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Debate, na Guarda, sobre desenvolvimento de talentos

por Correio da Guarda, em 23.11.12

 

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publicado às 09:15

Sopro Vital no aniversário da Guarda

por Correio da Guarda, em 22.11.12

 

     “Guarda: Sopro Vital” é o espectáculo que terá lugar amanhã, dia 23, no Grande Auditório do TMG: será também apresentado no sábado (dia 24), à mesma hora, às 21h30 horas,  e domingo, dia 25, às 16h00.

    Este espectáculo comunitário – que assinalará o 813º aniversário da cidade da Guarda – contará com o envolvimento de centenas de participantes das colectividades e associações do concelho, bem como de músicos e actores da cidade, bem à semelhança das anteriores edições,“Guarda: Paixão e Utopia”, “Guarda: Rádio Memória” e“Guarda: A República”.

     Em “Guarda: Sopro Vital”, desta vez é o “Ar” o protagonista de toda a trama, ou não fosse a Guarda, cidade distinguida pela Federação Europeia de Bioclimatismo com a insígnia“Cidade Bioclimática Ibérica”.

     «O ar puro da Guarda é, desde há muito, uma "marca" associada à Guarda. Mais evidente, desde o tempo em que aqui se construiu um sanatório. A "Guarda: cidade da saúde", por causa dos ares, é uma imagem recorrente quando falamos da nossa terra. Este espectáculo assenta nessa ideia-forte para contar outras histórias (pessoas, vidas, caminhos, sucessos, falhanços, sonhos, doenças, mortes, etc.).

      As personagens que criámos estão ali juntas, naquele espaço, por causa do ar da Guarda. Por causa da excelência de um ar que não sendo milagroso tem a força de ajudar a superar mazelas do corpo e da alma. Aquelas pessoas estão naquele espaço porque o ar da Guarda ajuda a qualificar as suas vidas. Vamos acompanhar aquelas personagens, ouvindo e vendo o que têm para nos contar. Sobre si próprias, sobre a cidade, sobre o ar, sobre a vida e sobre o futuro»,refere Américo Rodrigues, o coordenador deste espectáculo.

     “Guarda: Sopro Vital” é um espectáculo produzido em parceria pela Câmara Municipal da Guarda, pelo Teatro Municipal da Guarda e pelo Trigo Limpo – Teatro ACERT, com a coordenação geral de Américo Rodrigues.

     O guião e textos são de Américo Rodrigues, João Neca e José Rui Martins, a encenação de José Rui Martins, a assistência de encenação de João Neca, a direcção musical e música original de César Prata, a cenografia de José Tavares e o vídeo de Mecca (RM21).

     No elenco do espectáculo figuram João Pereira, Carlos Lopes, Pedro Sousa, Alcides Fernandes, António Rebelo, Américo Rodrigues, Filipa Teixeira, Albino Bárbara, Daniel Rocha, Agostinho da Silva, Ana Luisa Neves, Carla Morgado, Elisabete Fernandes, Vanda Rodrigues, Rui Pedro Dias, Luís Teixeira, Ronaldo Fonseca, Sá Rodrigues, Sérgio Currais, José Rui Martins, Honorato Esteves, António Godinho, Carlos Morgado, Anabela Chagas, Helena Rodrigues, José Monteiro e João Teixeira.

     As colectividades participantes são o Aquilo Teatro, Ronda do Jarmelo, Associação Cultural Social e Recreativa da Sequeira, Grupo de Cantares da Arrifana, Gambozinos e Peobardos, Conservatório de Música de São José, Rancho Folclórico do Centro Cultural da Guarda, Grupo Coral Pedras Vivas, Camponeses de Aldeia do Bispo, Grupo de Cantares “A Mensagem”, Clube de Montanhismo da Guarda e “Ontem, Hoje e Amanhã” de Maçainhas.

 

 

 

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publicado às 23:30

Tecnologia e calçada portuguesa

por Correio da Guarda, em 21.11.12

 

   A calçada portuguesa pode suscitar, para além das suas específicas características, novos interesses por parte dos utilizadores das novas tecnologias.

   Em simultâneo pode constituir uma nova "área" informativa. Veja aqui.  A ideia pode também ser aproveitada na Guarda...

   Já agora, o autor desse texto é da Guarda e um dos administradores do "site" , onde pode ler esta inovação,  reside e trabalha na Guarda...

 

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publicado às 12:06

Caminhos para desenvolver talentos

por Correio da Guarda, em 19.11.12

 

     A Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto (ESECD) do Instituto Politécnico da Guarda, em conjunto com a Associação Desenvolver o Talento (ADOT), vai organizar, no próximo dia 28 de novembro, uma ação denominada "Caminhos para desenvolver talentos".

     O programa integra, pelas, 14 horas, um Workshop sobre “Capacidade Humana Adquirida - cultivando excelência e expertise - Desafios à Educação”; a partir das 16.30 h decorrerá uma Palestra subordinada ao tema “Diferenças visíveis e invisíveis na sala de aula: reconhecimento e intervenção”.

     Ambas as atividades decorrem no Auditório Carreira Amarelo (ESECD) e são orientadas pela Prof. Doutora Zenita Guenther [University of Florida] / [CEDET - Brasil].

    A ação é destinada aos profissionais de educação, alunos, pais e público em geral. Os interessados podem obter mais informações em: http://www.esecd.ipg.pt/caminhos/

 

 

 

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publicado às 18:57

Escola

por Correio da Guarda, em 17.11.12

 

 

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publicado às 23:45

A propósito de Toponímia...

por Correio da Guarda, em 17.11.12

 

     O fórum sobre toponímia da Guarda, recentemente realizado nesta cidade, evidenciou, de forma objetiva, o muito que há a fazer no âmbito desta temática, bem como a diversidade de estudos por ela suscitados.

     Se, por um lado, a investigação que pode ser desencadeada permitirá um enriquecimento cultural e o reforço da identidade citadina, por outro, uma atenção permanente irá referenciar situações que exigem uma adequada e correta intervenção.

     Independentemente das conjunturas ou das agendas político-partidárias deve mover-nos uma Guarda da memória, a preocupação por uma cidade que preserve a sua história, dignifique os seus valores, honre os seus pergaminhos mas saiba construir pontes sólidas para o futuro, fidelizando simpatias, paixões, conquistando novos visitantes e residentes.

     “As cidades são como os homens; têm ou não carácter – e a tê-lo importa preservá-lo”, como escreveu Eugénio de Andrade. A Guarda é muito mais que o património edificado; é memória, é somatório de vidas, experiências, é (deve ser) um pulsar coletivo. A Guarda, ciclicamente, tem-se esquecido de si; as pessoas têm esquecido a Guarda.

     É imperativo de consciência e cidadania assumir-se uma consciência critica, uma intervenção constante em prol do nosso espaço coletivo, de referência e de vivências.

     “O passado é, por definição, um dado que coisa alguma pode modificar. Mas o conhecimento do passado é coisa em progresso, que ininterruptamente se transforma e se aperfeiçoa” e, como acrescentava Marc Bloc, “a incompreensão do presente nasce fatalmente da ignorância do passado”.

     Através da toponímia podemos abrir portas para o conhecimento do passado, do passado desta cidade. Deste modo, poderemos interrogar-nos acerca da atenção que é dada à toponímia guardense, às simples placas que condensam em si informação preciosa.

     Qual é o seu grau de conservação? Qual é o grau de legibilidade para os transeuntes? Algumas das placas existentes nas ruas da nossa cidade dão uma resposta inequívoca. É certo que a partir de alguns casos não se deve concluir o estado da larga maioria das placas toponímicas da Guarda mas, ainda assim, são imagens lamentáveis e injustificáveis; até porque, na maior parte dos casos, um pouco de atenção e uma intervenção rápida resolveriam estas questões sem delongas e praticamente sem gastos.

     Uma passagem, atenta, pelas ruas da nossa cidade, permitirá outras interrogações: estão identificadas todas as ruas, mesmo tendo já designação toponímica? E os tipos de placas são idênticos na mesma rua?

     Alargando o espaço, será que na mesma zona é utilizado o mesmo tipo de placas? Tem havido cuidados com a conservação e apresentação das placas toponímicas da Guarda?

     A atribuição de nomes a determinadas ruas ou espaço suscita alguma incompreensão; quer pela classificação atribuída, quer pela inadequação ao espaço que se pretende envolver. O leitor facilmente identificará estes casos…

     Verificamos também, na nossa cidade, que não tem havido critérios uniformes de colocação das placas, aplicando-as no local mais propício, ou fácil na ocasião, sem preocupações – pelo menos claras – de boa visualização ou leitura. Tanto se têm aplicado ao nível dos passeios como à altura de um primeiro andar.

    Sem pretendermos ser exaustivos, uma outra questão: as placas elucidam-nos ou dão-nos uma referência temporal quanto às personalidades que levam o seu nome?

     Claro que não poderemos, também, esquecer as alterações toponímicas introduzidas ao longo do tempo. Como escreveu Pinharanda Gomes, “na Guarda, e no decurso do nosso século [vinte], tem-se cometido, repetidas vezes, aleatórias modificações de toponímicos, dificultando ainda mais as tarefas dos que, por exemplo, dedicados a pesquisas arqueológicas, poderiam atacar desde logo o sítio exato, caso a memória do nome se mantivesse”.

     Um dos casos mais evidentes é a Rua Francisco de Passos que continua a ser designada, pela generalidade dos guardenses, como Rua Direita. O seu nome evoca o Governador Civil da Guarda que desempenhou funções entre 11 de Junho de 1926 e 25 de Agosto do ano seguinte. Esta rua, recorde-se, constituiu a principal ligação da urbe medieval, unindo a cidadela do Torreão (também conhecida por Torre Velha da fortaleza, edificada provavelmente no século XII) à Alcáçova existente junto às portas da Covilhã (na zona em frente da Escola de Santa Clara).

     As alterações toponímicas poderiam ser minimizadas caso fosse inserida a anterior designação, como aliás acontece noutras cidades, sobretudo com um significativo passado histórico. “Restaurar é restituir. A restituição da toponímia é um ato de honestidade cultural, de devolução do património à comunidade, de abandono de opções adventícias, por vezes decorrentes das situações políticas, e, por fim, de entrega aos arqueólogos e aos historiadores, de uma nova fonte documental para historiografia a fazer”, tal como bem observou Pinharanda Gomes.

     A toponímia da Guarda é um vasto campo para estudo e investigação e pode levar-nos à (re)descoberta de múltiplas facetas do seu passado, validado por mais de oito séculos de história, enquanto urbe.

     É importante que sejam implementadas correções imediatas, em muitos casos, e definidas novas estratégias, que podem passar (ao nível das novas ou futuras urbanizações) pelo apoio das novas tecnologias.

    Saibamos, pois, assumir a nossa responsabilidade coletiva, privilegiando todos os contributos idóneos em favor dos reais e verdadeiros interesses da cidade, de modo a que não se apague o espírito e a magia da Guarda.

 

Helder Sequeira

in "O Interior"

15|Nov|2012

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publicado às 11:00

Ar celebra aniversário da Guarda

por Correio da Guarda, em 16.11.12

     “Guarda: Sopro Vital” é o espectáculo que terá lugar, no Grande Auditório do TMG, nos dias 23 e 24 (Sexta e Sábado) às 21h30 horas e no dia 25 de Novembro (Domingo) às 16h00.

     Este espectáculo comunitário – que assinalará o 813º aniversário da cidade da Guarda – contará com o envolvimento de centenas de participantes das colectividades e associações do concelho, bem como de músicos e actores da cidade, bem à semelhança das anteriores edições,“Guarda: Paixão e Utopia”, “Guarda: Rádio Memória” e“Guarda: A República”.

     Em “Guarda: Sopro Vital”, desta vez é o “Ar” o protagonista de toda a trama, ou não fosse a Guarda, cidade distinguida pela Federação Europeia de Bioclimatismo com a insígnia“Cidade Bioclimática Ibérica”.

     «O ar puro da Guarda é, desde há muito, uma "marca" associada à Guarda. Mais evidente, desde o tempo em que aqui se construiu um sanatório. A "Guarda: cidade da saúde", por causa dos ares, é uma imagem recorrente quando falamos da nossa terra. Este espectáculo assenta nessa ideia-forte para contar outras histórias (pessoas, vidas, caminhos, sucessos, falhanços, sonhos, doenças, mortes, etc.).

     As personagens que criámos estão ali juntas, naquele espaço, por causa do ar da Guarda. Por causa da excelência de um ar que não sendo milagroso tem a força de ajudar a superar mazelas do corpo e da alma. Aquelas pessoas estão naquele espaço porque o ar da Guarda ajuda a qualificar as suas vidas. Vamos acompanhar aquelas personagens, ouvindo e vendo o que têm para nos contar. Sobre si próprias, sobre a cidade, sobre o ar, sobre a vida e sobre o futuro»,refere Américo Rodrigues, o coordenador deste espectáculo.

     “Guarda: Sopro Vital” é um espectáculo produzido em parceria pela Câmara Municipal da Guarda, pelo Teatro Municipal da Guarda e pelo Trigo Limpo – Teatro ACERT, com a coordenação geral de Américo Rodrigues.

     O guião e textos são de Américo Rodrigues, João Neca e José Rui Martins, a encenação de José Rui Martins, a assistência de encenação de João Neca, a direcção musical e música original de César Prata, a cenografia de José Tavares e o vídeo de Mecca (RM21).

     No elenco do espectáculo figuram João Pereira, Carlos Lopes, Pedro Sousa, Alcides Fernandes, António Rebelo, Américo Rodrigues, Filipa Teixeira, Albino Bárbara, Daniel Rocha, Agostinho da Silva, Ana Luisa Neves, Carla Morgado, Elisabete Fernandes, Vanda Rodrigues, Rui Pedro Dias, Luís Teixeira, Ronaldo Fonseca, Sá Rodrigues, Sérgio Currais, José Rui Martins, Honorato Esteves, António Godinho, Carlos Morgado, Anabela Chagas, Helena Rodrigues, José Monteiro e João Teixeira.

     As colectividades participantes são o Aquilo Teatro, Ronda do Jarmelo, Associação Cultural Social e Recreativa da Sequeira, Grupo de Cantares da Arrifana, Gambozinos e Peobardos, Conservatório de Música de São José, Rancho Folclórico do Centro Cultural da Guarda, Grupo Coral Pedras Vivas, Camponeses de Aldeia do Bispo, Grupo de Cantares “A Mensagem”, Clube de Montanhismo da Guarda e “Ontem, Hoje e Amanhã” de Maçainhas.

 

    Fonte: TMG

 

 

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publicado às 22:15

Vão-me buscar Alecrim

por Correio da Guarda, em 14.11.12

     O Cine Clube da Guarda apresenta amanhã, no Pequeno Auditório do TMG, a película “Vão-me buscar Alecrim”, de JOSH SAFDIE e BENNY SAFDIE.

     Este filme será exibido a partir das 21h30.

 

 

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publicado às 23:55

Guarda, memória...

por Correio da Guarda, em 13.11.12

 

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publicado às 22:33

Saúde sem Fronteiras

por Correio da Guarda, em 12.11.12

 

     “Stress no local de trabalho” é o tema da conferência que terá lugar no próximo dia 15 de Novembro, na Guarda, integrada no 8º Ciclo de Conferências “Saúde Sem Fronteiras”. Esta iniciativa decorrerá, a partir das 9h30, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

     Para além das intervenções já habituais de professores das Faculdades de Medicina das Universidades de Coimbra e Salamanca e de profissionais da ULS da Guarda, esta conferência conta com a colaboração da Autoridade para as Condições do Trabalho.

     A iniciativa “Saúde sem Fronteiras” teve início em 2004 tendo em vista o debate e intercâmbio de experiências na área da Saúde. Coordenado cientificamente pelas Faculdades de Medicina das Universidades de Coimbra e de Salamanca, o Ciclo conta com a colaboração da Ordem dos Médicos, da Ordem dos Enfermeiros, da Unidade Local de Saúde da Guarda e da Escola Superior de Saúde da Guarda.

    Mais informações e inscrições em www.cei.pt

 

Fonte: CEI

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publicado às 20:17



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