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Sexta-feira, 25 de Agosto de 2017
Recriação histórica em Almeida

ALMEIDA.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 08:10
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Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017
Sortelha: Muralhas com História

 

     Em Sortelha vai decorrer, de 22 a 24 de Setembro, uma iniciativa denominada "Muralhas com História”, promovida pela Câmara Municipal do Sabugal.

    A edição deste ano levará os visitantes até ao reinado de D. Afonso IV, O Bravo (1325-1357), perspetivando-se que sejam abordadas as vicissitudes da manutenção da fronteira definida por D. Dinis, seu pai e todas as quezílias em que D. Afonso IV se viu envolvido ao longo da vida, destacando-se as que travou contra os seus irmãos bastardos, principalmente Afonso Sanches.

    Partindo do burgo medieval de Sortelha, será abordada a perspetiva que o homem medieval tinha do mundo com todas as imprecisões, mitos e lendas que o desconhecimento alimenta, foi neste facto, mais concretamente na  “L'image du monde” da autoria de Gautier de Metz que se partiu para a edição deste ano.

    A viagem ao quotidiano medieval será complementada com mercado de época, tabernas, ofícios ao vivo, teatralizações contínuas, música ao vivo e espetáculos surpreendentes. Mais informação aqui.

MURALHAS.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 18:44
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Sábado, 29 de Novembro de 2014
Recriação histórica da chegada da GNR à Guarda

 

     Na Guarda vai ser recriada amanhã, pelas 14 horas, a chegada dos primeiros elementos da GNR à cidade, há cem anos.

     O espectáculo, encenado, vai contar com um pelotão fardado à época que virá numa composição ferroviária – cuja entrada ocorrerá na estação da CP, precisamente pelas 14 horas  – sendo recebido pelas entidades oficiais de então (Presidente da Comissão Executiva Municipal, Governador Civil); vão estar igualmente algumas dezenas de figurantes que evocarão o momento festivo que a cidade viveu aquando da chegada da Guarda Republicana, em 2 de Dezembro de 1914.

    Após a recriação da chegada, e das intervenções  que vão evocar a recepção dos primeiros elementos da GNR, os militares vão, a pé (e seguidos pelas entidades e figurantes) até ao parque Urbano do Rio Diz, onde decorrerá uma cerimónia oficial e outras actividades organizadas pelo Comando Territorial da GNR da Guarda.

Recriação histórica GNR.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 18:22
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Terça-feira, 18 de Novembro de 2014
GNR: recriação histórica na Guarda

GNR - Cerimónia.jpg

     O Comando Territorial da GNR da Guarda anunciou ontem que vai comemorar o centenário da chegada dos primeiros elementos à cidade com uma recriação histórica a realizar no dia 30 na estação dos caminhos-de-ferro.

     A primeira companhia da Guarda Nacional Republicana (GNR) que chegou à cidade da Guarda, no dia 2 dezembro de 1914, de comboio, era composta por cerca de 100 elementos, segundo o comandante do Comando Territorial da GNR da Guarda, tenente-coronel José Gomes.

     O responsável anunciou, em conferência de imprensa, que a efeméride será assinalada a um domingo, dia 30 de novembro, com a recriação teatral e com uma cerimónia militar.

     A iniciativa será realizada pelas 14h30, na estação do caminho-de-ferro local, seguindo-se a cerimónia militar evocativa, no parque urbano do Rio Diz, na Guarda-Gare.

     A recriação teatral, que vai ser realizada com a colaboração da Câmara Municipal da Guarda, da REFER e da CP, envolverá um pelotão da GNR, fardado à época (composto por um oficial, três sargentos e 16 guardas) e cerca de 40 figurantes e atores locais.

     “Os militares chegam à estação [de comboio], irão descer e ser recebidos pelas entidades da época [presidente da câmara e Governador Civil]“, adiantou José Gomes.

     O responsável assegura que os cidadãos da Guarda irão assistir, naquele dia, a “uma coisa muito bonita”, que ficará “na memória das pessoas”.

 

     Fonte: Beira.pt

 



publicado por Helder Sequeira às 08:10
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Sábado, 23 de Agosto de 2014
Memória da Guerra Peninsular

 

     “Fortalezas e Fronteiras” é o tema do oitavo seminário internacional que será realizado em Almeida de 28 a 30 de Agosto, no âmbito do programa da recriação histórica do cerco de Almeida, ocorrido em 1810.

    Este evento é já um consolidado cartaz de promoção turística e cultural daquela vila do distrito da Guarda, onde se ergue uma das mais simbólicas fortalezas abaluartadas de Portugal.

    A importância desta praça-forte foi reconhecida desde muito cedo; após o primeiro de Dezembro de 1640, o rei D. João IV ordenou a sua reparação, face às difíceis contendas que se avizinhavam.

    Desde logo ficou percetível o papel preponderante que Almeida ia ter no processo bélico de manutenção da independência; a vila foi transformada em sede do quartel-general do Governador de Armas da Beira, constituindo-se na mais importante praça do reino português.

    D. Álvaro de Abranches, um dos conjurados da Revolução de 1640 e membro do Conselho de Guerra de D. João IV, foi o primeiro Governador de Armas de Almeida, empenhando-se, de imediato no seu eficaz guarnecimento, rentabilizado o sistema de fortificações de que estava dotada.

   Mais tarde a história de Almeida cruza-se com as célebres, quanto dramáticas, invasões francesas. Destas, a terceira incursão conduzida por André Massena foi a que deixou marcas mais profundas na denominada “Estrela de Pedra”.

    Após a conquista de Ciudad Rodrigo (Espanha), em 10 de Junho de 1810, pelas tropas francesas o objetivo do exército invasor era o domínio da praça portuguesa, que teria cerca de 2000 habitantes e estava guarnecida com 5 000 soldados e 115 peças de artilharia.

    Com a aproximação das forças francesas, o comando do exército anglo-luso apelou aos habitantes para abandonarem as suas casas e levarem os seus haveres. Nos primeiros dias de Agosto de 1810 o Marechal Massena mandou avançar o Oitavo Corpo do exército francês, sob o comando de Junot, dando início, a 10 de Agosto, ao cerco de Almeida, cuja guarnição militar era chefiada pelo coronel inglês Guilherme Cox, sendo Tenente-Rei o almeidense Francisco Bernardo da Costa.

    O cerco decorria há 17 dias quando, ao cair da noite, uma granada francesa provocou uma explosão em cadeia que destruiu o paiol principal, onde estavam armazenadas 75 toneladas de pólvora; centenas de mortos e enormes danos no interior da fortaleza foi o balanço imediato da tragédia. Na manhã seguinte, 27 de Agosto de 1810, Massena exigiu do comandante inglês a rendição imediata da praça, o que acabou por suceder nessa noite.

     A fortaleza de Almeida, em estilo Vauban, tem uma planta em forma de estrela irregular, integrando seis baluartes: o de S. Francisco, São João de Deus, Santa Bárbara (designado também de Praça Alta), do Trem (ou de Nossa Senhora das Brotas), Santo António e São Pedro, articulados com idêntico número de revelins. O conjunto monumental deste baluarte beirão encontra-se rodeada por largos e profundos fossos.

    Para além das majestosas Portas de Santo António e São Francisco destacam-se as casamatas, espaços subterrâneos cuja estrutura e solidez os tornava imunes às bombas da época.

   No interior do perímetro amuralhado encontra-se o Quartel das Esquadras que ficou a dever-se ao Conde de Lippe (Frederico Guilherme de Schaumburg-Lippe), edifício onde estiveram instaladas forças de infantaria; a antiga Casa dos Governadores da Praça de Almeida; o edifício do Corpo da Guarda Principal (onde funciona a Câmara Municipal), a Igreja da Misericórdia, a Casa dos Vedores Gerais, a Casa da Câmara e o Antigo Convento de Nossa Senhora do Loreto (actual Igreja Matriz) são outros edifícios emblemáticos desta vila do distrito da Guarda.

    A recriação histórica do cerco de Almeida contribuiu, uma vez mais, para a preservação da memória da guerra peninsular e outrossim para um melhor conhecimento da riqueza histórica e monumental daquela vila que, em simultâneo, incrementa com um cartaz desta natureza a vinda de um expressivo número de visitantes.

    Mas se este evento tem um significado particular para Almeida é igualmente importante para a promoção do distrito, onde deveria existir uma articulação e cuidada calendarização – ao longo do ano, e consoante a especificidade ou tradição de iniciativas locais, já com regularidade – de iniciativas diversificadas que, globalmente, reforçariam a projeção desta zona do país e iriam geral novos fluxos turísticos.

    A partir de uma estreita cooperação, da rentabilização de meios financeiros e humanos, potencialização das nossas realidades históricas, culturais, paisagísticas e institucionais podem ser abertos novos caminhos desenvolvimento e um futuro que se pretende melhor.

 

    in O Interior, 21-8-2014



publicado por Helder Sequeira às 23:42
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Segunda-feira, 26 de Agosto de 2013
Almeida evoca terceira invasão francesa

 

     “Território, Raia e Fronteira – Sistema de Fortificação” é o tema do seminário internacional que será realizado em Almeida nos próximos dias 30 e 31 de Agosto.

     Esta iniciativa decorrerá em simultâneo com as comemorações do cerco daquela vila, ocorrido na terceira invasão francesa; as actividades terão início na sexta-feira e prolongam-se até domingo, 1 de Setembro.

    A história de Almeida cruza-se com as célebres, quanto dramáticas, invasões francesas. Destas, a terceira incursão conduzida por André Massena foi a que deixou marcas mais profundas na denominada “Estrela de Pedra”.

    Após a conquista de Ciudad Rodrigo (Espanha), em Junho de 1810, pelas tropas francesas o objectivo do exército invasor era o domínio da praça portuguesa, que teria cerca de 2000 habitantes e estava guarnecida com 5 000 soldados e 115 peças de artilharia.

    Com a aproximação das forças francesas, o comando do exército anglo-luso apelou aos habitantes para abandonarem as suas casas e levarem os seus haveres.

    Nos primeiros dias de Agosto de 1810 o Marechal Massena mandou avançar o Oitavo Corpo do exército francês, sob o comando de Junot, dando início ao cerco de Almeida, a 10 de Agosto, cuja guarnição militar era chefiada pelo coronel inglês Guilherme Cox, sendo Tenente-Rei o almeidense Francisco Bernardo da Costa.

    O cerco decorria há 17 dias quando, ao cair da noite, uma granada francesa provocou uma explosão em cadeia que destruiu o paiol principal, onde estavam armazenadas 75 toneladas de pólvora; centenas de mortos e enormes danos no interior da fortaleza foi o balanço imediato da tragédia. Na manhã seguinte, 27 de Agosto de 1810, Massena exigiu do comandante inglês a rendição imediata da praça, o que acabou por suceder nessa noite.

   O programa desta recriação histórica integra a realização de um mercado oitocentista (que abrirá ao público a partir das 19 horas de sexta-feira), uma mostra e desfile dos trajos oitocentistas, um acampamento histórico e oficinas pedagógicas, a exposição “Mostra do Espólio das escavações do Castelo de Almeida”, a batalha do assalto a fortaleza (dia 31 de Agosto, a partir das 22 horas) e a recriação de novo episódio bélico ma manhã de domingo, pelas 10 horas (partida do Baluarte de S. Pedro em combate contínuo até ao Baluarte de Santo António), entre outras actividades distribuídas pelos três dias (H.S.).

 



publicado por Helder Sequeira às 23:06
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013
Passos à volta da Memória

 



publicado por Helder Sequeira às 00:20
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Sábado, 23 de Junho de 2012
Recriar mas...com rigor

 

     A recriação de factos ou momento da nossa História é um contributo, indiscutível, para o conhecimento do nosso passado enquanto povo e nação; estas iniciativas contribuem, por outro lado, para a animação cultural e turística, afirmando-se – desde que promovidas com regularidade e rigor histórico – como cartazes de promoção das localidades onde decorram.

     Estas actividades implicam, obviamente, um trabalho cuidadoso, sério e orientado com rigor; contudo há pormenores que não podem passar em claro a quem organiza…Sim, porque a permitir estes “adereços” qualquer dia temos os personagens/figurantes a apresentaram-se de ipad pendurado no cinturão…

 

 



publicado por Helder Sequeira às 15:12
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Sábado, 6 de Agosto de 2011
Recriação histórica do cerco de Almeida

 

    

      De 26 a 28 de Agosto vai decorrer em Almeida a VII Recriação Histórica do cerco daquela vila.

     O programa integra um seminário internacional subordinado ao tema “As novas da modernização e fortificação abaluartada”, a instalação do acampamento histórico, rondas das sentinelas no perímetro das muralhas (dia 26); cerimónia evocativa, assalto à fortaleza (dia 27); retirada e perseguição das tropas de Brennier, combate na aldeia de Malpartida (dia 28).

 

  • Papel preponderante

 

     A importância da fortaleza de Almeida cedo foi acentuada; após o primeiro de Dezembro de 1640, o rei D. João IV ordenou a sua reparação, face aos momentos e às difíceis contendas que se avizinhavam.

     Desde logo ficou perceptível o papel preponderante que Almeida ia ter no processo bélico de manutenção da independência. A vila foi transformada em sede do quartel-general do Governador de Armas da Beira, constituindo-se na mais importante praça do reino português.

     D. Álvaro de Abranches, um dos conjurados da Revolução de 1640 e membro do Conselho de Guerra de D. João IV, foi o primeiro Governador de Armas de Almeida, empenhando-se, de imediato no seu eficaz guarnecimento, rentabilizado o sistema de fortificações de que estava dotada.

 

  • A terceira invasão francesa

 

    Mais tarde a história de Almeida cruza-se com as célebres, quanto dramáticas, invasões francesas.

    Destas, a terceira incursão conduzida por André Massena foi a que deixou marcas mais profundas na denominada “Estrela de Pedra”.

    Após a conquista de Ciudad Rodrigo (Espanha), em 10 de Junho de 1810, pelas tropas francesas o objectivo do exército invasor era o domínio da praça portuguesa, que teria cerca de 2000 habitantes e estava guarnecida com 5 000 soldados e 115 peças de artilharia.

   Com a aproximação das forças francesas, o comando do exército anglo-luso apelou aos habitantes para abandonarem as suas casas e levarem os seus haveres.

 

  • A rendição da praça

 

     Nos primeiros dias de Agosto de 1810 o Marechal Massena mandou avançar o Oitavo Corpo do exército francês, sob o comando de Junot, dando início ao cerco de Almeida, a 10 de Agosto, cuja guarnição militar era chefiada pelo coronel inglês Guilherme Cox, sendo Tenente-Rei o almeidense Francisco Bernardo da Costa.

 

    O cerco decorria há 17 dias quando, ao cair da noite, uma granada francesa provocou uma explosão em cadeia que destruiu o paiol principal, onde estavam armazenadas 75 toneladas de pólvora; centenas de mortos e enormes danos no interior da fortaleza foi o balanço imediato da tragédia.

    Na manhã seguinte, 27 de Agosto de 1810, Massena exigiu do comandante inglês a rendição imediata da praça, o que acabou por suceder nessa noite.

 

  • Reencontrar a história

 

    A fortaleza de Almeida, em estilo Vauban, tem uma planta em forma de estrela irregular, integrando seis baluartes: o de S. Francisco, São João de Deus, Santa Bárbara (designado também de Praça Alta), do Trem (ou de Nossa Senhora das Brotas), Santo António e São Pedro, articulados com idêntico número de revelins.

    O conjunto monumental deste baluarte beirão encontra-se rodeada por largos e profundos fossos.

    Para além das majestosas Portas de Santo António e São Francisco destacam-se no complexo desta fortaleza abaluartada as casamatas, espaços subterrâneos cuja estrutura e solidez os tornava imunes às bombas da época.

    No interior do perímetro amuralhado encontra-se o Quartel das Esquadras que ficou a dever-se ao Conde de Lippe (Frederico Guilherme de Schaumburg-Lippe), edifício onde estiveram instaladas forças de infantaria; a antiga Casa dos Governadores da Praça de Almeida; o edifício do Corpo da Guarda Principal (onde funciona a Câmara Municipal), a Igreja da Misericórdia, a Casa dos Vedores Gerais, a Casa da Câmara e o Antigo Convento de Nossa Senhora do Loreto (actual Igreja Matriz) são outros edifícios emblemáticos desta vila do distrito da Guarda.

 

Helder Sequeira

 



publicado por Helder Sequeira às 23:53
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Terça-feira, 26 de Agosto de 2008
Recriação histórica do cerco de Almeida

      

         Em Almeida (distrito da Guarda) decorreu, de 22 a 24 de Agosto, a quarta recriação histórica do cerco daquela vila, ocorrido em 1810 aquando das invasões francesas.

       Uma iniciativa digna de registo e aplauso. Espera-se a sua continuidade.

 



publicado por Helder Sequeira às 12:40
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