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Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014
Museu da Guarda



publicado por Helder Sequeira às 23:58
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Terça-feira, 12 de Novembro de 2013
Museu do Côa conquista prémio internacional

     O Museu do Côa conquistou o primeiro prémio na categoria de edifício público da primeira edição do Prémio Internacional de Arquitectura de Baku, organizada pelos Ministério da Cultura, Turismo e União de Arquitectos do Azerbeijão.

     Esta iniciativa foi apoiada pela União Internacional de Arquitectos.

     O projecto da autoria dos arquitectos Camilo Rebelo e Pedro Tiago Pimentel foi distinguido entre os mais de 300 que foram a concurso.

    O Museu do Côa ocupa uma área de seis mil metros quadrados, desenvolvendo-se ao longo de 190 metros e dando a ideia de uma enorme pedra de xisto.

    O visitante vai encontrar, através de um percurso linear, três salas de contextualização e de introdução à temática exposta. A conjugação da tecnologia da informação, do desenho e da fotografia é um traço visível no suporte da apresentação dos conteúdos do Museu.

    Seguem-se mais quatro salas dedicadas ao tratamento monográfico da arte rupestre existente naquela zona. Ali se encontram as réplicas de quatro gravuras rupestres, duas das quais em riscos de deterioração e as restantes submersas.

     Recorde-se que a identificação das gravuras rupestres do Paleolítico, no Vale do Côa, ocorreu em 1994, nascendo a discussão em torno da não construção da barragem que iria ocultar esse património. A UNESCO viria a classificar, em 1998, as gravuras do Vale do Côa como Património da Humanidade. O lançamento de um concurso internacional de ideias para o desenho do Museu viria a ocorrer apenas em 2005.

    O Museu foi inagurado em 30 de Julho de 2010. (HS)


 



publicado por Helder Sequeira às 23:39
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Terça-feira, 27 de Março de 2012
A Obra do Resgate em Pinhel

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 08:20
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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011
Centro Interpretativo e Museológico

 

    Em Algodres (concelho de Figueira de Castelo Rodrigo) entrou, recentemente, em funcionamento um Centro Interpretativo e Museológico.

    Esta estrutura foi desenvolvido pela Junta de Freguesia local, com o apoio da Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo, Associação Transumância e Natureza e Parque Arqueológico do Vale do Côa, pretende dar a conhecer a história, o património, os costumes e as tradições da aldeia de Algodres. No seu interior está patente a exposição “Grãos da Terra” que contém uma mostra de objectos antigos relacionados com as tarefas agrícolas, em homenagem às gentes de Algodres, que sempre tiraram da terra a sua principal fonte de sustento para as suas famílias.

    Neste Museu podemos ver ainda um conjunto de fotografias que demonstram o ciclo do cereal, desde a lavra da terra, passando pela sementeira, pela ceifa e transporte para a eira. Neste espaço também não foi esquecida a mecanização da agricultura com o aparecimento das primeiras máquinas.

    A sua localização estratégica – junto à Reserva da Faia Brava, a escassos quilómetros do Museu do Côa e inserido em território do Parque Arqueológico do Vale do Côa - vem complementar a oferta turística desta região.

 



publicado por Helder Sequeira às 17:33
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2011
Exposição no Museu da Guarda

 

 



publicado por Helder Sequeira às 08:58
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Terça-feira, 9 de Agosto de 2011
Museu do Côa

 

 



publicado por Helder Sequeira às 23:38
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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011
Chá das 5

 

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 14:06
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Terça-feira, 26 de Julho de 2011
Chá das 5 no Museu da Guarda

 

 

     Os Amigos do Museu da Guarda vão promover, durante o mês de Agosto, uma iniciativa que tem por objectivo divulgar a instituição e atrair novos públicos, além de proporcionar momentos de convívio social.

     Durante o mês de Agosto, entre as17h e as 19h 30m, de terça a domingo, o museu servirá o “Chá das 5” e estará de portas abertas, proporcionando ao público uma visita orientada à sua exposição permanente.

     Esta iniciativa decorrerá no pátio interior, um espaço nobre no coração da cidade, onde a Feitoria da Bélgica e o salão de chá O Bule irão servir uma degustação de chás, quente e gelado, acompanhada de alimentos ‘finger food’, biscoitos variados, scones, chocolates, bolos fatiados, e uma pequena selecção de compotas.

     Esta iniciativa pretende também familiarizar o cidadão com o museu, e reconhecê-lo como instituição ao serviço da sociedade.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 13:43
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Sábado, 19 de Fevereiro de 2011
Confraria do Bucho Raiano

 

     O II Capítulo de Entronização da Confraria do Bucho Raiano vai decorrer no Soito e Sabugal, a 5 de Março.

     O programa integra a sessão solene de entronização, inauguração da exposição «Emoções Gastronómicas», desfile de confrarias e o inevitável almoço do bucho.

    De referir que No Auditório Municipal do Sabugal, para além da cerimónia de entronização de novos confrades, será proferida uma oração de sapiência, por João Luís Vaz; está ainda agendada a homenagem a algumas personalidades pelo seu papel relevante em prol da gastronomia da região.

   No Museu Municipal do Sabugal será inaugurada uma exposição subordinada ao tema «Emoções Gastronómicas», certame que proporcionará a mostra de trajes e insígnias confrádicas da colecção particular de Paulo Sá Machado.

    Os participantes deslocam-se depois para o Soito, onde se realizará um desfile de confrarias, seguido da recepção dos participantes na Junta de Freguesia.

    Pelas 14 horas será servido um almoço de bucho; a ementa será constituída por enchidos, seguidos do bucho, que irá à mesa acompanhado por batatas e grelos de nabo cozidos, em absoluto respeito pela tradição gastronómica raiana, própria da época carnavalesca.

     O Capítulo da Confraria está incluído no programa dos «Roteiros Gastronómicos – Sabugal à Mesa», iniciativa da responsabilidade da Câmara Municipal do Sabugal, que está prevista para os dias 5 a 8 de Março, pela qual os restaurantes do concelho disponibilizam receitas tradicionais da cozinha raiana.

     Recorde-se que o bucho é a peça de enchido mais genuína das terras raianas do centro de Portugal; de acordo com a tradição, após a matança do porco juntam-se num alguidar pedaços de carne da cabeça, orelhas e rabo, de mistura com a carne que restou agarrada aos ossos. Essa carne fica em vinha d’alhos durante três dias, após o que se enchem as bexigas dos próprios porcos, indo para o fumeiro a fim de aí secarem com o calor da lareira.

     A iguaria come-se em família ou entre uma roda de amigos. Respeitando o receituário antigo, deve ser cozido durante três horas, envolto num pano de linho. Vai à mesa acompanhado por grelos de nabo e batata cozida e come-se acompanhado por um bom vinho tinto da região.

     Dar a conhecer o bucho e contribuir para que se transforme numa oportunidade económica para a região raiana, é o objectivo da Confraria do Bucho Raiano.

     Podem ser feitas marcações para a cerimónia e para o almoço até ao dia 2 de Março, para: o e-mail: confrariabuchoraiano@gmail.com.

 



publicado por Helder Sequeira às 23:02
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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010
Exposição sobre Carolina Beatriz Ângelo

     No Museu da Guarda continua patente até ao próximo dia 31 de Outubro a exposição temporária “Carolina Beatriz Ângelo. Intersecções dos sentidos / palavras, actos e imagens”. 

     Fundadora da Associação da Propaganda Feminina, Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher a exercer, em Portugal, o direito de voto, posicionando-se também num lugar de destaque no quadro europeu, ao nível da intervenção cívica.

     Nascida na Guarda, em 1878, aqui frequentou o Liceu, a partir de 1891, antes de rumar para Lisboa onde estudou na Escola Politécnica e, dois anos depois, na Escola Médico-Cirúrgica, concluindo o curso de Medicina em 1902. Nesse mesmo ano casou com o médico Januário Barreto, natural de Aldeia do Souto (Covilhã).

     Carolina Beatriz Ângelo, para além do facto que a tem envolvido em singularidade e distinção, é conhecida igualmente por ter sido a primeira mulher portuguesa a desenvolver actividade cirúrgica, no Hospital de São José, em Lisboa; naquela cidade teve consultório na Rua do Almada.

     Em 1911, no mês de Fevereiro, subscreve, juntamente com outras destacadas figuras feministas, um documento – entregue a Teófilo Braga – em que solicita o direito de voto para a mulher, com reconhecida independência económica. Recorde-se que a primeira lei eleitoral da República Portuguesa condicionava o direito de voto aos cidadãos “com mais de 21 anos, que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família”.

     Em Tribunal argumentou, em favor do exercício do seu direito de voto, com o facto de ser viúva (o marido falecera em Junho de 1910) e “chefe de família”. Em 28 de Abril de 1911, o juiz João Baptista de Castro, considerando que excluir a mulher “é simplesmente absurdo e iníquo e em oposição com as próprias ideias da democracia e da justiça proclamada pelo partido republicano”, sentenciou que “a reclamante seja incluída no recenseamento eleitoral em preparação no lugar e com os requisitos precisos”.

     Nesse mesmo ano, a 28 de Maio, e nas eleições para a Assembleia Constituinte, protagonizou o primeiro voto por parte da mulher portuguesa; acto que teve lugar na assembleia eleitoral de S. Jorge de Arroios (Lisboa).

 



publicado por Helder Sequeira às 23:55
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