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O documentário "Côa Mais Selvagem", da Rewilding Portugal, foi premiado no International Tourism Film Festival Africa 2025, na categoria de Wildlife Conservation.
Esta produção da Rewilding Portugal, com realização de João Cosme, dá a conhecer o património natural do Grande Vale do Côa e o trabalho que aquela organização tem “feito no terreno por um Portugal mais selvagem”.
A entrega de prémios terá lugar a 6 de junho, em Joanesburgo, na África do Sul
Nesse dia será divulgado se este documentário obterá o primeiro ou segundo lugar da categoria, que corresponde ao Gold Award e Silver Award respetivamente.

Rui Ventura foi hoje eleito, pela Assembleia Geral Extraordinária Eleitoral da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal (TCP), como novo presidente da Comissão Executiva desta entidade, para um mandato que termina em 2028.
Rui Ventura é natural de Pinhel, onde reside e onde desempenha o cargo de Presidente da Câmara Municipal desde 2013; anteriormente tinha sido Adjunto, Vereador e Vice-Presidente do anterior Presidente da Câmara. Foi Presidente do Conselho de Administração da Raia Histórica – Associação de Desenvolvimento do Nordeste da Beira (2016-2020) e Vice-Presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (2018-2020). É Vice-Presidente da Associação Territórios do Côa e Presidente da Associação de Municípios da Cova da Beira.

Este ato eleitoral realizou-se numa mesa de voto colocada no Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, em Coimbra. Votaram 149 associados, que representam 93,7% dos 159 elementos do colégio eleitoral.
Apresentaram-se dois candidatos à presidência da Comissão Executiva. Rui Ventura, até agora Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, obteve 86 votos (57,72%) e Walter Chicharro, deputado na Assembleia da República e anterior Presidente da Câmara Municipal da Nazaré, obteve 60 votos (40,27%). Registaram-se também 3 votos brancos. Este ato eleitoral teve como único propósito eleger o Presidente da Comissão Executiva da Turismo Centro de Portugal, lugar que se encontrava vago desde dezembro de 2024, pelo falecimento de Raul Almeida.
Os restantes órgãos sociais da TCP, eleitos em julho de 2023, mantêm-se inalterados. A tomada de posse dos órgãos sociais terá lugar no próximo dia 15 de abril, em Coimbra, pelas 11h30.
Após a Assembleia Geral Extraordinária, seguiu-se uma Assembleia Geral Ordinária, que teve como principais pontos da ordem de trabalhos a apresentação do Relatório de Atividades e do Relatório de Gestão e Prestação de Contas de 2024, que foram aprovados por unanimidade. Os órgãos sociais da TCP, para o período 2023-2028, são os seguintes: Comissão Executiva: Presidente, Rui Ventura; Vice-Presidente, Anabela Freitas, Jorge Sampaio, Elsa Marçal, Luís Albuquerque. Mesa da Assembleia Geral: Presidente: Francisco Rolo (TCP - Associação para a Promoção do Turismo na Região Centro de Portugal), Secretário da Mesa: Vítor Pereira (Câmara Municipal da Covilhã), Conselho de Marketing: Presidente: Jorge Almeida "Loureiro" (Hotel Avenida), Luís Tadeu Marques (ADIRAM - Associação Aldeias de Montanha), Carlos Ascensão (Aldeias Históricas de Portugal), Laura Rodrigues (Câmara Municipal de Torres Vedras), Rodolfo Baldaia de Queirós (Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior), Jorge Costa (Empreendimentos Turísticos Montebelo), António Marques Vidal (APECATE - Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos).
Fonte: Turismo Centro de Portugal (TCP)
“Arte e Música n’Aldeia” é a designação do evento que irá decorrer, nos dias 5 e 6 de abril, na freguesia de Aldeia do Bispo, concelho da Guarda.
De acordo com a informação divulgada, “este fim de semana cultural celebra a interseção entre arte, música e património, destacando a riqueza cultural da região”.O programa integra, dia 5, a receção – pelas 9h30 – aos artistas/pintores no Museu da Castanha, seguindo-se uma visita guiada pela aldeia e início das Pinturas ao vivo pelas ruas da freguesia, trabalho que prosseguirá pelas 14 horas, após o almoço.
Foto: JF Aldeia do Bispo
Para as 15h30 está agendada a evocação de “Rituais da Quaresma” e duas horas depois a apresentação de curtas-metragens na Casa do Povo.
No dia 6 de abril, pelas 9h30, terá lugar a apresentação dos trabalhos "Pintar a Aldeia" na Escola Primária de Aldeia do Bispo e meia hora depois a inauguração do mural de homenagem às ceifeiras de Aldeia do Bispo.
Para as 11 horas está marcado o Concerto do “Síntese”, Grupo de Música Contemporânea, com a estreia da obra "Toada do Granito" de Rúben Borges, na Igreja Matriz.
No período da tarde ocorrerá, a partir das 14 horas, a inauguração da exposição "Bordado com Casca de Castanha" de Adelaide Martins, no Museu da Castanha
"Arte e música na aldeia: O património de Aldeia do Bispo, Guarda" é o tema da palestra que será proferida, a partir das 15 horas, por Sónia Duarte, na Igreja Matriz. O programa prossegue, pelas 16h30, com a atuação grupo Etos Vocal Ensemble, na Igreja Matriz de Aldeia do Bispo.
Naquela freguesia vai decorrer já no próximo sábado, dia 29 de abril, uma “Oficina de escrita criativa e música alternativa”, orientada por Luís Sequeira (B.Riddim).

“Guardense e cidadão do mundo, Luís Sequeira tem vindo a desenvolver projetos incríveis que unem música e inclusão social. O seu trabalho mais recente, "Beat na Montanha", envolve crianças e jovens da Guarda, incentivando a expressão artística através de sons eletrónicos e ritmos contemporâneos.” É referido numa nota informativa da Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo.
Esta atividade – a iniciar às 15h30 na Escola Primária – é aberta a todos os interessados.

O filme promocional de Manteigas, Speechless, conquistou a distinção ouro nos MUSE Creative Awards 2025, na categoria de filmes de turismo.
O trabalho foi produzido pela empresa covilhanense Lobby Films and Advertising e tem a participação da jovem guardense Catarina Flor; licenciada em Artes Plásticas e Multimédia, com pós-graduação em Ilustração e outras formações em áreas como o teatro, está também ligada, desde os 10 anos, ao mundo da fotografia. Em 2019 já tinha estado em destaque pela sua participação no vídeo clip do tema “Dark Ballet” de Madonna, que integra o álbum “Madame X”.

A curta-metragem promocional dos “Trilhos Verdes” de Manteigas retrata a natureza, a montanha e os trilhos, "numa ligação que define a identidade do concelho". O filme, de Telmo Martins, "destaca o poder da montanha, que desafia o ser humano a libertar-se de preconceitos e de tudo o que não lhe é essencial".
A ligação com “a natureza é identitária do concelho de Manteigas. Na montanha, despimo-nos de preconceitos, de pesos e de tudo o que carregamos e não precisamos. A comunhão perfeita entre o ser humano e a paisagem.”
O filme pode ser visto aqui.
“Alta, imensa, enigmática, a sua presença física é logo uma obsessão. Mas junta-se à perturbante realidade uma certeza ainda mais viva: a de todas as verdades locais emanarem dela.” Escrevia Miguel Torga a propósito da nossa Serra da Estrela, onde não deixou de anotar a figura de “um homem de pau e manta, a guardar um rebanho”. Uma imagem ampliada em múltiplos e diferenciados registos fotográficos, onde é visível um dos traços identitários do pastor: a manta. Hoje um elemento que integra um ecossistema enraizado nestas terras beirãs, em risco de extinção.
O cobertor de papa é uma manta tradicional da zona da Serra da Estrela, produzida – há vários séculos – a partir da lã churra (mais macia) que é retirada de ovelhas autóctones (ovelha mondegueira). Esta manta abrigava (e isso ainda acontece) os pastores durante a sua deslocação para as serranias, protegendo-os do frio, da chuva (de notar que estes cobertores no sentido do pelo são impermeáveis) e dos lobos, confundidos com as suas cores e forma.
Após o necessário tratamento, a lã é tecida em teares artesanais e de acordo com métodos tradicionais, associando cores e desenhos com perfil diferenciador. O processo termina com o esticar dos cobertores nas “râmbolas” onde secam, ao ar livre, e adquirem o seu aspeto final.
Existem o cobertor branco com três listas castanhas, a manta barrenta ou manta do pastor, a manta lobeira ou manta espanhola, o cobertor branco, o cobertor bordado à mão e o cobertor de papa em várias cores (com o seu conhecido pelo comprido).
O seu uso não se fica apenas pela utilização como elemento de conforto térmico (na cama o seu pelo denso e pesado facilita a transpiração durante o sono e puxa a humidade para a superfície exterior do cobertor), mas passa também por distinto complemento de decoração de interiores.
A Associação Genuíno Cobertor da Papa (AGCP), criada em 15 de maio de 2018 e sediada em Maçainhas, tem nos seus objetivos a produção daquele produto e a garantia da sua autenticidade, estando empenhada em alcançar a certificação daquele cobertor. O declínio da indústria da lã e o surgimento de fibras sintéticas originaram um cenário onde quase se desenhou a sua extinção, que a referida Associação quer evitar; salvaguardando “os seus processos artesanais perante produtos industriais que se apropriaram do nome e, com isso, enganam os consumidores, desonram um património histórico e cultural e concorrem deslealmente com quem continua a usar os processos fieis à tradição secular e artesanal, e respeita a autenticidade do produto”. Como afirmava, há algum tempo atrás, Maria do Céu Reis, da ACCP.
O tradicional cobertor de papa – como por várias vezes tem alertado aquela associação – apresenta um pelo comprido encaracolado ou ondulado (só possível por ser feito com lã churra) bem como ourelas únicas; nelas se podem distinguir uma espécie de "bicos" e pequenos orifícios que resultam do facto de o cobertor de papa, (artesanal e autêntico). necessitar de ser esticado e seco, ao sol, em râmbolas.

“Estes elementos são alguns dos sinais que garantem a autenticidade do cobertor de papa, quer em termos de processo artesanal, quer em termos de matéria-prima, podendo ajudar os consumidores, na hora de comprar, para não serem enganados comprando a imitação industrial que contém poliéster e polipropileno, pelo curto e irregular, e apresenta ourelas cortadas.” As ourelas do cobertor artesanal são inteiras, dado este produto regional ser tecido em tear manual, com lançadeira.
O processo de certificação tem exigido, muito trabalho e verbas, incompatíveis com os recursos financeiros daquela associação, como aliás foi sublinhado no decorrer do Festival do Cobertor de Papa, realizado há dois anos em Maçainhas, o único sítio do país onde hoje é feito.
Elisa Pinheiro, que desenvolveu trabalhos de pesquisa sobre o cobertor de papa, assinalou-o como “produto final de um longo processo que plasma uma densidade de memórias, sejam elas as dos homens que os produziram, sejam daqueles que, ao longo dos tempos, os consumiram, uns e outros unidos pelos fios de lã que os teceram, num tempo longo da nossa história dos lanifícios”, sublinhando o seu enquadramento “em práticas ancestrais que importa salvaguardar”.
Deste modo, é urgente preservá-lo, defender a sua autenticidade, a par de permanentes ações de valorização e promoção. Esta não é uma tarefa simples, pois há que equacionar múltiplas realidades e condicionantes, como sejam a necessidade da existência de mais rebanhos de ovelhas autóctones – o que implica olhar com objetividade para a realidade agrícola, para as dificuldades relacionadas com a criação e alimentação dos animais, para o número de pessoas que se dedicam ao pastoreio e ao ciclo da produção de queijo, para as consequências das alterações climáticas que têm condicionado as áreas de pastagens e aumentado as dificuldades ao nível económico/financeiro) – , mais gente a trabalhar no campo e a saber valorizar/rentabilizar as potencialidades endógenas, uma maior consciencialização de todos no que concerne à qualidade e valor dos nossos produtos regionais, optando pela sua compra e incrementando a economia local/regional.
O incentivo e apoio a projetos (como este da revitalização do genuíno cobertor de papa, cuja produção é feita, naturalmente, numa escala consentânea com a dimensão dos recursos atuais, e em função da evolução do número de encomendas) não devem ficar apenas pelas amáveis palavras de circunstância, pelas manifestações de simpatia nas redes sociais; muito menos deixar enredar a sua defesa em discussões marginais e inconsequentes. É, por outro lado, importante criar estratégias promocionais que alicercem vias de desenvolvimento e âncoras seguras.

A utilização do cobertor de papa em calçado (é o caso dos pantufos e das sapatilhas feitas em cobertor de papa, por dentro e por fora) e vestuário tem sido uma excelente forma de chamar a atenção para potencialidades que se abrem com a salvaguarda da sua produção.
O apoio das entidades em cuja área de competência ou influência se pode inscrever a ajuda necessária (e justa) é fundamental e outrossim a ação dos media na informação e divulgação dos produtos genuinamente regionais; é igualmente necessária a transmissão aos mais jovens do saber fazer, o envolvimento da investigação académica, uma atitude ativa dos consumidores na preferência daquilo que tem alta qualidade e matriz tradicional e portuguesa.
Hélder Sequeira
in O Interior, 19 março 2025

A aquisição de bilhetes para os Passadiços do Mondego poderá vir a ter associada uma visita à Sé Catedral da Guarda.
Segundo informação divulgada pelo município guardense, vai ser celebrar um protocolo de colaboração com a Fábrica da Igreja da Paróquia da Sé para a implementação de visitas agregadas aos Passadiços do Mondego e à Sé da Guarda.
De acordo com a Câmara Municipal da Guarda, o “objetivo é criar maior atratividade ao território e estimular os visitantes a permanecer mais tempo na cidade e no concelho.” A proposta de protocolo foi aprovada pelo executivo municipal na reunião do passado dia 10 de março.
Num futuro próximo, a Torre dos Ferreiros, o Museu da Guarda e a Torre de Menagem também deverão ser associados.
Na referida reunião foi ainda decidido avançar com a elaboração de um regulamento municipal de gestão e funcionamento dos Passadiços do Mondego, que vai incluir as normas em vigor desde a abertura daquele equipamento em novembro de 2022 e outras regras consideradas necessárias de acordo com a opinião técnica.
A ordenação episcopal do novo Bispo da Guarda, D. José Miguel Pereira, terá hoje lugar, pelas 16 horas na Sé Catedral da Guarda. O evento será precedido por um cortejo litúrgico, que partirá da Igreja da Misericórdia às 15h30.

O novo prelado diocesano, com 53 anos de idade, sucede a D. Manuel Felício. D. José Miguel Pereira foi nomeado Bispo da Guarda, pelo Papa Francisco, no passado mês de dezembro.
Bula de Nomeação
“FRANCISCO, BISPO, SERVO DOS SERVOS DE DEUS,
Ao dilecto Filho JOSÉ MIGUEL BARATA PEREIRA, do clero do Patriarcado de Lisboa, até agora Reitor do Seminário Maior, nomeado Bispo da Guarda, saúde e bênção.
Com gratidão louvamos o Benigníssimo Deus que tem misericórdia de todos e não tem em conta os pecados dos homens por causa do arrependimento – cf. Sab 11,23 – pois com inesgotável caridade concede aos crentes a vida eterna por meio dos Pastores da Igreja.
Portanto, por este motivo particular, dirigimos agora a Nossa atenção à comunidade da Guarda que espera um novo Bispo depois de ter o Venerável Irmão Manuel da Rocha Felício renunciado ao governo daquela Sede.
Por isso, recorremos a ti, dilecto Filho, pois até agora tens trabalhado diligentemente no Patriarcado de Lisboa, especialmente como Reitor do Seminário Maior, manifestando as necessárias qualidades pastorais da mente e do coração, bem como perícia na administração dos bens e por isso para Nós te mostras idóneo para assumir este cargo.
Portanto, com o conselho do Dicastério para os Bispos, em virtude da plenitude da Nossa potestade e da autoridade Apostólica, por meio desta Carta te nomeamos Bispo da GUARDA, conferindo-te os devidos direitos e impondo-te as correspondentes obrigações.
Além disso, poderás receber a consagração Episcopal fora da cidade de Roma, de um Prelado Católico por ti escolhido, depois de pronunciar a profissão de fé e de prestar o juramento de fidelidade.”
Entretanto são já conhecidas as armas da fé do novo Bispo da Guarda.

Descrição heráldica:
Escudo oval, partido. O primeiro, de azul, carregado de um bordão de São José (açucenas), de prata, florido de ouro, encimado por três estrelas de sete pontas, de ouro; o segundo, de prata, carregado de um ramo de oliveira, de verde, frutado de sete azeitonas, de sua cor.
O escudo assenta sobre cruz pastoral de ouro, guarnecida de pedras de vermelho e encimada por chapéu eclesiástico, de cordão de 6 + 6 borlas, tudo de verde. Na base do escudo, listel branco com a legenda em maiúsculas: «O Senhor é bom. O Senhor está próximo».
Leitura:
O escudo de azul e prata é alusão à Virgem Maria e tem uma dupla evocação. Refere-se: à maternidade espiritual da Virgem Maria, a quem o Senhor, na Páscoa, confiou o cuidado dos discípulos e o fogo do Espírito para a missão apostólica; ao mistério da sua Assunção à Glória do Céu, invocação com a qual é venerada como padroeira da Catedral da Guarda e protetora da Diocese.
Os elementos presentes têm um significado polissémico: a açucena representa São José, santo onomástico do Prelado e Patrono da Igreja, e exemplo das virtudes necessárias para quem é chamado a servir o mistério da manifestação do Verbo de Deus aos povos; as três estrelas representam a virgindade de Nossa Senhora, modelo de quem é chamado a consagrar-se por amor a Deus e pela salvação do mundo; ambos os elementos, situados do lado esquerdo do escudo, representam os primeiros anos do serviço pastoral do Prelado nos Seminários Menores de São José de Caparide e de Nossa Senhora da Graça de Penafirme; o ramo de oliveira, situado do lado direito do escudo, representa os anos de serviço pastoral no Seminário Maior de Cristo Rei dos Olivais; as azeitonas representam o óleo da unção do Espírito Santo com que os ministros ordenados são consagrados para a missão; o número de sete evoca os sete Arciprestados da Diocese da Guarda, horizonte imediato do novo serviço pastoral do Prelado no ministério episcopal.
O lema «O Senhor é bom. O Senhor está próximo» é retirado, na primeira frase, do Salmo 99: «O Senhor é bom. Eterna é a sua misericórdia. A sua fidelidade estende-se de geração em geração»; e na segunda frase, da carta de São Paulo aos Filipenses (4, 4-5): «Alegrai-vos sempre no Senhor. Novamente vos digo: alegrai-vos. Seja de todos conhecida a vossa bondade. O Senhor está próximo». Assim reunidas, ambas as frases são o anúncio de que Deus é sempre bom e sempre Se faz próximo, mesmo nas horas mais duras para caminhar connosco e nos sustentar na vida; e nos oferecer o definitivo como sentido último do viver humano. Quando muitos duvidam de Deus diante do mal e do efémero, urge oferecer o encontro com o Bem e o Eterno.
A cerimónia de hoje vai ser transmitida aqui
Fonte: Diocese da Guarda
A peça de teatro “A Visita”, com texto e encenação de Moncho Rodrigues e interpretação de Pedro Giestas, vai ser apresentada no próximo dia 28 de março, pelas 21h30, no Centro Cultural de Celorico da Beira.

"Trata-se de um espetáculo teatral que se propõe despoletar no público uma reflexão sobre as aldeias, enquanto espaço da narrativa, esvaziadas de gentes e memórias, em resultado do despovoamento, envelhecimento e abandono a que estão destinadas, em especial, no Interior do país."
A iniciativa insere-se nas comemorações do Dia Mundial do Teatro (27/3), levadas a efeito no município de Celorico da Beira, as quais arrancam no dia 27 de março com uma sessão de Conversas sobre Teatro, direcionadas para as escolas, com o propósito de proporcionar aos alunos uma reflexão sobre a arte da representação teatral e o trabalho do ator.
Nestas conversas, a ator Pedro Giestas vai "dar testemunho, do processo criativo, dos desafios da interpretação dos personagens e da importância do teatro na preservação da cultura e identidade de um povo."
Fonte: CMCelorico da Beira
O Município da Guarda vai estar presente na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) 2025 que decorrerá, entre hoje e 16 de março, no Parque das Nações.
Esta participação, que está integrada no espaço da Comunidade Intermunicipal da Região Beiras e Serra da Estrela, “visa promover a riqueza natural, cultural e gastronómica da nossa região, destacando-se, entre outros, os produtos endógenos como a morcela da Guarda, o bucho raiano, a bola parda e os vinhos da Beira Interior, entre outros, e as ofertas turísticas exclusivas do território da Guarda, com destaque para os Passadiços do Mondego e o património cultural do concelho”. Refere a Câmara Municipal da Guarda numa nota informativa.
No decorrer deste certame, e segundo a autarquia, irá ser apresentada a quarta edição do Guarda WineFest agendada os dias 11,12 e 13 de julho.
Na BTL a edilidade guardense promoverá diversas iniciativas que pretendem divulgar as suas propostas turísticas, destacando o património cultural, as tradições gastronómicas e o turismo de natureza e aventura.

Hoje, 12 de março, será apresentado, pelas 12h, o Projeto 'Morcela da Guarda e Bucho Raiano- Especialidade Tradicional Garantida'
O Município da Guarda, em parceria com o Município do Sabugal, irá realizar uma apresentação no formato Talk Show. Durante a conversa, serão exibidos pequenos filmes promocionais sobre os produtos endógenos 'Morcela da Guarda' e 'Bucho Raiano', que “simbolizam a riqueza cultural e gastronómica da região.”
Amanhã o programa integra, pelas 17h30, uma Degustação Vínica em harmonia com a Bola Parda da Guarda.
Para o dia 15 de março, pelas 17 horas, está programada uma apresentação sobre Turismo de Natureza e Aventura, Passadiços do Mondego, Modalidades Desportivas.

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