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Comemorações na Guarda

por Correio da Guarda, em 21.05.14

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publicado às 23:58

Seminário sobre Imprensa da Beira Interior

por Correio da Guarda, em 20.05.14

 

     No Instituto Politécnico da Guarda vai realizar-se, no dia 6 de Novembro de 2014, o Seminário “Imprensa Regional da Beira Interior: memórias e percursos”.

      "Esta iniciativa pretende ser o ponto de partida para um progressivo debate e investigação em torno da imprensa da nossa região, contribuindo para que são desapareça a memória e se continue a afirmar como uma valiosa fonte de informação sobre factos, épocas, realidades políticas, económicas e sociais”, como é explicado no sítio deste seminário, na internet.

    Por outro lado, é referido a propósito que a “região da Beira Interior tem um largo e rico historial de títulos de imprensa, aqui tendo nascido jornais cuja projeção ultrapassou as fronteiras desta zona e mesmo do país; conhecer melhor/divulgar os jornais, do passado e do presente, publicados nesta região e incrementar o seu estudo nas vertentes que lhe estão associadas”.

    As inscrições para comunicações ou para participar devem ser feitas em http://www.ipg.pt/sirbi/

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publicado às 23:48

Nuno de Montemor na BMEL

por Correio da Guarda, em 19.05.14

 

 

     “Nuno de Montemor: Alma brava e meiga” é o tema da exposição que vai estar patente, de 26 de Maio a 12 de Julho, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda), no âmbito do Ciclo dedicado a este escritor, que vai decorrer até Dezembro.

    No mesmo local terá lugar, a 26 de Maio, o colóquio “Vida e obra do escritor Nuno de Montemor”, no decorrer do qual será feita (a partir das 10.45h) “Uma revisitação à obra de Nuno de Montemor”, por Jesué Pinharanda Gomes. Manuel Geada Pinto, pelas 11h30, fará uma comunicação intitulada "Nuno de Montemor, na memória de um adolescente”,

    Pelas 15 horas, Eduardo Sucena falará de “Nuno de Montemor reencontrado” e “O crime de um Homem Bom" - ideologia(s) e literariedade” será o tema da intervenção de José Manuel Monteiro, pelas 15h45.

   Nesse mesmo dia, igualmente na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, e pelas 18 horas, será apresentado mais um número da Revista Praça Velha, cujo núcleo temático é dedicado a Nuno de Montemor.

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publicado às 13:22

Sanatório da Guarda inaugurado há 107 anos

por Correio da Guarda, em 18.05.14

 

     Ocorre hoje a passagem do 107º aniversário da inauguração do Sanatório Sousa Martins, na Guarda, durante décadas conhecida como “Cidade da Saúde”.

    Esta designação em muito se ficou a dever ao Sanatório que a marcou, indelevelmente, ao longo de décadas, no século passado.

   A Guarda foi uma das cidades mais procuradas de Portugal. A afluência de milhares de pessoas à cidade deixou inúmeros reflexos na sua vida económica, social e cultural; a sua apologia como localidade “eficaz no tratamento da doença” foi feita por distintas figuras da época, pois era “a montanha mágica” junto à Serra.

     Muitas pessoas (provenientes de todo o país e mesmo do estrangeiro) subiam à cidade mais alta de Portugal com o objetivo de usufruírem do clima de montanha, praticando, assim, uma cura livre, não sendo seguidas ou apoiadas em cuidados médicos.

     As deslocações para zonas propícias à terapêutica “de ares”, e a consequente permanência, contribuíram para o aparecimento de hotéis e pensões, dado não haver, de início, as indispensáveis e adequadas unidades de tratamento; situação que desencadeou fortes preocupações nas entidades oficiais da época.

    Em 1881 a Sociedade de Geografia de Lisboa promoveu uma Expedição Científica à Serra da Estrela, sendo integrada, entre outros, pelo médico Sousa Martins Dessa expedição resultou a elaboração de relatórios das várias secções científicas.

     A iniciativa teve, igualmente, o mérito, e através dos esforços de Sousa Martins, de chamar a atenção dos meios científicos e clínicos de então para as condições que esta região oferecia para o tratamento da tuberculose.

    Quatro anos depois realizou-se o primeiro Congresso Português sobre Tuberculose onde Lopo de Carvalho (que viria a ser o primeiro Director do Sanatório Sousa Martins, e pai de outro conceituado clínico) discursou sobre os processos profiláticos usados na Guarda.

    Este médico foi um dos mais fervorosos defensores da criação do Sanatório que seria inaugurado a 18 de Maio de 1907, com a presença do rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia. A autoria do projeto dos edifícios pertence a Raul Lino.

    O fluxo de tuberculosos superou, largamente, as previsões, fazendo com que os pavilhões do Sanatório Sousa Martins se tornassem insuficientes perante a procura; o Pavilhão 1 (designado também de Lopo de Carvalho, e onde funciona atualmente a sede e administração da ULS da Guarda) teve de ser aumentado um ano depois, duplicando a sua capacidade.

    Um novo pavilhão, que se juntou aos três já existentes, foi inaugurado em 31 de Maio de 1953; com este novo edifício – onde têm funcionado os principais serviços da Unidade Local de Saúde da Guarda, Cardiologia, Pneumologia, Medicina Interna, Pediatria, etc. – o Sanatório Sousa Martins ganhou maior dimensão, assumindo-se, ainda mais, como uma “povoação” auto suficiente, dentro da própria cidade. Este edifício – do qual foram já transferidos a maioria dos serviços, para o novo bloco hospitalar – assinala, no corrente ano, o seu 61º aniversário,

    Após o 25 de Abril de 1974, o Sanatório Sousa Martins entrou na fase final da sua existência. Em Novembro do ano seguinte aquele Sanatório foi integrado no Hospital Distrital da Guarda; após 68 anos de existência, esta instituição de saúde conclui a sua eminente função social.

    Recorde-se que o antigo Sanatório Sousa Martins, na Guarda, foi classificado como conjunto de interesse público, através de portaria da portaria 39/2014, do Secretário de Estado da Cultura; nela é referido que a classificação do antigo Sanatório reflete os critérios relativos ao “carácter matricial do bem, ao génio do respetivo criador, ao seu interesse como testemunho notável de vivências ou factos históricos, ao seu valor estético, técnico e material intrínseco, à sua conceção arquitetónica, urbanística e paisagística, à sua extensão e ao que nela se reflete do ponto de vista de memória coletiva, e às circunstâncias suscetíveis de acarretarem diminuição ou perda da perenidade ou da integridade do bem”.

     Certo é que os antigos e emblemáticos pavilhões do Sanatório Sousa Martins são hoje elucidativa expressão de abandono e degradação.

    Oxalá a efeméride de hoje, coincidente com um novo capítulo na história do Hospital Sousa Martins, seja momento de reflexão que reforce a necessária determinação em salvaguardar a memória e um património ímpar da cidade mais alta de Portugal. (Helder Sequeira)

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publicado às 00:01

Gente da Guarda...

por Correio da Guarda, em 17.05.14

 

     O antigo Ministro Veiga Simão, e ex-Embaixador nas Nações Unidas, faleceu em Lisboa no passado dia 3 de Maio.

     Natural da Guarda, José Veiga Simão foi uma personalidade cuja craveira académica e científica mereceu inquestionável reconhecimento, dentro e fora de Portugal. No plano da sua carreira política registam-se vários cargos de relevo, entre os quais o de Ministro da Educação Nacional (assumindo-se como “intérprete duma Reforma onde os professores foram os meus principais aliados”), Embaixador de Portugal nas Nações Unidas e Ministro da Indústria e Energia. Se a política (“cultivada com princípios”) o não desiludiu, o mesmo já não dizia de “alguns políticos”, sobretudo daqueles que “não têm pejo de esconder e ofender a verdade para protegerem interesses pessoais ou partidários ilegítimos”.

     Em entrevista que nos concedeu, e publicada na Revista Praça Velha (Outubro de 2005), Veiga Simão defendia que “o mérito tem de comandar o progresso...os partidos têm de ser escolas de cidadania e competência e não meras agências de emprego”.

    Nascido na Guarda (no Bonfim) em Fevereiro de 1929, Veiga Simão afirmava que esta cidade “tem direito a sonhar mais alto”. As suas recordações, da cidade, centravam-se na Rua de S. Vicente, onde viveu até aos dez anos, “na Igreja de São Vicente, nos Arcos do Espírito Santo, no Torreão e nos caminhos para a Fonte da Dorna... e, mais fortemente, na Escola Primária velhinha junto ao Tribunal.” Percursos que, como nos disse, a sua “memória sublimou, conferindo-lhe uma dimensão física que não resistiu à realidade, mas que representa o sonho de criança”.

     Nessa entrevista, quando questionado sobre a importância da criação da Escola Normal Superior da Guarda (que acabou por ficar pelas páginas do Diário do Governo), referia-nos que ela “não foi apenas criada por Decreto-Lei em 1973. A comissão instaladora, constituída por personalidades de rara qualidade, tomou posse em Janeiro de 1974, tendo sido aprovadas as principais orientações estratégicas. A importância da Escola Normal Superior era evidente, como centro de Educação e de Cultura, com o objetivo primeiro de qualificar professores e de formar técnicos superiores, para áreas decisivas da revolução tecnológica, já em curso, como a informática e as tecnologias de informação, essenciais às empresas e às instituições públicas e privadas”.

     Como nos afirmou, a extinção daquela Escola “foi determinada por um conservadorismo esquerdista e quási-anárquico, que prejudicou o progresso da cidade... Perderam-se os doutorandos enviados para a Europa e os EUA, perderam-se as vultosas verbas do IV Plano de Fomento, perdeu-se o acordo, para a sua internacionalização, com uma Grande École francesa e o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. A verdade é que a Escola Superior de Educação — e o Ensino Politécnico — só são recuperados passados sete anos, sujeitos a uma configuração determinada por um economicismo circunstancial, sem qualquer base inovadora e prospetiva.”

     A reforma do Sistema Educativo foi a sua preocupação prioritária quando assumiu, em 1970, o cargo de Ministro da Educação. À pergunta se, face aos resultados, sentia o seu trabalho recompensado, Veiga Simão respondeu-nos que a reforma por ele liderada “entre 1970 e 1974, marcou uma época e representou uma iniciativa ousada de abertura e de evolução do Regime. Adotei, como pilar imprescindível, a sua internacionalização e, nesse quadro, mereceu o apoio declarado da OCDE e de países democráticos, em particular, a França, a Inglaterra e os Estados Unidos.

     A ala liberal do Regime apoiou, entusiasticamente, a Reforma Educativa. Foi pena não se ter iniciado mais cedo... É que, como nessa altura se proclamava, “um cidadão mais culto é um cidadão mais livre.

    Dir-lhe-ei, ainda, que me orgulho de ter sido Ministro da Educação Nacional, que me orgulho da equipa que colaborou comigo e da qual emergiram personalidades que marcaram a Democracia Portuguesa pela sua capacidade e competência e que sinto uma enorme felicidade por ter sido intérprete duma   Reforma onde os professores foram os meus principais aliados”.

     Na mesma entrevista, Veiga Simão revelou que, após o 25 de Abril, foi convidado por António de Spínola para assumir as funções de Primeiro-Ministro do Governo Provisório. Convite que encarou “com a serenidade de quem sabia não haver condições éticas, nem políticas, para aceitar qualquer lugar de governação. Spínola compreendeu as minhas razões”.

    Apesar de ter declinado esse convite, teve um papel fundamental na redação do Programa do I Governo Provisório. “Fui eu que concebi e redigi o Programa do I Governo Provisório, a pedido de Spínola, definindo com ele os Capítulos que o integravam. Foi pena não ter sido cumprido.” Afirmava-nos, em 2005, Veiga Simão, que viu, posteriormente, as diferenças entre o programa assinado por si e o que foi publicado no, então, Diário do Governo.

    Aludindo à sua passagem, pelo Ministério da Defesa Nacional, considerou que o processo de modernização das Forças Armadas, por si iniciado, “foi infelizmente bloqueado. Leis em aprovação foram retiradas... prevaleceu a política de que os militares não dão votos... Para que se atingisse tal fim, foi necessário que, na Assembleia da República — conforme as conclusões dum inquérito, realizado pela Procuradoria-Geral da República a uma Comissão    Parlamentar de Inquérito — se cometesse, cobarde e anonimamente, um crime de violação de sigilo... Uma vergonha, aliás, internacionalmente conhecida, que fere a honra dos que, na Assembleia da República, exercem o seu cargo com dignidade...O amor que a Guarda me ensinou a ter pelo Estado, obrigou-me a calar a minha revolta... Um assunto para futuras memórias.”

     Eleito deputado pelo Distrito da Guarda, Veiga Simão exerceu essas funções por breves dias, pois assumiu outras funções públicas. “Mas, recordo-me das tentativas para se aprovar um Programa gizado para o desenvolvimento do interior. No entanto, como Ministro da Indústria e Energia, entre outras iniciativas, impulsionei a conhecida barragem do Caldeirão, que fui desenterrar aos arquivos da EDP, apoiei e incentivei a criação do Núcleo Empresarial da Região da Guarda (NERGA), criei um Centro de Desenvolvimento Industrial e apoiei a criação do Parque Industrial...”

     Quando lhe colocámos a pergunta se a política o tinha desiludido, Veiga Simão responderia que “a política é uma arte que, cultivada com princípios, nunca desilude... Porém, alguns políticos desiludiram-me, designadamente, quando não têm pejo de esconder e ofender a verdade para protegerem interesses pessoais ou partidários ilegítimos.”

     Respondendo à questão sobre que eixos de desenvolvimento deviam marcar a Guarda do século XXI, Veiga Simão comentou que “essa pergunta era uma nova entrevista. Mas, o principal eixo de desenvolvimento, passa por criar condições para a constituição duma “plataforma do conhecimento”, em articulação com a região vizinha da Espanha... A qualificação humana, em níveis de vanguarda ao serviço de empresas de base tecnológica e cultural, é determinante... A cooperação inter-institucional é, também, decisiva”.

     No final da entrevista, quando lhe perguntámos se gostaria de estar envolvido num projeto diretamente relacionado com o progresso e projeção da Guarda, teve uma resposta breve mas elucidativa: “estarei sempre disposto a emitir o meu conselho..., quando me for pedido”…

    Uma colaboração que a Guarda esqueceu, pelos vistos; como tem esquecido outras figuras que, e circunscrevendo-nos ao perfil científico e técnico, poderiam ter dado um contributo relevante em termos de uma desejada dinâmica de desenvolvimento, em várias vertentes, valorizando e projetando as nossas instituições.

 

(in O Interior, 15 de Maio de 2014)

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publicado às 15:14

Prémio de Arquitectura para o Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 16.05.14

 

     O Museu do Côa foi o vencedor do Prémio de Arquitectura do Douro, edição 2013/2014.

     Este galardão foi instituído em 2006 pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e tem por objectivo promover as boas práticas de construção no Património Mundial da Humanidade.

     Recorde-se que no passado ano o Museu do Côa conquistou o primeiro prémio na categoria de edifício público da primeira edição do Prémio Internacional de Arquitectura de Baku, organizada pelos Ministério da Cultura, Turismo e União de Arquitectos do Azerbeijão. Esta iniciativa foi apoiada pela União Internacional de Arquitectos. O projecto da autoria dos arquitectos Camilo Rebelo e Pedro Tiago Pimentel foi distinguido entre os mais de 300 que foram a concurso.

     O Museu do Côa ocupa uma área de seis mil metros quadrados, desenvolvendo-se ao longo de 190 metros e dando a ideia de uma enorme pedra de xisto.

     O visitante vai encontrar, através de um percurso linear, três salas de contextualização e de introdução à temática exposta. A conjugação da tecnologia da informação, do desenho e da fotografia é um traço visível no suporte da apresentação dos conteúdos do Museu.

    Seguem-se mais quatro salas dedicadas ao tratamento monográfico da arte rupestre existente naquela zona. Ali se encontram as réplicas de quatro gravuras rupestres, duas das quais em riscos de deterioração e as restantes submersas.

    Recorde-se que a identificação das gravuras rupestres do Paleolítico, no Vale do Côa, ocorreu em 1994, nascendo a discussão em torno da não construção da barragem que iria ocultar esse património. A UNESCO viria a classificar, em 1998, as gravuras do Vale do Côa como Património da Humanidade. O lançamento de um concurso internacional de ideias para o desenho do Museu viria a ocorrer apenas em 2005.

    O Museu foi inagurado em 30 de Julho de 2010. (HS)

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publicado às 22:07

Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 15.05.14

 

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publicado às 23:38

Raça Jarmelista

por Correio da Guarda, em 14.05.14

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publicado às 18:08

Fornos solares na Guarda

por Correio da Guarda, em 13.05.14

 

     Na Guarda vai realizar-se, no próximo sábado, um workshop sobre Fornos Solares.

     Trata-se de uma iniciativa da Quercus e do Politécnico da Guarda que terá lugar, das 9 às 15 horas no Jardim José de Lemos, na Guarda.

    Esta ação de sensibilização decorre no âmbito dos dias do Sol promovido a nível nacional pela APISOLAR.

    Do programa consta uma exposição de fornos solares, confeção de alimentos nos fornos expostos, construção de fornos, debate e partilha de informação sobre fornos e receitas solares.

    O momento alto do workshop ocorrerá com a degustação dos alimentos entretanto cozinhados.

    Os interessados podem fazer a sua inscrição, até às 12 horas do 16, para guarda@quercus.pt. De referir que por motivos logísticos as inscrições estão limitadas a 20 participantes; estes devem levar o material necessário.

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publicado às 18:32

Desfile Académico

por Correio da Guarda, em 12.05.14

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publicado às 18:22



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