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Sábado, 18 de Novembro de 2017
Rede Nacional de Investigação da Montanha

 

Rede Inv Montanha.jpg

    No Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai ser apresentada, no próximo dia 11 de Dezembro, pelas 14h30, a Rede Nacional de Investigação da Montanha (RNIM).

  A RNIM vai promover o desenvolvimento de uma rede de montanhas de investigação a nível nacional, juntamente com atividades de investigação e desenvolvimento experimental, em estreita articulação com o ensino, a aprendizagem e a inovação, nomeadamente em domínios como segurança alimentar, disponibilidade de alimentos, agricultura e produção florestal sustentáveis; clima, ambiente, eficiência de recursos e matérias-primas; saúde, bem-estar e alterações demográficas; produção energética eficiente, limpa e segura; recursos naturais e hábitos socioculturais, conhecimento, património e turismo.

   Esta iniciativa pretende, em simultâneo criar uma rede de responsabilidade social sustentada no estabelecimento de estratégias e parcerias que visem o fortalecimento do conhecimento e da identidade territorial, capacitando este território de uma maior atratividade e qualidade de vida.

   O IPG integra a Comissão Executiva deste projeto nacional. A apresentação desta rede decorrerá no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPG.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 00:01
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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017
Projeto GMovE + na Guarda

 

     O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) obteve, recentemente, a aprovação e financiamento dos seis projetos submetidos ao Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica (SAICT) dos quais é líder. O IPG obteve o pleno de candidaturas que a instituição se podia submeter e assegurou a participação em mais nove projetos com instituições de Ensino Politécnico congéneres.

    Uma das candidaturas aprovadas relaciona-se com o Projeto GMovE +. Este projeto tem como objetivo aumentar a prática regular de atividade física pelas pessoas idosas da Guarda, contribuindo para um envelhecimento saudável e para uma vida independente mais prolongada. Para alcançar este objetivo, será implementado um programa de intervenção multidisciplinar apoiado por tecnologias de informação e comunicação (TIC).

     Carolina Vila-Chã, docente do departamento de Desporto e Expressões do IPG e investigadora responsável por este trabalho, refere que se trata de “um projeto que abrange várias entidades públicas com responsabilidade na melhoria da qualidade vida das pessoas, tratando-se por isso, não só de um projeto multidisciplinar mas também multissectorial”.

DESPORTO - terceira idade.jpg

    De acordo com esta docente, o “desafio societal imposto pela rápida alteração demográfica traz repercussões nefastas para a saúde pública e para a economia regional e nacional, pelo se torna premente o desenvolvimento de medidas que promovam o envelhecimento ativo”. Referiu ainda que a implementação de medidas deste âmbito “implicam uma aproximação multidisciplinar, razão pela qual projeto GmovE+ envolve profissionais de várias áreas científicas, nomeadamente da área das ciências da saúde, da informática e ciências do desporto”.

    O projeto iniciar-se-á com um estudo exploratório para identificar potenciais barreiras e fatores que poderão determinar a adesão pessoas idosas à atividade física em contexto regional. A informação recolhida irá suportar a definição de estratégias para aumentar a adesão à atividade física neste grupo etário, através de uma ação concertada entre o Instituto Politécnico, Unidade Local de Saúde da Guarda e Câmara Municipal da Guarda.

    Aos idosos que pretendam tornar-se mais ativos ser-lhes-á proposto a adesão ao programa de atividade física em grupo (devidamente desenhado para desenvolver as múltiplas componentes da atividade física e promover a alteração do comportamento sedentário).

    Em alternativa o idoso poderá integrar um programa de atividade física individual, baseado em atividades que possam ser cumpridas com independência. Este tipo de programa será suportado por soluções TIC no sentido de monitorizar e promover a prática regular.

     Os efeitos de programas de atividade física sobre a condição física e estado de saúde os idosos participantes serão avaliados antes e após um período de intervenção. Os participantes serão recrutados maioritariamente na ULS da Guarda, através dos seus médicos de família. Carolina Vila-Chã considera que é um dever do IPG, enquanto instituição promotora de Inovação e Desenvolvimento, realizar investigação baseada na prática, contribuindo para desenvolvimento da região e para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que nela habitam.

     De acrescentar que nos países desenvolvidos, a população idosa está a crescer tanto em número como em idade. Embora o aumento da longevidade seja uma grande conquista, estas alterações demográficas representam um grande desafio para os serviços públicos, os idosos e suas famílias. A atividade física tem sido identificada como um dos fatores determinantes para a manutenção da independência e qualidade de vida dos idosos. No entanto, e apesar dos benefícios, o estilo de vida sedentário está a tornar-se num problema mundial, com impacto direto na saúde pública e na economia regional e nacional.

    Em Portugal, a prevalência do sedentarismo entre as pessoas com mais de 60 anos idade é uma das mais elevadas da Europa. Além disso, esta parece ser mais acentuada nas regiões do interior, onde se inclui a Guarda.

     Os atores locais, tais como a Camara Municipal (CMG) e Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda estão cientes da necessidade de programas de intervenção e algumas iniciativas individuais têm sido implementadas, contudo sem um impacto significativo na adesão dos idosos à atividade física.

 



publicado por Helder Sequeira às 08:12
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Sábado, 5 de Agosto de 2017
Projeto de monitorização de árvores na Guarda

 

      O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) obteve, recentemente, a aprovação e financiamento dos seis projetos submetidos ao Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica (SAICT) dos quais é líder. O IPG obteve o pleno de candidaturas que a instituição se podia submeter e assegurou a participação em mais nove projetos com instituições de Ensino Politécnico congéneres.

     Uma das candidaturas aprovadas relaciona-se com o projeto Monitorização & Manutenção Avançada de Árvores (TreeM). “A árvore é um ser vivo fundamental, regulador da natureza, do clima e da ecologização urbana”, como é referido a propósito. “Enquanto estrutura viva, a árvore está sujeita à biodegradação. Neste caso, fica com as suas capacidades limitadas, quer de resistência quer de produtividade, representando uma perda ambiental e económica, além de ser uma fonte de risco para pessoas e bens”.

      Como nos foi referido, presentemente a maioria das deteções de manifestações patológicas é feita visualmente; porém, muitas são de difícil identificação e monitorização, por não serem percetíveis. Estas técnicas tradicionais, que assentam na inspeção visual, detetam tardiamente as patologias, dificultando a sua eliminação ou mitigação.

Árvore  HS.JPG

       De referir que nas avaliações mais precisas, a técnica tradicional recorre a metodologias invasivas e pontuais que constituem portas de entrada para agentes patogénicos. As técnicas tradicionais revelam-se ainda morosas, dispendiosas e muitas vezes ineficazes.

     A Termografia por Infravermelhos (TIV) possibilita a medição contínua e simultânea da temperatura de uma superfície, em tempo real e sem contacto, podendo constituir uma ferramenta poderosa, expedita, não poluente e não intrusiva para análise da integridade biológica de árvores.

     Assim, este projeto, a desenvolver pelo IPG, visa otimizar esta técnica de diagnóstico para a inspeção, monitorização e deteção precoce de manifestações patológicas em árvores. A aplicação da técnica poderá permitir a diminuição dos meios humanos e materiais atualmente utilizados pelas técnicas tradicionais, com consequentes ganhos ambientais e económicos.

    Para Rui Pitarma (docente do Instituto Politécnico da Guarda), investigador responsável pelo projeto TreeM, este estudo aplicado a árvores “pode constituir um polo de investigação aglutinador, ligado aos recursos naturais endógenos, centrado na Guarda, no coração do Parque Natural da Serra da Estrela”.

      Na sua perspetiva, o IPG deve ter “uma agenda ambiental forte e este estudo poderá representar um bom contributo. Grande parte dos recursos económicos e patrimoniais da Região Centro de Portugal resultam dos seus recursos naturais endógenos, como a floresta e a fruticultura, que representam quase metade do valor acrescentado bruto setorial do país, e que se pretendem ver alargados através da aplicação de novas tecnologias”.

     A TIV é uma tecnologia conhecida, com extensa aplicação em diversos domínios, mas cuja aplicação a árvores é ainda embrionária, sendo pioneira em Portugal. “Face à natureza do estudo, o projeto envolve uma equipa multidisciplinar. Em investigação os resultados não são garantidos, mas as expectativas são promissoras”, acrescentou Rui Pitarma.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 12:00
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Quinta-feira, 3 de Agosto de 2017
IPG desenvolve projeto de investigação sobre Lítio

IPG - edifício Central.jpg

 

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) obteve a aprovação e financiamento dos seis projetos submetidos ao Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica (SAICT) dos quais é líder. O IPG obteve o pleno de candidaturas que a instituição se podia submeter e assegurou a participação em mais nove projetos com instituições de Ensino Politécnico congéneres.

Uma das candidaturas aprovadas relaciona-se com o projeto “A geologia como base da qualidade de vida - A sustentabilidade do Lítio”. “A gestão sustentável de recursos é atualmente uma prioridade da sociedade em que vivemos, sendo que cada região deve tirar partido dos seus recursos naturais, em particular dos seus recursos endógenos de natureza geológica. A Europa é deficitária em lítio. Portugal e Espanha são os únicos países da EU com recursos deste minério e com potencial para novas descobertas, como o comprova o recente relatório do grupo de trabalho sobre o lítio criado pelo governo em dezembro de 2016”, comentou Ana Antão (ESTG/IPG), a investigadora responsável por este projeto.

A produção nacional de Lítio concentrada nas regiões de Guarda, Viseu, Vila Real e Viana do Castelo, tem vindo a aumentar, assim como os pedidos de prospeção e pesquisa para este metal. Acontece ainda que muitos dos recursos geológicos portugueses situam-se em zonas desfavorecidas do nosso território, por vezes longe dos grandes centros urbanos.

A zona de intervenção do projeto, Gonçalo-Guarda, além de possuir as características anteriormente referidas, é uma das únicas no panorama português dos recursos de minérios litiníferos associadas aos pegmatitos, sendo a sua valorização, numa perspetiva de desenvolvimento sustentável, uma mais-valia para esta região. Esta, integrou no passado um vasto campo mineiro, cuja exploração se traduziu em impactes ambientais com repercussões muito agressivas no território e nas comunidades locais. A mudança de paradigma relativamente a esta temática será um outro importante objetivo que se pretende alcançar.

Pretendeu-se com a submissão deste Projeto de IC&DT ao Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica (SAICT), aprofundar o conhecimento sobre as jazidas de lítio e minérios a ele associados, que ocorrem na formação geológica-sedimentar do Vale da Gaia (Gonçalo-Guarda). Com efeito, o recurso ao lítio como fonte de combustível limpa, barata, abundante, reciclável e reutilizável deve merecer um estudo técnico-científico aprofundado da área onde se insere a mina C-57, propriedade da empresa copromotora deste projeto. A realização deste trabalho irá determinar na zona um novo conjunto de valências em termos industriais e comerciais, que irão contribuir positivamente para valorizar a região.

As parcerias com a APG e a EFG resultam da relevância que ambas as organizações têm no panorama nacional e internacional de divulgação e disseminação dos raw materials; incorporam-se ainda as competências da APG relativas ao geoturismo, com destaque para a sua experiência na implementação de percursos pedestres e roteiros.

Além destas parcerias, o Projeto conta ainda com a colaboração dos Institutos Politécnicos de Tomar e de Castelo Branco; por se tratar dum antigo campo mineiro com profundas cicatrizes na comunidade local, pretende-se o envolvimento desta e da região onde se insere, através do conhecimento do seu património natural geológico com vista à sua preservação, divulgação e como uma mais-valia do ponto de vista da sustentabilidade.

A criação de percursos temáticos com vista ao património mineiro edificado, bem como a implementação de visitas de escolas e outras instituições, tem por objetivo a valorização deste recurso na estruturação de produtos turísticos diferenciados tais como o turismo de percursos e o turismo de experiências. Pretende-se também com este estudo, permitir que populações locais possam conhecer os atributos dos seus recursos hídricos e do ar e assim colmatar a inexistência de dados que muitas vezes se traduz numa ignorância que pode ser muito prejudicial em termos de saúde pública.

Para se atingirem os objetivos elencados são consideradas várias atividades que se irão desenvolver faseadamente ao longo do Projeto. De entre essas atividades há a destacar os levantamentos topográficos e cadastrais necessários para a modelação 3D do terreno e do campo filoniano em estudo, bem como os estudos de impacte ambiental relativamente aos recursos hídricos com a monitorização de águas e poeiras.

A investigadora responsável pelo projeto, Prof. Doutora Ana Antão (ESTG/IPG), considera que a “criação de percursos temáticos ligados à geologia, à atividade mineira, religiosa e cultural e a conceção de um Museu a céu aberto na zona em estudo, serão atividades que contribuirão para a mudança do paradigma relativamente às repercussões que as atividades do setor extrativo produziram nesta região.” Pretende-se, assim, “trazer a comunidade local para o seu território, maximizando um produto único nesta região e em Portugal”.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 08:30
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Sábado, 15 de Julho de 2017
Uso de medicamentos pelos idosos

 

      O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) obteve, recentemente, a aprovação e financiamento dos seis projetos submetidos ao Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica (SAICT) dos quais é líder. O IPG obteve o pleno de candidaturas que a instituição se podia submeter e assegurou a participação em mais nove projetos com instituições de Ensino Politécnico congéneres.

    Uma das candidaturas aprovadas relaciona-se com o Projeto MediElderly-Polimedicação do idoso, intervenção educativa para melhorar o uso de medicamento pelos idosos e a disponibilização de informação adequada, incidindo nos Problemas Relacionados com Medicamentos (PRM), quer devido ao uso elevado de medicamento quer devido ao declínio das funções cognitiva e física.

      A elevada prevalência de doenças crónicas na população idosa predispõe esta população a um elevado consumo de medicamentos. Em média, os doentes idosos tomam diariamente cerca de 2 a 5 medicamentos prescritos, sendo que, cerca de 20 a 40% dos idosos tomam mais de 5 medicamentos. O elevado consumo de medicamentos está também associado à utilização de medicamentos sem prescrição, frequência de utilização e consumo por períodos superiores à indicação clínica.

Medicamentos.jpg

 

      O referido Projeto visa o desenvolvimento de uma intervenção educativa focada nos principais problemas relacionados com medicamentos identificados na população alvo constituída pelos idosos da região. Inicialmente será desenvolvido um estudo qualitativo com o objetivo de explorar o conhecimento, experiências e atitudes dos doentes idosos em relação aos seus medicamentos. Será também explorada a perceção dos profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, farmacêuticos e técnicos de farmácia) sobre problemas relacionados com medicamento nos doentes idosos. A segunda fase do projeto consistirá na revisão da terapêutica e num estudo quantitativo para identificação dos principais determinantes de uso inadequado de medicamentos pela população idosa. A informação recolhida durante estas fases será essencial para desenhar uma intervenção educativa junto da população focando soluções para resolver os problemas identificados, e, cujo objetivo final é melhorar o uso de medicamentos pela população idosa com impacto positivo na sua saúde e qualidade de vida.

     Com a intervenção educativa, pretende-se melhorar a literacia em saúde dos idosos e seus cuidadores promovendo o seu empoderamento na gestão da sua saúde; de salientar que empoderamento dos doentes é considerado, pela ONU, como um dos pontos-chave para o desenvolvimento sustentável dos sistemas nacionais de saúde.

     Fátima Roque (ESS/IPG), investigadora responsável pelo projeto entende que “este estudo responde a um importante desafio societal da região, promovendo a saúde e consequentemente a qualidade de vida da população idosa, contribuindo, também, para uma diminuição de custos em saúde e para uma melhor sustentabilidade dos recursos em saúde através de uma gestão eficaz e racional do uso de medicamentos”.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 12:57
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Quarta-feira, 21 de Junho de 2017
Politécnico promove novos projetos de investigação

IPG - Campus.jpg

     O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) obteve a aprovação e financiamento dos seis projetos submetidos ao Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica (SAICT) dos quais é líder.

    O IPG obteve o pleno de candidaturas a que a instituição se podia submeter e assegurou a participação em mais nove projetos com instituições de Ensino Politécnico congéneres. “Neste contexto os investigadores do IPG obtém financiamento para o desenvolvimento de investigação e de transferência de conhecimento, suportadas em equipas multidisciplinares, cujos objetivos são valorizar e potenciar o conhecimento e a economia em áreas relevantes”, como foi referido em nota divulgada pelo Instituto Politécnico da Guarda.

    O Projeto Trails4health incide sobre a prática desportiva saudável, criando rotas e avaliando esforços; serão avaliados indicadores fisiológicos (esforço cardíaco e gasto energético) e biomecânicos (impacto articular e muscular) discriminadores do esforço requerido, em função das etapas e dos utentes, de acordo com a sua idade e/ou nível de aptidão física.

    Outra linha de investigação será desenvolvida com o “Projeto geologia como base da qualidade de vida- A sustentabilidade do Lítio na povoação de Gonçalo” orientado para a gestão sustentável dos recursos geológicos, em especial do minério litinífero promovendo a sua valorização e associação de novas funções e usos, entre elas o turismo.

    O Projeto Aplicações biomédicas e desenvolvimento de produtos com base em recursos naturais e endógenos diz respeito à biotecnologia associada aos recursos naturais e à valorização das águas termais, promovendo novos produtos com base nas suas propriedades, em especial os dermocosméticos.

    A monitorização da saúde das árvores por termografia por infravermelhos, promovendo o diagnóstico para a inspeção, monitorização e deteção precoce de manifestações patológicas em árvores promovendo ganhos económicos e ambientais enquadra o projeto Monitorização & Manutenção Avançada de Árvores.

     Outras das candidaturas aprovadas relaciona-se com o Projeto MediElderly-Polimedicação do idoso, intervenção educativa para melhorar o uso de medicamento pelos idosos e a disponibilização de informação adequada, incidindo nos Problemas Relacionados com Medicamentos (PRM), quer devido ao uso elevado de medicamento quer devido ao declínio das funções cognitiva e física.

    Finalmente, o GMove +: Um programa de intervenção para promover a atividade física e a qualidade terá incidência na prática regular de atividade física pelas pessoas idosas da Guarda, contribuindo para um envelhecimento saudável e para uma vida independente mais prolongada, implementando programa de intervenção multidisciplinar apoiado por tecnologias de informação e comunicação.

 



publicado por Helder Sequeira às 00:15
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Quinta-feira, 15 de Junho de 2017
Projetos de investigação centrados na terceira idade

 

     O Instituto Politécnico da Guarda estabeleceu várias parcerias, de âmbito nacional e internacional, que resultaram na aprovação de dois projetos de investigação e desenvolvimento tecnológico na área da atividade física na terceira idade, o “GMovE+” e o “EuroAGE”.

    De referir que o “GMovE+”, aprovado no âmbito da candidatura ao Sistema de Apoio à Investigação Cientifica e Tecnológica (SAICT), cofinanciado pelo programa Portugal2020, visa promover a atividade física e a qualidade de vida da população idosa da Guarda. Para este efeito, e como nos foi adiantado, serão estudadas, no contexto regional, as potenciais barreiras que se colocam à adesão dos idosos à atividade física.

    Estes resultados permitirão a definição de estratégias de intervenção que promovam a prática de atividade física neste escalão etário.

    O projeto resulta da parceria entre a Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto e a Escola Superior de Saúde do Politécnico da Guarda, em articulação com os Politécnicos de Castelo Branco e de Viana do Castelo, bem como de entidades públicas locais (Câmara Municipal da Guarda e Unidade Local da Saúde). A equipa de investigadores é constituída por profissionais de várias áreas científicas, nomeadamente da área das ciências da saúde, da informática e ciências do desporto, tendo como investigador responsável a docente do curso de desporto do IPG, Carolina Vila-Chã.

    O segundo projeto, o “EuroAGE”, é liderado pelo Centro de Cirurgia Minimamente Invasiva Jesús Usón, Cáceres (Espanha), em parceria com o IPG, Universidade de Coimbra, Instituto Politécnico de Castelo Branco, Universidade de Extremadura e Cluster Sociosanitário de Extremadura.

    O principal objetivo consiste em fomentar o desenvolvimento e iniciativas inovadoras, baseadas na tecnologia, que promovam o envelhecimento ativo na região EuroACE (Alentejo e Centro de Portugal e Extremadura de Espanha).

   Neste projeto, a intervenção do Politécnico da Guarda, através de docentes do curso de Desporto, centrar-se-á na avaliação e desenvolvimento de programas de atividade física adaptados às necessidades da população idosa, que possam ser implementados através de novas tecnologias.

    Pretende-se também que os sistemas tecnológicos desenvolvidos integrem formas de avaliação do nível de condição física dos idosos e potenciais riscos de saúde decorrentes do seu estado físico.

    O sistema de avaliação também permitirá ao idoso, como esclareceu Carolina Vila-Chã, avaliar a sua progressão, servindo assim como um fator importante de motivação para a prática da atividade física.

   Este projeto foi financiado no âmbito do programa de Cooperacion Interreg VA Espanha- Portugal (POCTEP) 2014-2020.

   Recorde-se que a atividade física tem sido identificada como um dos fatores determinantes para a manutenção da independência e qualidade de vida dos idosos. No entanto, e apesar destes benefícios, o estilo de vida sedentário está a tornar-se num problema mundial, com impacto direto na saúde pública e na economia regional e nacional.

    Em Portugal, a prevalência de inatividade física nas pessoas com mais de 60 anos idade é uma das mais elevadas da Europa, sendo mais acentuada em regiões do interior, onde prevalece o envelhecimento crescente da população.

    Daí que, como esclareceu disse Carolina Vila-Chã, o IPG, consciente deste desafio, “pretende constituir-se como um ator fundamental na intervenção comunitária e investigação científica que promovam o envelhecimento ativo através da atividade física regular.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 00:05
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Terça-feira, 16 de Maio de 2017
Fórum sobre Toponímia

Foto Toponímia.jpg

     O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai promover, no próximo dia 27 de Outubro, mais um Fórum sobre Toponímia.

     Considerando que a toponímia se assume como referência dos valores históricos, culturais de cada lugar e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários, a organização deste Fórum pretende incrementar o estudo/divulgação através de diversificadas e distintas perspetivas que, globalmente, propiciem uma Guarda da memória.

    “Se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado, apreender a matriz de um povo, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel do povo na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolidou. O estudo e valorização da toponímia permitem, um melhor conhecimento de cada aldeia, cada vila e cada cidade.” É referido a propósito desta iniciativa.

    De acordo com a informação divulgada pelo Politécnico da Guarda, decorre até ao próximo dia 31 de Julho o prazo para a submissão de comunicações, através do sítio do evento na internet (https://www.ipg.pt/toponimia). Os interessados em participar devem efetuar a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 16 de Outubro de 2017.

 



publicado por Helder Sequeira às 19:47
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016
Jornadas sobre Toponímia

Placa Toponímica - GUARDA.jpg

 

     Na Guarda vai decorrer,  amanhã, o V Fórum sobre Toponímia, promovido pelo Instituto Politécnico. Este Fórum terá lugar no Auditório dos Serviços Centrais do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), a partir das 9 horas.

     “Guarda – Toponímia e Cristãos Novos, finais do Século XVI” (Manuel Luis Santos), “As mulheres Emparedadas do santuário de Milreu e da Senhora do Templo-Tempre” (Fernando Monteiro Correia), “Particularidades da toponímia na Freguesia da Ramela” (Vanda Sá Rodrigues), “Ainda o Côa (Questionando)” (Eurico Morais Palos), “Novas Placas Toponímicas na Guarda” (Sérgio Costa) e “A Guarda escrita por Vergílio Ferreira, Tomás Ribeiro e Augusto Gil” (Anabela Pereira Matias) são os temas das comunicações agendadas para o período da manhã.

    O programa prosseguirá a partir das 14h30 com intervenções subordinadas aos temas “Toponímia: de Aldeia Lourenço a Malta”, (Manuel Martins Neves) e “Safed – a tradição judaica que abraçou a Guarda” (José Levy Domingos), as quais antecedem a apresentação do livro «História da Companhia de Jesus em Portugal», da autoria de Maria de Deus Beites Manso.

    A entrada é livre.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 17:32
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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2016
Fórum sobre Toponímia

 

     No Instituto Politécnico da Guarda vai realizar-se no dia 28 de Outubro de 2016 o V Fórum sobre Toponímia.

    Incrementar o estudo/divulgação através de diversificadas e distintas perspetivas que, globalmente, propiciem a Guarda da memória e um melhor conhecimento da toponímia, é o objetivo desta iniciativa, que decorrerá no auditório dos Serviços Centrais, a partir das 9h00.

    A inscrição, neste Fórum, é gratuita (mas obrigatória) e deverá ser efetuada em http://www.ipg.pt/toponimia/

 



publicado por Helder Sequeira às 00:10
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