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Sábado, 16 de Setembro de 2017
"Por amor" na BMEL

 

     No próximo dia 23 de setembro,pelas q6 horads, será apresentada na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda) a obra "Por Amor".

    Trata-se de uma trabalho de coautoria de Susana Barbosa, Cláudia Pedreira, Dina Coelho, Filipa Carvalho e Alexandra Santiago; elas ouvem, mas partilham a sua história de como é viver com aqueles que não ouvem.

    "Por Amor" é o relato de cinco experiências na primeira pessoa de um amor mágico, de uma partilha de como se pode ser feliz no mundo do silêncio.

 



publicado por Helder Sequeira às 00:14
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Domingo, 2 de Julho de 2017
Alexandre O'Neill evocado na Guarda

 

     A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda) vai dar destaque, nos meses de Julho e Agosto, à vida e à obra de Alexandre O'Neill (1924-1986), promovendo duas exposições, uma mostra bibliográfica, uma conferência e a exibição de um documentário.
     Alexandre O'Neill, um dos fundadores do Movimento Surrealista de Lisboa, é considerado um importante poeta desta corrente em Portugal. Tal como a maioria dos artistas portugueses, não pôde viver da sua arte, daí afirmar viver de versos e sobreviver da publicidade. Sendo da sua autoria o conhecido lema publicitário "Há mar e mar, há ir e voltar" e o poema "Gaivota" interpretado por Amália e mais recentemente imortalizado por Sónia Tavares. Foi também intérprete de uma generosa "biografia do amor". Do seu vasto currículo, constam diversas colaborações para jornais, revistas, televisão, entre outras.

     O destaque a Alexandre O'Neill começa a 6 de julho com a apresentação ao público de exposições dedicadas ao escritor, nomeadamente "Vida e obra de Alexandre O'Neill", uma exposição que permite conhecer de forma simples o percurso da vida e obra de O'Neill; "Divertimento com sinais ortográficos" (de Alexandre O'Neill), criada a partir da "caixinha de tesouros" do designer Sebastião Rodrigues, na redação da revista Almanaque, onde "nado e criado, Alexandre O'Neill abriu orelha sobre o silêncio embaraçado daqueles elementos tipográficos e lhes foi registando as vozes".

   Faz ainda parte da programação dedicada a O'Neill, a conferência "A tristeza contentinha de Alexandre O'Neill", por Maria Antónia Oliveira, a ter lugar dia 14 de julho, às 18h00. Maria Antónia Oliveira irá falar do autor e da sua obra e das diferentes formas de descobrir um escritor, como é o caso mais direto da leitura da obra e outras aproximações como por exemplo a edição dos seus escritos, contar a sua história de vida ou «divagar» sobre o que este escreveu. Para além de editora da obra de O'Neill, Maria Antónia Oliveira é autora de vários livros, entre os quais o que dá nome a esta conferência, "A Tristeza Contentinha de Alexandre O'Neill", que lhe valeu o Prémio de Revelação de Ensaio APE/IPLL, 1990. É ainda autora de vários ensaios sobre biografia (teoria) e biografias de escritores portugueses.

   A  BMEL programou para o dia 31 de julho, às 18h00, o documentário "Tomai lá do O'Neill", de Fernando Lopes; este filme trata, sobretudo, das vivências criativas, sentimentais e afetivas de um poeta, um dos maiores do nosso século XX, com quem teve o privilégio e conviver.

 

    Fonte: BMEL

 



publicado por Helder Sequeira às 21:05
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Terça-feira, 28 de Março de 2017
Mário Cesariny lembrado na BMEL

 

    A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, vai dedicar o mês de Abril a Mário Cesariny, um dos expoentes máximos do surrealismo português.

    O poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo e pintor, Mário Cesariny [Lisboa,1923-2006], será lembrado na BMEL ao longo do mês de abril, através da realização de diversas e variadas iniciativas culturais.
    Mário Cesariny manifestou desde cedo o seu gosto pelas artes. Frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio, estudou música com o compositor Fernando Lopes Graça e frequentou a academia parisiense La Grande Chaumière. Um encontro com o escritor francês, poeta e teórico do surrealismo, André Breton, no ano de 1947, viria a marcar inegavelmente o seu trabalho pictórico e literário, criando em conjunto com Alexandre O'Neill, António Pedro, entre outros, o Grupo Surrealista de Lisboa, do qual se veio a afastar, devido à sua personalidade inquieta e algumas discordâncias ideológicas. Após esse afastamento lançou, em 1948, "Os Surrealistas" e escreveu o manifesto coletivo "A Afixação Proibida", com António Maria Lisboa e Pedro Oom.

Mario Cesaryni.jpg

    A Biblioteca da Guarda inicia a evocação a Mário Cesariny com o documentário "Autografia: um filme sobre Mário Cesariny", dia 5, pelas 18h00. Um trabalho que pretende retratar, não o poeta e pintor Mário Cesariny, mas sim a sua vida, o seu percurso e a sua individualidade, de forma a estabelecer um diálogo entre quem vê e quem é retratado. Autobiografia que valeu o Prémio de Melhor Documentário Português no Festival DocLisboa 2004 ao realizador Miguel Gonçalves Mendes.

   Com o objetivo de dar a conhecer, de forma breve, aos participantes das Férias Ativas organizadas pelo Município da Guarda, o movimento surrealista e uma das muitas técnicas usadas no processo de criação pelos artistas surrealistas (a "collage"), a BMEL realiza no dia 6, com início às 14h00, a oficina "Corte e cola".

   Ainda no âmbito do tema central deste mês, estará patente ao público a partir do dia 6, a exposição de fotografia da autoria de Susana Paiva, "Essa memória esférica habitada (para Mário Cesariny)". Imagens com que Susana Paiva, fotógrafa de teatro, de imprensa e de fotografia de autor, participou, a convite de Miguel Gonçalves Mendes, no projeto "Verso de Autografia", o livro que complementaria o documentário do realizador e produtor de cinema, sobre Mário Cesariny.

    De realçar a conferência "Entre nós e as palavras, Mário Cesariny", por Perfecto E. Cuadrado, no dia 18, às 18h00.
Perfecto Cuadrado propõe-se, a partir do poema "You are welcome to Elsinore", "lembrar algumas das caraterísticas essenciais do Surrealismo e da intervenção surrealista em Portugal, e propor depois um itinerário pelos labirintos da pessoa, a personagem e a obra literária e plástica de Mário Cesariny - um poeta luminoso, um mestre, um amigo generoso, um homem livre".
Perfecto Cuadrado é Catedrático de Filologías Galega e Portuguesa (U.I.B.) e Coordenador do "Centro de Estudos do Surrealismo" da Fundação Cupertino de Miranda. Investigador, crítico, tradutor e autor várias obras.

    Destaque ainda para "Nossas mãos de nautas navegando o espaço", uma "ação coletiva de pintura e poesia pelo Cabo Mondego Section of Portuguese Surrealism", a ter lugar dia 20, às 21h30.
Será uma noite de poesia e pintura onde participam Alberto Assumpção (pintura), Alexandre Magno (pintura), Cristina Vouga (pintura), João Rasteiro (declamação), Luiz Morgadinho (pintura), Miguel de Carvalho (pintura), Pedro Prata (pintura), Seixas Peixoto (pintura).

    No dia  27, às 18h00, haverá lugar para mais um documentário integrado no programa dedicado a Mário Cesariny. Trata-se de "Cruzeiro Seixas - As cartas do rei Artur", um documentário em que Cláudia Rita Oliveira se debruça sobre a relação e correspondência trocada entre os surrealistas Artur do Cruzeiro
Seixas e Mário Cesariny. Um filme que recebeu o prémio do público no DocLisboa'16.

    Por fim, o ciclo dedicado ao poeta e pintor termina no dia 29, às 21h30, com a peça de teatro "O Meu País é um Insuflável", por Fértil Cultural. Um espetáculo concebido a partir da poesia de Mário Cesariny, que mistura o teatro, a dança, a manipulação de objetos e a música num momento único e que põe em causa a regularidade das coisas, assim como Mário Cesariny fazia no seu quotidiano.

 

    Fonte: BMEL



publicado por Helder Sequeira às 23:32
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Quinta-feira, 9 de Março de 2017
A arte poética de Gil Vicente

GIL VICENTE - fot.jpg

      "A arte poética de Gil Vicente" é o tema da conferência que Fernando Carmino Marques vai proferir, no próximo dia 21 de Março, pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

    “Gil Vicente não é apenas o grande dramaturgo que a partir do início do século XIX (...) a posterioridade reconhece e incansavelmente tem vindo a comentar. Gil Vicente é também um poeta e como tal uma referência principalmente para os hispano falantes (...) que não hesitam em considerá-lo como uma das figuras maiores da poesia do seu tempo (...)”.

    Fernando Carmino Marques é doutor em letras pela Universidade de Paris IV - la Sorbonne, em 1997. Lecionou, de 1993 a 2002, nessa mesma universidade. Colaborou no Instituto Camões em Paris e foi docente responsável pelo ensino do português nas universidades de Versailles - St. Quentin e Marne-la Vallée. Tem estudos publicados sobre temas e autores portugueses, brasileiros e franceses, dos séculos XVI, XIX e XX.

    Atualmente é docente titular de língua e cultura portuguesas no Instituto Politécnico da Guarda.

 

 



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Sexta-feira, 3 de Março de 2017
Gil Vicente na BMEL

 

     A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), Guarda, vai ter patente, a partir de hoje, a mostra bibliográfica "Obras de Gil Vicente".
Gil Vicente é considerado o pai do teatro português, ou mesmo do teatro ibérico, já que também escreveu em castelhano, partilhando a paternidade da dramaturgia espanhola com Juan del Encina.

    A obra vicentina é tida como reflexo de mudança dos tempos e da passagem da Idade Média para o Renascimento. Nela incluímos o Auto da Barca do Inferno, o Auto da Barca do Purgatório, Auto da Barca da Glória, A Farsa de Inês Pereira, entre outras.

    A sua forma de exprimir é simples e direta, sem grandes floreados poéticos. Além de dramaturgo foi um poeta de renome e a sua poesia inclui vilancetes e cantigas influenciada pelo estilo palaciano e pelos trovadores.
    Esta mostra tem por objetivo divulgar junto da comunidade o conjunto de obras que a BMEL possui no seu fundo bibliográfico de e sobre o autor.

Livos de Gil Vicente.jpg

     Fonte e Foto: BMEL 



publicado por Helder Sequeira às 13:05
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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2017
Baladas de Coimbra na Biblioteca

BALADAS.jpg

    O grupo Desassossego vai atuar amanhã, pelas 21 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, onde irá interpretar, entre outros, o fado de Coimbra "Capas ao Vento", com letra de António Monteiro da Fonseca e musicado por Possolo de Carvalho.

    Constituído por 6 jovens estudantes da Universidade de Coimbra, este grupo surge embrenhado no ambiente saudosista, romântico e tão singular da Academia de Coimbra e tem como objetivo relembrar e dar continuidade à mensagem e à música de Artur Paredes, José Afonso, Luíz Goes, como de tantos outros, interpretando aquela que é a mais nobre expressão da cidade onde vivem, da sua cultura, vivências e tradições: a Canção de Coimbra.

   Com atuação integrada nas atividades dedicadas ao escritor António Monteiro da Fonseca, o grupo Desassossego interpreta o refereido fado e muitas outras canções clássicas coimbrãs.

    Fonte: BMEL



publicado por Helder Sequeira às 23:23
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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2017
Hino à Paz na BMEL

 

     O "Hino à Paz" de António Monteiro da Fonseca vai ser lido na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda) no próximo dia 9 de Fevereiro, pelas 17 horas, pelos participantes na Oficina de Leitura do Estabelecimento Prisional da Guarda

    Escrito por António Monteiro da Fonseca, Hino à Paz foi composto para uma sessão do Rotary Clube da Figueira da Foz, em 1952. Quando já estava impresso, a sua publicação foi proibida pela censura e, perante isto, foi enviado diretamente a Salazar a solicitar explicações. O então Ministro da Pres...idência confirma a não oportunidade. Porém, num discurso em 1953, Salazar faz alusões constantes, e nitidamente evidenciadas a este Hino à Paz.

    Esta iniciativa realiza-se também dia 11, às 16h00, em Casal de Cinza, seguida de uma palestra por Fernando Carvalho Rodrigues, em forma de homenagem a Monteiro da Fonseca.

 

   Fonte: BMEL



publicado por Helder Sequeira às 23:51
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2017
Insustentável saudade

      "Insustentável saudade" é o título do livro de Jorge Afonso que vai ser apresentado na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, no próximo dia 28 de Janeiro, pelas 16 horas.
    Fernando Jorge G. Afonso nasceu em 1969 em Bordéus, onde viveu e estudou até aos 17 anos, quando regressou a Portugal e às raízes transmontanas. É professor do 1º ciclo há duas décadas, licenciado pela Escola Superior de Educação da Guarda, trabalha e reside em Paços de Ferreira. Este é o seu primeiro romance.
    "Bordéus, anos 80. Um casal de emigrantes transmontanos recebe uma proposta irrecusável para voltar à sua terra. José, o filho mais velho, resultado híbrido da diáspora lusitana, luta a cada dia para encontrar a sua identidade perdida. Nos seus sonhos, reencontra o Douro das arribas imponentes e a ...liberdade dos horizontes abertos onde voam águias e grifos. (...) Num ápice, quando surge a oportunidade de regressar a Portugal com os pais, José terá de tomar a mais importante das decisões: ficar ou partir para nunca mais voltar"...
 
 
    Fonte: BMEL

 
 
 


publicado por Helder Sequeira às 22:55
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Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2016
Eugénio de Andrade evocado na BMEL

 

    A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), na Guarda, vai iniciar 2017 dedicando o destaque do mês ao poeta Eugénio de Andrade.

    Nesse âmbito, a BMEL programou duas exposições, uma conferência, uma oficina de expressividade discursiva, uma conversa com Arnaldo Saraiva sobre o documentário "Coração habitado", a exibir na altura, e sessões de contos para os mais novos a partir da obra Aquela nuvem e outras.

Eugénio de Andrade.jpg

     Eugénio de Andrade, natural da Póvoa da Atalaia, Fundão, foi um dos maiores poetas portugueses contemporâneos, tendo obras publicadas em várias línguas.
    A sua vida literária teve inicio em 1939, ao publicar Narciso, o seu primeiro poema. Em 1942 lança o primeiro de muitos dos seus livros, que valeram ao poeta diversas distinções entre as quais o Grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Santiago da Espada e a Grã-Cruz da Ordem do Mérito), bem como o Grande Prémio da Poesia da Associação Portuguesa de Escritores e o Prémio Camões.

    As iniciativas iniciam-se a 5 de janeiro com a abertura ao público das exposições Eugénio de Andrade: a raiz das palavras (mostra bibliográfica composta por algumas das obras mais marcantes do autor, por referências na imprensa, em enciclopédias e noutras publicações) e Variações sobre o corpo: homenagem de José Rodrigues a Eugénio de Andrade (composta por 26 desenhos do artista plástico José Rodrigues).
Coração habitado é o nome do documentário sobre Eugénio de Andrade, a exibir no dia 6, às 18h00, após uma introdução ao mesmo por Arnaldo Saraiva.
    Neste documentário, feito por Arnaldo Saraiva e pela Fábrica das Imagens para o Instituto Português do Livro e da Leitura, são exibidos depoimentos e contributos de poetas e ensaístas, acompanhando ainda o poeta num roteiro de memórias e locais marcantes na sua vida.
    Já no dia 19, pelas 18h00, o professor da Universidade do Minho e autor da obra A metáfora em Eugénio de Andrade, Carlos Mendes de Sousa, estará na BMEL para proferir a conferência Eugénio de Andrade: no prato da balança um verso basta, tema inspirado, segundo o conferencista, nos dois versos que abrem o livro com o título Ofício de Paciência: No prato da balança um verso basta / para pesar no outro a minha vida.
    Ainda no âmbito do ciclo dedicado a Eugénio de Andrade, realiza-se no dia 21 de janeiro, das 9h00 às 17h00, uma oficina sobre expressividade discursiva, destinada a atores, declamadores, professores e locutores. 
     A oficina será orientada pelo ator residente do Teatro Nacional D. Maria II, encenador e professor de voz e dicção João Grosso, que fará, às 18h00, uma apresentação pública do trabalho desenvolvido, à volta de poemas de Eugénio de Andrade. Mas os mais novos também terão a oportunidade de contactar com a obra do poeta. Aquela nuvem e outras de Eugénio de Andrade é o livro escolhido para dar a conhecer às crianças dos Jardins de Infância, das escolas do 1º CEB e das ATL’s, nas sessões da Quinta dos Contos de janeiro, nos dias 12 e 26.

 

    Fonte: BMEL

 



publicado por Helder Sequeira às 22:03
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016
Cadernos do Calafrio

 

     A CalaFrio – Associação Cultural vai apresentar no próximo dia 17 de Dezembro, os dois primeiros números da coleção “Cadernos do Calafrio”.

     A sessão de apresentação decorrerá, a partir das 16 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda.

    De acordo com a informação divulgada pela CalaFrio, esta coleção propõe-se editar pequenos textos “de escritores com ligação ao distrito da Guarda, cujo valor literário justifique a sua publicação.”

    Estes dois números não são uma estreia editorial, uma vez que em Março deste ano foi editado, também pelo Cafafrio, o livro de poemas de Pedro Dias de Almeida, “Poemas e outros poemas.

   “A porta de emergência” de Américo Rodrigues abre a colecção, à qual se segue “Historietas de Martim Afonso” de Rogério C. Pires.

 



publicado por Helder Sequeira às 22:57
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