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Médicos Ilustres da Guarda

por Correio da Guarda, em 21.05.24

Conversa Aberta_ORDEM DOS MÉDICOS _foto Helder Se

A Secção Sub-Regional da Guarda da Ordem dos Médicos promoveu ontem, no Museu da Guarda, a primeira «Conversa Aberta» sobre Médicos Ilustres nesta cidade.

Esta primeira conversa foi dedicada a Carolina Beatriz Ângelo no dia em que se comemoram os 146 anos do seu batizado.  Antonieta Garcia e Maria do Sameiro Barroso falaram  pouco da história a ilustre médica, republicana e sufragista e a primeira mulher a votar em Portugal.
 
Ainda no dia de ontenm foi inaugurado no Espaço #4 do Museu, uma exposição sobre a Vida e Obra da ilustre médica que ira ficar para visita ate ao dia 9 de junho.
 
Este ciclo de "Conversa Aberta" sobre Médicos Ilustres da Guarda irá prosseguir, como ontem foi divulgado, no próximos meses, em parceria com o Museu da Guarda.
 
 
 

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publicado às 17:00

Missa de Finalistas na Guarda.

por Correio da Guarda, em 19.05.24

Missa Finalistas 2024_fot HS_ (6).JPG

No campus do Politécnico da Guarda decorreu hoje a Missa de Finalistas e a cerimónia da Benção das Pastas.

Mais fotos aqui.

 

 

 

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publicado às 17:30

Uma vergonhosa realidade…

por Correio da Guarda, em 18.05.24

 

Hoje, 18 de maio, ocorre a passagem do centésimo décimo sétimo aniversário da inauguração do Sanatório Sousa Martins que, durante décadas, funcionou na Guarda.

A inauguração (inicialmente prevista para 28 de abril e depois para 11 de maio) dos três pavilhões que integravam o Sanatório teve lugar a 18 de maio de 1907, com a presença do rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia.

Aos dezoito dias do mês de Maio de mil novecentos e sete, num dos edifícios recentemente construídos no reduto da antiga Quinta do Chafariz, situada à beira da estrada número cinquenta e cinco, nos subúrbios da cidade da Guarda, estando presentes Sua Majestade a Rainha Senhora Dona Amélia (...), procedeu-se à solenidade da abertura da primeira parte dos edifícios do Sanatório Sousa Martins e da inauguração deste estabelecimento da Assistência Nacional aos Tuberculosos, fundada e presidida pela mesma Augusta Senhora (...)”. Assim ficou escrito no auto que certificou a cerimónia inaugural da referida estância de saúde.

O Sanatório Sousa Martins foi uma das principais instituições de combate e tratamento da tuberculose em Portugal. A designação de “Cidade da Saúde” atribuída à Guarda em muito se fica a dever à instituição que a marcou, indelevelmente, no século passado.

A Guarda foi, nessa época, uma das cidades mais procuradas do nosso país, tendo a elevada afluência de pessoas deixado inúmeros reflexos na sua vida económica, social e cultural.

A apologia da Guarda como centro urbano “eficaz no tratamento da doença” foi feita por distintas figuras, pois era “a montanha mágica” junto à Serra. Muitas pessoas (provenientes de todo o país e mesmo do estrangeiro) rumaram à cidade mais alta de Portugal com o objetivo de usufruírem do seu clima, praticando, assim, uma cura livre; não sendo seguidas ou apoiadas em cuidados médicos.

As deslocações para zonas propícias à terapêutica “de ares”, e a consequente permanência, contribuíram para o aparecimento de hotéis e pensões; isto porque não havia, no início, as indispensáveis e adequadas unidades de tratamento; situação que originou fortes preocupações sanitárias às entidades oficiais.

No primeiro Congresso Português sobre Tuberculose, Lopo de Carvalho tinha já destacado os processos profiláticos usados na Guarda. Este clínico foi um dos mais empenhados defensores da criação do Sanatório guardense, do qual viria a ser o primeiro diretor.

O fluxo de tuberculosos que vieram para o Sanatório guardense superou, largamente, as previsões, fazendo com que os pavilhões construídos se tornassem insuficientes perante a enorme procura. O Pavilhão 1 (onde funciona atualmente a sede da Unidade Local de Saúde da Guarda) teve de ser aumentado um ano depois, duplicando a sua capacidade.

Em 1953 um novo pavilhão (que ladeia hoje a atual Avenida Rainha D. Amélia) foi acrescentado aos três já existentes. O Sanatório Sousa Martins ganhou, consequentemente, maior dimensão e capacidade de tratamento de tuberculosos.

Pavilhão do Sanatório da Guarda .jpeg

Anotar a decrepitude dos antigos pavilhões, o perigo eminente de derrocada (ou outras eventuais ocorrências) e a passagem dos 117 anos após a inauguração deste Sanatório, não é um mero exercício de memória ritualista. É evidenciar o estado lastimoso em que se encontra o património físico de uma instituição com merecido relevo na história da saúde e da medicina em Portugal.

Um Sanatório ligado também à solidariedade, à cultura e à história da radiodifusão sonora portuguesa, mercê da emissora (Rádio Altitude) aqui criada em finais da década de quarenta do passado século.

Muito se tem falado do estado de abandono do edifício do Hotel Turismo, e da morosidade de um projeto que devolva à cidade a possibilidade de se rever naquela emblemática unidade hoteleira. Ao longo dos anos não têm faltado anúncios, intervenções, ideias, adiamentos de decisões, promessas…a maior visibilidade deste edifício, em pleno centro da cidade e em frente aos Paços do Concelho suscita, naturalmente, mais comentários e lamentações.

Em contrapartida, e embora a escassa distância – hoje também numa reconhecida centralidade – os históricos pavilhões Rainha D. Amélia e D. António de Lencastre continuam, apesar de sucessivos alertas e artigos publicados, a ser desprezados, esquecidos.

Pavilhão D. Amélia.jpeg

A sua recuperação permitiria que fossem utilizados para fins assistenciais ou outros; houve já projetos para a criação de um espaço museológico no Pavilhão Rainha D. Amélia, para a valorização do património florestal da antiga cerca do Sanatório; em 2001/2002 foi elaborado “um projeto para o Hospital da Guarda, que englobava o Pavilhão D. Amélia para as Consultas Externas, acoplado com outro pavilhão moderno. O pavilhão D. António de Lencastre estava destinado à parte administrativa, fazia parte de um complexo para a parte administrativa, acoplado a outros espaços”, como nos disse o Dr. José Guilherme (que dirigiu o Hospital da Guarda), em entrevista publicada na Revista Praça Velha. Nos últimos anos outras ideias foram surgindo, para utilização desses edifícios, sem que tivessem qualquer concretização até à presente data.

O abandono e degradação dos antigos pavilhões do Sanatório Sousa Martins não dignifica uma cidade que se quer afirmar pela história, pela cultura, pelo ensino, pelo turismo, pela qualidade do seu ar, pela sua localização…

Sanatório Sousa Martins - Guarda - foto HS.jpg

A bandeira da cidade deve ser arvorada diariamente, por todos quantos sentem e vivem a Guarda, pensando globalmente e não se circunscrevendo a intervenções articuladas com calendários eleitorais, agendas pessoais ou comentários de circunstância, no plano do politicamente correto; não devemos ser “socialmente, uma coletividade pacífica de revoltados”, na expressão de Miguel Torga.

É importante que contrariemos este estado de coisas, reivindicando soluções, apelando à união de esforço e à procura dos melhores planos/estratégias no sentido de serem recuperados, salvaguardados e utilizados esses edifícios seculares, elementos integrantes do ex-libris da Cidade da Saúde.

“Tudo é ousado para quem a nada se atreve”, escrevia Pessoa. Haja firmeza na ousadia e salvaguardemos um património ímpar da cidade e do país. E nada como uma visita ao local para nos apercebermos da vergonhosa realidade daqueles pavilhões do antigo Sanatório Sousa Martins, 117 anos depois da sua inauguração festiva a 18 de maio.

Amanhã pode ser tarde demais…

 

Hélder Sequeira 

 

Ouça, também, aqui

 

 

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publicado às 00:01

Ordem dos Médicos lembra Carolina Beatriz Ângelo

por Correio da Guarda, em 17.05.24

 

A Secção Sub-Regional da Guarda da Ordem dos Médicos, em parceria com o Museu da Guarda,  vai promover na próxima segunda-feira, 20 de maio, uma sessão dedicada a Carolina Beatriz Ângelo, médica, republicana e sufragista, a primeira mulher a votar em Portugal.

Trata-se de uma iniciativa no âmbito do ciclo “Conversa Aberta” que decorrerá na Galeria Espaço#4, do Museu da Guarda, no contexto da temática "Médicos Ilustres na Guarda" .

A conversa será conduzida, a  partir das 17 horas, por Antonieta Garcia e Maria do Sameiro Barroso. Nesse dia será, ainda, inaugurada nesse espaço uma exposição sobre a vida e obra de Carolina Beatriz Ângelo.

Carolina Beatriz Angela_n.jpg 

 

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publicado às 22:19

Jornal A Guarda comemora 120º aniversário

por Correio da Guarda, em 15.05.24

 

O Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação (SDCC) vai assinalar hoje o 120º aniversário do jornal A Guarda.

“120 anos de homens e letras - A Guarda e os seus construtores” é a designação do seminário que sublinhará a efeméride, decorrendo a partir das 15 horas na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.

O programa integra uma intervenção do Bispo da Diocese da Guarda, D. Manuel Felício, seguindo-se a contextualização desta iniciativa por Dulce Helena Borges, coordenadora do Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação.

“A imprensa religiosa em Portugal” é o tema da comunicação a apresentar por Fernando Sousa e Anabela Matias irá intervir com uma apresentação intitulada “Sanches de Carvalho, um humanista para o nosso tempo".

“O papel das mulheres num jornal centenário: o caso do jornal A Guarda” é o título da intervenção de Liliana Carona que antecederá a comunicação de Henrique Santos que incidirá sobre “A revista Horizonte, fonte de cultura ao tempo de Sanches de Carvalho”.

Semanário A GUARDA.jpg

Para Dulce Helena Borges, “o Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação não poderia deixar de assinalar os 120 anos do jornal A Guarda e o pioneirismo do distrito em termos da imprensa regional e, sobretudo, da imprensa católica”.

A responsável pelo SDCC referiu ainda, a propósito deste seminário que “a importância deste semanário nunca se circunscreveu ao território da diocese, e marca a história da imprensa religiosa portuguesa”.

Este seminário é aberto a todas as pessoas interessadas, tendo entrada livre.

No Espaço ExpoEcclesia, na Guarda, será inaugurada hoje, pelas às 18 horas, uma exposição, intitulada “Jornais Centenários do Brasil e de Portugal: Um Legado Cultural”.

A exposição integra-se no programa comemorativo dos 120 anos do jornal A Guarda.

 

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publicado às 12:20

IX Jornadas Museológicas nas Misericórdias

por Correio da Guarda, em 15.05.24

 

A União das Misericórdias Portuguesas vai promover em Seia, no próximo dia 31 de maio, as IX Jornadas Museológicas nas Misericórdias.
Este evento decorrerá na Casa Municipal da Cultura de Seia e a temática abordada tem como objetivo refletir e analisar a realidade museológica das Santas Casas em Portugal.

A participação é gratuita, mas com inscrição obrigatória. Os interessados podem obter mais informações aqui

Jornadas museológicas _.jpg 

 

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publicado às 11:55

Leituras censuradas na BMEL

por Correio da Guarda, em 13.05.24
 
Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço está patente até ao próximo 29 de junho a exposição "Leituras Censuradas (os livros que não podiam ser lidos). Esta exposição está  integrada no programa comemorativo dos 50 anos do 25 de Abril.
A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço possui um vasto fundo bibliográfico onde estão integradas dezenas de obras cuja leitura outrora foi proibida (autores nacionais e internacionais).
Completada com uma breve história da censura em Portugal, esta mostra pretende divulgar junto da comunidade, as obras proibidas.

Livros Censurados _n.jpg

Foto: BMEL

 

 
 

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publicado às 23:22

Um referência na Imprensa Religiosa

por Correio da Guarda, em 08.05.24

 

O Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação (SDCC) vai assinalar, no próximo dia 15 de maio, o 120º aniversário do jornal A Guarda.

“120 anos de homens e letras - A Guarda e os seus construtores” é a designação do seminário que sublinhará a efeméride, decorrendo a partir das 15 horas na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.

O programa integra uma intervenção do Bispo da Diocese da Guarda, D. Manuel Felício, seguindo-se a contextualização desta iniciativa por Dulce Helena Borges, coordenadora do Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação.

“A imprensa religiosa em Portugal” é o tema da comunicação a apresentar por Fernando Sousa e Anabela Matias irá intervir com uma apresentação intitulada “Sanches de Carvalho, um humanista para o nosso tempo".

“O papel das mulheres num jornal centenário: o caso do jornal A Guarda” é o título da intervenção de Liliana Carona que antecederá a comunicação de Henrique Santos que incidirá sobre “A revista Horizonte, fonte de cultura ao tempo de Sanches de Carvalho”. 

Para Dulce Helena Borges, “o Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação não poderia deixar de assinalar os 120 anos do jornal A Guarda e o pioneirismo do distrito em termos da imprensa regional e, sobretudo, da imprensa católica”.

A responsável pelo SDCC referiu ainda, a propósito deste seminário que “a importância deste semanário nunca se circunscreveu ao território da diocese, e marca a história da imprensa religiosa portuguesa”.

Este seminário é aberto a todas as pessoas interessadas, tendo entrada livre.

Semanário A GUARDA.jpg

 

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publicado às 08:52

Aki Kaurismaki no TMG

por Correio da Guarda, em 07.05.24

 

O CineClube da Guarda vai apresentar hoje, pelas 21h30, no Pequeno Auditório do TMG o filme "Outras Paragens - Folhas Caídas", de Aki Kaurismaki.

Ansa e Holappa são duas pessoas solitárias que, certa noite, se conhecem em Helsínquia. Apesar da timidez de ambos, surge entre eles uma química tão forte que decidem combinar um próximo encontro; as coisas complicam-se quando, devido a uma série de equívocos, perdem o rasto um do outro.

Prémio do Júri no Festival de Cannes foi considerado o Melhor Filme de 2023 pela revista Time.

Folhas Caídas.jpg

 

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publicado às 00:01

Move Beiras assinalou reabertura de troço ferroviário

por Correio da Guarda, em 06.05.24

vaso.jpeg

A Associação Move Beiras celebrou o 3º aniversário da reabertura do troço Covilhã – Guarda da Linha da Beira Baixa através de um programa que decorreu entre 2 e 5 de maio. Na Benespera, já considerada a “Capital Ferroviária” da Linha da Beira Baixa foram diversas as atividades desta comemoração.

No dia 2 de maio, numa parceria  entre a Junta de Freguesia de Benespera e as Infraestruturas de Portugal, promovida pela Associação Move Beiras e na perspetiva de embelezar a plataforma da Estação, foram plantadas oliveiras em sete vasos recuperados de outras utilizações ferroviárias.

Durante os dias 4 e 5 esteve em exibição a exposição “We Love Trains: Movimento I” da Joint Adventures  através da qual foi possível recordar "muitas memórias e histórias".

"As comemorações terminaram, no dia 5, com um lanche na Estação Ferroviária de Benespera, com a excelente animação do Grupo de Cantares “A Mensagem” e com foguetes na chegada do Intercidades com destino a Lisboa. Estas singelas comemorações demonstram uma mensagem profundamente forte - a união e vontade da população da Beira Interior demonstram a ligação que têm ao comboio, este que é o meio de transporte sustentável." Esclareceu a Associação Move Beiras.

 

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publicado às 22:20


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