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Igreja...

por Correio da Guarda, em 30.03.24

Igreja da Misericórdia_pb_HS_.JPG Igreja da Misericórdia, Guarda. 

 

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publicado às 23:30

Boa Páscoa

por Correio da Guarda, em 28.03.24

Boa Páscoa_correio G_1.jpg

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publicado às 15:15

Inclusão social é abordada no Beat da Montanha

por Correio da Guarda, em 26.03.24

 

O documentário oficial de "Beat na Montanha" vai ser apresentado hoje, 26 de março, pelas 21h30, no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda. O documentário foi filmado por Fabiana Tavares, em simultâneo ao desenvolvimento do projeto musical concebido pelo guardense Luís Sequeira.

A inclusão social aliada ao estímulo criativo na área da música e da escrita foi a ideia chave deste projeto dirigido a crianças e jovens entre os 6 e os 16 anos.

Beat na Montanha_foto__ Helder Sequeira.JPG

Através de uma residência artística (organização conjunta de Luís Sequeira e do Teatro Municipal da Guarda/Serviços Educativos), o Beat na Montanha pretendeu implementar uma fusão sonora de vários instrumentos clássicos com eletrónica.

Um trabalho que gerou texturas passíveis de uma ligação com textos em prosa e verso, não esquecendo a exploração de capacidades vocais.

“Beat na Montanha” foi desenvolvido com o envolvimento de crianças e jovens do Centro Escolar de Gonçalo (concelho da Guarda) e da Aldeia S.O.S. da Guarda. Crianças e jovens que tiveram a oportunidade de mostrar as suas capacidades num espetáculo realizado no ano passado, 3 de junho de 2023.

Um espetáculo que encheu o Grande Auditório do TMG onde vai ser agora exibido o documentário sobre o projeto musical de Luís Sequeira (B. Riddim). “Procurámos que que as crianças/jovens conseguissem tocar algo simples, com diversos instrumentos. Falamos de uma mistura de sons que vão desde jambés, melódicas, maracas, xilofones, a sintetizadores, drum machines, sequenciadores, etc.

Ao nível da exploração de alguns vocais foi intenção equacionar o Rap com as bases sonoras desenvolvida, por entendermos que se alcançava assim um vínculo importante. Até pelo facto de muitos jovens terem um acesso fácil ao estilo e ser algo bem recebido entre eles.” Explicava, na altura, Luís Sequeira

“Com o documentário pretendo retratar esta odisseia musical que se debruça na inclusão social através da criação de música. Retrato este feito através do acompanhamento das aulas de Beat Na Montanha, de forma a captar o processo e a sua evolução”, comentou a realizadora Fabiana Tavares. “O que começou como um projeto documental tornou-se – diz Fabiana Tavares – uma experiência transformadora, ao testemunhar o poder da criatividade para superar diferenças e aproximar pessoas.

Como realizadora, vim para esta cidade [Guarda] com uma visão, mas saí com muito mais. Encontrei uma família e uma compreensão mais profunda da beleza da humanidade. Este documentário não é apenas mais um trabalho; é uma celebração da criatividade, da conexão e do poder transformador da arte."

Numa nota a propósito da estreia do documentário “Beat na Montanha”, Fabiana Tavares refere que "no coração de Portugal, onde as montanhas se elevam e as nuvens beijam os picos, existe uma cidade de contos e sonhos. É um lugar onde o silêncio é uma sinfonia de sons da natureza e os animais andam livremente, lembrando-me de uma época em que a humanidade vivia em harmonia com o mundo que nos rodeia.

Muitas vezes andamos perdidos na bolha urbana, desconectados da beleza crua da natureza e da simplicidade da vida. Mas na cidade mais alta de Portugal, o tempo parece ter parado e a inspiração flui como um riacho límpido da montanha. Este foi o cenário que encontrei para uma jornada artística marcante”.

Após a estreia que ocorrerá hoje na Guarda, o documentário irá circular em festivais de cinema nacionais e internacionais.

A entrada é gratuita, mediante o levantamento do bilhete no TMG.

 

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publicado às 08:50

ENER TALKS_Sabugal n.jpg

No Sabugal vai decorrer no próximo dia 5 de abril a terceira conferência ‘ENERtalks’, subordinado ao tema ‘Água, Motor da Economia Verde: a Trilogia - Água, Energia e Agricultura’.
O programa, que se inicia pelas 10 horas, integra uma comunicação de Carmona Rodrigues, da Biodesign, sobre o estudo/projeto ‘Gestão Integrada dos Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas das Barragens do Sabugal e da Meimoa’.
A ‘ENERtalks’ prossegue com as intervenções de Helena Freitas, da Universidade de Coimbra, Nelson Lages, da ADENE – Agência para a Energia, e Macário Correia, da Associação de Beneficiários do Plano de Rega do Sotavento Algarvio.
Esta iniciativa surge no âmbito da ENERTECH – Feira das Tecnologias para a Energia, evento direcionado para o setor das energias renováveis, tecnologias e eficiência energética, que se realiza a cada dois anos, no Sabugal.
A ‘ENERtalks’ é da responsabilidade do Município do Sabugal, em parceria com a ADES – Associação Empresarial do Sabugal, ENERAREA – Agência Regional de Energia e Ambiente do Interior, Institutos Politécnicos de Castelo Branco e da Guarda e Universidade da Beira Interior.
 
 
Fonte: C.M. Sabugal

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publicado às 23:15

Dia Mundial da Tuberculose

por Correio da Guarda, em 24.03.24

 

Dia Mundial da Tuberculose_n.jpg

O Dia Mundial da Tuberculose é hoje (24 de Março) assinalado. Este dia comemora a data em que Robert Koch, no ano de 1882, anunciou a descoberta do Mycobacterium tuberculosis, o bacilo que causa a tuberculose (TB).

Apesar de ser uma doença evitável e curável a TB “permanece como um importante problema de Saúde Pública". Recorde-se que o Sanatório Sousa Martins, inaugurado na Guarda em 18 de Maio de 1907, foi uma das principais unidades de saúde de Portugal no combate contra a tuberculose.

A designação de “Cidade da Saúde”, atribuída à Guarda, em muito se fica a dever a uma instituição que a marcou indelevelmente, ao longo de sete décadas, no século passado. Embora a situação geográfica e as especificidades climatéricas associadas tenham granjeado à Guarda esse epíteto, a construção do Sanatório Sousa Martins certificou e rentabilizou as condições naturais da cidade para o tratamento da tuberculose, doença que vitimou, em Portugal, largos milhares de pessoas.

A Guarda foi, nessa época, uma das cidades mais procuradas de Portugal, afluência que deixou inúmeros reflexos na sua vida económica, social e cultural. A apologia da Guarda como localidade “eficaz no tratamento da doença” foi feita por distintas figuras da época. Esta cidade começou a ser “a montanha mágica” junto à Serra, envolta ainda na bruma da atração e do desconhecido, palco frequente do magnífico cenário originado pela neve, que bem se podia transpor para o quadro descrito por Thomas Mann, no seu conhecido romance. Muitas pessoas vinham para a Guarda com o objetivo de usufruírem do clima de montanha, praticando, assim, uma cura livre, não sendo seguidas ou apoiadas em cuidados médicos. As deslocações para zonas propícias à terapêutica “de ares”, e consequente permanência, contribuíram para o aparecimento de hotéis e pensões, dado não haver, de início, as indispensáveis e adequadas unidades de tratamento.

 Esta situação desencadeou fortes preocupações nas entidades oficiais da época. Em 20 de Outubro de 1897, o Governador Civil da Guarda, José Osório de Gama e Castro, tornou público um Edital/Regulamento relativo às “Providências Prophiláticas contra o contágio da Tuberculose”. O referido regulamento ditava normas concretas para os “donos ou gerentes das hospedarias,” bem como para aos proprietários de casas alugadas, onde não podiam ser recolhidos “promiscuamente indivíduos sãos e doentes”.

Em 1895, realizou-se o primeiro Congresso Português sobre Tuberculose, dirigido por Augusto Rocha. Nesse congresso, Lopo de Carvalho (que viria a ser o primeiro Director do Sanatório Sousa Martins), já uma eminente figura da Medicina, discursou sobre os processos profiláticos usados na Guarda. Lopo de Carvalho foi um dos mais fervorosos defensores da criação do Sanatório – de que, aliás, viria a ser o primeiro diretor – o que aconteceu por decisão da Rainha D. Amélia, Presidente da Assistência Nacional aos Tuberculosos (ANT), instituição criada em 26 de Dezembro de 1899.

 A história da luta contra a tuberculose, em Portugal, cruza-se, assim, com a história da Guarda; um registo que deixamos a propósito da comemoração do Dia Mundial da Tuberculose.

 

Hélder Sequeira

 

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publicado às 13:08

Documentário "Beat na Montanha" estreia na Guarda

por Correio da Guarda, em 23.03.24

 

O documentário oficial de "Beat na Montanha" vai ser apresentado na próxima terça-feira, 26 de março, pelas 21h30, no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda. O documentário foi filmado por Fabiana Tavares, em simultâneo ao desenvolvimento do projeto musical concebido pelo guardense Luís Sequeira.

Luis SEQUEIRA HS.JPG

A inclusão social aliada ao estímulo criativo na área da música e da escrita foi a ideia chave deste projeto dirigido a crianças e jovens entre os 6 e os 16 anos.

Através de uma residência artística (organização conjunta de Luís Sequeira e do Teatro Municipal da Guarda/Serviços Educativos), o Beat na Montanha pretendeu implementar uma fusão sonora de vários instrumentos clássicos com eletrónica.

Um trabalho que gerou texturas passíveis de uma ligação com textos em prosa e verso, não esquecendo a exploração de capacidades vocais.

“Beat na Montanha” foi desenvolvido com o envolvimento de crianças e jovens do Centro Escolar de Gonçalo (concelho da Guarda) e da Aldeia S.O.S. da Guarda.

Crianças e jovens que tiveram a oportunidade de mostrar as suas capacidades num espetáculo realizado no ano passado, 3 de junho de 2023. Um espetáculo que encheu o Grande Auditório do TMG onde vai ser agora exibido o documentário sobre o projeto musical de Luís Sequeira (B. Riddim).

“Procurámos que que as crianças/jovens conseguissem tocar algo simples, com diversos instrumentos. Falamos de uma mistura de sons que vão desde jambés, melódicas, maracas, xilofones, a sintetizadores, drum machines, sequenciadores, etc.

Ao nível da exploração de alguns vocais foi intenção equacionar o Rap com as bases sonoras desenvolvida, por entendermos que se alcançava assim um vínculo importante. Até pelo facto de muitos jovens terem um acesso fácil ao estilo e ser algo bem recebido entre eles.” Explicava, na altura, Luís Sequeira

“Com o documentário pretendo retratar esta odisseia musical que se debruça na inclusão social através da criação de música. Retrato este feito através do acompanhamento das aulas de Beat Na Montanha, de forma a captar o processo e a sua evolução”, comentou a realizadora Fabiana Tavares.

“O que começou como um projeto documental tornou-se – diz Fabiana Tavares – uma experiência transformadora, ao testemunhar o poder da criatividade para superar diferenças e aproximar pessoas.

Como realizadora, vim para esta cidade [Guarda] com uma visão, mas saí com muito mais. Encontrei uma família e uma compreensão mais profunda da beleza da humanidade. Este documentário não é apenas mais um trabalho; é uma celebração da criatividade, da conexão e do poder transformador da arte."

Fabiana Tavares_foto HS_ .JPG

Numa nota a propósito da estreia do documentário “Beat na Montanha”, Fabiana Tavares refere que "no coração de Portugal, onde as montanhas se elevam e as nuvens beijam os picos, existe uma cidade de contos e sonhos. É um lugar onde o silêncio é uma sinfonia de sons da natureza e os animais andam livremente, lembrando-me de uma época em que a humanidade vivia em harmonia com o mundo que nos rodeia.

Muitas vezes andamos perdidos na bolha urbana, desconectados da beleza crua da natureza e da simplicidade da vida. Mas na cidade mais alta de Portugal, o tempo parece ter parado e a inspiração flui como um riacho límpido da montanha. Este foi o cenário que encontrei para uma jornada artística marcante”.

Após a estreia, o documentário irá circular em festivais de cinema nacionais e internacionais.

 

 

 

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publicado às 00:01

XXI Oppidana na Guarda

por Correio da Guarda, em 22.03.24

 

Na Guarda vai decorrer amanhã, 23 de março, o XXI Oppidana, organizado pela Copituna D’Oppidana, tuna masculina do Politécnico desta cidade.

O XXI Oppidana – Festival de Tunas Cidade da Guarda terá lugar, a partir das 21h30, no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG).

Estudantes_GRD_HS_ .JPG

Na tarde de amanhã, pelas 15h30, as tunas participantes vão realizar serenatas no Café-Concerto do TMG, com entrada livre.

As turnas que vão a concurso neste festival são a Desertuna-Tuna Académica da Beira Interior, a TAFDUP-Tuna Académica da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, anTUNIA-Tuna de Ciências e Tecnologia da Universidade de Lisboa e FAN-Farra Académica de Coimbra.

Os prémios a concurso são Melhor Estandarte, Melhor Serenata e Melhor Pandereta, entre outros, sendo o principal o Grande Prémio Oppidana (Melhor Tuna).

 

 

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publicado às 23:42

Rádio e Inteligência Artificial

por Correio da Guarda, em 22.03.24

 

A rádio continua a ter um papel fundamental na informação regional e, com distinta flexibilidade, na aproximação às pessoas; seja no meio urbano ou rural. Como já escrevemos noutra ocasião, essa proximidade dever ser incrementada cada vez mais, possibilitando uma constante auscultação de anseios, registando as perspetivas sociais, económicas e políticas, dando voz às pessoas, ampliando a informação, levantando novas questões e problemas; importa que a rádio (e a imprensa) não se circunscreva às agendas informativas institucionais.

Sabemos que o atual cenário, em vários planos, é de apreensão e de difíceis desafios para a comunicação social regional e, obviamente, para rádio em particular face ao crescendo de exigências legais. Aliás é estranho, ou talvez não, que na recente campanha eleitoral pouco ou nada se tenha ouvido sobre a crise que afeta a comunicação social; crise que alguns analistas consideram se possa repercutir na significativa redução do número de profissionais que trabalham nas rádios, mercê da implementação progressiva da inteligência artificial (IA) nas emissões diárias.

Rádio e Inteligência Artificial_.jpg

A Inteligência Artificial apresenta novos caminhos para mais eficiência e múltiplas vantagens ao nível da melhoria da programação e interação com os ouvintes; para além da automação das emissões radiofónicas a IA apresenta-se como forte apoio para produção de notícias, definição da sequência musical e de um conteúdo programático convidativo e diferenciado. Através de algoritmos e modelos automatizados a IA tem a capacidade de proceder à análise de uma enorme quantidade de informação, identificando padrões e desencadeando, consequentemente, procedimentos adequados.

O acompanhamento constante das atualizações e publicações nas redes sociais pode ser efetuado de uma forma rápida, detetando tendências e assinalando notícias e temáticas que podem interessar aos ouvintes, despertando assim a sua atenção. Através de software adequado podem ser produzidas mensagens para as redes sociais assim como conteúdos destinados a plataformas digitais que ampliam o trabalho da estação emissora. Como escreveu Cristiano Stuani, a IA “pode utilizar-se para produzir textos e conteúdos para as redes sociais, personalizar anúncios e analisar dados de audiência, ampliando o alcance da marca e oferecendo publicidade mais relevante e efetiva para os anunciantes”.

No último ano a Inteligência Artificial tem vindo a aumentar a sua presença e influência no mundo da rádio. Na Alemanha está já a funcionar, no âmbito de um projeto da Antenne Deutschland (AD), o canal Absolut Radio AI, que pode ser escutado em DAB +, sendo 100% produto da Inteligência Artificial. Com o recurso à tecnologia designada por Radio.Cloud é elaborada toda a programação, inserida a voz e definidos os intervalos musicais ou publicitários, apostando num auditório da faixa etária entre os 14 e 49 anos. O “animador de emissão” tem o nome de kAI. A diretora de programação da AD, Tina Zacher, afirmou a uma publicação da especialidade que as IA não irá substituir, nos próximos anos, os radialistas, mas “pode simplificar tarefas repetitivas, dando mais tempo para os profissionais da rádio serem criativos”.

O debate em torno das implicações da Inteligência Artificial no meio rádio é atual e necessário, bem como a necessidade de um melhor conhecimento da diversidade de aplicações disponíveis; ao nível da automação, utilização de voz, criação de cópias de conteúdos, novas fórmulas de atração de ouvintes. Acresce ainda a análise e clarificação das questões éticas, do impacto no emprego, da salvaguarda de direitos de autor e direitos conexos, da distinção de vozes criadas pela Inteligência Artificial.

Na área da indústria de equipamentos para radiodifusão não tem faltado quem argumente que o uso abusivo da Inteligência Artificial poderá criar situações indesejáveis; para outros ajudará a personalizar os conteúdos das emissões de rádio, a automatizar tarefas repetitivas e a melhorar a qualidade geral da programação. Sustentam, ainda, que a Inteligência Artificial pode viabilizar economia de tempo para as emissoras, ao assegurar conteúdos para os períodos da noite e madrugada, criando rapidamente podcasts e outros materiais de áudio online para sites. Aliás, ao nível da produção de podcasts, há empresas que perspetivam já para o corrente ano a disponibilização de tecnologia capaz de possibilitar a sua audição, por parte do público, na língua que pretendam. Naturalmente com as vantagens daí decorrentes e na expetativa de ampliação das mensagens publicitárias.

A utilização da inteligência artificial em novos equipamentos, produtos, serviços e inovações abre, assim, uma discussão ao nível político e ético, entre outras esferas de intervenção. Especialistas, nesta matéria, fizeram já notar a existência de questões legais sobre os direitos de propriedade e autoria de conteúdos criado por Inteligência Artificial; alertando também para a clarificação da forma como as emissoras podem proteger, legalmente, os conteúdos próprios.

Noutras perspetivas de análise, e sobre a problemática relativa à substituição dos animadores de emissão pela IA, é manifestada a opinião de que a Inteligência Artificial deve ser utilizada como ferramenta de ajuda à melhoria do fluxo de trabalho diário de apresentadores, programadores e jornalistas. Assim, é sublinhado que nesta matéria o grande benefício da IA, neste contexto, é assegurar as notícias locais e a identidade da emissora fora do horário normal de trabalho, quando ninguém está presencialmente; como sejam os períodos da noite ou em turnos de fim de semana. Daí que nomes conhecidos do mundo da indústria da rádio considerem que as aplicações de Inteligência Artificial, usadas pelas emissoras, vão preencher lacunas ao nível dos recursos humanos, não implicando a sua substituição; reforçam a vantagem de serem criados segmentos especiais em horários onde a presença do animador não está assegurada ou é inviável. Veja-se a realidade de tantas emissoras locais, mormente as sedeadas no interior de Portugal.

Espaços da programação onde podem pontuar as notícias locais, informação sobre as temperaturas e a previsão meteorológica ou, através de sistemas informáticos específicos, serem gerados podcasts sobre desporto, espetáculos culturais, tradições locais/regionais, roteiros turísticos, agenda de festividades.

Do outro lado no Atlântico, nos EUA, o RadioGPT (software com inteligência artificial vocacionado para a automatização das emissões de rádio) evoluiu já para um novo nível com o Futuri AudioAI, produzido pela Futuri Media, oferecendo uma presença em direto ao longo das 24 horas e durante todos da semana; garantindo, igualmente (e entre outras vantagens), a criação automática de podcasts e notícias para partilha.

A discussão sobre a importância, vantagens e perigos da Inteligência Artificial deve merecer a nossa melhor atenção. Embora se deva ter em conta que a IA pode ser um precioso auxílio dos profissionais da rádio (a par de uma ajuda importante na estratégia de conquista de novos públicos, da fidelização de ouvintes), não podemos esquecer a essência da Rádio.

A humanização deste meio de comunicação é fundamental e as pessoas não podem ser afastadas do processo evolutivo da Rádio, que continua a ter futuro, apesar dos múltiplos condicionalismos e desafios.

 

Hélder Sequeira

 

in O INTERIOR, 20mar2024

 

 

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publicado às 08:30

Redes colaborativas na defesa do património

por Correio da Guarda, em 21.03.24

 

A criação de redes colaborativas entre as autarquias, populações e academias com a diocese da Guarda da Guarda foi defendida pelo Presidente da Câmara Municipal do Fundão no decorrer da sétima edição dos “Itinerários do Sentir”, realizada no dia 16 de março em Alcongosta.

Esta iniciativa, sob “O património religioso numa comunidade aldeã: que sentires, que futuro?” foi dedicada à visitação ao património religioso de Alcongosta (Fundão), localidade integrada na diocese da Guarda.

Tratou-se de uma atividade desenvolvida pelo Município do Fundão no contexto da “Quadragésima – Tradições da Quaresma”.

Paulo Fernandes, Presidente da Câmara do Fundão, considerou que as redes colaborativas devem visar o “bem maior que é a inventariação, o estudo, a preservação e a divulgação do património religioso móvel, imóvel e imaterial.”

Nesta iniciativa, e a convite da organização, participou o Departamento do Património, Cultura e Turismo (DPCT) da diocese da Guarda que esteve representado pela sua Coordenadora.

Dulce Helena Borges deu a conhecer a estrutura do DPCT, as suas áreas de atuação e os objetivos que se pretendem atingir, tendo aludido à realização do Fórum Património, Cultura e Turismo realizado na Guarda, Covilhã e Seia, “como ação de sensibilização de párocos, investigadores e comunidades locais”.

Sessão em Alcongosta_DPCT.jpg

A Coordenadora do DPCT referiu também algumas das próximas ações que estão programadas pela referida estrutura diocesana.

No decurso desta iniciativa foi realçada, pelos diversos especialistas presentes, a importância do trabalho que o Departamento do Património, Cultura e Turismo da diocese da Guarda se propõe desenvolver, e agora “com mais este desafio do Sr. Presidente da Câmara Municipal do Fundão relativamente à implementação de redes colaborativas”, afirmou Dulce Helena Borges.

 

 

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publicado às 18:00

Festival de Tunas Cidade da Guarda

por Correio da Guarda, em 20.03.24

Copituna_guarda).JPG

Na Guarda vai decorrer no próximo sábado, 23 de março, o XXI Oppidana, organizado pela Copituna D’Oppidana, tuna masculina do Politécnico desta cidade.

O XXI Oppidana – Festival de Tunas Cidade da Guarda terá lugar, a partir das 21h30, no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG).

Na tarde de sábado, pelas 15h30, as tunas participantes vão realizar serenatas no Café-Concerto do TMG, com entrada livre.

As turnas que vão a concurso neste festival são a Desertuna-Tuna Académica da Beira Interior, a TAFDUP-Tuna Académica da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, anTUNIA-Tuna de Ciências e Tecnologia da Universidade de Lisboa e FAN-Farra Académica de Coimbra.

Os prémios a concurso são Melhor Estandarte, Melhor Serenata e Melhor Pandereta, entre outros, sendo o principal o Grande Prémio Oppidana (Melhor Tuna).

 

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publicado às 23:20

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