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Apontamento fotográfico

por Correio da Guarda, em 30.06.20

Linhares da Beira - foto HS -.jpg

Linhares da Beira

 

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publicado às 17:45

Recolha de sangue

por Correio da Guarda, em 29.06.20

Recolha de sangue.jpg

Na Guarda vai decorrer, no próximo dia 6 de julho, uma ação de recolha de sangue, no horário das 10 às 13 horas e das 1h.30 às 19 horas.

“Dado o significativo aumento de dadores, a equipa multidisciplinar do Instituto Português do Sangue e Transplantação de Coimbra, decidiu alargar o número de recolhas na cidade da Guarda. Assim, a partir de julho, as recolhas passam a ser feitas não uma, mas duas vezes por mês”, refere uma nota informativa da ULS da Guarda.

Atendendo aos procedimentos adotados perante a COVID-19 e de forma a garantir a segurança de todos, o Conselho de Administração da ULS da Guarda em parceria com Instituto Português do Sangue e Transplantação de Coimbra “decidiram solicitar a colaboração do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) para que as próximas recolhas de sangue (habitualmente efetuadas no Hospital Sousa Martins) sejam efetuadas nas instalações do IPG”.

Idêntica ação está agendada para o dia 20 de julho, no mesmo horário, no edifício dos Serviços Centrais do Politécnico da Guarda.

 

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publicado às 18:06

Feira de São João na Guarda

por Correio da Guarda, em 23.06.20

Na cidade da Guarda vai ter lugar amanhã, 24 de junho, a tradicional feira anual de São João. Este certame decorrerá no recinto da feira, ao ar livre, que ladeia a avenida Cónego Álvaro Quintalo.

A Câmara Municipal da Guarda alerta para a necessidade de serem seguidas as normas de distanciamento social recomendadas, lembrando, ainda, que é obrigatório o uso de máscara no recinto.

FEIRA.jpg

A feira anual de São João, que ocorre no dia 24 de Junho na Guarda, foi criada em 1255 por carta régia de D. Afonso III; este documento estabelecia, como assinalou a historiadora Virgínia Rau, que “devia começar oito dias antes da festa de S. João Baptista e durar quinze dias. Todos os que viessem à feira com as suas mercadorias estariam seguros e isentos de penhora durante trinta dias”.

Esta feira , embora num contexto social e económico bem diferenciado, foi perdendo ao longo do tempo a projeção que alcançou no passado. Recordemos que, nos finais do século dezanove, esta cidade recebia, muitos dias antes, “grande quantidade de forasteiros”, e não faltavam pelas principais artérias as “costumadas fogueiras com danças e cantos”.

 O teatro, os concursos de gado e as touradas constituíam alguns dos pontos de atração do cartaz citadino nesse período de enorme agitação festiva e de muitas transações comerciais.

Nessa época,  a viagem de comboio até à Guarda era incentivada com significativas reduções nos preços, oportunidade aproveitada por numerosas pessoas que engrossavam a multidão de visitantes espalhados por todos os cantos da cidade. Este quadro, festivo, comercial e religioso – componente que, obviamente, também não faltava – repetiu-se, com mais ou menos cambiantes, durante largos anos, deixando um inquestionável impacto na vida da Guarda.

A Câmara Municipal, aliás, deliberou, em Julho de 1954, solicitar ao Governo a “necessária autorização para considerar como feriado municipal no concelho da Guarda o dia 24 de Junho de cada ano”. O executivo municipal argumentava que os festejos de São João “desde tempos imemoriais atingem proporções de relevo”, sendo por isso considerado “dia festivo em toda a região”.

  Por outro lado, a autarquia guardense aduzia a realização da “importante feira anual de S. João, reputada a de maior expansão e amplitude da região por a ela acorrerem com os seus produtos e gados as populações de toda a região beirã e até transmontana”; as estas razões, acrescentava-se, ainda, a intenção de o dia passar a figurar no período das “futuras Festas da Cidade” da Guarda. (Hélder Sequeira)

 

 

   

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publicado às 14:21

Feira de Antiguidades regressa em julho

por Correio da Guarda, em 19.06.20

Antiguidades - Fot Helder Sequeira - hs.jpg

No próximo dia 5 de julho regressa à Guarda a Feira de Antiguidades e Colecionismo, promovida pelo município guardense.

Esta iniciativa, a realizar no primeiro domingo de cada mês, integra o cartaz de verão da Câmara Municipal da Guarda dos últimos anos, tendo como objetivo a dinamização a cidade, incentivando visitantes e colecionadores de toda a região.

De acordo com informação divulgada pela Câmara Municipal da Guarda, a organização (devido ao período sensível que vivemos derivado da Pandemia por COVID- 19), implementou regras para vendedores e visitantes no local, em consonância com as normas de segurança e distanciamento social estabelecidas pela Direção Geral de Saúde

Assim, esta iniciativa fica sujeita ao cumprimento do distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas e dentro do recinto é o obrigatório o uso de máscara, ou viseira, tanto pelos vendedores como pelos consumidores.

O atendimento, por sua vez, deverá ser feito de forma organizada, limitado a um consumidor de cada vez, respeitando as regras de higiene e segurança. Os vendedores terão para disponibilização aos clientes, solução antisséptica de base alcoólica.

As restantes edições da Feira de Antiguidades e Colecionismo terão lugar a 2 de agosto, 6 de setembro e, a última, a 4 de outubro.

 

 

 

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publicado às 23:54

Assumir atitudes solidárias

por Correio da Guarda, em 18.06.20

 

Como escrevemos no nosso último apontamento, vivemos uma conjuntura muito especial que exige respostas adequadas, pragmatismo e eficácia das decisões.

Numa região com múltiplos problemas por resolver, e projetos retidos ou atrasados por incapacidade financeira (e outros motivos…), o bom senso aconselha que não se continue a privilegiar a agenda pessoal/política em detrimento dos reais interesses da comunidade.

Esta tem de ser uma época de convergência de esforços e não de jogos políticos, afirmação de poder, preocupação de ocupação/manutenção de cargos, de exacerbada agitação de bandeiras partidárias; sem negar a militância ideológica, o diálogo deve ser, mais do que nunca, uma prática quotidiana, estabelecendo pontes e criando os consensos possíveis, rentabilizando todos os contributos válidos para ultrapassarmos a situação atual, com os olhos no futuro.

Ainda que os calendários eleitorais comecem a dar o mote para o desenvolvimento de estratégias políticas, é fundamental que se continue a pensar no bem-comum, no desenvolvimento harmonioso, na qualidade de vida das populações, no eficaz funcionamento dos serviços, nas melhores e céleres respostas às justas reivindicações de uma região que deve aproveitar a onda de desconfinamento como uma nova oportunidade para ser (re)visitada, valorizada, desenvolvida.

Nem a anormalidade dos últimos meses e as consequências que se fizeram sentir em termos pessoais, profissionais, económicos e sociais suscitaram uma notória mudança de atitude e conscienciosa reflexão sobre os caminhos a seguir, num envolvimento empenhado e coletivo.

Como se tem percebido, há (no contexto regional, nacional e internacional) cortinas que procuram esconder realidades, a verdade dos factos, as intenções que estão na penumbra das afirmações públicas, ampliadas pelos mais variados meios, mormente nas redes sociais.

Estas estão a tornar-se numa autêntica selva de contradições, palco de distorção dos acontecimentos, elevação da mediocridade, erupção de baixos instintos e ódios, cadafalso de valores humanos e morais. É óbvio que têm igualmente virtualidades (poderíamos aqui enunciar vários exemplos, temporalmente próximos ou mais afastados), mas quase sempre submersas num aproveitamento em sentido contrário.

Assim, a tentativa de desvalorização de medidas ou projetos tendentes a minorar os efeitos da pandemia – para a qual não estávamos preparados – aumentam o ruído da comunicação e desviam atenções, quando temos de nos centrar no essencial e urgente, numa verdadeira cooperação; também no plano político-partidário, pois não basta clamar que “vai ficar tudo bem…”, é indispensável uma atitude cívica, frontal, sem amarras de ideologias mas centrada em convicções sobre a melhor via para responder objetivamente aos problemas.

Já Augusto Gil (poeta e também jornalista) escrevia, em janeiro de 1912, que os partidos “deverão ser qualquer coisa diferente duma simples submissão de bois castrados para lavoira de vaidades, ou de um mero sistema gregário de peixe miúdo…para engorda de tubarões”.

É de toda a importância que se discutam e validem ideias, aferindo as melhores propostas, articulando-as com projetos exequíveis. “(…) Quando todos pensam a mesma coisa, é porque ninguém pensa grande coisa”, escrevia Walter Lippmann.

É mais do que tempo de pensarmos a nossa região e assumir atitudes solidárias que desencadeiem respostas às exigências do progresso e desenvolvimento. (Hélder Sequeira)

 

In "O Interior", 18|06|2020

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publicado às 08:15

Do arquivo...dez de junho na Guarda (2014)

por Correio da Guarda, em 10.06.20

Dez de junho 2014-Guarda .jpg

Dez de junho 2014 - Guarda 2.jpg

Dez de junho 2014 - Guarda 1.jpg

Dez de junho na Guarda - 3 .jpg

 

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publicado às 10:45

Jarmelo

por Correio da Guarda, em 09.06.20

Jarmelo - Guarda (Foto Helder Sequeira ).jpg

 

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publicado às 23:06

Cobertor de papa nas 7 Maravilhas da Cultura Popular

por Correio da Guarda, em 08.06.20

 

Cobertor de papa - Maçainhas.jpg

A Associação “O Genuíno Cobertor de Papa”, de Maçainhas (Guarda), recebeu hoje o selo de Finalistas Regionais do distrito da Guarda do concurso 7 Maravilhas da Cultura Popular!

“Pelo que nos toca, tudo faremos por sermos dignos representantes da região e cultura guardense e serrana, através do cobertor de papa que, em nossa opinião, é uma relíquia que culmina todas as atividades baseadas na pastorícia.” Referiu aquela associação a propósito da participação neste concurso.

De referir que no próximo dia 21 de junho, num programa da RTP1, vão ser indicados os contactos de cada património, com vista às votações.

Cobertor de papa.jpg

 

 

 

 

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publicado às 23:27

Encontros em Castelo Rodrigo

por Correio da Guarda, em 07.06.20

 

Encontros com a História.jpg

 

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publicado às 22:32

Fotoclube da Guarda assinala oitavo aniversário

por Correio da Guarda, em 06.06.20

 

O Fotoclube da Guarda (FCG) comemora hoje o oitavo aniversário.

Como já aqui se escreveu, o FCG é um grupo discreto, sem formalismos, que em muito tem contribuído para a promoção desta cidade e, sobretudo, incrementado o gosto pela fotografia, em vários escalões etários.

Este grupo tem olhado a Guarda, a região, o país através de diversas objetivas e sensibilidades, denotando heterogeneidades mas não abdicando de apontar exemplos qualitativos, trabalhos de cativante beleza e técnica cuidada.

Ao longo destes oito anos o Fotoclube da Guarda tem agido de forma pedagógica, colaborado com pessoas e instituições, partilhado o saber dos seus membros, captando colaborações, promovido interessantes iniciativas, fomentando um convívio que tempera e consolida a sua presença.

Fotoclube da Guarda .jpg

Recorde-se que as Jornadas de Fotografia da Guarda, iniciadas em 2017, têm a chancela do FGG; na última edição, realizada no passado ano, foram apresentados temas como “Paisagens de Memória” (Vitor Freitas), "Fotografía y compromiso en el mundo de hoy" (Victorino Calderón) "Novidades Tecnológicas" (Olympus), “Natureza Portuguesa (Luis Quinta), “Quinta do Monte: projeto de artes plásticas e multimédia, fotografia documental” (Anne Amaral), “Os Trabalhos e os Dias” (Leonel de Castro) e “50 anos a fotografar o que mudou na fotografia” (Alfredo Cunha).

De referir que o programa das II Jornadas de Fotografia da Guarda integrou, entre outras, comunicações subordinadas ao tema “Fotografia de Natureza” (Eduardo Flor), “Será a nossa melhor fotografia aquela que nunca iremos fazer? Experiência de um fotojornalista” (Miguel Silva), “A utilização de drones em fotografia” (Maurício Matos), “The Portuguese Prison Photo Project” (Luis Barbosa), “Do outro lado da câmara” (Filipa Barroso), “Momentos da Montanha”(Miguel Serra), “Mirrorless is the new black” – What to Frame?( Jonh Gallo).

De lembrar também que na primeira edição das Jornadas de Fotografia estiveram em destaque temas como “Fotografia da Natureza”(José Prata dos Reis), “Fotografia e Imprensa Regional”(Helder Sequeira), “Quando as pétalas começam a cair - projeto de artes plásticas e multimédia”(Catarina Flor), “Fotografia de Paisagem”(Pedro Carvalho), “Microfotografia”( Eduardo Flor), “O papel da fotografia na promoção da candidatura da Serra da Estrela a Geopark Mundial da UNESCO”(Emanuel Castro e Filipe do Patrocínio),“A Revelação de Negativos Digitais”( Paulo Nery), “Fotografia de Viagem”(Sérgio Lopes e Sandra Saraiva) e “A Fotografia como meio de registo e análise da atividade dos bombeiros portugueses”(Sérgio Cipriano).

O Fotoclube da Guarda tem colaborado noutras iniciativas. “Lugares: distâncias e proximidades” foi o tema da exposição que, no âmbito do III Transversalidades, esteve patente em dezembro de dezembro 2019 e janeiro de 2020 no antigo edifício da Câmara Municipal da Guarda, Praça Luís de Camões.

Esta exposição, composta por trabalhos da responsabilidade do Fotoclube da Guarda, resultou de um desafio envolto na paixão pela fotografia e “orientado para a (re)descoberta de realidades tão próximas e tão longínquas; territórios de solidão, de ausência que foram berço de múltiplos percursos individuais, de sonhos e de aventura…”.

Como foi referido a propósito deste certame, “a grandeza pluridimensional das paisagens naturais e humanas foram registadas com diferentes sensibilidades, emoções e olhares que convergem numa leitura coletiva apostada em resgatar tais territórios ao esquecimento e afirmá-los na sua essência profunda visando rasgar novas vias de futuro. Rostos, arquitetura, artefactos, caminhos, solidão, religiosidade, tradições, paisagens, flora, patrimónios, afetos, ausências, sulcos do tempo, ou caprichos da natureza são alguns dos motivos fixados pelas objetivas dos participantes num roteiro que a cada olhar se renova.”

Ainda no passado ano o Fotoclube da Guarda esteve envolvido no roteiro “Ausência e Território: as aldeias da Serra, do Vale e da Meseta” organizado, em cooperação com Centro de Estudos Ibéricos

Tratou-se de um desafio envolto na paixão pela fotografia e orientado para a (re)descoberta de realidades tão próximas e tão longínquas; territórios de solidão, de ausência que foram berço de múltiplos percursos individuais, de sonhos e de aventura…

Tal como a organização comentou, no balanço desta atividade, “as imagens obtidas consubstanciam narrativas e olhares que se ampliam agora nas redes sociais ou em trabalhos fotográficos destinados a futuras exposições e publicações, servindo igualmente de relevante recolha documental.”

O Fotoclube da Guarda tem dinamizado outras atividades e colaborado ainda com o Museu da Guarda, em várias iniciativas.

 

 

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