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Eça de Queirós em Celorico da Beira

por Correio da Guarda, em 09.01.09

 

No Centro Cultural de Celorico da Beira vai está patente, até ao próximo dia 25 de Janeiro, uma exposição documental subordinada ao tema "Eça de Queirós: Os passos de um trajecto".
Esta Exposição tem como principal objectivo descrever a evolução literária queirosiana, abordando as diversas fases da obra deste escritor: aprendizagem da escrita, escrita do real, outros mundos possíveis e eterno Retorno.
Esta exposição é composta por vinte painéis com reprodução de manuscritos, de frontispícios e de páginas de livros, de retratos do autor e dos seus contemporâneos, de publicações em que colaborou, de personagens de ficção, de lugares biográficos e ficcionais.
A coordenação desta exposição é da responsabilidade da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário de Eça de Queirós, tendo a sua apresentação em Celorico da Beira resultado de uma candidatura efectuada pela autarquia celoricense ao Programa de Itinerâncias-2008 da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas.
 

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publicado às 08:58

Orquestra de São Petersburgo em Foz Coa

por Correio da Guarda, em 08.01.09

 

A Orquestra Skomorokhi, de São Petersburgo (Rússia), protagonizou o concerto de Ano Novo que decorreu, no passado dia 5 de Janeiro, no  Centro Cultural de Vila Nova de Foz Côa.
Foram interpretadas obras de P. Tchaikovsky, G. Bizet, D. Shostakovich, H. Villa-Lobos, Paganini, G. Gershwin, J. Strauss (música erudita) e, pela primeira vez, a interpretação de arranjos das melodias populares «Take Five» (Paul Desmond), «La Paloma» (canção popular cubana), «All You Need Is Love» (Beatles) e trechos musicais portugueses.
Irina Litvinova (domra), Anna Shatilova (domra), Andrey Gorbachev (balalaica), Yuri Dolgov (flauta), Margarita Ivanova (cantora) foram os solistas.
Entre os músicos esteve também Pentti Yrjänäinen da Orquestra de Balalaicas de Helsínquia.
Composta por 21 elementos, a Orquestra Skomorokhi foi fundada em 1969 pelo Maestro Victor Akulovich.
Os instrumentos que compõem a orquestra, são entre outros, as balalaicas, domras, baião, flauta, oboé e instrumentos de percussão. O reportório inclui trechos de música erudita, música popular russa de autores consagrados e trechos originais compostos exclusivamente para a orquestra.
 Prestigiada na Rússia, a Skomorokhi realizou concertos em mais de 20 países, entre eles, Espanha, França, Grécia, Inglaterra, Alemanha, Eslovénia, Finlândia, Dinamarca, Japão, Coreia do Sul e Argélia. Em 1995 e 1996 conquistou os grandes prémios dos Festivais Europeus de Música que se realizaram na Bélgica e na Dinamarca.
 

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publicado às 12:22

Podcast Altitude: Rádio

por Correio da Guarda, em 07.01.09

 

A informação sobre o interesse que tem suscitado, junto dos cibernautas, o podcast Altitude: Rádio já foi aqui inserida em anterior registo.
Contudo, é oportuno sublinhar outras referências a esta estação emissora, que, fazendo jus ao seu largo e rico historial, destacam a sua actividade e as propostas que oferece aos seus ouvintes, hoje espalhados pelo mundo.
Ao projectar-se para além das tradicionais fronteiras desenhadas pela cobertura hertziana, o Rádio Altitude projecta também o nome da cidade onde surgiu, há sessenta anos.

 

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publicado às 14:18

Vigilância nas Igrejas

por Correio da Guarda, em 07.01.09

 

Em Vila Nova de Foz Côa vai realizar-se nos próximos dias 22 e 23 de Janeiro uma acção de formação subordinada ao tema “Prevenção Criminal e Vigilância nas Igrejas”.
Esta iniciativa tem por objectivo facultar conhecimentos sobre segurança, nas suas diversas vertentes de modo a acautelar a preservação patrimonial
Recorde-se que “A igreja segura – igreja aberta” é um projecto promovido pelo Instituto Superior de Policia Judiciária e Ciências Criminais que visa alertar todos os cidadãos para os problemas que afectam a segurança e a conservação.
A segurança, o roubo de obras de arte, é um dos problemas fundamentais que afectam os lugares de culto em Portugal, sendo a razão que explica que muitos templos estejam encerrados; são assim criadas barreiras que impedem o culto, a fruição, o conhecimento, a conservação adequada e a própria divulgação deste valioso património histórico e artístico.
A acção de formação tem carácter gratuito e será oferecido a todos os participantes o manual “Projecto igreja Segura” e um DVD pedagógico.
 
 

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publicado às 09:16

Guarda recebe Mississipi Gospel Choir

por Correio da Guarda, em 07.01.09

 

O Mississipi Gospel Choir vai actuar amanhã, 8 de Janeiro, no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda , pelas 21h30.
Fundado em 1968, o colectivo Mississipi Gospel Choir é a face mais visível da Afro-American Student Organization da Universidade de Southern Mississippi.
 
 
Nele se encontram todos os traços originais do canto gospel, as potentes vozes negras, a espiritualidade e a mensagem de paz, mas também a utilização da música como veículo de ideias e reivindicações sociais. "God is moving", "I am the Lord, your God" e "Thank you" são algumas das mais famosas canções do seu repertório.
 Este coro gospel actuou, sob a direcção de Ira Everett Jr., em numerosos países como Inglaterra, Polónia, Canadá, Bermudas, Bahamas, Jamaica, etc., e em quase todos os estados dos EUA.  Actua frequentemente na televisão nacional dos Estados Unidos.
O grupo faz-se acompanhar dos Woods Brothers (Johnny Saunders e Francine Murphy), nomeados em 2008 aos prémios Grammy.
 
 

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publicado às 08:51

Rádio Altitude

por Correio da Guarda, em 06.01.09

 

Os utilizadores do podcast da Rádio Altitude (Guarda) descarregaram, em 2008, um total de 12.024 ficheiros, do conjunto dos dois arquivos disponíveis, de acordo com a informação divulgada por aquela estação emissora.
O podcast Altitude: Rádio (www.altitude.mypodcast.com) foi tornado público em finais de Fevereiro de 2008, com a actualização diária de programas, crónicas e rubricas, tendo atingido, rapidamente, uma média mensal próxima dos mil downloads, tendo totalizado 10.551 até 31 de Dezembro de 2008.
Em Abril de 2008 foi lançado o podcast Altitude: Memória (www.altitudememoria.mypodcast.com), reunindo uma vasta selecção de programas emitidos entre 2004 e 2007, num total de mais 120 horas de arquivo.
No Altitude: Rádio o arquivo disponibilizado em cada semana é de cerca de 11 horas, correspondendo a 20 novas edições de programas e rubricas, emitidas na Rádio entre Segunda-feira e Domingo.
Assim, ao longo de 2008 – até ao final da anterior Temporada da Programação, a 30 de Junho, e a partir na Nova Temporada, que teve início a 3 de Novembro – o total do arquivo sonoro acessível ao público ultrapassou as 470 horas, ou seja, o equivalente a 20 dias consecutivos.
É o maior acervo sonoro informativo da Região e um dos maiores do País. E foi acedido, ao longo de 2008, de todas as regiões de Portugal (com especial concentração nas zonas de Lisboa, Setúbal, Porto, Coimbra, Braga, Aveiro, Viseu e Leiria; além dos eixos Celorico da Beira-Gouveia-Seia-Oliveira do Hospital e Belmonte-Covilhã-Fundão-Castelo Branco), incluindo os arquipélagos dos Açores e da Madeira, e de praticamente todos os continentes.
No topo dos países a partir de onde são feitos descarregamentos de programas do arquivo da Rádio da Guarda destaca-se o Brasil, seguido de França, EUA, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Suíça e Espanha. Ao longo do ano também se registaram downloads a partir de Cabo Verde, Angola, Moçambique, África do Sul, Canadá, Colômbia, Venezuela, Argentina, Holanda, Áustria, Itália, Liechtenstein,Grécia, Turquia e Macau.
A Rádio Altitude inaugurou as suas emissões oficiais em 29 de Julho de 1948, quando ainda estava instalada num exíguo espaço de um dos pavilhões do Sanatório Sousa Martins.
 
 

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publicado às 09:28

O Rádio

por Correio da Guarda, em 06.01.09

 

A preocupação em defendermos, no quotidiano, a nossa língua deve ser um imperativo e uma preocupação constante de todos quantos têm responsabilidades no funcionamento das estações de rádio.
Estas, pela sua proximidade e capacidade de intervenção nos mais recônditos lugares podem desempenhar uma acção eminente na defesa da nossa língua, das nossas tradições culturais e históricas, o mesmo é dizer da nossa identidade.
Deste modo, é fundamental que haja permanente consciencialização de todos quantos, numa estação emissora, se sentam ao microfone.
E ao discorrer sobre esta temática, recordo aquilo que o escritor João de Araújo Correia deixou numa das suas crónicas, partindo da repulsa pessoal por alguns alimentos.
“ O que se dá com este pitéu e outros pitéus de igual teor pepináceo dá-se também com algumas palavras e palavrinhas, expressões e expressõezinhas, que toda a gente usa, principalmente pessoas de bom tom. Sou incapaz de as proferir (…).
Uma das tais locuçõezinhas é esse modo de dizer a Rádio. A Rádio! Na língua maternal, que bebi com o leite; na fala do povo, relicário da índole do nosso idioma; nos livros clássicos de mim mais lidos; em nenhuma página e em nenhuma glote portuguesa lídima, jamais existiu expressão semelhante. Hei-de jurar que não há em dicionário luso um só substantivo feminino terminado em ádio. Os poucos que existem com a terminação ádio são masculinos, v. g. estádio e gládio. A Rádio é aleijão linguístico. Pode a Filologia justificá-lo, considerando-o redução de radiotelefonia, radiofonia ou radiodifusão. Pouco importa. O aleijão subsiste. Para que a nossa língua o aceite, é indispensável torná-lo masculino. Melhor dizendo é indispensável respeitar-lhe o género com que nasceu. Rádio, elemento de radiofonia, é masculino. Considere-se isto, e então se dirá, tomando o elemento pelo todo, com toda a naturalidade, o Rádio (…)”.
Por cá poucos assumem o género do Rádio; contudo há honrosas excepções, como temos lido/ouvido no “Café Mondego”, gerido (e bem) pelo Américo Rodrigues (http://cafe-mondego.blogspot.com/).              H.S.
 

 

 

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publicado às 00:43

Exposição de Paulo Moreira

por Correio da Guarda, em 05.01.09

 

A partir de amanhã, e até ao próximo dia 25 de Janeiro, A Parede do Café Concerto recebe a exposição “I walk the line” de Paulo Moreira.
Para o autor esta exposição evoca «alguns sinais de referência mais ou menos explícita, sobre um universo mundano, onde a fórmula de sobrevivência é a própria ausência de regras. A imagem, construída a partir de associações mais ou menos prováveis, aproxima-nos de locais de fronteira ténue entre a poesia, a ficção ou a inerente verdade da vida do dia-a-dia». O título da exposição é uma adaptação de um tema de Johnny Cash.”
Paulo Moreira nasceu em Angola, em 1968. Vive e trabalha em Espinho. Licenciado em Educação Visual e pós-graduado em “Teorias e Práticas do Desenho”, pela FBAUP (Faculdade de Belas Artes do Porto), actualmente frequenta o Mestrado em “Teorias e Prática do Desenho”, na mesma Faculdade.
A entrada livre para esta exposição é livre.
 

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publicado às 13:05

Cantares de Janeiras em Seia

por Correio da Guarda, em 02.01.09

 

Em Seia vai realizar-se no próximo dia 10 de Janeiro, pelas 21h30, um Encontro de Cantares de Janeiras,
Promovido pela Câmara Municipal de Seia, em colaboração com os Ranchos Folclóricos do concelho, o encontro terá lugar no Cineteatro da Casa Municipal da Cultura.
O espectáculo de cariz popular, que tem entrada livre, contará com a participação do Rancho Folclórico de Seia, do Grupo Etnográfico do Brinca – Coimbra, do Rancho Folclórico de Passos Silgueiros – Viseu e do grupo da Escola Provincial de Danza – Castro Floxo – Ourense (Espanha).
O objectivo desta iniciativa é manter a tradição dos Cantares de Janeiras, envolvendo na organização os Ranchos Folclóricos de Seia e São Romão, os quais convidam um rancho para esta iniciativa. É convidado um grupo espanhol para permitir contacto com a tradição do país vizinho.
Independentemente deste Encontro, os vários Ranchos Folclóricos mantém os seus cantares de Janeiras de porta em porta nesta altura do ano.
 

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publicado às 13:06

Tema para uma sondagem

por Correio da Guarda, em 01.01.09

 

Saber qual o grau de conhecimento que os guardenses têm da sua cidade e outrossim da história e património local constitui, indubitavelmente, um bom tema para uma sondagem. Os resultados seriam, sem dúvida interessantes, sabendo que, pela observação empírica do cidadão comum não é difícil adivinhar o sentido que tomariam esses indicadores.
Verifica-se, sobretudo ao nível dos escalões etários mais jovens, um grande desconhecimento sobre o passado da Guarda e o seu património mais expressivo. Evidentemente que, com esse distanciamento e falta de ligação entre o passado e presente se torna mais difícil a consciencialização em torno da necessidade de defesa da identidade local, e a afirmação de um espírito crítico, empenhado numa permanente defesa da memória colectiva. Em termos de salvaguarda da sua identidade muito foi já dito e escrito, bastando atentar na realidade urbanística para reavivarmos as ideias.
É certo que, nos últimos anos, e ao nível da actividade editorial, tem havido uma dinâmica digna de registo; são trabalhos que ficam, desempenhando um inequívoco contributo para a guarda das memórias citadinas e divulgação das suas múltiplas facetas, buriladas ao longo de séculos.
Todos os contributos para um melhor conhecimento da cidade devem, pois, ser devidamente divulgados e apoiados, na certeza que estaremos a criar uma postura cultural diferente e lançar novos olhares para pormenores ou realidades geralmente ignoradas ou esquecidas.
 
 

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publicado às 21:37

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