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Quarta-feira, 24 de Maio de 2017
Museu Português da Migração

 

     O Museu Português da Migração (MPM) poderá vir a ser instalado no Sabugal, de acordo com informação divulgada pela Câmara Municipal local.

    Segundo a autarquia sabugalense, o conceito, inicialmente explorado como Etnocentro – Fronteira de Memórias, tem vindo a ser desenvolvido nos últimos meses com a Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, a quem foi apresentado em Novembro de 2016, e evoluiu para "um lugar de interpretação dos processos migratórios que se desenvolverá de forma dinâmica entre o local e o Global: um museu no Sabugal sobre Portugal no mundo – o Museu Português da Migração".

   O MPM abordará a temática da migração centrada nas diversas motivações dos migrantes (económicas, profissionais, sociais, politicas), das suas diversas escalas (desde os movimentos internos aos movimentos pelo mundo) e dos processos de integração  (a partilha de culturas/multiculturalidade e as novas formas de comunicação como facilitadoras dos fenómenos migratórios).

    Como foi dado a conhecer pelo munícipio o Sabugal, vão ser abordadas, no referido Museu, temáticas complementares mais específicas do território de fronteira onde esta unidade museológica será implantada, estando previsto um espaço dedicado às fronteiras  (a fronteira encarada como “corte” e simultaneamente “elo de ligação” e o caso particular das relações transfronteiriças entre Portugal e Espanha no qual  a temática do contrabando será particularmente sublinhada).

 

    Fonte:Câmara Municipal do Sabugal



publicado por Helder Sequeira às 07:45
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Segunda-feira, 13 de Março de 2017
Casa da Memória Judaica

 

    No Sabugal foi inaugurada ontem a Casa da Memória Judaica da Raia Sabugalense.

   Situado no largo do Castelo do Sabugal, este novo espaço museológico pretende retratar a presença judaica naquele concelho, estando o mesmo integrado no Projeto Rotas de Sefarad – Valorização da Identidade Judaica Portuguesa no Diálogo Interculturas.

    Na Casa da Memória Judaica da Raia Sabugalense os visitantes são convidados a observar algumas peças referentes ao passado do imóvel e do centro histórico do Sabugal, assim como alguns conteúdos gráficos acompanhados de textos que fazem uma evocação da presença das comunidades judaicas nesta antiga vila, desde tempos medievais e modernos, devendo finalizar a visita no piso inferior, onde podem ainda ver um filme/documentário e um armário de parede, em pedra.

memoria judaica.jpg

     No decorrer da sessão, o presidente da Câmara Municipal do Sabugal realçou que a autarquia quer que este espaço se constitua como mais um local de receção, atração turística e de usufruto junto da população residente, salvaguardando desta forma a memória do lugar, evocando também a memória de Natália Bispo, responsável pela abertura da Casa do Castelo e pela forte dinamização da temática judaica neste município.

 

    Fonte e foto: Município do Sabugal

 



publicado por Helder Sequeira às 08:10
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Segunda-feira, 8 de Agosto de 2016
Museu de Vilar Maior

 

     No Museu de Vilar Maior (Sabugal) vai ser inaugurada no próximo dia 10, pelas 18 horas, a exposição permanente daquela unidade museológica.

      "A criação do Museu de Vilar Maior surgiu da necessidade de expor condignamente o espólio recolhido ao longo dos anos pela professora Maria Delfina Marques, tendo sido inaugurado a 22 de agosto de 1998, sob a tutela da Associação Cultural, Desportiva e Social de Vilar Maior", de acordo com informação divulgada pela Câmara Municipal do Sabugal.

     A partir do espólio existente e do objetivo definido no Projeto Museológico criado, foram traçadas as linhas condutoras da nova exposição permanente tendo dois fulcros principais: o edifício e as peças.

     A história do edifício é contada através de algumas peças pertencentes ao conjunto, e o restante espólio (etnográfico, documental e religioso) foi dividido por vários núcleos, através da conjugação de objetos e grafismos, criados para o efeito, resultando em diversas áreas: a casa rural, o trabalho do campo, o ciclo do linho, os ofícios (barbeiro, alfaiate/costureira, carpinteiro), o rito litúrgico, a Misericórdia de Vilar Maior, enquadrados pela documentação gráfica e fotográfica (também pertencentes ao acervo) que revelam os traços da história da localidade.

 

    Fonte: CM Sabugal

 



publicado por Helder Sequeira às 18:51
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Terça-feira, 17 de Março de 2015
Palavras e Poesia no Museu

 

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publicado por Helder Sequeira às 10:09
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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015
Romanização das terras beirãs

 

     No Museu da Guarda está patente, até 18 de Maio, uma exposição subordinada ao tema “Aspectos da Romanização das Terras Beirãs de Entre Douro e Tejo”.

     Organizada pelo Museu da Guarda em colaboração com a Câmara Municipal desta cidade, a exposição incide sobre o período da romanização na zona geográfica referida, destacando as características gerais do povoamento da região, a rede de assentamentos principais e as suas mais destacadas tipologias.

 



publicado por Helder Sequeira às 21:46
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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2015
Armas no Museu

 

     No Museu da Guarda foi ontem inaugurada uma exposição que integra o acervo da sua coleção de armaria.

     De referir que aquela instituição museológica possui um significativo conjunto de armas e acessórios militares, os quais permitem documentar a evolução da armaria do século XVII ao XIX.

     De acordo com a informação do Museu da Guarda, a “exposição de armaria do Museu da Guarda surge agora com uma museografia renovada, possibilitando uma leitura mais adequada dos objetos expostos e uma substituição mais frequente das armas, permitindo apresentar de forma rotativa toda a coleção».

     Com a renovação da “Sala das Armas” foi ampliada a capacidade expositiva daquele museu, viabilizando realização de outras exposições naquele espaço.

Sala de Armas.jpg

    Foto: Museu da Guarda

 

 



publicado por Helder Sequeira às 00:01
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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2014
Rádios no Museu Natural da Electricidade

 

     “Rádios do Século XX – Onda Média e Frequência Modulada” é o tema da exposição que, até 11 de Outubro, está patente no Museu Natural da Electricidade, em Seia.

     Esta mostra reúne objetos museológicos do percurso histórico da rádio nas primeiras sete décadas do século passado.

    “A ligação da rádio a este espaço museológico é evidente, pois na região da Serra da Estrela, a difusão da rádio só foi possível em virtude da entrada em funcionamento, em 1909, da Central Hidroelétrica da Senhora do Desterro, hoje Museu Natural da Eletricidade”, salientou uma nota informativa da Câmara Municipal de Seia.

    De referir que o Museu Natural da Eletricidade se encontra a funcionar desde 2011 no edifício da antiga Central Hidroelétrica.

 



publicado por Helder Sequeira às 18:48
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2014
Fotografias da Guarda

 

     O Museu da Guarda vai assinalar a 19 de Agosto, em colaboração com o Fotoclube da Guarda, o Dia Mundial da Fotografia.

     No âmbito da efeméride será realizado um Photo Papper sob o olhar de António Correia.

    Assim, até 17 de agosto, os interessados devem inscrever-se através do endereço de email: mguarda@drcc.pt

    Serão fornecidas a cada participante seis fotografias, pertencentes à coleção António Correia e subordinadas à temática da cidade da Guarda.

    A participação requer o envio de seis fotografias com a mesma perspetiva, ângulo e local dos selecionados pelo fotógrafo António Correia. “Pretende-se que os participantes conheçam a cidade da Guarda entre os anos 1930 e 1950, através da objetiva de António Correia e seja notória a passagem do tempo, através dos disparos da sua própria objetiva/olhar”.

    De referir que no dia 19 de agosto, a partir das 20 horas, serão projetadas as fotografias da autoria de António Correia, onde serão reveladas “histórias intrínsecas a cada lugar, comparadas com as diferenças subjacentes nas fotografias” enviadas pelos participantes.



publicado por Helder Sequeira às 22:58
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014
Antes que seja tarde...

 

     Nos períodos eleitorais das últimas décadas tem havido questões ciclicamente reeditadas, dada a sua incidência junto do cidadão comum; a saúde tem sido uma delas e, a nível da Guarda, a principal estrutura do sector motivou, ao longo dos anos, particular atenção.

    Durante muito tempo, e como alguns devem estar recordados, o poder político foi protelando a decisão de concentrar na área outrora ocupada pelo Sanatório Sousa Martins os serviços hospitalares que funcionavam no bloco da Rua Dr. Francisco dos Prazeres, em instalações pertencentes à Misericórdia da Guarda.

    Apesar de alguns responsáveis pelo sector da saúde terem reconhecido que esta cidade possuía um espaço ímpar para a atividade de um bom estabelecimento hospitalar, depressa essas palavras caíam no esquecimento e os projetos encetados tinham como destino uma qualquer gaveta das secretárias ministeriais.

    Ao longo de vários anos teve lugar – haja memória – o penoso vaivém de doentes entre o centro da cidade e o atual Parque da Saúde; a dispersão de serviços fazia disparar as despesas do hospital e dificultava o aproveitamento racional de meios humanos e técnicos, com as consequências óbvias. A concentração de serviços, mais tarde concretizada, não foi feita num quadro de previsões que contemplasse um mais vasto horizonte temporal, onde ficasse garantida a progressiva e adequada articulação com novas estruturas e espaços, assegurando a identidade de uma área que durante décadas constituiu uma autêntica cidade e projetou a Guarda, dentro e fora das fronteiras nacionais.

    De hesitação em hesitação, com diferenciadas diretrizes político-partidárias de permeio, a Guarda assistiu, impávida e serena – salvo uma ou outra tomada de posição pública, apesar de tudo inconsistente – à progressiva degradação dos pavilhões do ex-Sanatório (inegável e insubstituível património desta terra), ao desaparecimento de muitas memórias de uma época marcante desta secular cidade.

    Apontados os erros e equacionadas as soluções, o Hospital da Guarda permaneceu, durante anos, nos caminhos da indecisão governamental e serviu de arma de arremesso nos confrontos político-partidários; perdeu-se demasiado tempo, enquanto noutras zonas se trabalhou com mais rapidez e união de esforços.

    Hoje, e já perante a existência de um novo bloco hospitalar (que tardou em abrir...) colocam-se redobradas incertezas, pesem as declarações de responsáveis pelo setor, quanto aos restantes edifícios do Parque da Saúde; há alguns anos atrás, escrevíamos que era, face às obras em curso, importante/urgente, tomar algumas precauções relativamente ao recheio de alguns edifícios ainda erguidos no Parque da Saúde. E porquê?

    No ano 2000, uma comissão mandatada pela Administração do Hospital da Guarda efetuou o levantamento do espólio que seria destinado a um futuro Museu do Sanatório Sousa Martins, o que seria, desde logo, instituição única, com estas características, a nível nacional.

    O trabalho desenvolvido, nessa altura, nos edifícios da lavandaria, oficina de carpintaria, oficina de pintura, padaria (este existiu junto à atual helipista e funcionava como “armazém” de diverso material!..), pavilhão D. António de Lencastre, edifício do Raio X, pavilhão novo e em vários serviços localizados naquele bloco permitiu identificar e inventariar muitos objetos e equipamentos que pertenceram ao antigo Sanatório.

    Como sejam aparelhos de Raio X, equipamentos de lavandaria, equipamento médico, objetos cirúrgicos, processos médicos, mesas, armários, roupeiros, camas de cura, toucadores, cómodas, mesas de jogo, armários louceiros, cadeiras, caixas para transporte de recolha de sangue, estantes, livros, máquina de projetar filmes, piano de cauda, bengaleiros, relógios, móveis de farmácia, equipamento de apoio hospitalar, peças de cerâmicas, móvel giratório para revistas, pinturas a óleo, microscópios, balanças, cómoda “arte nova”, aparelho de pneumotorax, mobiliário diversificado, candeeiros, escrivaninhas, bancos, mobiliário dos anos 50, cadeiras de várias tipologias.

    A relação do material identificado, bem como as atas das reuniões da referida comissão foram oportunamente entregues à direção da unidade hospitalar em referência.

    Há anos atrás, chegou a ser anunciada, na Guarda (em véspera de eleições, diga-se) a criação do Museu da Saúde, que teria um âmbito nacional; tempo depois, em Lisboa, foi assinado um protocolo entre o Instituto Nacional de Saúde “Doutor Ricardo Jorge” e a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica com vista à implementação de um Museu da Saúde, cujo núcleo embrionário é formado – tal como foi então noticiado – por peças da coleção da Direcção Geral de Saúde “recebidas em parte dos antigos sanatórios da luta anti-tuberculose”... desconhecemos o desenvolvimento deste projeto...

   Contudo, e face às mudanças físicas e estruturais entretanto operadas na ULS  da Guarda não será importante acautelar, salvaguardar, o espólio ainda existente (e julgamos que ainda disperso) e pensar, atempada, séria e responsavelmente, num espaço museológico condizente?

    Antes que seja tarde e para que não se perca mais uma memória citadina...numa Guarda de referência!

    H.S.

    In O Interior, 17/7/2014

 



publicado por Helder Sequeira às 00:28
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Quarta-feira, 9 de Julho de 2014
Museu do Côa



publicado por Helder Sequeira às 23:38
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