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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2015
Rádio

Rádio Antigo.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 23:10
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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2014
Rádios no Museu Natural da Electricidade

 

     “Rádios do Século XX – Onda Média e Frequência Modulada” é o tema da exposição que, até 11 de Outubro, está patente no Museu Natural da Electricidade, em Seia.

     Esta mostra reúne objetos museológicos do percurso histórico da rádio nas primeiras sete décadas do século passado.

    “A ligação da rádio a este espaço museológico é evidente, pois na região da Serra da Estrela, a difusão da rádio só foi possível em virtude da entrada em funcionamento, em 1909, da Central Hidroelétrica da Senhora do Desterro, hoje Museu Natural da Eletricidade”, salientou uma nota informativa da Câmara Municipal de Seia.

    De referir que o Museu Natural da Eletricidade se encontra a funcionar desde 2011 no edifício da antiga Central Hidroelétrica.

 



publicado por Helder Sequeira às 18:48
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2014
Rádios do século XX

     No Museu da Electricidade (ME), em Seia, está patente, desde hoje e até 11 de Outubro, a exposição “Rádios do Século XX – Onda Média e Frequência Modulada”.

     Esta exposição pretende dar a conhecer a evolução estética e tecnológica dos aparelhos de rádio, nas primeiras sete décadas do século passado.

     Ainiciativa  do ME tem a colaboração do Museu dos Rádios Antigos, de Vila Nova de Tazém.



publicado por Helder Sequeira às 23:57
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Domingo, 29 de Julho de 2012
Rádio Altitude: 64º aniversário

 

     O Altitude é uma das mais antigas estações emissoras portuguesas, emitindo, regularmente, há 64 anos, a partir dos estúdios na cidade da Guarda.

     Embora o registo oficial das emissões tenha ocorrido a 29 de Julho de 1948, a actividade do Rádio Altitude surgiu, no seio do Sanatório Sousa Martins, cerca de 1946.

     Na altura, as rudimentares emissões circunscreviam-se ao pavilhão onde estava concentrado o grupo de doentes pioneiros deste projecto e só com a construção de novo emissor foi ganhando dimensão a aventura radiofónica.

     Sabe-se que, no ano seguinte, o então director daquela unidade de saúde, o médico e escritor Ladislau Patrício (cunhado do poeta Augusto Gil) assinou o primeiro regulamento da referida estação emissora, onde estavam definidas orientações muito objectivas sobre a sua actividade.

     Em finais de 1947 as emissões já eram escutadas na cidade que seguiu, com particular entusiasmo, o início oficial das emissões regulares assinalado, com alguma pompa e circunstância, a 29 de Julho de 1948; um ano depois foi atribuído o indicativo CSB 21 ao Radio Altitude.

     A propriedade do primeiro emissor pertenceu, inicialmente, à Caixa Recreativa do Internados no Sanatório Sousa Martins e, mais tarde, com a sua extinção, ao Centro Educacional e Recuperador da unidade hospitalar vocacionada para o tratamento da tuberculose.

    Com a criação do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins (CERISSM) pretendeu-se auxiliar os doentes, especialmente no que dizia respeito “à sua promoção social e ocupação dos tempos livres”.

     Aliás, foi no seio dos sanatórios que surgiram interessantes projectos radiofónicos – como seja a Rádio Pólo Norte, no Sanatório do Caramulo, e a Rádio Pinóquio, no Sanatório das Penhas da Saúde, Covilhã, para referirmos os mais próximos.

     O CERISSM foi uma autêntica instituição de solidariedade; para além de viabilizar a afirmação e implantação da Rádio Altitude desenvolveu uma vasta obra assistencial, sob o impulso do médico Martins de Queirós, o quarto e último director do Sanatório da Guarda.

     Em 1961, mediante autorização oficial, o RA passou a ter como suporte económico-financeiro as receitas publicitárias que em muito contribuiriam para o auxílio dos doentes mais carenciados. As emissões evoluíram, ao longo das primeiras décadas em função das disponibilidades técnicas, dos recursos humanos e financeiros mas encontrando sempre no, crescente auditório, uma grande simpatia e um apoio incondicional.

     Até 1980 o Rádio Altitude emitiu na frequência de 1495 Khz, em onda média (abrangendo não só o distrito da Guarda mas igualmente os distritos de Viseu e Castelo Branco e algumas das suas áreas limítrofes), altura em que a sua sintonia passou a ser feita no quadrante dos 1584 khz. Após 1986, e com a liberalização do espectro radioeléctrico passou também a desenvolver as suas emissões em frequência modulada, em 107.7 Mhz, a qual foi alterada, em 1991, para os 90.9 Mhz.

     Em 1998,e depois de ter sido determinada a extinção do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins, foi decidida a realização de uma consulta pública, com vista à “transmissão da universalidade designada Rádio Altitude”, considerada a “única estrutura em funcionamento do ex-CERISSM”.

     A estação emissora entrou assim, com a sua aquisição por parte da Radialtitude–Sociedade de Comunicação da Guarda, num capítulo novo da sua existência, mantendo a ligação física ao antigo espaço sanatorial.

     O Rádio Altitude – que assinala hoje o seu 64º aniversário – possui um historial ímpar que importa reter, e divulgar, contribuindo, assim, para aumentar a cadeia de afectos, originada em finais da década de quarenta do passado século.

     Hoje, o RA vive uma fase, perfeitamente distinta, consentânea com o papel da Rádio no século XXI e outrossim com as novas tecnologias, novos suportes, novos desafios e as inúmeras potencialidades proporcionadas pela Internet. A sua área de influência não se limita aos tradicionais contornos geográficos resultantes da potência do seu emissor e das condições de propagação mas estende-se ao mundo, num confronto que, é justo realçar, afere de forma digna a qualidade do trabalho aqui desenvolvido.

     O passado e o património do Rádio Altitude fazem parte das múltiplas memórias da Guarda, assumindo-se como elos indissociáveis da história da Cidade da Saúde. Valorizar o presente, reflectir sobre a importância social desta emissora, será um bom incentivo para quantos ali trabalham e dão continuidade a uma matriz radiofónica, de inquestionável originalidade e longevidade.

     Num contexto de redobrados desafios e responsabilidades, que não pode ser iludido sob qualquer capa mágica mas antes deve merecer a resposta adequada, importa manter o rumo, preservar uma identidade, garantir o futuro.

     Parabéns Rádio Altitude! (HS)

 



publicado por Helder Sequeira às 07:00
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2012
Memórias da Rádio - 2

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 18:45
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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012
Altitude (rádio) global

 

     Os conteúdos disponíveis na página da Rádio Altitude na Internet (em www.altitude.fm) foram acedidos, em 2011, a partir de 80 países e territórios. As ligações mais procuradas foram a emissão online e o arquivo de programas e rubricas em podcast, actualizado diariamente.

     A seguir a Portugal, os trinta países a partir de onde se registaram ligações em maior número foram, por ordem de procura, Brasil, Espanha, França, Suíça, Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Coreia do Sul, Itália, Luxemburgo, Rússia, Angola, Moçambique, Polónia, Turquia, Argentina, México, Holanda, Bélgica, Ucrânia, Irlanda, Andorra, Cabo Verde, Austrália, China (incluindo Macau e Hong Kong), Finlândia e Índia. Entre os países a partir de onde se registaram ligações ocasionais contam-se Marrocos, Equador, Hungria, Israel, Peru, Sérvia, Suécia, Senegal, Taiwan, África do Sul, República Checa, Dinamarca, Grécia, Japão, Malásia, Roménia, Venezuela, Áustria, Qatar, República Dominicana, Tunísia, Nova Zelândia, Paraguai, Tailândia e Mónaco.

 

   

      As cidades internacionais com maiores ligações aos conteúdos da Rádio foram Valência, Madrid, São Paulo, Zurique, Belo Horizonte, Genebra, Fortaleza, Frankfurt, Salvador, Recife, Seoul, Luxemburgo, Toulouse, Luanda, Paris, Lausanne, Lyon, Valladolid, Salamanca, Maputo, Roma, Nova Iorque, Dusseldorf, Bruxelas, Estrasburgo, Milão e Sydney.

    Em Portugal, além do distrito da Guarda, a Rádio foi acedida online a partir de (por ordem decrescente) Lisboa, Porto, Castelo Branco, Coimbra, Aveiro, Viseu, Setúbal, Santarém, Braga, Leiria, Faro, arquipélago dos Açores, Évora, Viana do Castelo, arquipélago da Madeira, Portalegre, Beja e Bragança.

    No conjunto, a página da Rádio foi acedida em 201 desde 898 cidades em todo o mundo.  O acesso ao portal da Rádio Altitude fez-se, sobretudo, a partir da procura no motor de pesquisa Google (51% das entradas), por acesso directo ao endereço www.altitude.fm (23%) e por ligação a partir da rede social Facebook (18%). No Google, 3.736 palavras-chave conduziram à página da Rádio, maioritariamente por «radio altitude», «guarda», «altitude», «altitude fm» e «rádio».

 

     A Rádio Altitude - com estúdios na cidade da Guarda - inaugurou, oficialmente, as suas emissões em 29 de Julho de 1948, sendo a mais antiga estação regional portuguesa e uma das rádios portuguesas com  maior longevidade.

     No longínquo ano de 1948, esta rádio apresentava-se como “Posto Emissor CS2XT” (mais tarde foi-lhe atribuído o indicativo CSB-21), emitindo, em onda média, no comprimento de onda dos 212,5 m e na frequência de 1495 Kc/s.  A frequência modulada veio na década de oitenta, após o processo de liberalização do espectro radioeléctrico, em Portugal; passou a emitir em 107,7 Mhz e em 1991 na frequência (que prevalece) dos 90.9 Mhz.  A estação, servida por uma equipa dinâmica e consciente do papel da Rádio no século XXI, posiciona-se na vanguarda do desenvolvimento tecnológico mas sem esquecer o seu rico historial, a profunda afectividade com a região (H.S.)

 

 

 

 

fonte: Rádio Altitude

 

 



publicado por Helder Sequeira às 18:02
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Antunes Ferreira: um rosto da Rádio

 

A histórica Rádio Altitude perdeu ontem mais um dos seus obreiros: Antunes Ferreira. Um nome que atravessa um largo período das emissões em onda média e igualmente os anos iniciais da frequência modulada, na RA.
A estação guardense foi para Antunes Ferreira (nasceu a 30 de Novembro de 1929, faleceu a 24 de Novembro de 2008) o local de trabalho ao longo de 35 anos, período durante o qual interveio no desenvolvimento da própria rádio, que considerou ter sido uma "autêntica escola".
Antunes Ferreira passou pelo Sanatório Sousa Martins, como internado, tendo, dentro do espírito da terapia ocupacional praticada naquela unidade, sido convidado para trabalhar na Rádio Altitude.
Em entrevista que nos concedeu há alguns anos atrás (e que foi publicada no Diário da Guarda), relembrava a abertura de um concurso, aquando da passagem do décimo aniversário da RA, para a escolha de alguns elementos destinados a trabalhos de apresentação de programas. "Fiquei classificado em quarto lugar", disse-nos Antunes Ferreira, que, juntamente com mais quatro companheiros, passou a desenvolver a sua actividade na, então, modesta estação de rádio.
 
Na altura, o suporte humano da Rádio Altitude "era o amadorismo puro. Éramos todos amadores e nas horas disponíveis é que íamos para lá. Nós, os doentes, íamos após a fase do período das curas, que eram de repouso total. Alguns iam trabalhar na locução, outros nos arquivos de discos, outros nos registos."
A partir dessa altura desenvolve "uma colaboração assídua, durante vários anos. Juntamente com outras pessoas, de fora, assim se mantinha o Altitude". Cerca de 1960, o então Director do Sanatório Sousa Martins – Dr. Martins de Queirós - que para Antunes Ferreira "era a alma e o coração do Altitude", entendeu e perspectivou a importância daquela rádio como meio de comunicação social.
"Nessa altura começou a haver uma colaboração mais regular de outros elementos. Estava para sair do Sanatório, um vez que estava curado, e o Dr. Martins de Queirós convidou-me para ficar, como profissional, isto à volta de 1965".
Foi também a partir dessa altura que começou a haver alguns profissionais. " A minha função não era propriamente de animador de emissão, até porque eu gostava mais da técnica. Dediquei-me mais à técnica". Um trabalho que Antunes Ferreira privilegiou ao longo dos 35 anos que trabalhou na Rádio Altitude.
"O ambiente era muito diferente do actual. Todos nós trabalhávamos mais sobre o joelho mas poderei dizer que aquilo era uma escola de rádio. Houve muita gente que ali aprendeu e dali saíram para outros emissores; recordo que houve elementos que foram para os emissores associados de Lisboa, outros para o Porto. A Rádio Altitude nos seus primeiros vinte e cinco, trinta anos, funcionou como uma escola de Rádio". Recordou, com alguma nostalgia, Antunes Ferreira.
Havia "muito amadorismo e sobretudo muita vontade e amor àquela casa", uma fórmula que, na sua opinião, foi importante para se consolidar a projecção da Rádio Altitude. "Aqui na região o que mais se ouvia era a RA, não só pelo interesse das notícias mas também pela música popular que passava, do gosto do nosso povo".
Todos os programas deixaram boas recordações a Antunes Ferreira mas "aqueles espaços que mais vivia, como técnico, eram as transmissões directas. Eram feitas transmissões directas desportivas, religiosas, quer de acontecimentos políticos".
A veracidade das notícias, para o povo, referia Antunes Ferreira, "era confirmada pela RA. Se o Altitude dava qualquer notícia era porque isso tinha mesmo acontecido.".
Daí que, fez questão em sublinhar, “toda a população da Guarda sentia o Altitude como uma coisa deles. Toda a gente achava que tinha um bocadinho na própria Rádio Altitude. Aquela casa era de todos".
(da direita para a esquerda: Antunes Ferreira, Helder Sequeira, José Augusto Marques)
 
Ao longo dos anos o apoio do Sanatório e do Hospital foi permanente, quer através da disponibilização das instalações, quer do fornecimento da energia eléctrica e da água. "Ainda houve uma altura em que havia sócios. Era uma quotização diminuta mas realmente como as despesas também não eram grandes, pois o pessoal era amador. As despesas eram também suportadas pelos discos pedidos, pelos anúncios de bailes e pela própria publicidade. Esta era importante e fundamental para a compra de máquinas. Vivia-se com o que se tinha e nada mais."
Questionado, na altura dessa entrevista, sobre o futuro da Rádio Altitude, disse-nos: "Houve sempre uma coisa que sempre pedi: era que fosse o Altitude a ver-me desaparecer a mim e eu não ver desaparecer o Rádio Altitude. É isso que continuo a pedir."
E a Rádio continua, e vai recordá-lo! No dia de ontem e de hoje a bandeira da Rádio, a meia haste, era disso testemunho. A actual direcção da Rádio, e muito justamente, não esqueceu o homem que durante largos anos foi um dos principais rostos da estação, trabalhador incansável, solidário, intransigente defensor dos verdadeiros interesses da sua estação emissora, cuja solidez económica soube sempre salvaguardar.
Também nós, que com ele privámos largos anos, não o esquecemos. Estas breves notas são uma singela homenagem ao homem e ao profissional (gostava de ensinar, partilhar, apoiar) que tão intensamente viveu a Rádio Altitude.
Até sempre, Senhor Ferreira!...
 
                                                                                         Helder Sequeira
 
 


publicado por Helder Sequeira às 00:37
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Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
Nova programação na Rádio Altitude

 

Uma nova imagem sonora – naquela que é a primeira grande renovação de antena desde que teve início a actual grelha de programas, no princípio de 2006 – assinala a nova temporada da programação da Rádio Altitude, que arrancará na próxima Segunda-feira, 3 de Novembro. A estação local mais antiga de Portugal marca assim a época 2008-2009 (quando a Rádio comemora 60 anos de emissões) com uma mudança de fundo na emissão, que se apresentará ainda mais dinâmica e cativante.
 
Novos programas e mais protagonistas
 
Cumprindo uma prática que os actuais responsáveis da estação têm instituído entre temporadas, a programação é também objecto de alterações, prosseguindo o lema «Mais Rádio – Melhor Rádio». Há novas rubricas e mais protagonistas.
Uma das apostas da nova temporada é o espaço de opinião «Politicamente Incorrecto», em que Abílio Curto (antigo presidente da Câmara da Guarda e ex-dirigente distrital do PS) e Marília Raimundo (antiga governadora civil e ex-dirigente distrital do PSD) prometem intervir «sem cerimónias» numa leitura muito própria da actualidade. O programa é às Segundas-feiras às 11h00 e a participação de ambos será rotativa, tendo início no dia 3 de Novembro com Abílio Curto.
Na Segunda-feira, depois da edição das 18h00, prossegue o debate «Jogo na Mesa», entre adeptos do futebol nacional. Na nova temporada o painel é, no entanto, renovado: Rui Baía e Armando Almeida são os novos intervenientes à defesa, respectivamente, do Benfica e do Futebol Clube do Porto. Armando Neves, que entrou em campo na segunda temporada, mantém-se pelo Sporting.
 
 
À Terça-feira outra estreia: «Moeda Única». Trata-se de um jornal temático sobre economia, semanal, a seguir à edição das 10h30. Às 11h00 mantém-se o «Fórum Altitude», com a participação aberta aos ouvintes na discussão de um tema novo em cada semana.
Quarta-feira é dia de «Oratória», um espaço semanal a seguir à edição das 10h30, que tanto pode conter uma entrevista como um debate ou uma grande reportagem – basta haver uma história.
À Quinta-feira há «Jornal de Desporto», sobre todas as modalidades, e «Escape Livre», o programa – coordenado por Luís Celínio sobre automobilismo mais antigo na rádio em Portugal, que é uma das imagens de marca da estação. E uma nova rubrica, «Revista de Imprensa», na qual uma personalidade diferente em cada semana é convidada a fazer a leitura pessoal do que se escreveu nos jornais.
Em matéria de análise política um dos programas de referência da Rádio, o «Sexto Sentido», inicia uma quarta série com os comentadores residentes Crespo de Carvalho e Esmeraldo Carvalhinho, revelando algumas alterações no formato. Mantém-se à Sexta-feira de manhã, com início às 11h00.
O debate «Vice-Versa» fecha a semana, à Sexta-feira, depois da edição das 10h30, com painéis alternados de participantes a partir de um grupo alargado que na nova temporada conta com Álvaro Estêvão, Carlos Gonçalves, Fernando Cabral, Henrique Fernandes, João Correia, João Paulo Antunes, João Rota, Joaquim Canotilho, Joaquim Carreira, Luís Costa, Manuel Rodrigues, Nuno Almeida, Paulo Romão, Pedro Pires, Ricardo Nevesde Sousa, Rui Correia e Sofia Monteiro, entre outros.
No fim-de-semana está de regresso o «Argumentário», programa de grande entrevista, ao Sábado às 10h00. Às 11h30 surge a nova temporada de «Gente com Valor», que procura retratar discretos protagonistas da arte e do conhecimento.
Ao Domingo a «Revista da Semana», entre as 11h00 e as 13h00, faz a síntese dos dias contados na Rádio.
Nos espaços de opinião a «Crónica Diária» tem nesta temporada um leque maior de autores: Carlos Baía, Hélder Coelho, Isidro Almeida, Maria JoséValente, Santinho Pacheco, Adelaide Campos, Rafael Torres, Rui Ribeiro, Joaquim Nércio, Rogério Castela, Pinto de Almeida, Antonieta Garcia, PauloLeitão Batista, Elsa Fernandes e outros vão dar consecutivamente voz ao que pensam sobre o que se passa, num espaço diário, de Segunda a Sexta, às 9h15 e às 17h15. A equipa da Rádio mantém a «Crónica Altitude», rotativa, na manhã de Sábado.
Na informação diária há blocos noticiosos próprios às 7h25, 8h25, 9h25, 10h25, 12h25 e 18h00 e cadeia com a TSF (informação nacional e internacional) às horas certas.
 
Uma Rádio plural
 
A Rádio Altitude mantém assim uma forte aposta na informação local e regional – e no debate, na entrevista e na opinião.
É o resultado do trabalho de uma equipa de dez profissionais (que integra seis jornalistas) e da participação de mais de quarenta colaboradores, cronistas, comentadores e autores de programas temáticos – cidadãos que integram um Projecto que se caracteriza pelo enorme pluralismo etário, social, profissional e ideológico.
 
Provedor do Ouvinte
 
Hélder Sequeira – mestre em Museologia e Património Cultural e antigo director da Rádio, com vasto trabalho publicado sobre a própria estação – continua a exercer as funções de Provedor do Ouvinte.
A Rádio Altitude é o único órgão de comunicação social audiovisual privado em Portugal a dispor desta figura, tendo sido pioneiro mesmo em relação ao operador público nacional (o único que está obrigado por lei à nomeação de um provedor).
O papel do Provedor do Ouvinte é o de um interlocutor independente entre a Rádio e os públicos, recebendo ou fazendo críticas e sugestões, numa estação marcadamente informativa que, em cada semana, coloca cerca de 130 novos conteúdos próprios em antena, além de uma cuidada selecção musical.
Pode ser contactado através do endereço electrónico provedor@altitude.fm. A crónica do Provedor do Ouvinte é transmitida no primeiro Sábado de cada mês, às 12h00.
 
Aposta em novas plataformas
 
Além da emissão on-line, a Rádio assegura a actualização diária de conteúdos em podcast, disponibilizando através deste formato todos os programas, rubricas e crónicas que produz e transmite.
Este arquivo – ALTITUDE: RÁDIO –, o arquivo ALTITUDE: MEMÓRIA (que oferece mais de 120 horas com a história sonora da Guarda e da Região desde 2004) e a emissão em tempo real podem ser acedidos na página da Rádio na Internet, em www.altitude.fm.
Paralelamente prosseguem profundos esforços para a estabilização técnica e reestruturação da emissão em Onda Média (a Rádio é detentora de uma licença desde a última década de 40), a partir da será criada uma «Rádio de Causas», ao dispor da participação de grupos, associações e movimentos de cidadãos, numa óptica de serviço à sociedade.
Este projecto marcará a celebração dos 60 anos da estação. (Rádio Altitude)
 


publicado por Helder Sequeira às 08:57
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