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Jornadas da Lã

por Correio da Guarda, em 08.06.23

 

Nos próximos dias 10 e 11 de Junho vão decorrer na União de Freguesias de Corujeira e Trinta as Jornadas da Lã.  O programa integra, ao longo dos dois dias, várias atividades como sejam as demonstrações de produção de queijo e tosquia, às 9h30 no dia 10. A este encontro de rebanhos e pastores estão associadas as merendas tradicionais, no dia 11 de junho (pelas 18h) e o jantar dos pastores, no dia 10 às 19h30.

Jornadas da Lã _Guarda .jpg

As jornadas contam ainda com uma Missa Campal, uma feira de artesanato e gastronomia e uma caminhada com os pastores e rebanhos. A iniciativa integra o ciclo de Festivais de Cultura Popular do Município da Guarda e visa relembrar antigas práticas que antecediam a partida das ovelhas do flanco serrano.

 

fonte: CMG

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publicado às 17:12

Beat na Montanha: um projeto com sucesso

por Correio da Guarda, em 04.06.23

 

Projeto BEAT na MONTANHA _fot Helder Sequeira .JPG

No Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda decorreu ontem, 3 de junho, o concerto de apresentação do trabalho realizado no âmbito do projeto “Beat na Montanha”. A inclusão social aliada ao estímulo criativo na área da música e da escrita foi a ideia chave deste projeto concebido por Luís Sequeira (B.Riddim) e dirigido a crianças e jovens entre os 6 e os 16 anos.

Este projeto, através da residência artística (organização conjunta de Luís Sequeira do Teatro Municipal da Guarda/Serviços Educativos) que decorreu desde o passado mês de março pretendeu implementar uma fusão sonora de vários instrumentos clássicos com eletrónica, gerando texturas passíveis de uma ligação com textos em prosa e verso; por outro lado, não esqueceu também a exploração de capacidades vocais.

“Beat na Montanha” foi desenvolvido com o envolvimento de crianças e jovens do Centro Escolar de Gonçalo (concelho da Guarda) e da Aldeia S.O.S. da Guarda que tiveram a oportunidade de mostrar as suas capacidades num auditório que encheu para apreciar o trabalho realizado.

Luis Sequeira_BRIDDIM.jpg

“Procurámos que que as crianças/jovens conseguissem tocar algo simples, com diversos instrumentos. Falamos de uma mistura de sons que vão desde jambés, melódicas, maracas, xilofones, a sintetizadores, drum machines, sequenciadores, etc. Ao nível da exploração de alguns vocais foi intenção equacionar o Rap com as bases sonoras desenvolvida, por entendermos que se alcançava assim um vínculo importante. Até pelo facto de muitos jovens terem um acesso fácil ao estilo e ser algo bem recebido entre eles.” Explicou Luís Sequeira que não escondeu a sua satisfação pelo sucesso desta iniciativa.

De referir que paralelamente ao projeto musical esteve a ser filmado, pela realizadora Fabiana Tavares, o documentário oficial de "Beat na Montanha".

“Com o documentário pretendo retratar esta odisseia musical que se debruça na inclusão social através da criação de música. Retrato este feito através do acompanhamento das aulas de Beat Na Montanha, de forma a captar o processo e sua evolução”, referiu Fabiana Tavares.

Fabiana Tavares.jpg

“Em todo o caso – acrescenta a realizadora – o documentário Beat na Montanha é muito mais que isso, mais que as aulas de música, debruçando-se também em conversas/entrevistas de cada pessoa envolvida no projeto direta ou indiretamente, as suas perspetivas e o que as inspira, com o intuito de dar voz à inclusão, integração, humanidade, bem como à música e à criação em cidades como esta.”

 

 

 

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publicado às 15:43

Finalistas

por Correio da Guarda, em 28.05.23

Finalistas 2023_GRD_HS_.JPG   

Na Guarda decorreu hoje a tradicional Missa de Finalistas dos estudantes do IPG e a Benção das Pastas. Durante a tarde muitos finalistas, apesar do tempo chuvoso, não deixaram de passar pela Praça Luís de Camões para umas fotos de despedida. 

 

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publicado às 19:02

Um projeto de inclusão social e estímulo criativo

por Correio da Guarda, em 26.05.23

 

A inclusão social aliada ao estímulo criativo na área da música e da escrita é a ideia chave do projeto “Beat na Montanha”, concebido por Luís Sequeira (B.Riddim), dirigido a crianças e jovens entre os 6 e os 16 anos.

Um projeto que, através da residência artística (organização conjunta de Luís Sequeira do Teatro Municipal da Guarda/Serviços Educativos) está a decorrer desde o passado mês de março e culminará com um concerto de apresentação no Grande Auditório do TMG, no próximo dia 3 de junho, pelas 21h30.

O projeto pretende implementar uma fusão sonora de vários instrumentos clássicos com eletrónica, gerando texturas passíveis de uma ligação com textos em prosa e verso; por outro lado, não esqueceu também a exploração de capacidades vocais. “Beat na Montanha” está a ser desenvolvido com o envolvimento de crianças e jovens do Centro Escolar de Gonçalo (concelho da Guarda) e da Aldeia S.O.S. da Guarda.

Procurámos que que as crianças/jovens conseguissem tocar algo simples, com diversos instrumentos. Falamos de uma mistura de sons que vão desde jambés, melódicas, maracas, xilofones, a sintetizadores, drum machines, sequenciadores, etc. Ao nível da exploração de alguns vocais foi intenção equacionar o Rap com as bases sonoras desenvolvida, por entendermos que se alcançava assim um vínculo importante. Até pelo facto de muitos jovens terem um acesso fácil ao estilo e ser algo bem recebido entre eles.” Explicou Luís Sequeira.

De referir que paralelamente ao projeto musical em curso está a ser filmado, pela realizadora Fabiana Tavares, o documentário oficial de "Beat na Montanha". “Com o documentário pretendo retratar esta odisseia musical que se debruça na inclusão social através da criação de música. Retrato este feito através do acompanhamento das aulas de Beat Na Montanha, de forma a captar o processo e sua evolução”, referiu Fabiana Tavares

Em todo o caso – acrescenta a realizadora – o documentário Beat na Montanha é muito mais que isso, mais que as aulas de música, debruçando-se também em conversas/entrevistas de cada pessoa envolvida no projeto direta ou indiretamente, as suas perspetivas e o que as inspira, com o intuito de dar voz à inclusão, integração, humanidade, bem como à música e à criação em cidades como esta.”

Em Gonçalo, uma freguesia do município da Guarda que fica a cerca de 22 km da cidade, o centro escolar conta com 27 crianças com alguma diversidade de nacionalidades e culturas; são alunos dos 6 aos 9 anos habituados a atividades extracurriculares como o teatro, escrita criativa ou a cestaria. Aliás, o vínculo que se pretendeu fazer com o projeto Beat na Montanha passa, precisamente, pela atividade da cestaria, criando uma ligação entre os artesãos da zona e esta ideia desenvolvida pelo guardense Luís Sequeira.

Pretendeu-se, com isso, conceber uma série de instrumentos feitos em vime para replicar alguns sons que vão ser usados nas músicas a serem apresentadas no espetáculo preparado para o encerramento desta atividade. Na Aldeia SOS, na Guarda, o projeto está a envolver crianças/jovens dos 9 a uma idade já adulta, que aderiram “de forma fantástica ao projeto”, disse Luís Sequeira.

No primeiro mês de trabalho “tivemos um leque de ritmos criados com os intervenientes. A intenção foi criar o gosto e deixá-los mais confortáveis com o equipamento usado. Este trabalho foi desenvolvido dentro de cada instituição.” Acrescentou o mentor do Beat na Montanha.

Uma das atividades .JPG

Nas últimas semanas, o trabalho da residência artística tem sido orientado no sentido de estimular a improvisação por parte das crianças, “retendo ideias para serem exploradas nas músicas a incluir no espetáculo de encerramento, absorvendo os estímulos rítmicos de cada um e conseguindo compreender quem conseguiu manter uma boa sincronia com o seu todo”, disse ainda Luís Sequeira.

O encerramento desta residência artística ocorrerá, como atrás se disse, com um espetáculo a ter lugar no Grande Auditório do TMG, dia 3 de junho, pelas 21h30. A entrada é gratuita, mediante levantamento prévio do bilhete no Teatro Municipal da Guarda.

 

 

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publicado às 12:00

Na Catedral

por Correio da Guarda, em 23.05.23

Sé Catedral da Guarda - interior HS_2017 .JPG Sé Catedral da Guarda. Interior.

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publicado às 22:00

O esquecimento da história da cidade...

por Correio da Guarda, em 18.05.23

 

Aos dezoito dias do mês de Maio de mil novecentos e sete, num dos edifícios recentemente construídos no reduto da antiga Quinta do Chafariz, situada à beira da estrada número cinquenta e cinco, nos subúrbios da cidade da Guarda, estando presentes Sua Majestade a Rainha Senhora Dona Amélia (...), procedeu-se à solenidade da abertura da primeira parte dos edifícios do Sanatório Sousa Martins e da inauguração deste estabelecimento da Assistência Nacional aos Tuberculosos, fundada e presidida pela mesma Augusta Senhora (...)”. Assim ficou escrito no auto que certificou a cerimónia inaugural do Sanatório Sousa Martins.

Pavilhão Lopo de Carvalho.jpg

O dia 18 de maio de 1907 constituiu uma das mais imponentes jornadas festivas da Guarda, marcada por um expressivo envolvimento coletivo que importa evocar, pois nesse já longínquo dia abriu-se um novo período da história citadina com a inauguração de duas importantes estruturas de saúde.

Esta cidade, se por um lado ficou dotada com um moderno Hospital (tutelado pela Misericórdia), por outro iniciou – através do Sanatório – uma eminente atividade médica e assistencial que a colocou nos roteiros internacionais das estruturas de saúde vocacionadas para o combate à tuberculose.

O impacto económico e cultural destas duas instituições (Sanatório Sousa Martins e Hospital da Misericórdia da Guarda, a que seria atribuído o nome do então Provedor, Dr. Francisco dos Prazeres) fez-se sentir ao longo de várias décadas, como tem sido reconhecido e evidenciado em vários trabalhos já publicados. Nessa época conjugaram-se na Guarda uma série de fatores que viabilizaram a concretização do sonho de alguns, alicerçado numa sólida determinação e na multiplicidade de atos solidários, apesar dos circunstancialismos político-sociais do Portugal do início do século XX.

A inauguração (inicialmente prevista para 28 de abril e depois para 11 de maio) dos três pavilhões que integravam o Sanatório ocorreu a 18 de maio de 1907, com a presença do rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia que materializou nesta instituição a homenagem a Sousa Martins, atribuindo-lhe o nome daquele clínico; a sua a ação e dinamismo já tinha sido evidenciada por ela numa intervenção pública, no seio da Associação Nacional aos Tuberculosos, realizada em 1889.

Voltando a 18 de maio de 1907, refira-se que nesse dia, cerca das 15 horas, o Rei D. Carlos e a Rainha D. Amélia foram inaugurar o novo edifício do Hospital da Misericórdia da Guarda, na atual rua Dr. Francisco dos Prazeres. Na capela da nova unidade hospitalar, teve lugar a cerimónia da bênção do edifício, pelo Arcebispo-Bispo da Guarda.

O fluxo de tuberculosos superou, largamente, as previsões, fazendo com que os edifícios do Sanatório Sousa Martins se tornassem insuficientes perante a procura; este era aconselhado a todos quantos sofriam de “tuberculose pulmonar, anemia, fraqueza organica, impaludismo, etc.”, como noticiava a imprensa local. Assim, não é de estranhar as preocupações dos responsáveis pelo Sanatório, mormente do seu terceiro diretor, no sentido de ser construído um novo pavilhão.

O que viria a acontecer com a construção de um novo edifício a ladear a rodovia que seguia da Guarda em direção a sul, hoje designada por Avenida Rainha D. Amélia. A inauguração esteve inicialmente agendada para 28 de maio, sendo remarcada para dia 31, deste mesmo mês, pelas 12 horas. O ato contou com a presença dos ministros das Obras Públicas e do Interior, tendo transmissão em direto “pelo Emissor Regional e pela Rádio Altitude”. Como noticiava a imprensa local, “no Sanatório ficam agora mais 450 camas, sendo 350 no novo Pavilhão e 100 nos outros”.

Atualmente, é chocante o estado de abandono e degradação dos pavilhões D. António de Lencastre e D. Amélia, assim como de outros de edifício que desempenharam um papel importante na atividade do Sanatório. São páginas da história da Guarda do último século que estão a ser apagadas e destruídas, perante a confrangedora insensibilidade de quem pode e deve inverter esta situação.

Pavilhão D. António de Lencastre HS  .JPG

Parece que a salvaguarda do nosso património, da nossa memória coletiva, da história de uma instituição marcante, da lembrança de um eminente corpo clínico e de devotados profissionais de saúde, das múltiplas iniciativas desenvolvidas no seio do Sanatório, dos projetos informativos e culturais aqui nascidos são coisas para esquecer, sob o risco de um interessante contraponto com a dinâmica do presente…ou com a falta de ideias e projetos.

Uma vez mais voltamos a reafirmar que o Parque da Saúde da Guarda não pode continuar a ter no seu seio uma memória agonizante de um Sanatório que constituiu um incontornável ex-libris da nossa cidade. Anotar a passagem dos 116 anos após a inauguração do Sanatório Sousa Martins não é persistir em exercício de memória ritualista, mas apelar para a preservação do património físico de uma instituição indissociável da História da Medicina Portuguesa, da solidariedade social, da cultura, da cidade mais alta de Portugal.

 

Hélder Sequeira

 

 

 

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publicado às 08:15

Apresentação do livro "Contos da Flor e do Fruto"

por Correio da Guarda, em 17.05.23

Conto das Flores_.jpg

Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, vai ser apresentado amanhã, pelas 18 horas, o livro "Contos da Flor e do Fruto", de Joaquim Martins Igreja. A apresentação será feita por  António José Dias Almeida e Maria João Pinto.

“Contos da Flor e do Fruto” é a primeira experiência de ficção de Joaquim Martins Igreja; mais habituado à escrita de jornais e blogues, experimenta agora a narrativa de pequenos episódios da província, em que nasceu e se criou: a sua aldeia (Castanheira), a sua cidade (Guarda), a região da Beira, de mato, montanhas e barrocais. E sobretudo de pessoas, porque estas histórias fazem o retrato da paisagem humana com que o autor se foi cruzando ao longo da vida, no café, na escola, na rua. Personagens ora complexas, ora a traço grosso, quase sempre deixando espaço ao leitor para as completar.

Joaquim Martins Igreja é professor do ensino secundário desde 1979, tendo também desempenhado funções de coordenação cultural no INATEL. Colabora desde jovem na imprensa regional e desde 1992 desenvolve o projeto EXPRESSÃO de jornalismo escolar na Escola Secundária Afonso de Albuquerque. Publicou na coleção “Fio da Memória”, da Câmara Mun. Guarda, o opúsculo “Os enchidos da Castanheira” (2003) e coordenou a edição de “Esc. Sec. Afonso de Albuquerque - 50 anos na Mata Municipal” (2020).

 

 

 

 

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publicado às 12:55

Faleceu Virgílio Ardérius

por Correio da Guarda, em 17.05.23

 

Virgílio Mendes Ardérius faleceu ontem (dia 16 de maio), ao início da noite, numa unidade hospitalar de saúde em Viseu, onde estava internado.

Nascido em Unhais da Serra (Covilhã), em 1932, foi ordenado padre em 6 de abril de 1957, tendo sido pároco no Teixoso e nas paróquias urbanas da cidade da Guarda (Sé e São Vicente). Ultimamente exercia funções paroquiais e em Aldeia do Bispo, freguesia a escassa distância da cidade da Guarda.

Licenciado em Filosofia, diplomado em Pedagogia, pós-graduado em Ciências da Comunicação e portador de Curso de Teologia necessário à sua Ordenação em 1957, Vergílio Ardérius foi fundador e dinamizador do Instituto Superior de Administração, Comunicação e Empresa (ISACE) que durante alguns anos funcionou na Guarda.

Virgílio Arderius_foto CORREIO DA GUARDA.jpg

Entre 1975 e 1996 foi professor em diversas escolas da região, tendo sido também Diretor da “Escola dos Gaiatos”. Era o presidente do Conselho de Administração da Fundação Frei Pedro (fundada, juntamente com o ISACE em 1988) e dirigente do Centro de Formação Assistência e Desenvolvimento (CFAD); fundou os jornais “Teixoso Unido” e “Terras da Beira” (encerrado recentemente), bem como as rádios F (que emite a partir da Guarda), Rádio Sátão, Rádio NOAR (Viseu) e Rádio Fronteira (Vilar Formoso).

A sua ligação à radiodifusão começou há décadas atrás na Rádio Altitude, onde integrou a Comissão Diretiva e a Comissão Dinamizadora, tendo desempenhado um relevante papel nos destinos daquela estação emissora. Aí produziu e apresentou o programa semanal “Palavra e Vida”, emitido nas manhãs de sábado.

Vergílio Ardérius foi presidente da Assembleia Geral da Pró-Raia e do Conselho Regional do Centro e do secretariado Distrital da União das Instituições Particulares de Solidariedade Social.

 

 

 

 

 

 

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publicado às 01:02

Palestra sobre Numismática

por Correio da Guarda, em 15.05.23

 

A exposição “A coleção de numismática do Museu da Guarda – Época Medieval” será inaugurada na próxima quinta-feira, dia 18 de maio, pelas 14h30, naquela instituição museológica.

Na data em que se assinala o Dia Internacional dos Museus,  Marcos Osório  irá falar, após o ato inaugural,  de como através das moedas podemos descobrir a História, proferindo uma  palestra subordinada ao tema  "Tesouros do Passado: descobrindo a História através da Numismática". 

NUMISMÁTICA _n.jpg

 

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publicado às 22:52

Noite na cidade...

por Correio da Guarda, em 14.05.23

Noite de SERENATA_2023_HSequeira (11).JPG

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publicado às 22:36


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