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Escultura contemporânea na Guarda

por Correio da Guarda, em 21.06.21

insta Campus.jpg

Campus de arte - HS.jpg

 

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publicado às 20:13

Falta de civismo...

por Correio da Guarda, em 20.06.21

 

Na cidade da Guarda existem diversos espaços de lazer, alguns dos quais usufruídos com menor frequência; quer por desconhecimento, quer pelo seu estado de conservação ou pela sua menor visibilidade.

Contudo, por parte de muitos prevalece a demonstração prática da falta de civismo e das mais elementares normas de educação. Sinais preocupantes a merecerem a devida atenção…

Anfiteatro BMEL.jpg

Anfiteatro da BMEL.jpg

Lixo.jpg

Guarda. Entre a BMEL e o Chafariz de Santo André. 

 

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publicado às 21:39

Pela Guarda...

por Correio da Guarda, em 19.06.21

Chafariz de Santo André - HS.jpg

Guarda. Chafariz de Santo André.

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publicado às 18:49

Revitalizar a tradição

por Correio da Guarda, em 18.06.21

 

Apesar dos conhecidos condicionalismos ainda existentes, há datas no calendário guardense que importa sublinhar de forma a não se perderem nas sombras do esquecimento…

Outrora, um dos cartazes de promoção da Guarda, durante largas décadas, foi a feira São João que desempenhava um eminente papel de dinamização económica e social, integrando um conjunto de certames com forte projeção regional.

A feira anual de São João, que ocorre no dia 24 de junho na Guarda, foi criada em 1255 por carta régia de D. Afonso III; este documento estabelecia, como assinalou a historiadora Virgínia Rau, que “devia começar oito dias antes da festa de S. João Baptista e durar quinze dias. Todos os que viessem à feira com as suas mercadorias estariam seguros e isentos de penhora durante trinta dias”.

No decorrer da segunda dinastia a feira de São João na Guarda continuava a registar grande importância e no século XV era costume os “criadores e lavradores de Castelo Branco e do seu termo levarem os gados da sua criação para venda na feira da Guarda”.

Será igualmente no decorrer desse século que se começa a desenhar uma evidente decadência das feiras no reino português, panorama a que não é estranho o novo mapa dos centros comerciais, no litoral, alimentados pelos descobrimentos; contudo, com maior ou menor impacto, elas sobreviveram; a feira de São João continuou a ser um destacado evento citadino.

Nos finais do século dezanove a cidade enchia-se, muitos dias antes de “grande quantidade de forasteiros”, e não faltavam, pelas principais artérias as “costumadas fogueiras com danças e cantos”.

O teatro, os concursos de gado e as touradas constituíam alguns dos pontos de atração do cartaz citadino, nesses dias de enorme agitação festiva e de muitas transações comerciais.

A viagem de comboio até à Guarda era incentivada com significativas reduções nos preços, oportunidade aproveitada por numerosas pessoas, que engrossavam a multidão de visitantes espalhados por todos os cantos da cidade.

Este quadro, festivo, comercial e religioso – componente que também não faltava – repetiu-se, com mais ou menos cambiantes, durante décadas, deixando um inquestionável impacto na vida da cidade.

Aliás, a própria Câmara Municipal da Guarda deliberou solicitar ao Governo, em julho de 1954, a “necessária autorização para considerar como feriado municipal do concelho da Guarda o dia 24 de junho de cada ano”.

Feira de São João na Guarda - Fot .jpg

O executivo municipal, de então, argumentava que os festejos de São João “desde tempos imemoriais atingem proporções de relevo”, sendo por isso considerado “dia festivo em toda a região”; por outro lado, a Câmara Municipal aduzia a realização da “importante feira anual de S. João, reputada a de maior expansão e amplitude da região por a ela acorrerem com os seus produtos e gados as populações de toda a região beirã e até transmontana”; as estas razões, acrescentava-se ainda a intenção de o dia passar a figurar no período das “futuras Festas da Cidade” da Guarda.

Caldo de Grão - Guarda  - Foto HS.jpg

Caldo de grão, um sabor tradicional muito apreciado

O médico e escritor Ladislau Patrício (o terceiro diretor do Sanatório Sousa Martins) anotava, numa das suas obras, que “nas vésperas do dia 24 de junho, noite e madrugada, é contínuo o formigueiro de feirantes, a pé, a cavalo, em carroças e em carros de bois, tropeçando nos calhaus soltos dos caminhos impérvios, ou batendo o macadame das estradas poeirentas e brancas”.

Ao longo das últimas décadas as tradicionais festividades, e animações, em homenagem a São João têm perdido o brilho e a movimentação de outrora, sobretudo em torno da feira que tem aquele santo popular como padroeiro.

Se é certo que na sociedade hodierna as motivações dos consumidores são de longe bem diferentes, mercê de múltiplos fatores, também é verdade que a Feira de São João (à semelhança de outras congéneres) poderia ter reconquistado uma nova afirmação no contexto regional, aplicadas que fossem as adequadas fórmulas e garantindo os apoios inerentes a uma realização com este perfil.

O contributo dado por atividades de recriação e animação da data referenciada devia ser repensado e retomado – logo que estejam dissipados este tempo de pandemia e de incerteza – com a devida a atempada preparação; iniciativas que podem e devem coexistir com o certame propriamente dito, proporcionando-lhe um espaço condigno e definitivo.

Salvaguardar certames que estão profundamente ligados às tradições citadinas, como é o caso da feira de São João, é evidenciar uma identidade – que não se fique apenas pelo tradicional e saboroso caldo de grão – e recuperar um cartaz que está ainda na memória de muitos; um cartaz a revitalizar num adequado equilíbrio de interesses de vendedores, consumidores e visitantes, articulando-o com novos projetos complementares e sequenciais no tempo, afirmando-o no conjunto de festividades/atividades que ocorrem habitualmente ao longo dos meses de junho e julho

Num quadro de diversidade e oferta de opções para quem nos procura ou visita está, certamente, uma das vias que podem abrir novos ciclos de desenvolvimento económico, social e turístico.

O futuro é já hoje. Ou seja, o seu planeamento é feito no presente, com objetivos claros e atitudes pragmáticas aferidas pelos interesses da comunidade. (Hélder Sequeira)

 

In O Interior, 17|junho|2021

 

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publicado às 21:19

Ao entardecer...

por Correio da Guarda, em 17.06.21

Ao entardecer - HS.jpg

 

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publicado às 21:41

Festival Seia Jazz & Blues

por Correio da Guarda, em 16.06.21

 

O Festival Seia Jazz & Blues terá lugar de 2 a 4 de julho, ao ar livre.

Coincidindo com o feriado municipal da cidade, o novo formato do festival combina música num cenário natural, o principal espaço arborizado da cidade, "sonoridades para apreciar em família ou com amigos", como refere a informação divulgada pelo município de Seia.

Festival Blues.jpg

 

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publicado às 23:50

Simpósio Internacional de Arte Contemporânea

por Correio da Guarda, em 15.06.21

 

Na  Guarda continua a decorrer, até 27 de junho, o V Simpósio Internacional de Arte Contemporânea da Guarda.

Esta é a programação agendada para os próximos dias.

Atividade SIAC.jpg

 

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publicado às 00:01

Pedro Pinto: Grupo de Emergência é um bom exemplo

por Correio da Guarda, em 14.06.21

 

“O Grupo de Emergência da Guarda (GEG) é um exemplo de que na Internet é possível ter grandes comunidades onde as pessoas se respeitam”. É o que afirma Pedro Pinto, impulsionador do GEG que conta hoje com perto de 38 mil seguidores.

Licenciado em engenharia informática e mestre em computação móvel, Pedro Pinto é administrador de sistemas no Centro de Informática do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), onde leciona várias unidades curriculares na área da tecnologia; especialista em Ciências Informáticas é administrador e autor do Pplware.com (site sobre tecnologia).

Defendendo uma cidadania ativa, Pedro Pinto afirma ao CORREIO DA GUARDA que “o voluntariado é a primeira linha de defesa contra a fragmentação social. Falar de voluntariado, é o mesmo que falar em exercício de cidadania, de solidariedade e em realização pessoal”.

GEG - Pedro Pinto - B .jpg

Como surgiu o Grupo de Emergência da Guarda (GEG) e quais foram os principais objetivos?

O Grupo de Emergência da Guarda surgiu num cenário de Emergência Mundial aquando da declaração de Estado de Pandemia por COVID-19. 

O objetivo, numa fase inicial, e sendo da área da tecnologia, passava por ajudar com o desenvolvimento de soluções digitais de apoio à população, às rádios, aos jornais e, em especial, à ULS da Guarda que é Hospital de segunda linha. 

Face à quantidade de informação falsa (fake news) que circulava, o grupo serviria também com um canal de comunicação fidedigna e de comunicação em massa.

 

O interesse das pessoas foi imediato? Acha que as pessoas estavam ávidas de informação?

Nas primeiras 24h o grupo “ganhou” 5 mil seguidores e de imediato se percebeu que havia uma enorme e responsável missão pela frente! 

Tal como a COVID-19, nos primeiros dias o grupo teve um crescimento/adesão exponencial. Como analogia, o “passa a palavra” funcionou quase como o contágio do vírus. Em menos de uma semana o grupo já tinha ultrapassado os 17 mil seguidores e tinha mais de 8 mil comentários.

Atualmente o grupo tem mais de 37 mil seguidores, sendo seguido por pessoas de mais de 70 países.

Talvez esta enorme adesão e procura por informação fidedigna se devesse ao medo e obviamente à necessidade de estar bem informado para serem tomadas as decisões mais acertadas.

 

Pedro Pinto - a.jpg

No início foi difícil gerir os comentários e a opinião de informações contraditórias, nomeadamente ao nível das regras e cuidados de segurança ou prevenção?

O meu grande desafio no início foi conseguir a confiança dos seguidores. Algumas pessoas já me conheciam de outros projetos e pessoalmente, mas outras certamente não.

Penso que todos perceberam de imediato que teríamos de estar unidos e que o grupo serviria como canal de comunicação para a união, para se obter informação importante da região, do país e do mundo e para se esclarecerem dúvidas.

Na verdade, era (e continuo a ser) apenas mais um no grupo, com uma responsabilidade acrescida.  A título de curiosidade, o Grupo de Emergência tem mais de 180 mil comentários, cerca de 3100 publicações, já foram realizados perto de 100 diretos, mais de um milhões de reações.

 

Houve algum caso especial, por parte dos seguidores, que mais o tivesse sensibilizado?

O Grupo de Emergência da Guarda é um exemplo de que na Internet é possível ter grandes comunidades onde as pessoas se respeitam.

No geral é um grupo onde o debate é saudável e para os qual os seguidores têm contribuído imenso. A eles o meu enorme obrigado por estarem sempre presentes neste projeto.

 

Como foi a reação das entidades a este projeto? Perceberam o interesse e o impacto informativo que estava a assumir?

Mesmo sendo um projeto com o objetivo claro de ajudar e de unir as pessoas nesta pandemia (e não só), há sempre quem estranhe e duvide das intenções…mas o Grupo de Emergência da Guarda, que é um grupo de solidariedade digital é apenas e só isso.

A isto chama-se Cidadania Ativa e pode ser feito por qualquer pessoa. O voluntariado é a primeira linha de defesa contra a fragmentação social. Falar de voluntariado, é o mesmo que falar em exercício de cidadania, de solidariedade e em realização pessoal (Dohme, 1998).

Eu tinha a vantagem de ter a experiência do projeto Pplware.com, que me ajudou desde o início na definição deste projeto.

Como referi, o grupo nasceu para ser uma ajuda nesta pandemia e tem tido desde o início uma enorme aceitação por parte de todos.

 

Qual o número horas, em média, por dia que dedica à manutenção dos conteúdos do GEG?

No início foi complicado. Muitas horas a “estudar” sobre a pandemia, muitas horas a preparar informação, muitas horas a analisar e a preparar elementos gráficos, etc.

Reduzi nas horas de sono e no convívio com amigos e com família (a quem eu peço sempre desculpa). 

Atualmente a gestão é diferente apesar de tudo ser igualmente feito com o mesmo empenho, dedicação e muita responsabilidade. Pesquiso, continuo a “estudar” a pandemia, faço contactos para diretos, valido sempre toda a informação, atualizo tabelas e gráficos, etc. Acompanho a par e passo o evoluir da situação pandémica na região, no país e no mundo e estou sempre disponível para ajudar quem precisar.

 

O atual número de seguidores ultrapassou as suas expetativas?

O número de seguidores ultrapassou as expetativas logo no primeiro dia. Atualmente, com mais de 37 mil seguidores, acho que todos nos devemos sentir orgulhosos com o alcançado.  O grupo pode crescer muito mais… e irá crescer.

Independentemente do número de seguidores, o grupo mantém a mesma filosofia desde o primeiro dia. Cada palavra que escrevo é pensada e repensada. As mensagens são claras, concisas e esclarecedoras. Não podem existir frases ou ideias que deixem margem para dúvidas. É verdade que as mensagens nem sempre são positivas, mas acredito que já estivemos bem mais longe do fim desta pandemia. Temos de acreditar e continuar a ter em conta todas as medidas de proteção da DGS.

 

Qual a origem geográfica do maior número de seguidores?

O Grupo de Emergência da Guarda tem seguidores de quase todo o mundo. O maior número de seguidores pertence ao distrito da Guarda, mas também muita gente do distrito de Viseu, em especial de Castro Daire, ou não fosse eu um castrense. 

No TOP 5 das cidades está (por ordem decrescente): Guarda, Lisboa, Seia, Gouveia e Trancoso. Ao nível dos países encontramos além de Portugal, a França, Suíça, Brasil e Espanha. Mas há seguidores da Índia, do Congo, da Ucrânia, Mali, Qatar, etc.

 

Permanece ainda a equipa inicial do GEG?

A equipa do Grupo de Emergência da Guarda são todos aqueles que ajudam e inspiram o projeto. Um agradecimento especial à Carla Fantasia pela enorme e importante ajuda e, também, ao Rui Badana e ao Micael Pires pela produção de todos os elementos gráficos.

Pedro PINTO.png

Houve também a preocupação, que foi visível, de centrar a atenção das pessoas sobre a sua realidade circundante, valorizando locais, paisagens e monumentos. A fotografia do país real ajudou a consolidar o GEG?

Sem dúvida. Tem sido um desafio mostrar às pessoas que à sua volta (tão perto) há lugares espetaculares, seguros e muito lindos. A nossa região é uma das mais belas do país onde temos de tudo. Há tanto para ver, usufruir e fotografar, podendo e devendo cada um ser embaixador destes territórios inspiradores. 

Com as redes sociais, a fotografia ganhou ainda mais destaque. Rapidamente podemos mostrar ao mundo a beleza que estamos a ver, o nosso enquadramento na paisagem e os detalhes que queremos destacar.

 

Os diretos feitos, e a diversidade de intervenientes, contribuíram para projetar este projeto? Quais as personalidades que gostaria de destacar e porquê?

Todos os intervenientes contribuíram para alavancar este projeto. A todos os que já passaram pelo Grupo de Emergência o meu muito obrigado pela disponibilidade e por todo o conhecimento trazido ao grupo.

Penso que todos foram importantes e todos merecem esse destaque.

 

Este projeto é para continuar ou vai ser reajustado? Em que moldes?

O Grupo de Emergência da Guarda irá continuar, não se esgotará com a pandemia.

Aliás, a pandemia não irá certamente acabar quando se controlar o vírus à escala mundial. Haverá muitos desafios sociais, muitas mudanças… e será necessário reerguer e ajustar tudo o que o vírus derrubou.

Do grupo podem contar sempre com a mesma responsabilidade, com informação fidedigna e a disponibilidade para ajudar todo o distrito e quem mais precise.

 

 

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publicado às 12:00

António Bogas promovido a oficial general da GNR

por Correio da Guarda, em 13.06.21

 

Por decreto do Presidente da República, de 11 de junho, foi confirmada a promoção ao posto de Brigadeiro-General do Coronel Tirocinado de Administração Militar António Manuel de Oliveira Bogas, natural do Sabugal.

Esta confirmação surge na sequência do parecer de 4 de dezembro de 2020 do Conselho Superior da Guarda Nacional Republicana e do despacho de aprovação da promoção do Ministro da Administração Interna de 12 de maio de 2021.

De referir que António Bogas (que estudou na cidade da Guarda) é o primeiro oficial general do quadro permanente da Guarda Nacional Republicana.  Ao que apurou o CORREIO DA GUARDA, amanhã, dia 14 de junho, terá lugar a imposição de platinas e na terça, 15 de junho, ocorrerá a cerimónia de entrega da espada, a qual será presidida pelo Primeiro-Ministro, António Costa.

António Bogas - GNR - .jpg

Este sabugalense tinha já terminado em 30 de julho de 2020, no Instituto Universitário Militar, o Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) 2019/2020;  o curso, iniciado em outubro de 2019 contou pela primeira vez com a presença de 3 coronéis da Guarda Nacional Republicana,

Formado na Academia Militar (AM), António Bogas é dos primeiros coronéis que, pertencentes à Guarda Nacional Republicana, passam a generais.

Assim que terminou o seu curso de Administração Militar na AM, e mercê da excelente classificação, foi logo chamado para o Quartel-General da Guarda Nacional da GNR, no Carmo (Lisboa).

António Bogas estava até agora no Comando da Administração e Recursos Internos da GNR, onde chefiava a Direção de Recursos Financeiros.

O novo general da GNR é um profundo conhecedor desta força de segurança, onde tem feito uma brilhante carreira, tendo passado por várias unidades da Guarda Nacional Republicana como responsável da área financeira e logística (esteve, nomeadamente, na ex-Brigada nº 4 da GNR, que englobava os distritos da Guarda, Viseu, Castelo Branco, Coimbra e Aveiro).

António Bogas foi também docente na Academia Militar e no Instituto Universitário Militar, tendo também desempenhado funções na Escola da Guarda (GNR) em Queluz, como diretor de cursos e chefe do Núcleo de Formação e Ensino.

 

 

 

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publicado às 22:14

Postais da Guarda...

por Correio da Guarda, em 12.06.21

Guarda - Escola Adães Bermudes.jpg

 

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publicado às 12:00



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