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Terceira invasão francesa evocada em Almeida

por Correio da Guarda, em 27.08.25

 

Em Almeida vai decorrer, entre 29 e 31 de agosto, mais uma edição da recriação histórica do cerco daquela vila, ocorrido durante a terceira invasão francesa em 1810.

De lembrar que no passado dia 24 de julho passou mais um aniversário da trágica batalha do Côa, ocorrida no decurso da progressão dos militares franceses. As tropas anglo-lusas lutaram contra as forças do exército francês do Marechal Ney, no local do Cabeço Negro, junto às margens do rio. Esta batalha antecedeu a queda da fortaleza de Almeida e a sua ocupação pelas tropas que entraram em Portugal, sob o comando de Massena.

Este rio foi, até 1297, foi o limite da fronteira entre os territórios dos reinos de Portugal e Castela; atravessa o concelho de Almeida e é um dos poucos a correr de sul para norte. Com a assinatura do Tratado de Alcanices, por D. Fernando de Castela e D. Dinis de Portugal, o castelo de Almeida – entre outras fortalezas – passou para o domínio da coroa portuguesa.

Esta zona teve uma grande importância estratégica, do ponto de vista militar; aqui se travaram, ao longo dos séculos, várias batalhas. A importância da fortaleza de Almeida cedo foi acentuada; após o primeiro de dezembro de 1640, o rei D. João IV ordenou a sua reparação, face aos momentos e às difíceis contendas que se avizinhavam.

Desde logo ficou percetível o papel preponderante que Almeida ia ter no processo bélico de manutenção da independência. A vila foi transformada em sede do quartel-general do Governador de Armas da Beira, constituindo-se na mais importante praça do reino português.

Álvaro de Abranches, um dos conjurados da Revolução de 1640 e membro do Conselho de Guerra de D. João IV, foi o primeiro Governador de Armas de Almeida, empenhando-se, de imediato no seu eficaz guarnecimento, rentabilizado o sistema de fortificações de que estava dotada.

Mais tarde a história de Almeida cruza-se com as célebres, quanto dramáticas, invasões francesas. Destas, a terceira incursão conduzida por André Massena foi a que deixou marcas mais profundas na denominada “Estrela de Pedra”.

Após a conquista de Ciudad Rodrigo (Espanha), em 10 de Junho de 1810, pelas tropas francesas o objetivo do exército invasor era o domínio da praça portuguesa, que teria cerca de 2000 habitantes e estava guarnecida com 5 000 soldados e 115 peças de artilharia. Com a aproximação das forças francesas, o comando do exército anglo-luso apelou aos habitantes para abandonarem as suas casas e levarem os seus haveres.

Soldado_ALMEIDA_HS_

Nos primeiros dias de agosto de 1810 o Marechal Massena mandou avançar o Oitavo Corpo do exército francês, sob o comando de Junot, dando início ao cerco de Almeida, a 10 de agosto, cuja guarnição militar era chefiada pelo coronel inglês Guilherme Cox, sendo Tenente-Rei o almeidense Francisco Bernardo da Costa.

O cerco decorria há 17 dias quando, ao cair da noite, uma granada francesa provocou uma explosão em cadeia que destruiu o paiol principal, onde estavam armazenadas 75 toneladas de pólvora; centenas de mortos e enormes danos no interior da fortaleza foi o balanço imediato da tragédia. Na manhã seguinte, 27 de agosto de 1810, Massena exigiu do comandante inglês a rendição imediata da praça, o que acabou por suceder nessa noite.

A fortaleza de Almeida, em estilo Vauban, tem uma planta em forma de estrela irregular, integrando seis baluartes: o de S. Francisco, São João de Deus, Santa Bárbara (designado também de Praça Alta), do Trem (ou de Nossa Senhora das Brotas), Santo António e São Pedro, articulados com idêntico número de revelins. O conjunto monumental deste baluarte beirão encontra-se rodeada por largos e profundos fossos. Para além das majestosas Portas de Santo António e São Francisco destacam-se no complexo desta fortaleza abaluartada as casamatas, espaços subterrâneos cuja estrutura e solidez os tornava imunes às bombas da época.

No interior do perímetro amuralhado encontra-se o Quartel das Esquadras que ficou a dever-se ao Conde de Lippe (Frederico Guilherme de Schaumburg-Lippe), edifício onde estiveram instaladas forças de infantaria; a antiga Casa dos Governadores da Praça de Almeida; o edifício do Corpo da Guarda Principal (onde funciona a Câmara Municipal), a Igreja da Misericórdia, a Casa dos Vedores Gerais, a Casa da Câmara e o Antigo Convento de Nossa Senhora do Loreto (atual Igreja Matriz) são outros edifícios emblemáticos desta vila do distrito da Guarda.

O programa da recriação histórica pode sere consultado aqui.

 

Hélder Sequeira

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publicado às 16:17

Solidariedade com o interior, precisa-se…

por Correio da Guarda, em 21.08.25

 

Estas semanas escaldantes trouxeram de novo a tragédia dos incêndios que flagelaram impiedosamente, uma vez mais, as terras e as gentes do interior.

O país seguiu, através das imagens televisivas ou das publicações nas redes sociais, a voracidade inclemente das chamas, o hercúleo esforço dos bombeiros, das forças de segurança e das populações; os inúmeros dramas pessoais e familiares, a perda de bens, o desaparecimento irremediável de fauna e flora das regiões afetadas.

Ainda com o país a arder, é importante que as atenções estejam concentradas no combate e numa desejada e eficaz coordenação dos meios para se acabar com este cenário dantesco que deixou já um rasto de morte; contundo é urgente a atuação em prol deste interior que tem sido esquecido e abandonado; um interior que não cabe na redutora, ofensiva e incrível classificação de um território “com pessoas pobres e isoladas e que têm problemas de saúde mental…” como alguém (tem nome, claro) afirmou no decorrer dos comentários a um canal de televisão.

Curiosamente, foram essas mesmas pessoas, do dito interior, que enfrentaram estoicamente as chamas, unindo-se numa luta tremenda, manifestando uma enorme solidariedade, mostrando (de novo) a sua capacidade de resistência, a sua grande humanidade.

O jornalista Nuno Francisco (diretor do Jornal do Fundão) escrevia há dias que o interior não pode ser entendido “como uma realidade marcada num mapa, com fronteira definida e sinalizada pelo GPS do nosso carro. O Interior não é apenas um lugar, é uma consequência. E todos os verões estão cá para nos recordar disso. Não nos procurem nos mapas, porque a ausência e o esquecimento não são cartografados. Tal como a coragem de quem cá (ainda) resiste e insiste…”.

E quanta insistência tem havido, ao longo de décadas – por parte de quem vive e resiste nestes territórios raianos e do interior – para que se anulem as assimetrias e se desenvolvam estratégias e políticas solidárias, justas, pragmáticas…

O interior não aceita ser considerado como reserva paisagística (até as paisagens nos são roubadas pelo fogo…) para ser visitada ocasionalmente, de passagem obrigatória para outros destinos, ou em períodos de campanhas eleitorais; nem tão pouco ser notícia apenas nestas ocasiões de fogos florestais ou de fatídicos episódios ocasionais.

Fogo - HS.jpg

Será que nos restantes dias, meses e anos não há vida e não se vive ou nada acontece no interior? Felizmente há ainda exceções (poucas) de jornalistas que radicados nestas terras cumprem o seu dever e enobrecem a missão de informar, com rigor e verdade.

Aliás é também a verdade relativamente às causas dos incêndios, às falhas, aos atrasos nas decisões, às ausências institucionais que importa transmitir às populações, numa análise objetiva e serena; orientada para a necessária correção dos erros, aproveitamento das experiências colhidas no terreno, para uma estreita cooperação, para um diálogo construtivo entre todas as entidades intervenientes no combate aos incêndios, onde não entre o aproveitamento político, mas a determinação em poder e saber responder nestes momentos críticos.

É este o apelo das gentes do interior, dos nossos Bombeiros Voluntários (que fizeram o possível e o impossível no contexto das condições a que estavam circunscritos); dos elementos das forças de segurança e da proteção civil, dos agentes de investigação criminal (a Polícia Judiciária esteve também no terreno e deteve presumíveis incendiários); interior para o qual devem, desde já (não é preciso mais estudos ou comissões, há indicadores e trabalhos suficientes!) ser tomadas rápidas e consequentes medidas de apoio (os prejuízos são imensos, basta ver os casos de Trancoso, Meda, Sabugal, Seia, Guarda, Vila Nova de Foz Coa, por exemplo), respondendo aos casos mais urgentes e pensando – imediatamente – no “efeito cascata” que resulta das zonas ardidas onde as chuvas irão atuar de forma evidente, com o arrastamento de cinzas e outros detritos.

Nestas zonas atingidas, assim como nas mais próximas (que podem ser o refúgio para muitos animais e aves) deve ser repensada a atividade cinegética, se não queremos correr o risco de uma ainda maior exterminação…

Hoje, mais do que nunca, o interior e as regiões atingidas pelos incêndios (à hora em que escrevemos estas palavras ainda há fogos ativos) precisam da presença, atenção e intervenção do Governo e do poder local, da solidariedade dos restantes territórios, do empenhamento de todos numa maior capacitação, eficácia e consciência cívica para se responder no futuro a situações desta natureza. Aqui também é Portugal!...

 

Hélder Sequeira

in O Interior, 20_8_2025

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publicado às 00:01

Bispo da Guarda apela à defesa do Interior

por Correio da Guarda, em 20.08.25

 

O Bispo da Guarda afirmou ontem que “é preciso ultrapassar um discurso redutor e generalista sobre o Interior desertificado e envelhecido e preparar lugares com estruturas que se tornem atrativos para a fixação de novas empresas e famílias.” D. José Pereira fez esta afirmação no decorrer das exéquias fúnebres de Carlos Dâmaso que faleceu, em Vila Franca do Deão, no caombate ao incêndio que ali deflagrou.

“Mesmo sendo um país pequeno com fronteiras definidas no final do séc. XIII e sem conflitos regionais, somos uma casa única, mas não somos um lugar uniforme”, disse ainda o Bispo da Diocese da Guarda.

Bispo da Guarda_

D. José Pereira chamou também a atenção para o “desafio da coesão social entre comunidades de diferentes origens etno-geográficas e culturais. Com mais ou menos medidas de regulação, com estas ou aquelas políticas de integração, somos chamados a reconhecermo-nos habitantes da mesma casa, que se enriquecem na partilha de diferentes “lugares” humanos e culturais”.

Por outro lado, o Bispo da Guarda destacou ainda outro desafio que temos de considerar: “o desafio da gestão florestal e energética.” D. José Pereira afirmou que “também neste campo, a nossa casa comum tem lugares distintos com necessidades distintas. Ordenar o mato e a floresta é diferente na Serra da Amoreira ou de Monsanto e na Serra do Pisco, da Estrela ou da Malcata. Aquecer e arrefecer habitações, é diferente em Lisboa ou Oeiras e na Guarda ou Castelo Branco. É preciso oferecer atenções diferentes a lugares diferentes.”

 

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publicado às 09:02

Comemoração do Dia Mundial da Fotografia

por Correio da Guarda, em 19.08.25

 

Hoje é assinalado o  Dia Mundial da Fotografia . Esta evocação assenta na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico que foi desenvolvido, em 1837, por Louis Daguerre.

Em janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo e a 19 de agosto, desse mesmo ano, o Governo francês considerou a invenção de Louis Daguerre como um presente "grátis para o mundo".

Recorde-se que outro processo fotográfico –o calótipo, inventado também em 1839 por William Fox Talbot – contribuiu para que o ano de 1839 fosse considerado o ano da invenção da fotografia.

Como afirmou Henri Cartier-Bressom "fotografar é colocar na mesma mira a cabeça, o olho e o coração". Por outro lado, e citando Sebastião Salgado, a fotografia “é uma escrita tão forte porque pode ser lida em todo o mundo sem tradução”. 

Igreja da Misericórdia GRD2022-HS

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publicado às 08:37

Judiciária deteve mais um presumível incendiário

por Correio da Guarda, em 17.08.25

A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal da Guarda, deteve ontem , um homem de 74 anos, em flagrante delito, por fortes suspeitas da prática do crime de incêndio florestal, ocorrido em Mêda, cidade do distrito da Guarda. A investigação teve início após a comunicação, sob anonimato, de um cidadão afetado.

Fogo_foto Helder Sequeira_

Foi possível apurar que o suspeito terá ateado o incêndio com recurso a chama direta, num espaço de floresta, nas proximidades de uma exploração agropecuária, sem motivo evidente, pondo em risco bombeiros e populares que a poucos metros de distância combatiam um incêndio preexistente, num dia fortemente marcado por incêndios florestais no distrito.

O incêndio colocado nas costas daqueles que procediam ao combate da primeira frente do fogo, não assumiu maiores proporções em virtude da pronta intervenção dos bombeiros. incendiáriosO detido, com antecedentes criminais noutro tipo de crimes, irá ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

O Inquérito é titulado pelo Ministério Público da Guarda.

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publicado às 16:53

 

A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação da Guarda, deteve no dia de ontem (15 de agosto), com a colaboração do Núcleo de Proteção Ambiental e do Posto Territorial de Pinhel da GNR, uma mulher de 32 anos, pela presumível autoria de um crime de incêndio florestal, na última noite.

A suspeita vive em conflitualidade com os vizinhos e terá ateado o incêndio com recurso a chama direta, utilizando um isqueiro, para os assustar, colocando em risco a própria povoação onde reside, num dia fortemente marcado por incêndios florestais na mesma área geográfica, que causaram inclusive a morte de um cidadão e ferimentos graves noutros.

A detida foi presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas. Ficou em prisão preventiva.

Incêndio_HS_

Ainda no dia de ontem, elementos da PJ da Guarda detiveram, com a colaboração do Posto Territorial de Seia da GNR, um homem de 19 anos, pela presumível autoria de um crime de incêndio florestal, ocorrido na noite desta sexta-feira, (15 de agosto), em Seia.

O suspeito terá ateado o incêndio com recurso a chama direta, sem motivo evidente, pondo em risco floresta e habitações em plena Serra da Estrela, num dia fortemente marcado por incêndios florestais no mesmo distrito, que causaram inclusive a morte de um cidadão e ferimentos graves noutros.

O incêndio não assumiu maiores proporções em virtude da intervenção de populares e veraneantes que passavam no local, os quais debelaram as chamas no seu início por meios próprios.

O detido, já investigado no passado pelo mesmo tipo de crimes, foi presente a primeiro interrogatório judicial tendo ficado sujeito à medida de coação de prisão preventiva.

 

fonte: Polícia Judiciária

 

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publicado às 16:10

Guarda: incêndio provoca vítima mortal

por Correio da Guarda, em 15.08.25

 

O incêndio que esta manhã começou a deflagrar em Pêra do Moço, concelho da Guarda, provocou uma vítima mortal.

Carlos Dâmaso, ex-autarca de Vila Franca do Deão, encontrou a morte quando combatia este incêndio, que alastrou a outras aldeias próximas.

Carlos Dâmaso

A Câmara Municipal da Guarda manifestou já “o seu profundo pesar e consternação pelo falecimento do antigo autarca de Vila Franca do Deão, Carlos Dâmaso, de 43 anos, que perdeu a vida, hoje, 15 de agosto, num combate desleal contra as chamas no incêndio que deflagrou esta manhã no concelho da Guarda.”

Carlos Dâmaso exerceu funções Presidente de Junta de Freguesia de Vila Franca do Deão durante doze anos. “No seu percurso autárquico soube ouvir e defender os interesses das suas pessoas, das suas gentes, um autarca empenhado e solidário em prol da sua população.” Acrescenta a nota de pesar subscrita pelo presidente da edilidade guardense.

O Presidente da República, que interrompeu as suas férias e regressou ontem ao Palácio de Belém, “onde ficará nos próximos dias a acompanhar a grave situação dos incêndios rurais, apresentou, ao princípio da tarde, sentidas condolências ao Presidente da Câmara Municipal da Guarda, pelo falecimento do antigo autarca Carlos Dâmaso, vítima de um incêndio que combatia na sua freguesia, solicitando que as transmitisse à Família.” Pode ler-se no sítio oficial da Presidência da República.

O primeiro-ministro expressou também as “condolências aos seus familiares e a homenagem a todos os homens e mulheres que continuam bravamente a lutar”.

De referir que, no referido incêndio, há ainda confirmação de um ferido grave (com queimaduras) que, inicialmente transportado para o Hospital Sousa Martins (Guarda) foi transferido para o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

 

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publicado às 19:17

Salvaguardar a memória...

por Correio da Guarda, em 13.08.25

 

 

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Guarda vai comemorar, em 2026, o seu 150º aniversário.

O programa comemorativo, como já foi divulgado, está a ser devidamente preparado e englobará uma diversidade de iniciativas e atividades.

Entretanto, e a título de sugestão, não poderíamos deixar de apontar a importância de colocação de sinalética/informação nos locais onde funcionaram os antigos quartéis dos Bombeiros Voluntários da Guarda.

Antigo quartel dos Bombeiros da Guarda

Será um importante registo da memória citadina; a partir das placas informativas (onde a colocação de um código QR pode remeter para uma plataforma digital onde estejam disponíveis fotos das instalações, do edifício, de antigos equipamentos, de bombeiros e dirigentes, etc.) a colocar.

O reencontro com a história citadina, e neste caso dos Bombeiros da Guarda, pode ser proporcionado nas ruas desta altaneira e secular urbe.

 

Hélder Sequeira

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publicado às 10:19

Presumível incendiário detido pela PJ

por Correio da Guarda, em 12.08.25

 

Incendiário_imagem IA 

foto gerada por IA 

A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal da Guarda, deteve no ontem, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana, através do Núcleo de Proteção e Ambiente e do Posto Territorial de Pinhel, um homem pela presumível autoria de seis crimes de incêndio florestal, cometidos entre os passados dias 16 de julho e 09 de agosto, em diferentes locais daquele concelho.

O detido, com 58 anos, justificou os seus atos com problemas de alcoolismo e do foro mental, adiantando que ateou os incêndios sempre com chama direta, utilizando um isqueiro e álcool etílico.

Será presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

O inquérito é titulado pelo Ministério Público da Guarda.

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publicado às 12:31

Condicionamento de trânsito na Guarda

por Correio da Guarda, em 12.08.25

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O Comando Distrital da Guarda da PSP informa que amanhã haverá condicionamento de trânsito nalgumas das ruas desta cidade, em virtude da realização da sexta etapa da Volta a Portugal em bicicleta.

A habitual montagem de gradeamento nos últimos 2 quilómetros da prova entre a Póvoa do Mileu e o Jardim José de Lemos, irá originar também constrangimentos nesse percurso. Assim, e segundo a PSP, no sentido de garantir a segurança de todos, serão implementados os seguintes condicionamentos: inversão de sentido de trânsito entre as 07h00 e as 20h00 nas ruas Rua Dr. Joaquim Bernardo, Rua Mestre de Avis, Rua Duque de Bragança e Rua do Bairro 25 de Abril.

No período das 7h às 20 horas terá lugar o corte de trânsito na Rua Batalha Reis (sentido ascendente), Praça Prof. Dr. Francisco Salgado Zenha, Largo General Humberto Delgado, Praça do Município, Largo de S. Francisco e Rua Nuno Álvares (a partir do cruzamento com a Rua Francisco dos Prazeres).

Entre as 15 e as 19 horas de amanhã o trânsito será cortado na Rua do Encontro, Rua Serpa Pinto, Rua Camilo Castelo Branco, Rua Alves Roçadas, Rua Batalha Reis (ambos os sentidos), Avenida Infante D. Henrique, Rua Balha e Melo, Avenida Coronel Orlindo de Carvalho, Rua Mouzinho de Albuquerque (entre a Rua Marquês de Pombal e a Rua Vasco da Gama), Rua Marquês do Pombal e Largo de S. Francisco.

A PSP da Guarda apela e aconselha a todos os simpatizantes desta modalidade e cidadãos em geral, a seguirem as indicações dos Polícias colocados ao longo do percurso da prova; assistirem à prova nos locais permitidos, afastados das bermas e sem interferir com a circulação dos atletas e demais veículos pertencentes às provas; não atravessarem ou circularem por qualquer meio nos arruamentos de passagem dos ciclistas.

A circulação nas vias indicadas é estritamente proibida, independentemente do motivo (mesmo operações logísticas como abastecimento de estabelecimentos, entrega de encomendas, etc.).

 

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publicado às 11:30

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