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Definidas as Áreas Dedicadas COVID na Guarda

por Correio da Guarda, em 28.03.20

 

Na área de abrangência da Unidade Local de Saúde da Guarda vão estar em funcionamento, a partir da próxima segunda-feira (30 de março) quatro Áreas Dedicadas COVID (ADC-Comunidade): Guarda, Trancoso, Pinhel e Seia.

A ADC-Guarda vai funcionar na Extensão de Saúde da Guarda-gare e receberá doentes de todo o concelho da Guarda, Sabugal, Manteigas e Celorico da Beira.

A ADC-Pinhel ficará junto ao Centro de Saúde Pinhel e receberá os doentes dos concelhos de Pinhel, Almeida e de Figueira de Castelo Rodrigo.

A ADC-Trancoso terá o seu funcionamento no Centro de Saúde de Trancoso e abrangerá os doentes de Trancoso, Mêda e Foz Côa.

ADC- Seia estará em atividade junto ao Hospital de Seia e receberá os doentes de Seia, Gouveia e Fornos de Algodres.

Power Point Covid_Página_4.jpg

Estas Consultas COVID funcionarão todos os dias da semana das 8h da manhã às 20horas.

De acordo com uma nota informativa divulgada pela ULS da Guarda, “com a abertura destas áreas pretende-se maior celeridade e eficácia na prestação de cuidados de saúde aos doentes infetados com o novo coronavírus.”

 

Os utentes que tiverem tosse (persistente ou agravamento de tosse habitual), ou febre (igual ou superior a 38ºC) ou dificuldade respiratória, devem ligar para a Linha SNS24 (808 24 24 24) ou, caso não consigam atendimento, para a sua Unidade de Saúde.

Consoante a avaliação da sua situação, serão encaminhados para: autocuidados, em isolamento no domicílio e sob vigilância; avaliação médica em Áreas Dedicadas COVID-19 nos Cuidados de Saúde Primários; avaliação médica em Áreas Dedicadas COVID-19 nos Serviços de Urgência do SNS (ADC-SU); CODU/INEM.

 

 

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publicado às 23:06

Politécnico da Guarda desenvolve modelo de viseira

por Correio da Guarda, em 27.03.20

 

viseira_do Politécnico da Guarda.jpg

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) está a desenvolver um modelo de viseira de proteção à Covid 19.

Na sequência da investigação desenvolvida no FabLab da Escola Superior de Tecnologia e Gestão/IPG, este modelo está em fase de teste junto de profissionais de saúde.

De acordo com informação do IPG, publicada na sua página na Internet, "há capacidade para produzir uma centena por dia".

 

 

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publicado às 21:38

Unidade Móvel Covid-19 na Guarda

por Correio da Guarda, em 25.03.20

 

A Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Egitanienses colocaram hoje a funcionar a primeira Unidade Móvel COVID -19,  na área de abrangência da ULS. 

Este posto móvel irá deslocar-se aos locais onde for necessário proceder à realização de testes diagnósticos ao coronavírus.

A viatura, devidamente identificada, poderá deslocar-se a lares, instituições de pessoas com necessidades especiais ou ao domicílio de utentes com dificuldade de deslocação; de acordo com a informação divulgada pela ULS da Guarda,  "poderá também ter de se deslocar à residência de doentes COVID em isolamento domiciliário para confirmação de cura".

Unidade Móvel.JPG

Recorde-se que, com aqui já referimos, no Quartel dos Bombeiros da Guarda está também a funcionar um Centro de Testes ao COVID19 (Drive Thru).

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publicado às 23:28

Centro de Testes ao Covid19 nos Bombeiros da Guarda

por Correio da Guarda, em 24.03.20

 

No quartel dos Bombeiros Voluntários da Guarda está a funcionar, em colaboração com a ULS, um Centro de Testes ao Covid19.

De acordo com a informação divulgada, apenas têm acesso ao referido centro as pessoas indicadas e confirmadas pela Unidade Local de Saúde da Guarda.

Os Bombeiros Voluntários da Guarda esclarecem que são regras fundamentais de segurança para a aceder ao Centro a entrada junto à fonte (assinalada na foto); não sair do veículo, uma vez que, o teste é efetuado com as pessoas no seu interior; não passar para fora da zona limitada ao centro de testes. De acrescentar que “por questões de segurança as restantes áreas do quartel estão interditas”.

Bombeiros da Guarda.jpg

 

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publicado às 21:26

Obrigatoriedade de isolamento profilático

por Correio da Guarda, em 24.03.20

 

A Delegada de Saúde Coordenadora da Unidade de Saúde Pública a ULS da Guarda determinou hoje obrigatoriedade de isolamento profilático, de 14 dias para cidadãos portugueses que regressem a esta zona provenientes do estrangeiro e/ou de outras regiões do país.

Esta decisão é tomada como mecanismo de resposta rápida perante a situação epidemiológica de infeção por COVID-19.

ISOLAMENTO.jpg

 

 

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publicado às 20:55

Covid_19: Cooperação e solidariedade

por Correio da Guarda, em 24.03.20

Covid INFO.jpg

Como já escrevemos anteriormente, estamos a viver um tempo de incerteza, angústia e de novas experiências, mas também de afirmação de valores solidários face a uma ameaça real, inquietante, mortífera.

Ao longo dos últimos dias têm surgido exemplos objetivos de cooperação e intervenção cívica, demonstrando capacidade de iniciativa e conhecimentos.

Assim, em várias plataformas digitais (e para além dos tradicionais meios de comunicação, obviamente) surgiram interessantes e úteis “pontos de informação”; a título de exemplo mencionaremos o site Covid19Guarda que, como é referido no mesmo, “tem como função ajudar os cidadãos da Guarda, informando-os para desta forma tentar minimizar o impacto que esta nova realidade tenha na vida de cada um. Porque temos de ser uns pelos outros, estamos abertos a sugestões e dicas para que se torne ainda melhor”.

Neste conjunto de contributos individuais referiremos também, pela sua rápida projeção, o Grupo de Emergência- Guarda, que tem proporcionado diversificada informação, esclarecimentos e contactos de utilidade para o cidadão comum (supermercados, farmácias, take away, talhos, etc.). Isto para além da indicação de plataformas tecnológicas e de serviços, designadamente "Não Paramos! Estamos ON",   dashboard com informação apenas de Portugal,  CovidApp (plataforma para registo de sintomas do vírus), site do SNS24 permite fazer auto diagnóstico; evolução da COVID-19 em Portugal – ashboard Interativo, Quero Ajudar (plataforma que permite ajudar quem está de quarentena),  SOS COVID-19 (plataforma diz o que está em falta nos supermercados) e 
Covidvisualizer (COVID-19 no mundo). 

Nunca serão demais os contributos individuais nesta emergência sanitária.

 

 

 

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publicado às 12:15

Imóvel para doentes em recuperação

por Correio da Guarda, em 23.03.20

 

A Câmara Municipal da Guarda tem já disponível um imóvel para a instalação de doentes em recuperação do novo coronavírus.

A autarquia guardense arrendou (com o objetivo inicial de alojar estudantes do ensino superior) à Diocese da Guarda o antigo Centro Apostólico que tem a capacidade para 80 pessoas e será disponibilizado assim que as necessidades do Hospital Sousa Martins o justifiquem.

Centro Apostólico 1.jpg

Esta decisão da Câmara Municipal da Guarda prende-se com o facto de o Hospital desta cidade ter sido “ativado como unidade de segunda linha para contenção da infeção e tratamento dos infetados pelo COVID – 19” e igualmente pela razão se ter entrado numa “fase de crescimento exponencial da epidemia”.

Centro Apostólico 2.jpg

Fotos: CMG

 

 

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publicado às 21:00

Desinfeção das ruas da Guarda

por Correio da Guarda, em 23.03.20

Ruas.jpg

A Câmara Municipal da Guarda e a Junta de Freguesia procederam hoje à desinfeção das principais ruas da cidade.

Esta ação teve início durante a manhã junto ao Hospital Sousa Martins, estendendo-se, depois, a outras zonas da cidade.

De referir que a desinfeção irá prosseguir, por toda a cidade, durante os próximos dias. Inicialmente programada para a passada sexta-feira esta ação foi adiada devido à chuva.

Ruas 2.jpg

Fotos: CMGuarda 

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publicado às 17:29

Tempo não faltará

por Correio da Guarda, em 21.03.20

Tempo não Faltará ....jpg

 

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publicado às 23:25

Descodificar a realidade...

por Correio da Guarda, em 20.03.20

 

Estamos a viver um tempo de incerteza, angústia e de novas experiências, mas também de afirmação de valores solidários face a uma ameaça real, inquietante, mortífera.

Há algumas semanas atrás, enquanto a presença do Covid 19 não se manifestava ainda em território nacional, alguns meios de comunicação enveredaram por um lamentável histerismo e ânsia de registo de casos, em vez de optarem por uma atitude pedagógica que servisse de alerta para os previsíveis cenários, suscitasse uma análise atenta das medidas a implementar, reduzisse a propagação do alarmismo.

Essa exagerada obsessão conduziu, desde logo, a uma inflamação noticiosa, arrastada, consequentemente, para as redes sociais; nestas, cresceu, diariamente, o número de especialistas em coisa nenhuma, debitando alarvidade e protagonizando dúbios e inconfessáveis aproveitamentos de uma realidade que merece uma abordagem diferenciada, serena, adequada.

A sensatez, o rigor e o equilíbrio informativo são fundamentais nesta como noutras situações de instabilidade, ameaça e perigo em que a credibilidade e objetividade das notícias devem constituir uma permanente preocupação de quem está nos media com verdadeiro sentido ético, deontológico e profissional.

Atitude que estabeleça uma fronteira precisa das falsas notícias veiculadas pelas redes sociais onde se ampliam a mesquinhez, a má formação, os ódios, a insolência, a preocupante falta de formação moral e cultural de muitas pessoas, tantas vezes escondidas atrás de um perfil falso; claro que há igualmente (e até em maior percentagem) posturas corretas, indicações insuspeitas, exemplos louváveis, iniciativas oportunas às quais, perante a quantidade de informação e comentários nem sempre é dada a atenção devida.

Redes Sociais -.jpg

Neste contexto de proliferação de falsas notícias é fundamental que os tradicionais meios de comunicação sublinhem a sua importante social e assumam, também nessas plataformas digitais, o seu papel de forma que o público os veja como referência informativa, credível.

É justo referir que no contexto local e regional tem existido essa preocupação, reconhecida pelo público mais atento aos textos produzidos. Contudo, as fake news, não sendo um fenómeno novo, nunca assumiram, como hoje, um contágio tão devastador que atinge mesmos os grandes e conceituados meios de comunicação; a natural tendência em dar em “primeira mão” uma notícia, antecipando-se à sua concorrência mais direta, leva à difusão de informação errónea…

Não é por acaso que tem vindo a aumentar por parte de instituições de ensino a preocupação em desenvolverem iniciativas destinadas a um melhor conhecimento dos mecanismos de informação e desinformação nas plataformas digitais, assim como a permitirem o uso de aplicações que viabilizam a validação da informação e descodificação das notícias falsas.

Assim, em situações como a que estamos a atravessar, com consequências ainda imprevisíveis, os media tradicionais lidam com dificuldades e responsabilidades acrescidas, tanto mais quanto por parte das estruturas/entidades nacionais nem sempre a gestão da comunicação tem sido a melhor, de forma a facilitar a recolha de dados precisos.

Sendo certo que a atual pandemia deve ser objeto de fundamentada preocupação, e suscitar as medidas e cuidados que exige, o alarmismo social deverá ser evitado. A comunicação social tem um papel importante a desempenhar, servindo esta experiência para se reformularem procedimentos e estratégias. (Hélder Sequeira)

in O Interior, 19|03|2020

 

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publicado às 21:55

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