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Quarta-feira, 19 de Março de 2014
Guarda: património em perigo (3)

 

 



publicado por Helder Sequeira às 22:59
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Sábado, 15 de Março de 2014
Guarda: património em perigo

     Guarda. Pavilhão D. António de Lencastre | Ex-Sanatório Sousa Martins



publicado por Helder Sequeira às 22:00
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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014
Sanatório Sousa Martins: conjunto de interesse público

     O antigo Sanatório Sousa Martins, na Guarda, foi classificado como conjunto de interesse público, através de portaria ontem publicada em Diário da República.

     A portaria 39/2014, do Secretário de Estado da Cultura refere que a classificação do antigo Sanatório reflete os critérios relativos ao “carácter matricial do bem, ao génio do respetivo criador, ao seu interesse como testemunho notável de vivências ou factos históricos, ao seu valor estético, técnico e material intrínseco, à sua conceção arquitetónica, urbanística e paisagística, à sua extensão e ao que nela se reflete do ponto de vista de memória coletiva, e às circunstâncias suscetíveis de acarretarem diminuição ou perda da perenidade ou da integridade do bem”.

     A designação de “Cidade da Saúde”, atribuída à Guarda, em muito se fica a dever ao Sanatório que a marcou indelevelmente, ao longo de décadas, no século passado.

     A Guarda foi, nessa época, uma das cidades mais procuradas de Portugal. A afluência de milhares de pessoas à cidade deixou inúmeros reflexos na sua vida económica, social e cultural; a sua apologia como localidade “eficaz no tratamento da doença” foi feita por distintas figuras da época, pois era “a montanha mágica” junto à Serra.

     Muitas pessoas (provenientes de todo o país e mesmo do estrangeiro) subiam à cidade mais alta de Portugal com o objetivo de usufruírem do clima de montanha, praticando, assim, uma cura livre, não sendo seguidas ou apoiadas em cuidados médicos.

     As deslocações para zonas propícias à terapêutica “de ares”, e a consequente permanência, contribuíram para o aparecimento de hotéis e pensões, dado não haver, de início, as indispensáveis e adequadas unidades de tratamento; situação que desencadeou fortes preocupações nas entidades oficiais da época.

     Em 1881 a Sociedade de Geografia de Lisboa promoveu uma Expedição Científica à Serra da Estrela, sendo integrada, entre outros, pelo médico Sousa Martins Dessa expedição resultou a elaboração de relatórios das várias secções científicas. A iniciativa teve, igualmente, o mérito, e através dos esforços de Sousa Martins, de chamar a atenção dos meios científicos e clínicos de então para as condições que esta região oferecia para o tratamento da tuberculose.

     Quatro anos depois realizou-se o primeiro Congresso Português sobre Tuberculose onde Lopo de Carvalho (que viria a ser o primeiro Director do Sanatório Sousa Martins, e pai de outro conceituado clínico) discursou sobre os processos profiláticos usados na Guarda. Este médico foi um dos mais fervorosos defensores da criação do Sanatório que seria inaugurado a 18 de Maio de 1907, com a presença do rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia. A autoria do projeto dos edifícios pertence a Raul Lino.

    O fluxo de tuberculosos superou, largamente, as previsões, fazendo com que os pavilhões do Sanatório Sousa Martins se tornassem insuficientes perante a procura; o Pavilhão 1 (designado também de Lopo de Carvalho, e onde funciona atualmente a sede e administração da ULS da Guarda) teve de ser aumentado um ano depois, duplicando a sua capacidade.

    Um novo pavilhão, que se juntou aos três já existentes, foi inaugurado em 31 de Maio de 1953; com este novo edifício – onde funcionam os principais serviços da Unidade Local de Saúde da Guarda, Cardiologia, Pneumologia, Medicina Interna, Pediatria, etc. – o Sanatório Sousa Martins ganhou maior dimensão, assumindo-se, ainda mais, como uma “povoação” auto suficiente, dentro da própria cidade.

    Este edifício assinala, no corrente ano, o seu 61º aniversário.

    Após o 25 de Abril de 1974, o Sanatório Sousa Martins entrou na fase final da sua existência. Em Novembro do ano seguinte aquele Sanatório foi integrado no Hospital Distrital da Guarda; após 68 anos de existência, esta instituição de saúde conclui a sua eminente função social. (H.S.)

 



publicado por Helder Sequeira às 00:01
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Segunda-feira, 20 de Janeiro de 2014
Lopo de Carvalho

     Lopo José de Figueiredo Carvalho (1857-1922), primeiro director do Sanatório Sousa Martins, Guarda. Busto existente no interior do Parque da Saúde.



publicado por Helder Sequeira às 23:13
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Sábado, 21 de Dezembro de 2013
Bola de Neve

 

     O Sanatório Sousa Martins marcou a Guarda, indelevelmente, na primeira metade do século XX, cidade a que deu uma indiscutível projeção nacional e internacional.

     Nesta instituição, inaugurada a 18 de Maio de 1907, confluíram doentes portadores das mais diversas habilitações literárias; assim, não é de estranhar que surgissem vários projetos, de índole cultural e recreativa, orientados para o preenchimento do tempo livre entre os tratamentos.

     De entre as diversas iniciativas merece particular destaque o jornal Bola de Neve, tutelado pela Caixa Recreativa do Sanatório, uma associação de solidariedade cujos objetivos principais eram “facultar, especialmente aos doentes, as distrações compatíveis com o seu estado de saúde; manter e desenvolver a Biblioteca (…)”.

     A Caixa Recreativa, de cuja atividade há conhecimento até 1954 antecedeu a criação do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins (CERISSM), que, embora adaptado às exigências legais da época, manteve a mesma filosofia de apoio assistencial.

     A referida publicação periódica, definida inicialmente como boletim, surgiu a 1 de Fevereiro de 1948, sob o título Bola de Neve. O seu primeiro diretor foi o Engº Agrónomo Álvaro Martins da Silva; até ao mês de Junho desse ano o jornal, editado quinzenalmente, constituiu um dos meios de comunicação nascidos no interior do Sanatório. Neste projeto empenharam-se também outras pessoas, como Ladislau Patrício (o terceiro diretor do Sanatório) e Carlos Serra Pereira, que ajudaram a contornar os obstáculos, nomeadamente de ordem financeira, inerentes à atividade editorial, harmonizando-os com as exigências decorrentes das normas daquele estabelecimento de saúde.

    Amorim Girão, Miguel Torga, Damião Peres, Joaquim Veríssimo Serrão, Nuno de Montemor, Cândido Guerreiro, Gonçalo de Reparaz, Messias Gonçalves, Mendes Fernandes, Alberto Dinis da Fonseca, J. Romão Duarte, Otília de Bastos Couto, João de Almeida; Torquato Gomes, Jerónimo de Almeida, Moradas Ferreira, Martins de Carvalho, Gastão Sousa Dias, Alberto Seco de Oliveira e Garcia Sainz, entre outros, colaboraram neste periódico.

     O Bola de Neve é um expressivo exemplo de como a criatividade, o fenómeno cultural ou o desenvolvimento de projetos editoriais podem ocorrer nas periferias, longe dos centros tradicionais; basta que haja objetivos claros, empenho, trabalho e qualidade. Aspeto que é tanto mais de realçar quanto aludimos, neste breve apontamento, à feitura de um jornal nos finais da primeira metade do século passado, numa pequena cidade do interior, com todos os condicionalismos e dificuldades inerentes.

     Para além da importância como projeto editorial, o “Bola de Neve” constitui uma importante fonte para o conhecimento da evolução do Sanatório e dos seus vários sectores. Os primórdios da Rádio Altitude, a vivência de muitos dos internados; os aspetos históricos e etnográficos da região da Guarda foram igualmente retratados nas páginas deste interessante órgão de informação, editado por uma associação de beneficência, cuja atividade acompanhava de perto, como uma porta aberta e franca para a comunidade exterior.

     Simultaneamente, o BN é um salutar exemplo do aproveitamento do tempo livre dos internados no Sanatório Sousa Martins, fórmula feliz de aplicação das suas capacidades e habilitações, manifesto reconhecimento da faculdade de congregar eminentes colaboradores a partir de uma iniciativa que nasceu no alto da montanha, do Portugal interior.

     É importante que a Guarda não esqueça exemplos como este, de afirmação cultural, de criatividade e marca qualitativa. H.S.

     In "O Interior", 19|12|2013



publicado por Helder Sequeira às 20:44
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Sexta-feira, 7 de Junho de 2013
Sousa Martins

 



publicado por Helder Sequeira às 23:47
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Sexta-feira, 31 de Maio de 2013
Pavilhão Novo do Sanatório: 60º aniversário

     

     Hoje, 31 de Maio, completam-se 60 anos após a inauguração do denominado Pavilhão Novo do Sanatório que constitui, por enquanto, o principal bloco do Hospital Sousa Martins.

     A inauguração, prevista inicialmente para 28 de Maio de 1953, ocorreu três dias depois, com a presença dos Ministros do Interior e das Obras Públicas. A imprensa da cidade deu especial relevo ao acato, apresentando o novo pavilhão como “um edifício gigantesco com 250 metros de comprido e com 350 leitos destinados exclusivamente a doentes pobres”.

     Com a construção deste novo pavilhão, o Sanatório Sousa Martins procurou aumentar a capacidade de resposta às crescentes solicitações das pessoas afectadas pela tuberculose, ampliando assim o seu papel na luta contra essa doença.

    É que o elevado número de doentes com fracos recursos há muito fazia sentir a necessidade de dotar esta conhecida estância sanatorial com novas instalações, pretensão que os responsáveis pelo Sanatório Sousa Martins tinham já manifestado ao Ministro das Obras Públicas, aquando da sua visita, à Guarda, em 1947. As obras do novo pavilhão foram iniciadas quatro anos depois.

     A entrada em funcionamento deste pavilhão era aguardada com compreensível expectativa, mormente por quem trabalhava no Sanatório Sousa Martins.

    O seu Director, Dr. Ladislau Patrício – que nesse mesmo ano deixaria essas funções, bem como a sua actividade clínica – definiu o edifício como “um novo e valioso instrumento na luta em defesa da saúde pública do país”.

     Na Guarda viveu-se mais um dia festivo. “Cerca do meio-dia, a estrada que conduz ao Sanatório tornara-se um rio de gente”, noticiou o jornal A Guarda. O Pavilhão Novo constitui, de facto, um marco importante na história do Sanatório Sousa Martins, instituição que não pode, de forma alguma, ser dissociada da Guarda do século XX.

 



publicado por Helder Sequeira às 00:04
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Domingo, 26 de Maio de 2013
Lopo de Carvalho

 

 

     Lopo José de Carvalho, primeiro director do Sanatório Sousa Martins (Guarda).



publicado por Helder Sequeira às 18:05
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Sábado, 18 de Maio de 2013
Memória da Cidade da Saúde

 

     Hoje ocorre a passagem do 106º aniversário da inauguração do Sanatório Sousa Martins, que foi uma das principais instituições de combate e tratamento da tuberculose em Portugal.

    A designação de “Cidade da Saúde”, atribuída à Guarda, em muito se fica a dever ao Sanatório que a marcou indelevelmente, ao longo de décadas, no século passado.

    Embora a situação geográfica e as especificidades climatéricas associadas tenham granjeado a esta cidade esse epíteto, a construção do Sanatório Sousa Martins certificou e rentabilizou as condições naturais da cidade para o tratamento da tuberculose, doença que vitimou, em Portugal, largos milhares de pessoas.

    A Guarda foi, nessa época, uma das cidades mais procuradas de Portugal. A afluência de milhares de pessoas à cidade deixou inúmeros reflexos na sua vida económica, social e cultural; a sua apologia como localidade “eficaz no tratamento da doença” foi feita por distintas figuras da época, pois era “a montanha mágica” junto à Serra.

    Muitas pessoas (provenientes de todo o país e mesmo do estrangeiro) subiam à cidade mais alta de Portugal com o objetivo de usufruírem do clima de montanha, praticando, assim, uma cura livre, não sendo seguidas ou apoiadas em cuidados médicos.

    As deslocações para zonas propícias à terapêutica “de ares”, e a consequente permanência, contribuíram para o aparecimento de hotéis e pensões, dado não haver, de início, as indispensáveis e adequadas unidades de tratamento; situação que desencadeou fortes preocupações nas entidades oficiais da época.

    Em 1881 a Sociedade de Geografia de Lisboa promoveu uma Expedição Científica à Serra da Estrela, sendo integrada, entre outros, pelo médico Sousa Martins Dessa expedição resultou a elaboração de relatórios das várias secções científicas. A iniciativa teve, igualmente, o mérito, e através dos esforços de Sousa Martins, de chamar a atenção dos meios científicos e clínicos de então para as condições que esta região oferecia para o tratamento da tuberculose.

     Quatro anos depois realizou-se o primeiro Congresso Português sobre Tuberculose onde Lopo de Carvalho (que viria a ser o primeiro Director do Sanatório Sousa Martins, e pai de outro conceituado clínico) discursou sobre os processos profiláticos usados na Guarda. Este médico foi um dos mais fervorosos defensores da criação do Sanatório que seria inaugurado a 18 de Maio de 1907, com a presença do rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia. A autoria do projeto dos edifícios pertence a Raul Lino.

    O fluxo de tuberculosos superou, largamente, as previsões, fazendo com que os pavilhões do Sanatório Sousa Martins se tornassem insuficientes perante a procura; o Pavilhão 1 (designado também de Lopo de Carvalho, e onde funciona atualmente a sede e administração da ULS da Guarda) teve de ser aumentado um ano depois, duplicando a sua capacidade.

    Um novo pavilhão, que se juntou aos três já existentes, foi inaugurado em 31 de Maio de 1953; com este novo edifício – onde funcionam os principais serviços da Unidade Local de Saúde da Guarda, Cardiologia, Pneumologia, Medicina Interna, Pediatria, etc. – o Sanatório Sousa Martins ganhou maior dimensão, assumindo-se, ainda mais, como uma “povoação” auto suficiente, dentro da própria cidade.

    Este edifício assinala, no corrente ano, o seu 60º aniversário.

     Após o 25 de Abril de 1974, o Sanatório Sousa Martins entrou na fase final da sua existência. Em Novembro do ano seguinte aquele Sanatório foi integrado no Hospital Distrital da Guarda; após 68 anos de existência, esta instituição de saúde conclui a sua eminente função social.

    É importante, é urgente, salvaguardar a memória do Sanatório Sousa Martins que – como por várias vezes já afirmámos – é um destacado capítulo da história da Guarda e da história da luta contra a tuberculose.

 

     in O Interior, 16-5-2013



publicado por Helder Sequeira às 11:30
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Sexta-feira, 17 de Maio de 2013
106º aniversário da inaguração do Sanatório

 

 

     A Unidade Local de Saúde da Guarda (ULS Guarda) vai assinalar, amanhã, 18 de Maio, a passagem do 106º aniversário da inauguração do Sanatório Sousa Martins.

    Esta iniciativa complementa as atividades da AIR Guarda 2013 e pretende homenagear os antigos diretores do Sanatório Sousa Martins, bem como do médico que deu o seu nome a esta estância sanatorial.

    O programa inicia-se, pelas 9h30, com um Missa na Capela do Parque da Saúde, em homenagem aos diretores do Sanatório Sousa Martins, seguindo-se uma visita a alguns dos pontos simbólicos da antiga cerca do Sanatório Sousa Martins (com concentração junto à Capela).

    Posteriormente (11 horas)  terá lugar uma palestra subordinada ao tema “Sanatório Sousa Martins: marca emblemática da Cidade da Saúde” ( no auditório da ULS) que antecederá o descerramento de uma placa junto ao busto do Dr. Sousa Martins.

    Esta iniciativa é aberta a todas as pessoas interessadas e que se queiram associar à comemoração desta efeméride.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 00:01
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