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TMG lança concurso de ideias

por Correio da Guarda, em 31.01.20

 

O Teatro Municipal da Guarda (TMG) está a promover um concurso de ideias para jovens até aos 18 anos, a propósito da comemoração do seu décimo quinto aniversário.

TMG.jpg

Este concurso lança um desafio à comunidade jovem para identificar 15 projetos especiais de natureza cultural, artística e educativa.

Pretende-se incentivar os jovens, até aos 18 anos e a residirem no concelho, a participarem ativamente na vida cultural da cidade e do TMG, propondo ideias novas que melhorem a participação da juventude com o mundo da arte, da cultura e da educação.

De acordo com a informação divulgada pelo TMG, serão aceites até 15 propostas que sejam as mais criativas, inovadoras e exequíveis.

As propostas devem ser submetidas até ao dia 15 de julho de 2020.

 

 

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publicado às 08:25

Gala do Desporto na Guarda

por Correio da Guarda, em 30.01.20

 

No Teatro Municipal vai decorrer no próximo sábado, 1 de fevereiro, pelas 21h30, a segunda edição da Gala do Desporto Cidade da Guarda.

Trata-se de iniciativa promovida pela Câmara Municipal da Guarda que tem por objetivo o reconhecimento e valo­rização do mérito desportivo de atletas, dirigentes e clubes do concelho que pelo seu desempenho se destacaram na época 2018/2019.

Neste evento, além da valorização do desporto local, pretende-se também proporcionar momentos descontraídos, repletos de música e animação, onde os mais “Fortes” são distinguidos pelas conquistas alcançadas.

A Gala vai ser acompanhada musicalmente pela Orquestra Aeminium e com os apresentadores Pedro Tochas e Telmo Ramalho.

A entrada é livre mediante levantamento prévio do bilhete.

 

 

 

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publicado às 22:01

Barca de Alva

por Correio da Guarda, em 29.01.20

Ponte de BARCA DE ALVA - hs.jpg

 

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publicado às 22:01

Exposição sobre Ladislau Patrício

por Correio da Guarda, em 28.01.20

Exposição.jpg

Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, está patente a partir de hoje, e até 27 de março, a exposição "Ladislau Patrício entre a Saúde e a Escrita".

Esta exposição está integrada no Projeto “A Terra da Escrita”, apresentando a vida e obra de Ladislau Patrício, médico e escritor.

 

Ladislau Patrício, nascido na Guarda a 7 de dezembro de 1883, foi um médico distinto, apreciado escritor, um acérrimo defensor da sua terra, das qualidades das suas gentes, das riquezas históricas e culturais desta cidade.

Após ter concluído os seus estudos na sua terra natal rumou a Coimbra, onde conviveu “fraternalmente com alunos das diversas Faculdades, alguns dos quais se distinguiram mais tarde, pela vida fora, no campo das ciências, das artes, das letras e da política”, nomeadamente António Sardinha, Alfredo Pimenta, Hipólito Raposo, Alfredo Monsaraz, Cândido Guerreiro, Ramada Curto, João de Barros, entre outros.

Antes de terminar os estudos conducentes à obtenção da licenciatura em Medicina (o que ocorreu em 30 de setembro de 1908) Ladislau Patrício já prestava cuidados médicos, como ele próprio revelou, tendo “praticado no Sanatório” em 1907, aquando da entrada em funcionamento desta conhecida unidade de tratamento da tuberculose.

Em 1909 foi opositor a um concurso para exercer as funções de médico municipal em Loulé, cargo para o qual foi nomeado em 2 de setembro desse ano.

Com a implantação da República, este clínico teve uma fugaz passagem pela vida política; em 1910 aparece como Vice-Presidente da Comissão Executiva do Centro Republicano da Guarda, presidida por seu cunhado, o poeta Augusto Gil. Em 1911 esteve à frente dos destinos do município guardense; foi breve a sua permanência como autarca.

Augusto Gil, juntamente com o matemático Mira Fernandes (também cunhado de Ladislau Patrício), tentou convencer o médico guardense a fixar-se em Lisboa, para aí desenvolver a sua atividade profissional; contudo nunca o conseguiu demover da ideia de permanecer na localidade que o viu nascer. “Eu tenho três terras no meu coração: a Guarda, minha amada terra natal, Coimbra onde me formei e a distante Parada, berço da minha mulher”, escreveu, mais tarde, num dos seus trabalhos.

O registo biográfico de Ladislau Patrício passa ainda pelo Liceu Nacional da Guarda, onde lecionou a partir de 1911, à semelhança de outras destacadas figuras dessa época.

Entre 1917 e 1919 dirigiu o Sanatório Militar de S. Fiel, em Louriçal do Campo (Castelo Branco), atividade da qual deixou interessantes indicações num relatório que publicou, em 1920, sob o título “A Assistência em Portugal aos feridos da guerra por tuberculose”.

Em 1922, a convite do médico Amândio Paul, passou a trabalhar (como subdiretor) no Sanatório Sousa Martins, dirigido nessa época por aquele clínico, a quem viria a suceder, em 1932; nessas funções permaneceu até 7 de Dezembro de 1953; recordemos que os sanatórios constituíram, aliás como aconteceu com os Dispensários, um dos elementos essenciais da luta contra a tuberculose

Na vida de Ladislau Patrício sobressai, de facto, um “autêntico sacerdócio pela Guarda e pelos doentes do Sanatório”, onde, como é sabido, se encontravam doentes de todas as condições sociais e económicas.

O seu labor clínico estendeu-se ao Hospital Francisco dos Prazeres, tendo presidindo à Liga de Amigos daquela unidade de saúde; trabalhou ainda na Delegação de Saúde da Guarda e no Lactário desta cidade, após a morte do Dr. António Proença

No ano de 1939, Ladislau Patrício foi eleito vogal da Ordem dos Médicos, estrutura profissional que teve como primeiro bastonário o Prof. Elísio de Moura, docente na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Na sequência de uma proposta do médico guardense foi criada, no âmbito da Ordem, a especialidade de Tisiologia, “com o acordo unânime dos membros do Conselho Geral”.

No Sanatório Sousa Martins sabemo-lo empenhado em apoiar, em finais da década de quarenta, a radiodifusão sonora no seio daquela unidade de tratamento da tuberculose.

O primeiro regulamento da Rádio Altitude (outubro de 1947) tem a chancela de Ladislau Patrício, que por diversas vezes utilizou os microfones desta rádio para contactar os seus concidadãos; na passagem do 750º aniversário da cidade, assinalou a efeméride naquela emissora, através de uma intervenção onde exaltava a Guarda, como terra da saúde e de progresso…

Um dos sonhos de Ladislau Patrício concretizou-se em 31 de Maio de 1953, através da inauguração do Pavilhão Novo do Sanatório Sousa Martins, um “edifício gigantesco com 250 metros de comprido e com 350 leitos destinados exclusivamente a doentes pobres”; meses depois completou 70 anos, “atingindo assim o limite de idade oficial como delegado de Saúde e diretor do Sanatório, onde prestou serviço durante 31 anos, 12 como médico assistente e 19 como diretor.

Em finais de fevereiro de 1955 Ladislau Patrício foi viver para Lisboa, onde foi escolhido para Presidente do Conselho Regional da Casa das Beiras, função que viria mais tarde abandonar, a seu pedido; faleceu na noite de Natal de 1967.

Ladislau Patrício é um dos nomes consagrados na galeria de médicos-escritores, tendo manifestado bem cedo a sua faceta de homem de cultura. No Sanatório Sousa Martins apoiou projetos com indiscutível alcance cultural e social; veja-se o caso do jornal “Bola de Neve” e da Rádio Altitude, que estiveram dependentes, inicialmente, da Caixa Recreativa daquela unidade hospitalar.

O “Bacilo de Kock e o Homem” é uma das suas obras, de cariz científico mais divulgadas, a qual se integra na Biblioteca Cosmos, dirigida por Bento de Jesus Caraça; não deixa de ser elucidativa a presença de Ladislau Patrício nesta colecção.

“Altitude: o espírito na Medicina” é um dos mais significativos trabalhos de Ladislau Patrício, reunindo impressões, “vivas reacções dum temperamento perante determinada série de factos”, onde o autor deixa vincado que o médico, para além das suas funções técnicas, “tem uma missão espiritual a cumprir. A sua atitude na vida, e sobretudo no tratamento dos doentes, deverá ser a do sábio que procura a verdade e a do artista que cultiva a ilusão”.

“A Doente do Quarto 23” foi outra das obras que alcançou grande notoriedade; esta peça chegou a ser representada em Goa. Ladislau Patrício escreveu ainda “Teatro Sem Actores” “Casa Maldita” e “O Mundo das Pequenas Coisas”.

O médico Ladislau Patrício dá o seu nome, desde 1893, a uma das artérias da zona urbana da Quinta do Pinheiro, na Guarda. A Câmara Municipal da Guarda deliberou a designação de uma das ruas desta zona da cidade em reunião do executivo realizada a 22 de fevereiro de 1983; o ato de atribuição do nome ocorreu a 15 de maio de 1983.

O nome deste clínico guardense está igualmente presente na toponímia lisboeta, atribuição feita em 27 de maio de 1987, por decisão do executivo da Câmara Municipal de Lisboa.

Honrar a memória de Ladislau Patrício é um inquestionável acto de justiça, pelo seu exemplo, pela sua dedicação aos doentes, pela postura intransigente na defesa da Guarda. (Hélder Sequeira)

 

Ladislau Patrício - livro - HELDER SEQUEIRA.jpg

 

 

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publicado às 22:31

Animação de Carnaval na Guarda

por Correio da Guarda, em 27.01.20

GALO.jpg

 

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publicado às 13:10

Estação ferroviária de Barca de Alva...

por Correio da Guarda, em 25.01.20

Barca de Alva - Estação - HS - jan2020.jpg

Barca de Alva - Estação-  HS.jpg

Estação Barca de Alva - HS -2jan2020.jpg

Estação Barca de Alva - 2 - HSequeira.jpg

 

 

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publicado às 23:35

Sabores e Tradições do Vale da Teixeira

por Correio da Guarda, em 22.01.20

O Projeto Sabores e Tradições do Vale da Teixeira vai promover durante o corrente ano uma diversificada série de atividades, desde a utilização de um forno comunitário, realização de lagaradas, música no pomar, caminhadas a um magusto.

Para os próximos dias 26 de janeiro e 2 de fevereiro estão agendadas lagaradas, podendo os interessados inscrever-se através do e-mail valdesabores@gmail.com.

“Numa realidade em que os espaços rurais se debatem com a crescente perda de população e o despovoamento é um fenómeno que os caracteriza, torna-se cada vez mais urgente o desenvolvimento de projetos de intervenção comunitária de base territorial, suportados numa metodologia de participação/ação, ancorada nos recursos endógenos, na promoção e desenvolvimento de parcerias e na concertação de sinergias entre os mais diversos agentes e atores regionais e locais, com vista ao desenvolvimento integrado e sustentável dos territórios.” Foi referido a propósito desta série de iniciativas.

O Projeto Sabores e Tradições do Vale da Teixeira, que já organizou no passado ano um alargado conjunto de ações de promoção no território do Vale da Teixeira, surgiu da concertação de sinergias entre o Instituto Politécnico da Guarda, a Câmara Municipal da Guarda e um conjunto de coletividades públicas, privadas e de âmbito social.

cartaz vale de sabores 2020.jpg

 

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publicado às 19:00

Incrementar a cooperação

por Correio da Guarda, em 17.01.20

 

Ao longo do ano são múltiplos, e diversificados no perfil, os eventos que ocorrem nesta região do interior; iniciativas que incrementam, sem dúvida, fluxos de visitantes e contribuem para animação e desenvolvimento da economia regional.

Contudo, e tendo em conta, os indicadores das últimas décadas, a marca deixada por estas realizações poderia ser mais ampla se tivessem referenciada uma estratégia global, pensada a partir de um entendimento sério das organizações com vista a um trabalho em rede, objetiva e empenhadamente delineado.

A conjugação de esforços e de sinergias, as cedências necessárias para um planeamento consensual, a rentabilização de recursos humanos e financeiros, a rotatividade de algumas iniciativas, a promoção conjunta do território, a afirmação da matriz regional, a predisposição em pensar a construção do futuro, entre outras atitudes, permitiria um cenário substancialmente diferente; ao nível da procura da região, cativando novos visitantes, incentivando a sua permanência nas nossas terras por um período mais longo; assegurando argumentos sólidos e persuasivos…

Por várias vezes, e também aqui neste jornal, sublinhámos que continua a subsistir a tendência para pensar no imediato, circunscrevendo-o a áreas limitadas e numa lógica centrípeta de interesses pessoais, locais ou concelhios, teimosamente enfeudada no desconhecimento do que se passa nos territórios circunvizinhos; é certo que há alguns exemplos de boas práticas de cooperação mas, infelizmente, são raros e por vezes a sua desejada continuidade é interrompida.

Sem colocar em causa a prevalência de eventos que constituem cartazes dos centros urbanos onde são realizados, os quais têm demonstrado um contínuo crescimento e inequívoca adesão dos públicos a quem se destinam, será de equacionar um entendimento ao nível da calendarização, de forma a permitir uma maior abrangência dos projetos e realizações.

Todos os anos, e nomeadamente em épocas perfeitamente identificadas (o ciclo das feiras do queijo da serra pode ser um exemplo), se verifica uma pulverização de iniciativas, coincidindo com frequência nas mesmas datas e muito próximas geograficamente.

A implementação de uma agenda regional bilingue – alcançado que fosse o entendimento imprescindível para um equilibrado e eficaz planeamento – reunindo o máximo de contributos institucionais, associativos, pessoais resultaria num eficaz contributo para uma publicação onde estivesse, em cada ano, uma informação o mais completa possível dos eventos culturais, desportivos, económicos, sociais, científicos; a par de uma indicação clara de roteiros turísticos, locais a visitar, sabores a apreciar, unidades hoteleiras ao dispor, livros sobre a região/escritores ligados a esta zona, órgãos de comunicação existentes, museus, artesanato local, praias fluviais, tradições, coletividades, etc…

Embora o suporte tradicional – agenda impressa – seja adequado à distribuição em pontos estratégicos, nos eixos de circulação de visitantes nacionais ou estrangeiros, postos de turismo, unidades hoteleiras, feiras de promoção turística, o atual contexto tecnológico permite outras formas de consulta e disponibilização, mormente através de uma aplicação pensada para o telemóvel. A reunião e simplificação da informação facilitará a procura por parte dos vários escalões etários.

Nos tempos de hoje, a velha máxima de que “a união faz a força” tem mais sentido e o interior deve, urgentemente, acentuar a coesão se quiser superar os desafios do presente, reivindicar medidas de apoio, combater a ausências e o abandono de terras e lugares, onde prevalecem memórias, uma vasta riqueza patrimonial, cultural e paisagística.

É preciso passar, sem delongas, dos discursos retóricos sobre a importância da cooperação para compromissos sólidos e medidas práticas; visíveis e consequentes.

Naturalmente que neste processo de valorização do nosso território deverá estar, sempre, presente, a participação do cidadão, numa demonstração clara do seu empenho em intervir na promoção e desenvolvimento; não adianta ter manifestações enérgicas e palavras críticas nas redes sociais (como se elas fossem a solução…) e quando desafiado a colaborar remete-se à indiferença, ao afastamento, ao derrotismo…

Desejamos que 2020 seja um período de novos e profícuos entendimentos, da abertura de novos caminhos para a cooperação, para o desenvolvimento global e sustentado de uma região com muitas potencialidades por explorar. (Hélder Sequeira)

 

In "O Interior", 16/1/2020

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publicado às 13:00

 

A equipa de projeto da candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027 vai ser apresentada amanhã, pelas 18 horas, no pequeno auditório do Teatro Municipal desta cidade.

Esta sessão integrará uma intervenção do diretor executivo da candidatura, Pedro Gadanho, bem como de Teresa Patrício Gouveia, presidente da Comissão de Honra da Guarda 2027.

Pedro Gadanho tem estado esta semana na Guarda quer para estabelecer contactos e ter encontros com intuições de ensino, associações de desenvolvimento local, associações culturais, quer também para reunir com os programadores afetos à candidatura e com o presidente do Conselho Estratégico.

Pedro Gadanho é arquiteto e designer, tendo sido diretor do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), em Lisboa, e curador do departamento de arquitetura e design do Museum of Modern Art (MOMA), em Nova Iorque.

 

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publicado às 22:18

José Relva homenageado pelo Rotary Clube da Guarda

por Correio da Guarda, em 14.01.20

 

O Rotary Club da Guarda vai promover no próximo sábado, dia 18 de janeiro, um almoço de homenagem e reconhecimento de mérito profissional ao Dr. José Relva.

Esta iniciativa, como foi referido pelo Rotary Clube da Guarda, pretende evidenciar os “serviços prestados à comunidade, enquanto notário de referência na cidade da Guarda”, coincidindo com a sua recente jubilação por ter atingido o limite de idade.

José Relva - Advogado.jpg

Este almoço – ao qual se poderão associar todas as pessoas que o pretendam fazer – terá lugar numa unidade hoteleira da Guarda, pelas 12h30.

O Rotary International é uma associação de clubes de serviço à comunidade, constituídos por profissionais, cujo objetivo declarado é o de promover os mais elevados padrões éticos nas diversas áreas de atividade, favorecer o estabelecimento de laços de amizade e assim melhor disposição para a solidariedade, aumentar a compreensão, a boa vontade e a tolerância visando favorecer a paz mundial.

O Rotary Club da Guarda distingue anualmente um profissional que se tenha evidenciado ao longo da sua carreira, por demonstrar características e atitudes éticas, de integridade, de trabalho e de preocupação solidária, merecendo assim o aplauso e reconhecimento da comunidade.

 

 

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publicado às 12:50

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