeira metade do século XX e olharmos para panorama cultural da Guarda, nessa época; período onde foram registadas distintas fases, entre as quais se evidenciaram o teatro e a música; nesta última área destacaram-se os Orfeões Egitaniense e o Egitânia, bem como a Banda do Regimento de Infantaria 12 que animava as tardes de domingo na Praça Velha e, depois, no jardim José de Lemos, conhecido por Campo.

No ano de 1956 nasceu uma delegação do Movimento Pró-Arte (organização lisboeta dedicada, essencialmente, à música) que despertou muito interesse nos meios intelectuais, propondo-se oferecer música de qualidade. O Montepio Egitaniense acolheu esta delegação, tendo sido criado um curso de música, destinado a todos os interessados.

Começou, por essa altura, a germinar a ideia de uma nova estrutura vocacionada para a cultura. Como foi realçado, “a criação do Centro Cultural da Guarda foi um sonho lindo, tornado realidade por um grupo de guardenses apaixonados pela música, presididos e orientados pelo Dr. Mendes Fernandes e galvanizados pelo entusiasmo e persistência do Dr. Virgílio de Carvalho”.

Foi este grupo que, sensibilizando a direção do Montepio Egitaniense, passou a dispor de um salão onde promoveu audições musicais, abertas ao público, empenhando-se, igualmente, no desenvolvimento de uma ação formativa. A atividade da delegação da Pró-Arte não teve a continuidade desejada e surgiram alguns interregnos.

Após um período de alguma estagnação, em termos de atividade, os dinamizadores do referido núcleo cultural concluíram, definitivamente, pela necessidade de uma instituição que funcionasse como plataforma impulsionadora de projetos e incrementasse a formação musical.

O Dr. Virgílio de Carvalho presidiu à Comissão Promotora do Centro Cultural. Os estatutos do Centro Cultural da Guarda foram apresentados, para a devida aprovação ministerial, em 17 de novembro de 1962.

H.S.

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publicado às 18:43

Quinteto Astor Piazzola no TMG

por Correio da Guarda, em 08.01.26

 

O Quinteto Astor Piazzola vai subir ao palco do Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda no próximo dia 7 de março, pelas 21h30.

Este quinteto foi o grupo mais emblemático e duradouro do compositor argentino Astor Piazzolla (1921–1992), ativo em diferentes formações entre 1960/1971 e 1978/1988.

Criado para executar o Tango Nuevo, o Quinteto redefiniu o tango tradicional, integrando elementos do jazz e da música clássica (Stravinsky, Bartók), com instrumentação composta por bandoneón, violino, piano, guitarra elétrica e contrabaixo.

Quinteto Astor Piazzola

Sob a chancela da Fundação Astor Piazzolla, o grupo é reconhecido como o único capaz de representar fielmente o estilo do mestre; de facto, o grupo levou Piazzolla ao reconhecimento internacional e estabeleceu o seu legado como uma das figuras mais influentes do século XX.

A formação atual do quinteto inclui músicos de renome que mantêm o virtuosismo exigido pela obra de Piazzolla, como sejam Pablo Mainetti (bandoneon, Serdar Geldymuradov (violino), Matías Feigin (piano), Armando de la Veja (Guitarra) e Cristian Basto (contrabaixo).

Em 2026 a sua digressão pela Europa passa por Portugal – nomeadamente pela Guarda e Lisboa – pela Áustria, Alemanha, Bélgica, França e Países Baixos.

De referir que este quinteto foi galardoado com o Latin Grammy de Melhor Álbum de Tango em 2019 e 2023.

 

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publicado às 22:21

ULS da Guarda ativou Plano de Contingência

por Correio da Guarda, em 06.01.26

 

A Unidade Local de Saúde da Guarda (ULSG) ativou ontem o nível 2 do Plano de Contingência de Inverno, em conformidade com as orientações em vigor.

De acordo com a informação divulgada pela ULSG, esta decisão enquadra-se no Plano de Resposta Sazonal em Saúde – Módulo Inverno 2025-2026 e visa garantir uma resposta adequada à atual situação epidemiológica.

Entre as principais medidas implementadas destaca-se a recomendação do uso de máscara cirúrgica por utentes, visitas e profissionais em todas as instalações da ULSG, sobretudo nas áreas de atendimento ao público.

Jovem, com gripe_ IA__42

A Unidade Local de Saúde da Guarda recomenda ainda que o número de pessoas por visita seja o mais reduzido possível e reforça que o uso de máscara é fortemente recomendado.

Está também previsto o ajuste da atividade programada, cuja eventual restrição será definida em articulação entre as Direções Clínicas e as Direções de Serviço.

 

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publicado às 08:15

Faleceu António Gouveia

por Correio da Guarda, em 05.01.26

 

António Aguiar Gouveia, antigo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa faleceu hoje, com 82 anos de idade.

Para além de presidente da Câmara, ao longo de vários anos (1985 a 1998), António Gouveia foi também Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Foz Côa. Natural de Vila Nova de Foz Côa, onde nasceu a 9 de julho de 1944, António Gouveia foi o responsável das principais obras estruturantes daquele concelho.

António Gouveia

António Gouveia foi diretor fabril no Complexo Agroindustrial do Cachão de 1970 a 1981; quadro técnico da Direção Regional de Agricultura de Trás--os-Montes e Alto Douro; Zona agrária do Douro Sul; Vereador da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa de 1982 a 1985; Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa de 1986 a 1998; Presidente do Agrupamento de Municípios do Douro Superior; Membro do Concelho da Bacia do Rio Douro; Membro do conselho consultivo da Comissão de Coordenação da Região Norte (CCRN) (1987-1991);membro do conselho geral da Associação Nacional de Municípios Portugueses; Conselheiro do Conselho Económico e Social, em representação dos municípios portugueses; Presidente da Assembleia Intermunicipal da Associação de Municípios de Trás-os-Montes e Alto Douro; Membro do conselho de administração da AMTAD; deputado à Assembleia da Republica eleito em 1 de Outubro de 1995; Membro do conselho diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) (1993-1997); Presidente do conselho de administração da FOZCÔAINVEST, S. A.; Presidente da assembleia geral da Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Foz Côa; Secretário do conselho geral do Centro de Estudos e Formação Autárquica (CEFA) (1993-1997).

Em 2015 recebeu do Presidente da República a Ordem do Mérito pelos serviços à população daquele concelho do distrito da Guarda.

O município decretou dois dias de luto municipal, durante os quais a bandeira do concelho será colocada a meia-haste e os eventos organizados pela autarquia serão adiados.

Durante a tarde de hoje o ex-autarca fozcoense esteve em câmara ardente na Capela da Ressurreição e o funeral está marcado para amanhã, terça-feira, antecedido de missa de corpo presente (pelas 15h30) na Igreja Matriz daquela cidade.

 

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publicado às 21:45

Departamento de Psiquiatria vai para o Seminário

por Correio da Guarda, em 05.01.26

 

O Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental da Unidade Local de Saúde da Guarda (ULSG) vai funcionar, a partir de hoje, no edifício do Seminário Maior da Guarda.

Esta mudança, provisória, acontece devido ao início das obras de requalificação das atuais instalações daquele departamento, que se traduzem num investimento global de 2,9 milhões de euros, “integrado numa estratégia nacional de reforço e modernização da rede de cuidados de saúde mental”, refere uma nota informativa da ULSG.

Departamento de Psiquiatria

Esta intervenção dá sequência a obras de menor escala realizadas em 2020 e tem por objetivo expandir e melhorar significativamente as condições de internamento, consulta externa e serviços de psicologia, dotando o departamento de infraestruturas mais modernas e adequadas às necessidades da população da região.

O edifício do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental, situado no parque da Unidade Local de Saúde da Guarda, é um imóvel datado do início do século XX.

De referir que, durante o período de execução das obras, a Consulta Externa de Psiquiatria e o Internamento passarão a funcionar temporariamente nas instalações do Seminário Maior da Guarda, “garantindo a continuidade da prestação de cuidados de saúde mental, sem interrupções para os utentes”, esclarece a Unidade Local de Saúde da Guarda que “reafirma, assim, o seu compromisso com a melhoria contínua da qualidade dos cuidados de saúde mental prestados à população, reforçando a capacidade de resposta e criando melhores condições para utentes e profissionais.”

 

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publicado às 13:53

Temperaturas vão baixar

por Correio da Guarda, em 05.01.26

 

O dia de hoje vai ser um dos mais frios prevendo-se para a cidade da Guarda que a temperatura máxima ande à volta dos 3 graus, enquanto que a mínima poderá chegar aos 3 negativos. O vento (moderado a forte de  Nordeste e Norte) contribuirá para a agravar a sensação térmica.

Jovem e tempo frio_10

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou seis distritos sob aviso amarelo, devido ao tempo frio, entre a meia noite de hoje e as 9 horas de amanhã, terça-feira. O distrito da Guarda é um dos abrangidos por este aviso do IPMA.

De acordo com a informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), as previsões meteorológicas apontam para tempo frio nos próximos dias, com alguns distritos do Norte de Portugal continental a registarem temperaturas negativas.

A Direção Geral de Saúde (DGS) lembra que "quando a temperatura desce, o risco de doenças respiratórias, agravamento de condições crónicas e acidentes aumenta", recomendando que devem evitar-se  "exposições prolongadas ao frio e mudanças bruscas de temperatura" e aconselhando que se vista " por camadas, ajustando a roupa ao ambiente — esta é a melhor forma de se manter confortável; proteja as extremidades: usar gorro, luvas, cachecol, meias quentes e calçado antiderrapante para prevenir perda de calor e quedas; mantenha a pele hidratada, principalmente mãos, pés, cara e lábios; quando estiver dentro de casa, há coisas que pode fazer para se manter aquecido e reduzir o risco de desenvolver problemas de saúde, por exemplo: tente não ficar sentado mais de uma hora seguida, e se tiver dificuldade no movimento, tente alongar os braços e as pernas."

A DGS recorda ainda que "no inverno, mantém-se a necessidade de beber água, mesmo que não sinta sede" e deve evitar-se  o álcool, "pois cria uma falsa sensação de calor e aumenta o risco de hipotermia (hipotermia é quando o corpo fica demasiado frio porque perde mais calor do que consegue produzir)"; lembra, ainda que devem ser consumidas sopas e bebidas quentes, fazendo refeições mais frequentes encurtando as horas entre elas.

 

 

 

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