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Segunda-feira, 3 de Abril de 2017
O Monstro e o Ermitão em Castelo Mendo

Castelo Mendo.jpg

    "O Monstro e o Ermitão" é o tema da visita encenada, pelo Calafrio, que decorrerá, no próximo dia 8 de Abril em Castelo Mendo, a partir das 22 horas

    Este trabalho, produzido a convite da Câmara Municipal de Almeida, tem encenação de coordenação de Américo Rodrigues, a partir de um texto de Daniel Rocha.

   Como intérpretes vão estar, entre outros, Luciano Amarelo, Américo Rodrigues, Ana Couto, Daniel Rocha e Suzete Marques, também responsável pela produção executiva.

   O alcaide de Castelo Mendo, D. Mendo, faz as honras da visita, convidando todos os visitantes a segui-lo pelas ruas da aldeia histórica, enquanto vai chamando a atenção para pormenores do seu património edificado. Pelo caminho, encontram uma donzela a cantar um rimance à janela e, a meio da visita, são introduzidos também mitos e lendas que fizeram, desde sempre, parte do imaginário dos habitantes, com maior destaque para a lenda do monstro e o ermitão.

    O espectáculo termina com a recriação da procissão dos rapazes até à ermida da Sacaparte e com a queima do monstro.

 

    Fonte e foto: Teatro do Calafrio

 

 



publicado por Helder Sequeira às 23:46
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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2016
Comemorações do Cerco de Almeida

    

    Em Almeida vão decorrer, de 26 a 28 de Agosto, as comemorações do cerco daquela vila, ocorrido aquando da terceira invasão francesa.

    Após a conquista de Ciudad Rodrigo (Espanha), em 10 de Junho de 1810, pelas tropas francesas o objetivo do exército invasor era o domínio da praça portuguesa, que teria cerca de 2000 habitantes e estava guarnecida com 5 000 soldados e 115 peças de artilharia. Com a aproximação das forças francesas, o comando do exército anglo-luso apelou aos habitantes para abandonarem as suas casas e levarem os seus haveres.

    Nos primeiros dias de Agosto de 1810 o Marechal Massena mandou avançar o Oitavo Corpo do exército francês, sob o comando de Junot, dando início ao cerco de Almeida, a 10 de Agosto, cuja guarnição militar era chefiada pelo coronel inglês Guilherme Cox, sendo Tenente-Rei o almeidense Francisco Bernardo da Costa.

    O cerco decorria há 17 dias quando, ao cair da noite, uma granada francesa provocou uma explosão em cadeia que destruiu o paiol principal, onde estavam armazenadas 75 toneladas de pólvora; centenas de mortos e enormes danos no interior da fortaleza foi o balanço imediato da tragédia. Na manhã seguinte, 27 de Agosto de 1810, o Marechal Massena exigiu do comandante inglês a rendição imediata da praça, o que acabou por suceder nessa noite.

CERCO de ALMEIDA.jpg

 



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Domingo, 24 de Julho de 2016
(Re)Encontro com a História

 

     Em 24 de Julho de 1810 ocorreu no local do Cabeço Negro (Almeida), junto às margens do Côa, um dos combates mais violentos da terceira invasão francesa.

    As tropas anglo-lusas lutaram abnegadamente contra as forças do exército francês do Marechal Michel Ney, numa batalha que antecedeu a queda da fortaleza de Almeida e a sua ocupação pelas tropas que entraram em Portugal sob o comando do Marechal André Massena.

    Este foi o primeiro combate travado no contexto da terceira invasão francesa que colocou frente a frente as forças militares portuguesas e inglesas, comandadas pelo Brigadeiro-General Robert Craufurd, com o 6º Corpo do exército francês que se deteve na margem leste do rio Côa com o objetivo de cercar a praça-forte de Almeida.

     Após a conquista de Ciudad Rodrigo (Espanha), em 10 de Junho de 1810, pelas tropas francesas o objetivo do exército invasor era o domínio da praça portuguesa, que teria cerca de 2000 habitantes e estava guarnecida com 5 000 soldados e 115 peças de artilharia.

     Com a aproximação das forças francesas, o comando do exército anglo-luso apelou aos habitantes para abandonarem as suas casas e levarem os seus haveres.

    Nos primeiros dias de Agosto de 1810 o Marechal Massena mandou avançar o Oitavo Corpo do exército francês, sob o comando de Junot, dando início ao cerco de Almeida, a 10 de Agosto, cuja guarnição militar era chefiada pelo coronel inglês Guilherme Cox, sendo Tenente-Rei o almeidense Francisco Bernardo da Costa.

    O cerco decorria há 17 dias quando, ao cair da noite, uma granada francesa provocou uma explosão em cadeia que destruiu o paiol principal, onde estavam armazenadas 75 toneladas de pólvora; centenas de mortos e enormes danos no interior da fortaleza foi o balanço imediato da tragédia.

    Na manhã seguinte, 27 de Agosto de 1810, o Marechal Massena exigiu do comandante inglês a rendição imediata da praça, o que acabou por suceder nessa noite.

    A importância desta fortaleza era há muito conhecida; após o primeiro de Dezembro de 1640, o rei D. João IV ordenou a sua reparação, face aos momentos e às difíceis contendas que se avizinhavam. Desde logo ficou percetível o papel preponderante que Almeida ia ter no processo bélico de manutenção da independência. A vila foi transformada em sede do quartel-general do Governador de Armas da Beira, constituindo-se na mais importante praça do reino português. Álvaro de Abranches, um dos conjurados da Revolução de 1640 e membro do Conselho de Guerra de D. João IV, foi o primeiro Governador de Armas de Almeida, empenhando-se, de imediato no seu eficaz guarnecimento, rentabilizado o sistema de fortificações de que estava dotada.

    Ao evocarmos esta efeméride, e para além importância histórica do ato associado que constitui uma página da nossa História, gostaríamos de sublinhar a importância que assume um mais amplo conhecimento da região – num quadro articulado de estudo interdisciplinar – que propicie a sua valorização e aproveitamento das suas potencialidades em várias vertentes, desde logo no plano do turismo cultural; igualmente ao nível do património paisagístico e ambiental.

     Paisagem beirã onde o Côa vai vencendo obstáculos antes de chegar ao seu destino; rio de encantos vários, o Côa (um dos poucos a correr de sul para norte) é um guardião milenar de espólios arqueológicos e históricos, que bem merece uma maior atenção. Seguir o seu percurso é como viajar através de algumas páginas da nossa história e reencontrar expressivos testemunhos do passado, com diversificadas marcas humanas que moldaram o perfil destas terras. Recordemos que até 1297 o Côa foi o limite da fronteira entre os territórios dos reinos de Portugal e Castela; com a assinatura do Tratado de Alcanices, por D. Fernando de Castela e D. Dinis de Portugal, o castelo de Almeida – entre outras fortalezas – passou para o domínio da coroa portuguesa; esta zona teve uma grande importância estratégica, do ponto de vista militar; aqui se travaram, ao longo dos séculos, várias batalhas.

    Como foi o caso da que ocorreu a 24 de Julho de 1810. É importante que a união dos portugueses não seja apenas em função de acontecimentos isolados (mais ou menos mediatizados) ou conjunturais mas em torno do conhecimento e respeito pela História...

H.S.

 

In O Interior, 21 Julho 2016



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Segunda-feira, 18 de Julho de 2016
Património...

Património.JPG

 



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Terça-feira, 11 de Agosto de 2015
Exposição sobre Guerras Peninsulares

 

     No Museu Histórico Militar de Almeida está patente, desde o passado dia 6 de Agosto até 30 de Setembro, uma exposição subordinada ao tema, “Guerras Peninsulares - Recriação de um Acampamento Militar”.

    As figuras que se apresentam são representativas dos exércitos de então, são articuladas e permitem compor vinhetas ilustrativas do quotidiano de um acampamento militar aliado.

    O acervo resulta da compra de figuras comerciais e do trabalho manual dos alunos da escola Secundária José Saramago, de Mafra, bem como da participação de artesãos locais, nomeadamente as fardas portuguesas.

    Esta exposição faz parte de um projeto da referida escola, intitulado “As linhas de Torres e Mafra”.

Guerras Peninsulares.jpg

 

 



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Domingo, 9 de Agosto de 2015
Almeida evoca invasões francesas

 

     De 28 a 30 de Agosto vai decorrer em Almeida a recriação do cerco daquela vila, ocorrido na terceira invasão francesa.

    A história de Almeida cruza-se com as célebres, quanto dramáticas, invasões francesas. Destas, a terceira incursão conduzida por André Massena foi a que deixou marcas mais profundas na denominada “Estrela de Pedra”.

    Após a conquista de Ciudad Rodrigo (Espanha), em Junho de 1810, pelas tropas francesas o objetivo do exército invasor era o domínio da praça portuguesa, que teria cerca de 2000 habitantes e estava guarnecida com 5 000 soldados e 115 peças de artilharia.

    Com a aproximação das forças francesas, o comando do exército anglo-luso apelou aos habitantes para abandonarem as suas casas e levarem os seus haveres.

    Nos primeiros dias de Agosto de 1810 o Marechal Massena mandou avançar o Oitavo Corpo do exército francês, sob o comando de Junot, dando início ao cerco de Almeida, a 10 de Agosto, cuja guarnição militar era chefiada pelo coronel inglês Guilherme Cox, sendo Tenente-Rei o almeidense Francisco Bernardo da Costa.

ALMEIDA - Recriação Histórica - foto HS-DB.JPG

     O cerco decorria há 17 dias quando, ao cair da noite, uma granada francesa provocou uma explosão em cadeia que destruiu o paiol principal, onde estavam armazenadas 75 toneladas de pólvora; centenas de mortos e enormes danos no interior da fortaleza foi o balanço imediato da tragédia. Na manhã seguinte, 27 de Agosto de 1810, Massena exigiu do comandante inglês a rendição imediata da praça, o que acabou por suceder nessa noite.

    O programa desta recriação histórica integra a realização de um mercado oitocentista, um seminário internacional e animação noturna.

 



publicado por Helder Sequeira às 14:52
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Sábado, 23 de Agosto de 2014
Memória da Guerra Peninsular

 

     “Fortalezas e Fronteiras” é o tema do oitavo seminário internacional que será realizado em Almeida de 28 a 30 de Agosto, no âmbito do programa da recriação histórica do cerco de Almeida, ocorrido em 1810.

    Este evento é já um consolidado cartaz de promoção turística e cultural daquela vila do distrito da Guarda, onde se ergue uma das mais simbólicas fortalezas abaluartadas de Portugal.

    A importância desta praça-forte foi reconhecida desde muito cedo; após o primeiro de Dezembro de 1640, o rei D. João IV ordenou a sua reparação, face às difíceis contendas que se avizinhavam.

    Desde logo ficou percetível o papel preponderante que Almeida ia ter no processo bélico de manutenção da independência; a vila foi transformada em sede do quartel-general do Governador de Armas da Beira, constituindo-se na mais importante praça do reino português.

    D. Álvaro de Abranches, um dos conjurados da Revolução de 1640 e membro do Conselho de Guerra de D. João IV, foi o primeiro Governador de Armas de Almeida, empenhando-se, de imediato no seu eficaz guarnecimento, rentabilizado o sistema de fortificações de que estava dotada.

   Mais tarde a história de Almeida cruza-se com as célebres, quanto dramáticas, invasões francesas. Destas, a terceira incursão conduzida por André Massena foi a que deixou marcas mais profundas na denominada “Estrela de Pedra”.

    Após a conquista de Ciudad Rodrigo (Espanha), em 10 de Junho de 1810, pelas tropas francesas o objetivo do exército invasor era o domínio da praça portuguesa, que teria cerca de 2000 habitantes e estava guarnecida com 5 000 soldados e 115 peças de artilharia.

    Com a aproximação das forças francesas, o comando do exército anglo-luso apelou aos habitantes para abandonarem as suas casas e levarem os seus haveres. Nos primeiros dias de Agosto de 1810 o Marechal Massena mandou avançar o Oitavo Corpo do exército francês, sob o comando de Junot, dando início, a 10 de Agosto, ao cerco de Almeida, cuja guarnição militar era chefiada pelo coronel inglês Guilherme Cox, sendo Tenente-Rei o almeidense Francisco Bernardo da Costa.

    O cerco decorria há 17 dias quando, ao cair da noite, uma granada francesa provocou uma explosão em cadeia que destruiu o paiol principal, onde estavam armazenadas 75 toneladas de pólvora; centenas de mortos e enormes danos no interior da fortaleza foi o balanço imediato da tragédia. Na manhã seguinte, 27 de Agosto de 1810, Massena exigiu do comandante inglês a rendição imediata da praça, o que acabou por suceder nessa noite.

     A fortaleza de Almeida, em estilo Vauban, tem uma planta em forma de estrela irregular, integrando seis baluartes: o de S. Francisco, São João de Deus, Santa Bárbara (designado também de Praça Alta), do Trem (ou de Nossa Senhora das Brotas), Santo António e São Pedro, articulados com idêntico número de revelins. O conjunto monumental deste baluarte beirão encontra-se rodeada por largos e profundos fossos.

    Para além das majestosas Portas de Santo António e São Francisco destacam-se as casamatas, espaços subterrâneos cuja estrutura e solidez os tornava imunes às bombas da época.

   No interior do perímetro amuralhado encontra-se o Quartel das Esquadras que ficou a dever-se ao Conde de Lippe (Frederico Guilherme de Schaumburg-Lippe), edifício onde estiveram instaladas forças de infantaria; a antiga Casa dos Governadores da Praça de Almeida; o edifício do Corpo da Guarda Principal (onde funciona a Câmara Municipal), a Igreja da Misericórdia, a Casa dos Vedores Gerais, a Casa da Câmara e o Antigo Convento de Nossa Senhora do Loreto (actual Igreja Matriz) são outros edifícios emblemáticos desta vila do distrito da Guarda.

    A recriação histórica do cerco de Almeida contribuiu, uma vez mais, para a preservação da memória da guerra peninsular e outrossim para um melhor conhecimento da riqueza histórica e monumental daquela vila que, em simultâneo, incrementa com um cartaz desta natureza a vinda de um expressivo número de visitantes.

    Mas se este evento tem um significado particular para Almeida é igualmente importante para a promoção do distrito, onde deveria existir uma articulação e cuidada calendarização – ao longo do ano, e consoante a especificidade ou tradição de iniciativas locais, já com regularidade – de iniciativas diversificadas que, globalmente, reforçariam a projeção desta zona do país e iriam geral novos fluxos turísticos.

    A partir de uma estreita cooperação, da rentabilização de meios financeiros e humanos, potencialização das nossas realidades históricas, culturais, paisagísticas e institucionais podem ser abertos novos caminhos desenvolvimento e um futuro que se pretende melhor.

 

    in O Interior, 21-8-2014



publicado por Helder Sequeira às 23:42
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2014
Recriação do cerco de Almeida

 



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Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2014
Caricaturas de escritores portugueses em Almeida

 

     Em Almeida está patente, desde passado dia 1, até 27 de Fevereiro a exposição “Entrelinhas”- Caricaturas de Escritores Portugueses, organizada pelo Turismo Municipal de Almeida, em colaboração com a Casa de Camilo.

     A exposição, do conhecido cartunista do semanário “Expresso”, António Moreira Antunes, é composta por 32 caricaturas de escritores portugueses entre os quais Almada Negreiros, Aquilino Ribeiro, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, José Saramago, Sophia de Mello Breyner, Miguel Torga, Antero de Quental, Fernando Pessoa e muitos outros escritores conhecidos do mundo da literatura portuguesa.

    O seu carácter de inconformismo vivo e crítica mordaz, uma enorme energia e um talento incontestado criaram aquele que é porventura o melhor caricaturista e cartoonista político nacional da atualidade que alia um humor subtil às criações.

    A mostra pode visitada de segunda a sexta das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 e aos fins de semana das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

 

    Fonte: CMA



publicado por Helder Sequeira às 22:49
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Segunda-feira, 26 de Agosto de 2013
Almeida evoca terceira invasão francesa

 

     “Território, Raia e Fronteira – Sistema de Fortificação” é o tema do seminário internacional que será realizado em Almeida nos próximos dias 30 e 31 de Agosto.

     Esta iniciativa decorrerá em simultâneo com as comemorações do cerco daquela vila, ocorrido na terceira invasão francesa; as actividades terão início na sexta-feira e prolongam-se até domingo, 1 de Setembro.

    A história de Almeida cruza-se com as célebres, quanto dramáticas, invasões francesas. Destas, a terceira incursão conduzida por André Massena foi a que deixou marcas mais profundas na denominada “Estrela de Pedra”.

    Após a conquista de Ciudad Rodrigo (Espanha), em Junho de 1810, pelas tropas francesas o objectivo do exército invasor era o domínio da praça portuguesa, que teria cerca de 2000 habitantes e estava guarnecida com 5 000 soldados e 115 peças de artilharia.

    Com a aproximação das forças francesas, o comando do exército anglo-luso apelou aos habitantes para abandonarem as suas casas e levarem os seus haveres.

    Nos primeiros dias de Agosto de 1810 o Marechal Massena mandou avançar o Oitavo Corpo do exército francês, sob o comando de Junot, dando início ao cerco de Almeida, a 10 de Agosto, cuja guarnição militar era chefiada pelo coronel inglês Guilherme Cox, sendo Tenente-Rei o almeidense Francisco Bernardo da Costa.

    O cerco decorria há 17 dias quando, ao cair da noite, uma granada francesa provocou uma explosão em cadeia que destruiu o paiol principal, onde estavam armazenadas 75 toneladas de pólvora; centenas de mortos e enormes danos no interior da fortaleza foi o balanço imediato da tragédia. Na manhã seguinte, 27 de Agosto de 1810, Massena exigiu do comandante inglês a rendição imediata da praça, o que acabou por suceder nessa noite.

   O programa desta recriação histórica integra a realização de um mercado oitocentista (que abrirá ao público a partir das 19 horas de sexta-feira), uma mostra e desfile dos trajos oitocentistas, um acampamento histórico e oficinas pedagógicas, a exposição “Mostra do Espólio das escavações do Castelo de Almeida”, a batalha do assalto a fortaleza (dia 31 de Agosto, a partir das 22 horas) e a recriação de novo episódio bélico ma manhã de domingo, pelas 10 horas (partida do Baluarte de S. Pedro em combate contínuo até ao Baluarte de Santo António), entre outras actividades distribuídas pelos três dias (H.S.).

 



publicado por Helder Sequeira às 23:06
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