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Atlas da Fauna do Vale do Côa

por Correio da Guarda, em 17.02.09

 

 
Em Pinhel vai ser apresentado no próximo dia 21 de Fevereiro, pelas 18 horas, o “Atlas da Fauna do Vale do Côa”, editado pela Câmara Municipal daquela cidade.
Este livro surge na sequência de um exaustivo levantamento efectuado a pedido do Município de Pinhel
Trata-se de uma obra pioneira, sendo o primeiro Atlas a abranger toda a fauna de vertebrados de uma determinada região de Portugal.
As 186 espécies de peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos que habitam a zona são representadas através de mapas e de fotografias de excelente qualidade, abordando-se igualmente algumas das espécies de invertebrados mais representativas.
O atlas inclui informação rigorosa, compilada por especialistas, de inegável utilidade para os técnicos, constituindo ao mesmo tempo um guia de fauna para qualquer visitante interessado na história natural desta região, de grande valor patrimonial.
 
 

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publicado às 13:20

"Morte de Frente" no TMG

por Correio da Guarda, em 17.02.09

 

No Teatro Municipal da Guarda vai ser apresentado, no próximo dia 19 de Fevereiro, pelas 15 horas, o espectáculo “Morte de Frente”.
 Trata-se de um espectáculo baseado numa reportagem da jornalista Felícia Cabrita sobre um doente terminal de SIDA.
Carlos Peixoto, actor e encenador, adaptou o texto e construiu uma interpretação teatral na qual revela as emoções e angústias mais íntimas do protagonista da história.
Depois do espectáculo, que terá lugar no Pequeno Auditório do TMG, haverá um debate com o actor Carlos Peixoto e técnicos especializados do Instituto da Droga e da Toxicodependência.
 

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publicado às 01:06

Trabalhos de Tavares Correia

por Correio da Guarda, em 16.02.09

 

 
Na galeria do Posto de Turismo de Seia vai estar patente de 21 de Fevereiro a 18 de Março uma exposição de trabalhos do artista senense Tavares Correia.
José Tavares Correia de Carvalho nasceu em Seia, no dia 5 de Dezembro de 1908, e faleceu a 21 de Setembro de 2005, um pouco antes do seu 97º aniversário.
Surdo-mudo de nascença, frequentou o Instituto de Surdos-Mudos da Casa Pia de Lisboa de 1918 a 1927, realizando aí os seus estudos escolares e artísticos, de 1923 a 1926, sob a direcção de Augusto de Campos e Pedro Guedes.
 Estes artistas reconhecendo a sua vocação para as artes levaram-no a frequentar os cursos de desenho e pintura da Sociedade Nacional de Belas-Artes, que concluiu em 1929, ano em que expôs no Salão Internacional das Artes de Paris.
Em 1932 foi considerado como “uma revelação no meio artístico”. A crítica da altura referiu-se ainda ao artista como o “pintor da neve”, a propósito de uma exposição que realizou em Lisboa em 1934. Até 1991 pintou mais de 1.600 quadros e 400 retratos.
Os 41 anos que se seguiram dedicou-os ao desenvolvimento da sua terra natal, tendo elaborado, ao serviço da Câmara, diversos projectos de obras, estradas, águas, calcetamentos de ruas, escolas e cemitérios; durante estes anos realizou cerca de 40 exposições individuais em Seia, Lisboa, Figueira da Foz e Moimenta da Beira.
Autor do projecto do Monumento aos Mortos da Grande Guerra, em Seia, do monumento a Nossa Senhora da Conceição, em São Romão, e do Padrão Centenário, ilustrou em conjunto com Luís Melo a Monografia da Vila/Cidade de Seia, da autoria do Padre Dr. José Quelhas Bigotte. Tavares Correia foi também pioneiro no cinema em Seia tendo realizado alguns filmes das suas viagens.
Em 1985 foi distinguido pela Câmara Municipal de Seia com a Medalha de Ouro e Diploma de Mérito Municipal e a 3 de Julho de 2006 a autarquia atribuiu o seu nome a uma rua da cidade.
 

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publicado às 16:50

Recuperação de Moinhos de Água

por Correio da Guarda, em 16.02.09

 

A Câmara Municipal de Celorico da Beira está implementar a recuperação de alguns moinhos de água na freguesia da Rapa, com o objectivo de serem preservadas as memórias colectivas.
Estes equipamentos irão ficar, em breve, à disposição de todos os visitantes e vão integrar os circuitos turísticos do Concelho.
Ao longo das margens da Ribeira da Cabeça Alta encontram-se várias ruínas do que outrora foram moinhos de água, símbolos de uma economia de subsistência que perdurou, na nossa região, até às décadas de 60/70 do século XX.
Trata-se da recuperação e preservação de um elemento cultural que preencheu e humanizou no concelho de Celorico da Beira, durante anos as margens das principais ribeiras e do rio Mondego, de acordo com a informação divulgada pela Câmara Municipal de Celorico da Beira.
O moinho era um dos mais importantes instrumentos na economia de subsistência, e num período de fraca circulação monetária, o pagamento pela moagem dos cereais era feito com uma percentagem da farinha obtida, quantidade que normalmente oscilava entre os 5 e 10%.
Na década de 60, do século XX, existiriam, em Portugal, cerca de 10 000 moinhos em laboração, sendo que, 7000 seriam moinhos de água e 3000 moinhos de vento. O número de moinhos em actividade evidenciava a importância económica que esta estrutura detinha na economia portuguesa nesse período, e mais concretamente no Mundo Rural, pois, nas cidades, desde meados do século XIX, se haviam instalado as grandes fábricas de moagem e superado o papel desempenhado pelos moinhos de água.
Historicamente a introdução do moinho de água na Península Ibérica, enquanto inovação tecnológica, deve-se à ocupação romana, todavia a sua difusão e expansão ocorreu durante a Idade Média. No actual território Português são diversas as alusões à presença de moinhos na documentação medieval. O moinho era um importante pilar da economia de subsistência.
Durante a vigência do sistema monárquico, terá permanecido nas mãos da Coroa ou pertencido aos grandes senhores rurais que, além de possuírem a grande maioria das terras, controlavam também outros importantes instrumentos da economia, neste caso os moinhos.
Associada ao moinho está a actividade de moleiro, que, podia ser proprietário ou então um trabalhador assalariado que trabalhava para o proprietário do moinho, normalmente um grande proprietário rural.
Quando proprietário do moinho, a actividade de moleiro, normalmente desempenhada por homens, acabava por ocupar o restante núcleo familiar, mulher e filhos, nomeadamente nos meses de maior azáfama, compreendido entre os meses de Maio e Julho, período em que nos campos se procedia a recolha dos cereais.
A actividade económica do moleiro era complementada por outras actividades, pois, este conciliava o trabalho no moinho com o cultivo de pequenas parcelas agrícolas ou, quando os moinhos se localizavam nas margens de grandes cursos de água dedicava-se também a pesca como meio de subsistência. A actividade laboral, num moinho de água, possuía alguns períodos "mortos", pois, a falta de água, durante o período estival, ou o seu excesso durante o Inverno (cheias) podiam levar o moinho a cessar a actividade temporariamente.
Os moinhos eram, também, centros de confluência e de convívio social. Os agricultores transportavam para o moinho em sacas os cereais, fruto do seu árduo trabalho. Estes eram transportados no dorso de burros e/ou em carros puxados a juntas de bois. E o tempo que distava entre a moagem do cereal e a sua transformação em farinha era aproveitado pelos utilizadores dos moinhos para conviverem.
À chegada ao moinho, o cereal era conferido pelo moleiro na presença dos fregueses, primeiramente eram utilizadas as medidas para verificar as quantidades, posteriormente, as medidas foram sendo substituídas pela pesagem dos cereais. Após a contagem, posteriormente, procedia-se à retirada do lucro que o moleiro obtinha pela moagem daquela quantidade de cereal. A percentagem de farinha que cabia ao moleiro, pela moagem dos cereais, destinava-se ao consumo próprio e do seu agregado familiar, sendo que, os excedentes eram vendidos no moinho ou nas povoações mais próximas.
Presumivelmente, também o Moinho de Água da Rapa conheceu, outrora, essas vivências. Hoje, pretende-se com a recuperação deste espaço, oferecer à população um local aprazível, onde é possível conhecer o funcionamento de um moinho, e simultaneamente, pretende-se criar um espaço onde é possível encontrar os melhores produtos regionais.
 

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publicado às 12:50

Dia dos namorados...

por Correio da Guarda, em 14.02.09

 

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publicado às 12:41

Euritmia e Pintura

por Correio da Guarda, em 13.02.09

 

O “Movimento e a Cor – Euritmia e Pintura” é o tema da oficina que vai decorrer amanhã, dia 14 de Fevereiro, no TMG.
Orientada por Fernanda Wessling e Telma Páscoa, no âmbito do Ciclo de Pedagogia Waldorf “A arte de educar”, esta iniciativa é promovida pelo Serviço Educativo do Teatro Municipal da Guarda e destina-se a professores, educadores e animadores.
A oficina realizar-se-á das 9h30 às 17h30, na Sala de Ensaios do TMG.
 

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publicado às 12:53

Buika actua no Teatro Municipal da Guarda

por Correio da Guarda, em 13.02.09

 

A cantora espanhola Concha Buika, apresenta amanhã, 14 de Fevreiro, no Teatro Municipal da Guarda, pelas  21h30, o seu último disco, “Niña de fuego”.
Considerada pela crítica nacional e internacional como a voz feminina do momento, Buika é uma das grandes revelações da música dos últimos anos.
Logo na sua estreia discográfica com “New Afro Spanish Generation” notabilizou-se pela naturalidade com que se aventura nas áreas do soul, flamenco, hip hop ou jazz. O seu reportório de grandes canções consegue ainda espaço para respirar novas tendências, numa mescla de estilos que servem para abrilhantar o seu talento como intérprete.
Ao segundo trabalho, “Mi Niña Lola”, gravado sob a batuta do produtor Javier Limón, revelou-se uma artista singular, dona de uma voz explosiva. Puro fogo emocional. A música homónima “Mi Niña Lola” serviu  de cartão de visita nas rádios portuguesas, levantando a questão “de onde vem esta voz?”.
Buika vem de Palma de Mallorca, tem raízes Guineenses e cresceu no seio de famílias ciganas. Esta riqueza cultural espelha a sua capacidade de abraçar os reportórios mais variados. Durante a década de 90 colaborou com projectos de hip hop, notabilizou-se na cena House como compositora e DJ, tendo colaborado também com La Fura dels Baus.
É em 2005 que edita o seu primeiro disco, “Buika”, numa incursão pelas sonoridades do Jazz, House ou Bolero. Desde cedo mereceu rasgos elogios da crítica especializada e é com o segundo trabalho, “Mi Niña  Lola” que se assume definitivamente como uma das vozes maiores de Espanha.
 

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publicado às 12:42

Arte rupestre paleolítica

por Correio da Guarda, em 12.02.09

 

“Do Côa a Siega Verde” é o tema da exposição que está patente na sede do Parque Arqueológico do Vale do Côa e na Aula Arqueológica de Siega Verde.
Esta exposição tem por objectivo sublinhar a articulação entre os dois sítios com arte rupestre paleolítica de ar livre.
 

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publicado às 12:42

Morte do Galo dá em canja para os espectadores

por Correio da Guarda, em 11.02.09

 

O público que assistir, no próximo dia 23 de Fevereiro, ao “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo” vai poder saborear uma canja, de galináceo, pois claro!...
Porque a organização sabe que muita folia pode causar uma forte sensação de estômago vazio, e sabendo-se que o galo vai ser condenado, no espectáculo de Carnaval, a produção do espectáculo vai oferecer uma canja de galo ao público presente na Praça Velha.
“E para que nada falte aos foliões, e porque a noite de Carnaval é de festa, durante o percurso (do Jardim José de Lemos à Praça Velha) haverá “postos de reabastecimento” de vinho, com o apoio da Adega Cooperativa de Pinhel. Vinho da região para aquecer o coração”, esclarece a organização deste espectáculo comunitário e de expiação, que decorrerá a partir das 21h30, nas ruas da Guarda.
 
 

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publicado às 09:23

Nicolau Breyner no Vivaci Guarda

por Correio da Guarda, em 11.02.09

 

No cinema VIVACINE, Centro Comercial VIVACI Guarda, terá hoje, 11 de Fevereiro, lugar  a ante-estreia do filme “Contrato”.
A sessão, exclusiva para convidados, contará com a presença de Nicolau Breyner, realizador e actor da película, e Pedro Lima, protagonista do filme. Os actores farão uma breve apresentação do filme que chega agora às salas nacionais, estando a sua intervenção agendada para as 20h30.
A exibição de “Contrato” acontecerá em duas salas digitais e tem início agendado para as 21h30.
Peter McShade (Pedro Lima) é um hitman. Depois de um contrato em Marrocos, Peter vai para Lisboa com a missão de assassinar Georgios Thanatos (Nicolau Breyner), um chefe da máfia que controla toda a península ibérica, mas o contrato não se revela nada fácil.
 

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publicado às 09:07



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