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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2014
Telhado...



publicado por Helder Sequeira às 12:10
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Segunda-feira, 2 de Junho de 2014
Ai no Norte

 

     Ai! é o novo projeto de César Prata, desta feita com a companhia de Suzete Marques.

     Ai! reúne pedaços da tradição dispersa na imensidão das memórias. Com a simplicidade que vem da terra, cantam com força e doçura.

    Nos próximos dias 6, 7 e 8 de junho vão apresentar o disco de estreia de Ai! nas lojas FNAC do Norte. Considerado pela Antena 1 um dos melhores discos editados em 2013 em Portugal, “traz para os nossos ouvidos a música portuguesa de tradição oral e a música medieval”

    Mais informação aqui.



publicado por Helder Sequeira às 23:59
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Segunda-feira, 5 de Maio de 2014
Queijos



publicado por Helder Sequeira às 20:20
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Domingo, 4 de Maio de 2014
Cobertores



publicado por Helder Sequeira às 22:29
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Sábado, 22 de Fevereiro de 2014
Sinos

 



publicado por Helder Sequeira às 23:59
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Domingo, 26 de Janeiro de 2014
Facas do Verdugal

 



publicado por Helder Sequeira às 23:26
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Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014
Máscaras rituais no Paço da Cultura

 

     Na Galeria de Arte do Paço da Cultura da Guarda terá lugar na próxima quinta-feira, 16 de Janeiro (pelas 18 horas) a inauguração da exposição de pintura “máscara rituais do Douro e Trás-os-Montes” de Balbina Mendes.

     Nesse mesmo dia decorrerá a apresentação do livro “O diabo e as cinzas” de António Tiza.

 



publicado por Helder Sequeira às 23:09
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Quinta-feira, 26 de Dezembro de 2013
Magusto da Velha

 

     Embora fora de época, o “Magusto da Velha” é uma tradição, recriada anualmente a 26 de dezembro, da freguesia de Aldeia Viçosa.

 

     Como é costume, após o almoço a população concentra-se no Largo da Igreja onde na noite de Consoada começou a arder o madeiro de Natal. Da torre sineira do templo são lançadas castanhas apanhadas de imediato pelas pessoas presentes, onde se incluem os visitantes da localidade, e assadas no borralho da fogueira natalícia.

 

     No decurso desta recolha das castanhas, que se espalham pelo chão do largo, ocorrem as já habituais “cavaladas” ou “cavalgadas” protagonizadas pelos mais jovens, os quais aproveitando a inclinação das pessoas na procura daqueles frutos saltam-lhe por cima das costas proporcionando momento de destreza, agilidade e divertimento de quantos assistem.

 

     As castanhas e o vinho são oferta da Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa que, ao longo dos anos garante o compromisso, assumido há mais de 300, com uma senhora abastada que deixou aos habitantes da aldeia – então denominada Vila de Porco – uma herança de “24 escudos e 60 centavos”, como forma de assegurar ao povo a possibilidade de “comer castanhas e beber vinho um dia por ano”. Corria o ano de 1698.

 

     A contrapartida que a “Velha”, como é conhecida pois não ficou retido o seu nome, exigia era a reza de um padre-nosso, pelos participantes, no final do ato festivo. O “acordo” ficou, contudo, lavrado em escritura. «Tem obrigação de dar na primeira oitava de Natal cinco meios de castanha e cinco alqueires de vinho pela alma de uma velha que deixou noventa e seis alqueires de centeio a esta Igreja impostos na Quinta do Lagar de Azeite para que com esta castanha e vinho se fizesse no mesmo dia um magusto e todos dele comessem e rezassem na Igreja um Padre Nosso pela sua alma». Esta herança é referenciada no“Livro de Usos e Costumes da Igreja do Lugar de Porco - Ano de 1698”.

 

     Até há uns anos atrás um habitante local, entretanto falecido, subia mesmo ao cata-vento da torre da igreja e era aí, do ponto mais alto, que deitava as castanhas para o largo. Após a morte do “Ti Passarinho”, como era conhecido, mais ninguém se aventurou a ascender até à altura máxima da torre.

 

      Localizada junto ao Rio Mondego, esta aldeia (anteriormente denominada Vila de Porco) têm origem antiga; na área pertencente a Aldeia Viçosa terá existido existiu um povoado fortificado do período proto-histórico, de acordo com um trabalho do arqueólogo Vítor Pereira. Esta localidade poderá ter tido origem num lugar denominado de Pedra Aguda. “Verificou-se que a Pedra Aguda controlava visualmente a bacia de Celorico até à junção entre o Mondego e a ribeira do Caldeirão”.

 

      Foto: CMG

 



publicado por Helder Sequeira às 22:30
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Sábado, 14 de Dezembro de 2013
Madeiro de Natal na Guarda

 

     Na Guarda o tradicional madeiro de Natal vai arder de novo na Praça Velha, a partir das 18 horas do dia 24 de Dezembro.

     Por essa hora terá igualmente lugar um espectáculo de videomaping, concebido pelo artista visual Hugo Moreira e pelo ZDKollective.

     Esta iniciativa é promovida pela Câmara Municipal da Guarda em parceria com o Nerga e Associação Comercial da Guarda.




publicado por Helder Sequeira às 22:04
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Domingo, 23 de Junho de 2013
Animar a cidade

 

     As tradicionais festividades na Guarda em homenagem a São João têm perdido, e sobretudo ao longo das últimas décadas, o brilho e a movimentação de outrora, especialmente em torno da feira que tem aquele santo popular como padroeiro.

     Recordemos que, nos finais do século dezanove, esta cidade recebia, muitos dias antes, “grande quantidade de forasteiros”, e não faltavam pelas principais artérias as “costumadas fogueiras com danças e cantos”.

     O teatro, os concursos de gado e as touradas constituíam alguns dos pontos de atração do cartaz citadino nesse período de enorme agitação festiva e de muitas transações comerciais.

    Nessa época, e como já tivemos o ensejo de escrever nestas colunas, a viagem de comboio até à Guarda era incentivada com significativas reduções nos preços, oportunidade aproveitada por numerosas pessoas que engrossavam a multidão de visitantes espalhados por todos os cantos da cidade.

    Este quadro, festivo, comercial e religioso – componente que, obviamente, também não faltava – repetiu-se, com mais ou menos cambiantes, durante largos anos, deixando um inquestionável impacto na vida da Guarda.

    A Câmara Municipal, aliás, deliberou, em Julho de 1954, solicitar ao Governo a “necessária autorização para considerar como feriado municipal no concelho da Guarda o dia 24 de Junho de cada ano”.

    O executivo municipal argumentava que os festejos de São João “desde tempos imemoriais atingem proporções de relevo”, sendo por isso considerado “dia festivo em toda a região”.

    Por outro lado, a autarquia guardense aduzia a realização da “importante feira anual de S. João, reputada a de maior expansão e amplitude da região por a ela acorrerem com os seus produtos e gados as populações de toda a região beirã e até transmontana”; as estas razões, acrescentava-se, ainda, a intenção de o dia passar a figurar no período das “futuras Festas da Cidade” da Guarda.

    Se é certo que na sociedade hodierna as motivações dos consumidores são de longe bem diferentes, mercê de múltiplos fatores (e hoje com as implicações de crise económica e dos graves constrangimentos financeiros), também é verdade que a Feira de São João – criada em 1255 – poderia ter reconquistado (à semelhança de outras congéneres) uma nova afirmação no contexto regional, se tivessem sido introduzidas as adequadas fórmulas de incremento/promoção e os apoios inerentes a uma realização com estas características.

    Claro está que para isso tem de haver uma especial sensibilidade e empenho, uma estratégia adequada, um planeamento atempado, um espaço atrativo e uma eficaz promoção junto dos sectores potencialmente interessados num certame desta natureza.

    Nesta Guarda das tradições há, entretanto, que sublinhar a iniciativa de recriar esta feira (partindo das especificidades que detinha nos finais do século XIX e primórdios do seguinte) em pleno centro da cidade.

   Este programa, gizado pela Culturguarda, tem alcançado assinalável êxito e constituído um momento de aproximação entre o passado e o presente, proporcionando a muitos dos residentes e visitantes o confronto entre épocas e vivências.

   A mencionada atividade [a decorrer de ontem, sábado, até amanhã] promovida pela Culturguarda fomenta uma verdadeira e popular animação citadina (conjugada, entretanto, com outras iniciativas marcadas para este fim de semana, como seja a Feira de Jovens Criadores), com todas as vantagens daí resultantes.

   A Guarda necessita de ser mais aberta, solidária, moderna, criativa, culta, identificada com a sua história/ património e menos conformista, menos condicionada pelos calendários políticos e eleitorais.

    É importante que a participação dos seus habitantes não se fique apenas pela presença nestas iniciativas mas se desenvolva igualmente em patamares onde possa contribuir para o desenvolvimento, para a cooperação, para a qualidade citadina, para a defesa dos reais interesses da Guarda.

 

     In O Interior |20.6.2013

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 12:59
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