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Sexta-feira, 2 de Maio de 2014
Relembrar Lopo de Carvalho

 

     Recentemente, acentuámos aqui a importância que tem o conhecimento de personalidades ligadas à Guarda, quer pelo nascimento, quer por laços afetivos ou profissionais.

    Como escrevemos, uma cidade, para além dos seus cartazes monumentais e artísticos mais emblemáticos, pode projetar-se por múltiplas referências a pessoas, que mercê das suas qualidades ou trabalho, nos mais variados campos, devem figurar da galeria de figuras ilustres.

    O reencontro com essas personalidades e a salvaguarda da sua memória e obra, viabiliza uma valorização citadina, numa simultânea homenagem a quem protagonizou a afirmação e o engrandecimento da cidade.

    Fará, assim, todo o sentido recordar – até pela passagem da data do aniversário do seu nascimento - o médico Lopo José de Figueiredo de Carvalho; uma personalidade que está indissociavelmente ligada à cidade da Guarda e ao Sanatório Sousa Martins, de que foi o primeiro diretor.

    Natural de localidade de Tojal (concelho do Satão), onde nasceu a 3 de Maio de 1857, Lopo de Carvalho frequentou a Universidade de Coimbra e licenciou-se em Medicina no ano de 1883. Aluno brilhante, no final do curso foi convidado, pela sua Faculdade, a iniciar o doutoramento, proposta que declinou.

    Nesse mesmo ano foi trabalhar para a Meda, como médico municipal; aí exerceu a sua atividade profissional, durante dois anos, prosseguida mais tarde na Guarda, passando ainda o seu percurso como clínico pelos Açores (Graciosa) e por Lisboa.

    Com a fixação na Guarda (onde residiu até à sua morte) passou também a exercer as funções de professor do Liceu, à semelhança do que aconteceu com outras conhecidas figuras guardenses da época; cedo dedicou à causa da luta contra a tuberculose e a empenhar-se, ativamente, na criação de estruturas vocacionadas para o tratamento daquela doença, assim como no estabelecimento de normas e regulamentos sanitários.

    “A defesa contra a tuberculose está regulamentada convenientemente, há muito tempo, na cidade da Guarda e em todo o distrito; o essencial é cumprir-se a lei e isso é da exclusiva competência das autoridades (…). É esta cidade a única no país que regulamentou a sua defesa contra a tuberculose. Os primeiros aparelhos de Trillat (pelo formol sobre pressão), para a desinfecção das casas e das roupas, que vieram para o nosso país foram adquiridos pela Câmara da Guarda por proposta minha”, escreveu aquele médico na resposta a acusações que lhe foram dirigidas por alguns articulistas da imprensa local, cujo entendimento sobre a importância do Sanatório divergia das ideias de Lopo de Carvalho e de quantos o acompanhavam na afirmação e desenvolvimento daquela unidade de saúde.

   O primeiro diretor do Sanatório respondia aos seus críticos dizendo que “a higiene não se pode fazer somente em artigos de jornais e ofícios burocráticos. Para se fazer higiene é preciso gastar-se muita água e dinheiro”.

   A “Curabilidade da Tuberculose Pulmonar”, trabalho apresentado no Congresso de Medicina de Lisboa, foi uma das suas mais aplaudidas intervenções em reuniões científicas, na maioria das quais levantou a bandeira das potencialidades da Guarda como cidade da saúde. Aquando do “Congresso de Tuberculose” realizado em Londres, em 1901, foi convidado por Sir William Broadbent para a vice-presidência honorária daquele evento científico.

   Os seus esforços, conjugados com o apoio recebido da Assistência Nacional aos Tuberculosos, a que presidia a Rainha D. Amélia, conduziram à construção do Sanatório da Guarda, inaugurado em 18 de Maio de 1907.

Lopo de Carvalho seria agraciado, pelo Rei D. Carlos, com a Comenda de S. Tiago. “É de todo o ponto merecida a distinção, que recai sobre um verdadeiro homem de ciência, tisiólogo eminente, que tem sido, no nosso país, um dos mais denodados combatentes contra a tuberculose”, noticiou o Diário Ilustrado.   

    Redator do jornal “Estudos Médicos”, assim como de “Coimbra Médica”, Lopo de Carvalho colaborou também com as publicações “Movimento Médico”, “Revista de Medicina e Cirurgia” e “Medicina Contemporânea”.

    O seu consultório funcionou no edifício conhecido (na atual Rua Vasco da Gama) por Dispensário o qual doou, em 1932, ao Instituto de Assistência Nacional aos Tuberculosos; na rua que ostenta o seu nome existe uma casa que Leopoldina Lopo de Carvalho (a esposa deste médico) doou à cidade, com finalidades específicas; destinado, inicialmente a Arquivo Distrital nela funcionou um Jardim Infantil com o nome da benemérita senhora; hoje, o edifício ameaça ruína…

    Lopo José de Carvalho (pai de outro conceituado clínico e professor universitário, Fausto Lopo de Carvalho) faleceu na Guarda a 6 de Julho de 1922.

    O jornal Distrito da Guarda, a propósito do seu falecimento, escreveu que “o nome do Dr. Lopo de Carvalho não se perde no passado; o que se perde é a sua inteligência e os seus vastos conhecimentos científicos”. O mesmo periódico, passados alguns anos, destacava os serviços “prestados a esta terra” pelo referido clínico. “E no estrangeiro, onde foi por várias vezes, tomando parte de congressos, ou em viagens de estudo, conhecia-se o seu nome em todas as estâncias de cura de tuberculose. Conhecia-se e admirava-se porque, nesta especialidade, o médico distinto pairava muito acima do normal”.

    De entre os trabalhos publicados refiram-se “Seroterapia na Tuberculose Pulmonar”, “Uma Epidemia da Febre Tifóide”, “As causa da Febre Tifóide em Portugal” e “Tuberculosos Curados”, este em co-autoria com Amândio Paul, que lhe sucedeu na direção do Sanatório Sousa Martins.

    Relembrar Lopo de Carvalho é reler uma importante página da história da Guarda do passado século, bem como da história da saúde e da tuberculose em particular. (Helder Sequeira)



publicado por Helder Sequeira às 23:58
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Segunda-feira, 24 de Março de 2014
Dia Mundia da Tuberculose

     O Dia Mundial da Tuberculose é hoje assinalado.

     A Direcção Geral de Saúde lembra que “quase 20 anos após a criação do Programa Nacional para a Tuberculose (PNT) e apesar de ser uma doença evitável e curável, a tuberculose (TB) permanece como um importante problema de Saúde Pública, sendo considerada pela Organização Mundial da Saúde como uma emergência mundial”.

     A tuberculose é uma doença curável, porém os esforços atuais para encontrar, tratar e curar todos os que ficam doentes não são suficientes, de acordo com a informação das estruturas e entidades ligadas ao tratamento da tuberculose.

     Dos nove milhões de pessoas por ano atingidas pela tuberculose, um terço delas são "perdidos" pelos sistemas de saúde.

     O Dia Mundial da Tuberculose comemora a data, em 1882, em que Robert Koch anunciou a descoberta do Mycobacterium tuberculosis, o bacilo que causa a TB.

     Recorde-se que o Sanatório Sousa Martins, inaugurado na Guarda em 18 de Maio de 1907, foi uma das principais unidades de saúde de Portugal no combate contra a tuberculose.

 



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Quarta-feira, 19 de Março de 2014
Guarda: património em perigo (3)

 

 



publicado por Helder Sequeira às 22:59
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Sábado, 15 de Março de 2014
Guarda: património em perigo

     Guarda. Pavilhão D. António de Lencastre | Ex-Sanatório Sousa Martins



publicado por Helder Sequeira às 22:00
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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014
Sanatório Sousa Martins: conjunto de interesse público

     O antigo Sanatório Sousa Martins, na Guarda, foi classificado como conjunto de interesse público, através de portaria ontem publicada em Diário da República.

     A portaria 39/2014, do Secretário de Estado da Cultura refere que a classificação do antigo Sanatório reflete os critérios relativos ao “carácter matricial do bem, ao génio do respetivo criador, ao seu interesse como testemunho notável de vivências ou factos históricos, ao seu valor estético, técnico e material intrínseco, à sua conceção arquitetónica, urbanística e paisagística, à sua extensão e ao que nela se reflete do ponto de vista de memória coletiva, e às circunstâncias suscetíveis de acarretarem diminuição ou perda da perenidade ou da integridade do bem”.

     A designação de “Cidade da Saúde”, atribuída à Guarda, em muito se fica a dever ao Sanatório que a marcou indelevelmente, ao longo de décadas, no século passado.

     A Guarda foi, nessa época, uma das cidades mais procuradas de Portugal. A afluência de milhares de pessoas à cidade deixou inúmeros reflexos na sua vida económica, social e cultural; a sua apologia como localidade “eficaz no tratamento da doença” foi feita por distintas figuras da época, pois era “a montanha mágica” junto à Serra.

     Muitas pessoas (provenientes de todo o país e mesmo do estrangeiro) subiam à cidade mais alta de Portugal com o objetivo de usufruírem do clima de montanha, praticando, assim, uma cura livre, não sendo seguidas ou apoiadas em cuidados médicos.

     As deslocações para zonas propícias à terapêutica “de ares”, e a consequente permanência, contribuíram para o aparecimento de hotéis e pensões, dado não haver, de início, as indispensáveis e adequadas unidades de tratamento; situação que desencadeou fortes preocupações nas entidades oficiais da época.

     Em 1881 a Sociedade de Geografia de Lisboa promoveu uma Expedição Científica à Serra da Estrela, sendo integrada, entre outros, pelo médico Sousa Martins Dessa expedição resultou a elaboração de relatórios das várias secções científicas. A iniciativa teve, igualmente, o mérito, e através dos esforços de Sousa Martins, de chamar a atenção dos meios científicos e clínicos de então para as condições que esta região oferecia para o tratamento da tuberculose.

     Quatro anos depois realizou-se o primeiro Congresso Português sobre Tuberculose onde Lopo de Carvalho (que viria a ser o primeiro Director do Sanatório Sousa Martins, e pai de outro conceituado clínico) discursou sobre os processos profiláticos usados na Guarda. Este médico foi um dos mais fervorosos defensores da criação do Sanatório que seria inaugurado a 18 de Maio de 1907, com a presença do rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia. A autoria do projeto dos edifícios pertence a Raul Lino.

    O fluxo de tuberculosos superou, largamente, as previsões, fazendo com que os pavilhões do Sanatório Sousa Martins se tornassem insuficientes perante a procura; o Pavilhão 1 (designado também de Lopo de Carvalho, e onde funciona atualmente a sede e administração da ULS da Guarda) teve de ser aumentado um ano depois, duplicando a sua capacidade.

    Um novo pavilhão, que se juntou aos três já existentes, foi inaugurado em 31 de Maio de 1953; com este novo edifício – onde funcionam os principais serviços da Unidade Local de Saúde da Guarda, Cardiologia, Pneumologia, Medicina Interna, Pediatria, etc. – o Sanatório Sousa Martins ganhou maior dimensão, assumindo-se, ainda mais, como uma “povoação” auto suficiente, dentro da própria cidade.

    Este edifício assinala, no corrente ano, o seu 61º aniversário.

    Após o 25 de Abril de 1974, o Sanatório Sousa Martins entrou na fase final da sua existência. Em Novembro do ano seguinte aquele Sanatório foi integrado no Hospital Distrital da Guarda; após 68 anos de existência, esta instituição de saúde conclui a sua eminente função social. (H.S.)

 



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Segunda-feira, 20 de Janeiro de 2014
Lopo de Carvalho

     Lopo José de Figueiredo Carvalho (1857-1922), primeiro director do Sanatório Sousa Martins, Guarda. Busto existente no interior do Parque da Saúde.



publicado por Helder Sequeira às 23:13
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Sábado, 21 de Dezembro de 2013
Bola de Neve

 

     O Sanatório Sousa Martins marcou a Guarda, indelevelmente, na primeira metade do século XX, cidade a que deu uma indiscutível projeção nacional e internacional.

     Nesta instituição, inaugurada a 18 de Maio de 1907, confluíram doentes portadores das mais diversas habilitações literárias; assim, não é de estranhar que surgissem vários projetos, de índole cultural e recreativa, orientados para o preenchimento do tempo livre entre os tratamentos.

     De entre as diversas iniciativas merece particular destaque o jornal Bola de Neve, tutelado pela Caixa Recreativa do Sanatório, uma associação de solidariedade cujos objetivos principais eram “facultar, especialmente aos doentes, as distrações compatíveis com o seu estado de saúde; manter e desenvolver a Biblioteca (…)”.

     A Caixa Recreativa, de cuja atividade há conhecimento até 1954 antecedeu a criação do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins (CERISSM), que, embora adaptado às exigências legais da época, manteve a mesma filosofia de apoio assistencial.

     A referida publicação periódica, definida inicialmente como boletim, surgiu a 1 de Fevereiro de 1948, sob o título Bola de Neve. O seu primeiro diretor foi o Engº Agrónomo Álvaro Martins da Silva; até ao mês de Junho desse ano o jornal, editado quinzenalmente, constituiu um dos meios de comunicação nascidos no interior do Sanatório. Neste projeto empenharam-se também outras pessoas, como Ladislau Patrício (o terceiro diretor do Sanatório) e Carlos Serra Pereira, que ajudaram a contornar os obstáculos, nomeadamente de ordem financeira, inerentes à atividade editorial, harmonizando-os com as exigências decorrentes das normas daquele estabelecimento de saúde.

    Amorim Girão, Miguel Torga, Damião Peres, Joaquim Veríssimo Serrão, Nuno de Montemor, Cândido Guerreiro, Gonçalo de Reparaz, Messias Gonçalves, Mendes Fernandes, Alberto Dinis da Fonseca, J. Romão Duarte, Otília de Bastos Couto, João de Almeida; Torquato Gomes, Jerónimo de Almeida, Moradas Ferreira, Martins de Carvalho, Gastão Sousa Dias, Alberto Seco de Oliveira e Garcia Sainz, entre outros, colaboraram neste periódico.

     O Bola de Neve é um expressivo exemplo de como a criatividade, o fenómeno cultural ou o desenvolvimento de projetos editoriais podem ocorrer nas periferias, longe dos centros tradicionais; basta que haja objetivos claros, empenho, trabalho e qualidade. Aspeto que é tanto mais de realçar quanto aludimos, neste breve apontamento, à feitura de um jornal nos finais da primeira metade do século passado, numa pequena cidade do interior, com todos os condicionalismos e dificuldades inerentes.

     Para além da importância como projeto editorial, o “Bola de Neve” constitui uma importante fonte para o conhecimento da evolução do Sanatório e dos seus vários sectores. Os primórdios da Rádio Altitude, a vivência de muitos dos internados; os aspetos históricos e etnográficos da região da Guarda foram igualmente retratados nas páginas deste interessante órgão de informação, editado por uma associação de beneficência, cuja atividade acompanhava de perto, como uma porta aberta e franca para a comunidade exterior.

     Simultaneamente, o BN é um salutar exemplo do aproveitamento do tempo livre dos internados no Sanatório Sousa Martins, fórmula feliz de aplicação das suas capacidades e habilitações, manifesto reconhecimento da faculdade de congregar eminentes colaboradores a partir de uma iniciativa que nasceu no alto da montanha, do Portugal interior.

     É importante que a Guarda não esqueça exemplos como este, de afirmação cultural, de criatividade e marca qualitativa. H.S.

     In "O Interior", 19|12|2013



publicado por Helder Sequeira às 20:44
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Sexta-feira, 7 de Junho de 2013
Sousa Martins

 



publicado por Helder Sequeira às 23:47
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Sexta-feira, 31 de Maio de 2013
Pavilhão Novo do Sanatório: 60º aniversário

     

     Hoje, 31 de Maio, completam-se 60 anos após a inauguração do denominado Pavilhão Novo do Sanatório que constitui, por enquanto, o principal bloco do Hospital Sousa Martins.

     A inauguração, prevista inicialmente para 28 de Maio de 1953, ocorreu três dias depois, com a presença dos Ministros do Interior e das Obras Públicas. A imprensa da cidade deu especial relevo ao acato, apresentando o novo pavilhão como “um edifício gigantesco com 250 metros de comprido e com 350 leitos destinados exclusivamente a doentes pobres”.

     Com a construção deste novo pavilhão, o Sanatório Sousa Martins procurou aumentar a capacidade de resposta às crescentes solicitações das pessoas afectadas pela tuberculose, ampliando assim o seu papel na luta contra essa doença.

    É que o elevado número de doentes com fracos recursos há muito fazia sentir a necessidade de dotar esta conhecida estância sanatorial com novas instalações, pretensão que os responsáveis pelo Sanatório Sousa Martins tinham já manifestado ao Ministro das Obras Públicas, aquando da sua visita, à Guarda, em 1947. As obras do novo pavilhão foram iniciadas quatro anos depois.

     A entrada em funcionamento deste pavilhão era aguardada com compreensível expectativa, mormente por quem trabalhava no Sanatório Sousa Martins.

    O seu Director, Dr. Ladislau Patrício – que nesse mesmo ano deixaria essas funções, bem como a sua actividade clínica – definiu o edifício como “um novo e valioso instrumento na luta em defesa da saúde pública do país”.

     Na Guarda viveu-se mais um dia festivo. “Cerca do meio-dia, a estrada que conduz ao Sanatório tornara-se um rio de gente”, noticiou o jornal A Guarda. O Pavilhão Novo constitui, de facto, um marco importante na história do Sanatório Sousa Martins, instituição que não pode, de forma alguma, ser dissociada da Guarda do século XX.

 



publicado por Helder Sequeira às 00:04
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Domingo, 26 de Maio de 2013
Lopo de Carvalho

 

 

     Lopo José de Carvalho, primeiro director do Sanatório Sousa Martins (Guarda).



publicado por Helder Sequeira às 18:05
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