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Covid 19: novas medidas restritivas

por Correio da Guarda, em 31.10.20

 

Um Conselho de Ministros extraordinário, hoje realizado, decidiu novas medidas restritivas para controlar o aumento de casos de covid-19 em Portugal. Assim, e como anunciou António Costa, ao final da tarde, vai ocorrer o confinamento parcial em concelhos com mais de 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

Mapa.jpg

Fornos de Algodres, Guarda, Pinhel e Trancoso são os concelhos do distrito que integram esta lista de risco. As medidas decididas pelo Governo entram em vigor no próximo dia 4 de novembro e englobam:

-  o dever de permanência no domicílio, devendo os cidadãos abster-se de circular em espaços e vias públicas, bem como em espaços e vias privadas equiparadas a vias públicas, exceto para o conjunto de deslocações já previamente autorizadas, às quais se juntam as deslocações para atividades realizadas em centros de dia, para visitar utentes em estruturas residenciais para idosos, unidades de cuidados continuados integrados da Rede Nacional de Cuidados Integrados ou outras respostas dedicadas a pessoas idosas, bem como as deslocações a estações e postos de correio, agências bancárias e agências de corretores de seguros ou seguradoras e as deslocações necessárias para saída de território nacional continental; como regra, que todos os estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços, bem como os que se encontrem em conjuntos comerciais, encerram até às 22h00;

– o encerramento dos restaurantes até às 22h30;

– prever-se que o presidente da Câmara Municipal territorialmente competente possa fixar um horário de encerramento inferior ao limite máximo estabelecido, mediante parecer favorável da autoridade local de saúde e das forças de segurança;

– a proibição da realização de celebrações e de outros eventos com mais de cinco pessoas, salvo se pertencerem ao mesmo agregado familiar;

– a proibição da realização de feiras e mercados de levante;

– a possibilidade de realização de cerimónias religiosas, de acordo com as regras da Direção Geral da Saúde;

– a obrigatoriedade de adoção do regime de teletrabalho, independentemente do vínculo laboral, sempre que as funções em causa o permitam, salvo impedimento do trabalhador.

COVID 19.jpg

 

 

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publicado às 20:54

Apresentação de livros

por Correio da Guarda, em 31.10.20

 

A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço BMEL), na Guarda, tem agendada para os meses de novembro e dezembro a apresentação de sete livros, com a presença dos seus autores.

Assim,  o livro “Neste sonho que sou de mim”, de Fernando Carmino Marques, será apresentado no próximo dia 11 de novembro (18h00); “A Ira do Pelicano”, de Carlos Carvalheira, no dia 13 de novembro (18h30); “Escola Secundária Afonso de Albuquerque - 50 anos na Mata Municipal”, de vários autores, no dia 19 de novembro (18h00); “O bisavô”, de Maria João Lopo de Carvalho, no dia 28 de novembro (16h00); “O verso do sofrimento”, de Kevin Fernandes, dia 4 de dezembro (18h00); “O avô tem uma borracha na cabeça”, de Rui Zink, no dia 11 de dezembro (18h00) e, por fim, “O guarda chuva mágico”, de Ana Isabel Martins “, no dia 12 de dezembro (16h00).

O Bisavô - Romance - foto Helder Sequeira.jpg

 

Há ainda a destacar na programação da BMEL a conferência “Cine, música y mito en las poetas de la otra sentimentalidade”, pela investigadora e ensaísta, María Payeras Grau,  a ter lugra no dia 20 de novembro, às 18h00. Uma iniciativa que integra o Ciclo de Conferências Internacionais “A Europa dos Escritores” iniciado em 2019.

A  programação da BMEL oferece à comunidade diversificadas propostas culturais à volta do livro e da leitura, nomeadamente exposições, instalações, contos, visitas guiadas, oficinas, dança e leituras encenadas. Nesse contexto, a agenda da Biblioteca tem início com uma sessão de poesia baseada nos poemas de Manuel António Pina, intitulada de “Voz Alta”, por Alexandre Gonçalves, dia 5 de novembro, às 18h00. Uma atividade que resulta de uma parceria CMG/BMEL e CFAD, no âmbito da literacia.

No dia 21 de novembro a BMEL proporciona mais uma tarde de sábado às famílias com crianças dos 3 aos 12 anos, com o conto e oficina “Coração Contador” e “Conta Tu! Oficina de imaginação e expressão”, por Rita Sineiro. A atividade tem início às 15h30, sendo o seu objetivo exercitar a imaginação e a expressão oral ou escrita, trabalhando ao mesmo tempo a confiança da criança na sua faceta criativa.

Em dezembro há ainda lugar para mais duas sessões da iniciativa dirigida às famílias, “Em família…na biblioteca”. São elas: um espetáculo de dança-teatro “Corpo-Mapa-Livro”, por Marina Nabais, que parte do livro enquanto objeto específico e como indutor de experiências transformadoras do corpo, dia 5, às 15h30 e o espetáculo de leitura encenada “Viagem de Natal”, por Estórias com Asas no dia 19 de dezembro, também às 15h30. Ambos os espetáculos carecem de inscrição prévia.

 

Fonte: CMG

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publicado às 15:12

Camilo Castelo Branco

por Correio da Guarda, em 30.10.20

Camilo Castelo Branco - Pinhel - pb  - hs.jpg

Camilo Castelo Branco. Escultura em Pinhel.

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publicado às 13:00

 

A partir de ontem é obrigatório o uso de máscara para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas, em todo o território nacional, sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável.

 

Máscara - Covid19 foto HS .jpg

 

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publicado às 22:27

TMG deu a conhecer nova programação

por Correio da Guarda, em 28.10.20

 

Na nova programação do Teatro Municipal da Guarda (TMG) para os meses de novembro e dezembro um dos destaques vais  para o espetáculo Amália por Cuca Roseta, aquando da passagem do 821º aniversário da cidade.

Como deu a conhecer o TMG, vai haver  um menor número de atividades devido às contingências da COVID-19 por forma a cumprir todo o protocolo de higiene e segurança para público, artistas e trabalhadores, com base nas regras da DGS e por isso mantém-se as regras de lotação de 50% das salas, bem como todas as regras de distanciamento, higienização, etiqueta respiratória e uso obrigatório de máscara.

Programação do TMG.jpg

No que toca a esta nova programação, para além do destaques já referido, de realçar ainda em novembro a continuação do Síntese – Ciclo de Música Contemporânea da Guarda com o projeto de percussão ILLUD de Nuno Aroso a 19 de novembro e com o quarteto Collective Levemusic a 28 de novembro e ainda o 'Concerto Para uma Árvore' e '7 Filmes Para um Mundo Novo' do músico Fernando Mota para ver e ouvir a 18 de novembro no Pequeno Auditório. Ainda em novembro, no dia 13, a companhia Ballet Teatro apresenta o espetáculo '10 – Paisagens, máquinas e animais' com direção e coregrafia de Né Barros.

Ainda em novembro, em reposição da Agenda de abril, vai estar o concerto dos First Breath After Coma no Grande Auditório, dia 21 de Novembro e também, numa parceria com o CineClube da Guarda, a celebração do centenário do nascimento do realizador italiano Federico Fellini com a os filmes: Os inúteis a 24 de novembro; e A estrada, a 25 de novembro.

Já em dezembro, destaque para a estreia da nova produção do Teatro do Calafrio 'O Asno de Ouro – Metamorfoses' com encenação de Luciano Amarelo, numa co produção com o TMG, nos dias 10, 11 e 12. Em reposição estará a estreia do documentário de António Lopes sobre cinema nas aldeias, intitulado 'Cinema em movimento' a 15 de dezembro. Uma iniciativa assinala também as comemorações dos 15 anos do TMG que se celebram em 2020. Também em reposição da agenda de abril e no âmbito do aniversário do Teatro: a Apresentação do Livro dos 15 Anos do TMG à qual se segue um concerto com Rui Correia e Ricardo Torrão no dia 17 de dezembro.

De sublinhar ainda o programa Incentivart que continua, nesta agenda com a Residência Artística em escultura do artista plástico Daniel Gamelas, entre 9 e 25 de novembro e com exposição posterior no Foyer do Grande Auditório e ainda a oficina de Fotografia: 'Analógica 15' de Ana Couto e Miguel Silva a 14 de novembro no Famílias ao teatro e a exposição com o mesmo nome entre 17 de novembro e 22 de janeiro de 2021 no Café concerto do TMG; e com a residência artística e estreia da nova peça do Calafrio que já referimos.

Recorde-se que o Projeto Incentivart é uma incubadora de projetos artísticos cujo objetivo é desafiar os artistas do concelho a desenvolver trabalhos nas mais variadas áreas artísticas como as artes plásticas, dança, música, teatro, literatura, fotografia.

A programação pode ser consultada aqui.

 

Fonte: CMG

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publicado às 23:53

Manteigas dinamiza produção regional

por Correio da Guarda, em 27.10.20

 

A Câmara Municipal de Manteigas apresentou na manhã de ontem, dia 26 de outubro, um Marketplace para unir todos os negócios locais na mesma plataforma de venda digital.

Município de Manteigas apresenta Marketplace 01.j

A ideia, que será lançada dentro de um mês, junta serviços, comércio, restauração e hotelaria locais. Comprar produtos regionais, procurar um artesão, aceder a promoções, a restaurantes ou alojamentos, será possível através da plataforma.

De acordo com a informação divulgada pelo município de Manteigas,  pretende-se ainda, "para além da dinamização da produção regional, formar digitalmente os comerciantes de ferramentas que lhes permitam aceder à plataforma, colocar os seus produtos e gerir as suas marcas individualmente. Se não pode ir até Manteigas, Manteigas vai até si."

 

 

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publicado às 12:45

Anta

por Correio da Guarda, em 26.10.20

Anta - Pêra do Moço - HS.jpg

Anta de Pêra do Moço (Guarda). Junto à EN 221, entre os cruzamentos para Martianes e Guilhafonso, perto da povoação de Pêra do Moço. Anta erguida em pleno Neo-Calcolítico.

 

 

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publicado às 00:01

Uma rainha na Guarda...

por Correio da Guarda, em 25.10.20

 

Um pouco na linha daquilo que escrevemos em anteriores apontamentos, hoje não poderíamos deixar passar em claro uma personalidade com emblemática ligação à Guarda. Referimo-nos a D. Amélia de Orléans, última rainha de Portugal, falecida a 25 de outubro de 1951.

Esta cidade deve-lhe um dos seus principais ex-libris, de que hoje, infelizmente, restam simbólicas e degradadas estruturas arquitetónicas, denunciadoras do desleixo e indiferença das entidades competentes

O Sanatório Sousa Martins ficará perenemente ligado a D. Amélia pelo relevante papel que teve na sua criação; empenhada nas causas sociais, esta rainha dispensou particular atenção aos mais desfavorecidos, sendo, aliás, particularmente significativo o facto de o pavilhão destinado aos doentes mais pobres ostentar o seu nome.

Maria Amélia Bourbon e Orléans nasceu em Twickenham, arredores de Londres em 28 de setembro de 1865 (curiosamente o futuro marido, D. Carlos, nasceu também no mesmo dia, dois anos antes).

A filha mais velha de Filipe de Orleans (conde de Paris e chefe da Casa Real de França) e de Isabel de Montpensier, que se encontravam (à altura) exilados em Inglaterra, apenas foi viver para França no ano de 1871.

Nos anos seguintes, Amélia de Orléans viajou com frequência e frequentou os principais palácios das monarquias europeias; personagem culta, apreciava o teatro, a ópera, a pintura e a leitura, convivendo, em Paris, com os escritores mais eminentes da época. Em 1886 conheceu D. Carlos, herdeiro da coroa portuguesa, de quem veio a ficar noiva, nesse mesmo ano; o casamento ocorreu em 22 de maio, em Lisboa, onde cedo manifestou as suas preocupações face ao flagelo da denominada “peste branca”.

Rainha D. Amélia.jpg

Eça de Queirós definiu-a como “senhora de grande e dedicada esmola. E a sua esmola não baixa majestosamente do trono, numa salva, entre alabardeiros. Ela própria a leva, sob um véu espesso, a todos os recantos (...); ama a caridade racional, que se organiza, se arma em instituição, derrama o bem por estatuto”. A sua atenção às questões culturais manifestou-se por diversas formas sendo a criação do Museu dos Coches Reais, em 1905, uma das mais expressivas traduções dessa postura.

Amélia de Orléans viveu em Portugal entre 1886 e 1910, num período social e politicamente muito complexo, em que soube superar muitas contrariedades e definir uma estratégia de auxílio às camadas sociais com menores recursos. A Assistência Nacional aos Tuberculosos, de que o Sanatório da Guarda foi a primeira unidade hospitalar, constituiu, nesta matéria, uma das obras mais marcantes da intervenção social da Rainha D. Amélia.

Para a tuberculose como para outros tantos males, há meios na ciência para, se não os conjurar, ao menos diminuir os seus estragos e remediar os seus efeitos”, como afirmou, em 1900, numa das suas intervenções públicas. Na cruzada contra a tuberculose, a Rainha procurou, por vários meios, canalizar recursos financeiros para combater a doença; a receita da venda do livro “O Paço de Sintra”, escrito a seu pedido pelo Conde de Sabugosa, e que foi ilustrado com desenhos feitos por D. Amélia, foi um dos muitos contributos para essa causa, em relação à qual o Sanatório da Guarda se afirmou verdadeiro baluarte.

A Rainha D. Amélia, acompanhada pelo Rei D. Carlos, veio à Guarda em 18 de maio de 1907, aquando da inauguração do Sanatório a que atribuiu, como homenagem, o nome do médico Sousa Martins (que falecera em 1897, e de quem já falamos neste jornal em anteriores edições).

A vida da Rainha ficou tristemente marcada pelo regicídio ocorrido, em Lisboa, em 1 de fevereiro de 1908, de que resultou a morte do Rei D. Carlos e do herdeiro D. Luís Filipe, Príncipe da Beira; com a aclamação de D. Manuel II, como Rei de Portugal, a 6 de maio de 1908, D. Amélia passou a colaborar nos atos da governação.

Em julho de 1910, a Rainha, na qualidade de Presidente da ANT, veio de novo à Guarda, numa visita, muito discreta, ao Sanatório e à filha do Conde de Tarouca, que ali estava internada.

Implantada a República, em 5 de outubro de 1910, a Rainha D. Amélia foi forçada ao exílio; começa por se instalar em Woodnorton (Inglaterra), residência do irmão, e em janeiro de 1911 passou a viver em Richmond Hill. No verão de 1921 mudou-se para França; a nova residência situava-se em Chesnay (nas proximidades do Palácio de Versalhes), numa mansão designada por Château de Bellevue.

Em 1939 foi convidada por Salazar para vir para Portugal, mas a Rainha não aceitou e passou os anos da segunda guerra mundial em França, onde não esqueceria as suas ligações ao nosso país, tendo hasteado mesmo a bandeira portuguesa na sua residência. Seis anos depois, em maio de 1945, veio a Portugal e foi recebida de forma apoteótica; entrou na fronteira de Vilar Formoso a 17 de maio de 1945, na véspera de se comemorarem trinta e oito anos após a inauguração do Sanatório Sousa Martins.

A Rainha D. Amélia faleceu, em Chesnay (Versalhes) na manhã de 25 de outubro de 1951; o seu corpo seria transladado para Portugal, em março de 1952, tendo ficado no Panteão Nacional.

A Câmara Municipal da Guarda decidiu, a 5 de Dezembro de 1951, atribuir o nome da última rainha de Portugal ao troço da estrada nacional nº 18 que ladeava o Sanatório e o extremo da Rua Batalha Reis; dois anos depois, a autarquia guardense deliberou proceder à eletrificação da referida avenida, junto à qual, no interior de cerca daquele sanatório, foi inaugurado - a 31 de Maio de 1953 - o Pavilhão Novo (bloco da Unidade Local de Saúde que ladeia a Avenida Rainha D. Amélia).

Ao evocarmos a efeméride a que aludimos anteriormente, estamos a relembrar um importante período da história da Guarda e a projeção alcançada por esta cidade no plano nacional e internacional. 

                                                                                                                Hélder Sequeira

 

 

 

 

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publicado às 00:01

Arte de rua

por Correio da Guarda, em 24.10.20

Pinhel - Arte de Rua - HS.jpg

Pinhel. Arte de rua.

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publicado às 23:24

Jornadas sobre Turismo Sustentável

por Correio da Guarda, em 23.10.20

 

Nos próximos dias 4 e 5 de novembro vão decorrer as VI Jornadas da Rede das Cartas Europeias de Turismo Sustentável (CETS) de Espanha e Portugal, inicialmente agendadas para  março de 2020 e adiadas para novembro devido às medidas de confinamento decorrentes do Covid-19.

As VI Jornadas da Rede das CETS de Espanha e Portugal são promovidas pelo Município do Sabugal, em parceria com a EUROPARC Espanha e Federação EUROPARC, contando ainda com a colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas/Reserva Natural da Serra da Malcata, Municípios de Almeida e Penamacor e ‘Soy Ecoturista’ – Associação de Ecoturismo em Espanha.

JORNADAS sobre Turismo Sustentável.jpg

Inicialmente pensadas como umas jornadas presenciais, a organização optou agora por uma realização online, nos dias 4 e 5 de novembro, dada a evolução crescente da pandemia em ambos os países.  As Jornadas da Rede das Cartas Europeias de Turismo Sustentável  são um evento online gratuito, mas o registo é obrigatório aqui.

De acordo com a organização, esta é uma iniciativa das áreas protegidas e/ou classificadas espanholas e portuguesas que têm obtido esse reconhecimento e pretendem favorecer a comunicação entre os atores implicados no projeto e potenciar as ações e o trabalho em Rede ao nível da Península Ibérica. A sua organização é alternada entre Portugal e Espanha e conta com o apoio da Secção Espanhola do EUROPARC- Federação Europeia de Parques. Constituem a Rede um total de 37 áreas protegidas e/ou classificadas, 29 em Espanha e 8 em Portugal.

A CETS é um galardão atribuído pelo EUROPARC aos destinos turísticos baseados numa Área Protegida e/ou Classificada e ao seu entorno, que desenvolveram um trabalho de planeamento turístico do seu território, com base em princípios de sustentabilidade e seguindo uma metodologia participativa de envolvimento ativo dos parceiros locais.

Os insteressados podem fazer a sua inscrição e obter mais informações aqui.

 

 
 
 

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publicado às 12:45

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