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Terça-feira, 12 de Julho de 2016
Contos e trovões, rezas e canções

 

     "Contos e trovões, rezas e canções" é a nova produção da associação cultural Calafrio, da Guarda.

    A estreia terá lugar na próxima sexta-feira, 15 de julho, pelas 21.30 horas, no terraço do telhado do Teatro Municipal da Guarda. No dia seguinte, à mesma hora, ocorrerá nova sessão.
     O espectáculo, que será depois apresentado em todo o país, é baseado em elementos da cultura popular portuguesa: contos, canções de cordel, rezas, lengalengas, trava-línguas e romances.

     Os intérpretes contam e cantam, num ambiente teatral de mistério."Ninguém carrega uma mala vazia. Ninguém vive sem cantar uma canção. Num espectáculo que tem como ponto de partida a tradição oral portuguesa, uma mulher e dois homens contam e cantam, espalham gestos e memórias."

    Trata-se de uma criação colectiva de Américo Rodrigues, César Prata e Suzete Marques, com produção de Calafrio- Associação Cultural.

Teatro.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 13:31
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Sábado, 21 de Maio de 2016
Contradizer no Jardim das Pedras


     Calafrio-Associação Cultural vai promover, no próximo dia 29 de Maio, na Serra do Feital (proximidades de Vila Franca das Naves), a sessão 15 do ciclo Contradizer. 

    O programa engloba uma visita ao Jardim das Pedras (percurso pedestre guiado por Maria Lino), a leitura de poemas Haiku de Matsuo Bashô e Yosa Buson e  "Há arte no combate?" (demonstração de Kata por Micael Sanches e Tiago Alves).

Contradizer 15.jpg

 

 

 



 



publicado por Helder Sequeira às 00:11
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Quarta-feira, 30 de Março de 2016
Diário de um Louco

Diário de um Louco.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 22:55
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Sábado, 12 de Março de 2016
Novo livro de Pedro Dias de Almeida

 

      "Poemas e outros poemas" é o título do novo livro de Pedro Dias de Almeida, a apresentar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, no próximo dia 19 de Março, pelas 16 horas.

     Natural da Guarda, Pedro Dias de Almeida é jornalista da revista Visão, desde 1994.

Pedro Dias de Almeida.jpg

     Publicou, em 2002, "Introdução à Anatomia das Sereias e Outros Poemas" (edição Aquilo Teatro). Em 2012 escreveu o monólogo "As Últimas Palavras de Swazo Camacase (ou um Pouco Mais de Nada)" para o Projéc~ (estrutura teatral do TMG, Teatro Municipal da Guarda) e em 2015 adaptou o conto de Herman Melville "Bartleby, o Escrivão" para uma produção do Teatro do Calafrio.

    A sessão de lançamento do livro "Poemas e outros poemas é organizada pelo Calafrio.

 

     Fonte: BMEL

 



publicado por Helder Sequeira às 23:58
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2015
Contradizer em Famalicão da Serra

 

     A  associação cultural Calafrio vai organizar, no próximo dia 31 de Julho, a décima sessão do Ciclo Contradizer.

     Desta vez decorrerá em Famalicão da Serra, no Convento do Bom Jesus. A concentração, no centro da aldeia, tem lugar às 21 horas, seguindo os participantes em marcha até ao Convento.

Atriz.jpg

     Aí, a actriz Gracinda Nave ( em cima na foto) lerá o conto "O convento" de Daniel Rocha. A seguir, César Prata e Suzete Marques apresentarão um conjunto de canções intitulado "Ai, meu rico Santo Antoninho!".

    A entrada é livre. A organização é de Calafrio- Associação Cultural e tem o apoio da Junta de Freguesia de Famalicão.

    O Convento é um conto escrito com a lenda primordial da construção do Convento do Bom Jesus de Famalicão (para muitos será de Valhelhas). A história é simples e baseia-se nessa lenda do aparecimento de uma misteriosa imagem que dá início a um culto que perdura nos dias de hoje (a Lenda do Bom Jesus). O que o autor fez foi criar uma história/acção que irá culminar com o levantamento das paredes deste impressionante edifício que, infelizmente, padece de abandono crítico. No entanto, o conto O Convento não segue a lenda! Ou melhor, o conto vive para além da lenda, podendo, de certa forma, criar alguma discussão sobre as diferenças que o leitor poderá por ali encontrar. Mas uma história é isso mesmo: olhar para lá das paredes da lenda e recriá-la! É, acima de tudo, uma história que possui uma linguagem simples e clara para todos, ao mesmo tempo que explora e expõe algumas das querelas típicas de um povo.

o convento.png

 

    Em Setembro de 2015 será lançada uma segunda edição deste conto. Edição esta apoiada pela Junta de Freguesia de Famalicão da Serra.

 



publicado por Helder Sequeira às 23:17
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Sábado, 30 de Maio de 2015
Contradizer na Guarda

 

     A Calafrio- Associação Cultural vai organizar hoje, 30 de Maio, a oitava sessão do Ciclo Contradizer.

     Esta sessão, que decorrerá a partir das 21h30 no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda, é constituída pela leitura encenada de "Os malefícios do tabaco" de Tchekhov (de quem o Calafrio recentemente apresentou duas peças integradas em "Empresta-me um revólver até amanhã"), por Vasco Queiroz; e pela apresentação e exibição do projecto fotográfico "18 palavras para ti, ou a vida vivida"- uma visão da sociedade actual, por Norberto Rodrigues.

     Esta inciativa, de entrada gratuita, tem apoio (cedência de instalações) do Município da Guarda/Teatro Municipal da Guarda

    A peça "Os malefícios do tabaco" foi escrita por Anton Tchekhov em 1887; segunda versão em 1904. Constitui uma pequena obra-prima dramatúrgica e possui as marcas típicas da poética tchekhoviana: a brevidade, a economia de procedimentos, a linguagem despojada, a ironia, o humor e o aprofundamento psicológico das personagens.

     "Os malefícios do tabaco” retrata a vida de um homem amargo e de aparência gasta que é obrigado pela sua esposa, com quem partilha um casamento há mais de 30 anos, a fazer uma conferência para fins beneficentes acerca dos malefícios do uso e abuso do tabaco. A sua vida privada acaba por ser o tema principal da conferência que está a apresentar. Foca os maus-tratos infligidos pela sua mulher, o desprezo vindo das suas filhas e o trabalho de escravo a que é obrigado.

     O intérprete, Vasco Queiroz nasceu em 22/3/56 em Coimbra. Médico, especialista de Medicina Geral e Familiar na Guarda. Integrou o Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra, 1977-1983 (Curso de teatro ministrado por Geraldo Tuché; Participação como actor nas peças “O Império do Oriente” de Jorge de Sena com encenação de Geraldo Tuché, “Epimeteu ou o Homem que Pensava Depois” de Jorge de Sena com encenação de Geraldo Tuché, “D Duardos” de Gil Vicente com encenação de Mário Barradas e ainda na peça inacabada e nunca estreada “A Páginas Tantas” de Ricardo Pais com encenação do mesmo; Presidente da Direcção durante dois anos. Participação como “recitador/declamador” , a solo ou em parceria (quase sempre com José Bandeirinha e Helena Gonçalves), em vários recitais de poesia no CITAC, no Circulo de Artes Plásticas da AAC, na Fundação Gulbenkian de Aveiro e em vários espaços académicos ou não, em Coimbra e noutras localidades. É o presidente da Assembleia Geral da Calafrio-Associação Cultural.

     O autor, Anton Tchékov, nasceu em Taganrog, no sul da Rússia, no dia 29 de janeiro de 1860, filho de um comerciante. A sua família mudou-se para Moscovo em 1876 devido à falência do pai, mas Anton permanece na sua cidade natal para terminar o liceu. Assim, só três anos mais tarde se juntou à família em Moscovo, onde se matricula na faculdade de Medicina. Para ajudar financeiramente a família, Tchékhov faz pequenos trabalhos jornalísticos e as primeiras tentativas literárias. Termina os estudos de Medicina em 1884 e começa a exercer nos arredores de Moscovo.

Tchekov.jpg

     A sua primeira narrativa é publicada num jornal humorístico em 1880, desencadeando uma intensa colaboração de Anton com diversas publicações. Os seus primeiros textos dramáticos datam do final da década de 1880 ("Ivánov"). No ano de 1892 compra uma casa no campo, em Mélikhovo, para onde se muda com a família. Três anos mais tarde visita Tolstoi, cujas ideias irão exercer uma forte influência e um grande fascínio sobre Tchékhov. Por motivos de doença, muda-se para Ialta, em Crimée. É no final da sua vida que escreve as três peças que o consagram como grande dramaturgo: "A Gaivota" em 1896, "As Três Irmãs" em 1900 e "O Cerejal" em 1903. Em 1904 parte para a Alemanha com a atriz Olga Knipper, com quem casara em 1901, morrendo no mês de julho em Badenweiler, na Floresta Negra. Hoje é reconhecido como um dos maiores escritores russos.

     Projecto fotográfico: Apresentação do projecto fotográfico "18 palavras para ti, ou a vida vivida". Uma visão da sociedade actual, por Norberto Rodrigues. Projecção audiovisual. Música de Lynx Tungur. Debate. O autor: Norberto Rodrigues é natural do Barracão-Guarda, sociólogo e fotógrafo amador. Depois de cerca de 30 anos de trabalho nas áreas da sociologia e da gestão de recursos humanos, como dirigente da Administração Pública e como docente universitário, tem desenvolvido actividade nas áreas da fotografia e da escrita, tendo publicado recentemente um livro de fotografias -"Trajectos" - e um livro de contos - "E dos fracos rezam as histórias".

(Fonte: Calafrio)



publicado por Helder Sequeira às 11:36
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Segunda-feira, 20 de Abril de 2015
CalaFrio evoca Lucebert

 

     Calafrio-Associação Cultural vai promover no próximo dia 2 de Maio mais uma sessão integrada no Ciclo Contradizer.

     A iniciativa vai realizar-se na Quinta das Cegonhas (concelho de Gouveia) e será integralmente dedicada ao poeta e artista plástico holandês Lucebert.

     O programa integra uma conferência – "O duplo talento de Lucebert" – a proferir pelo tradutor e professor Arie Pos, bem como o lançamento de uma colectânea bilingue, entre outras acções “dedicadas a divulgar um poeta quase desconhecido em Portugal mas de grande reconhecimento internacional”.

LUCEBERT.jpg

      Haverá música de Charlie Parker, Dizzie Gillespie e Thelonious Monk (músicos que influenciaram Lucebert); a exibição do filme "Tempo e Adeus", do cineasta Johan van der Keuken; apresentação duma pequena colectânea bilingue de poemas de Lucebert, traduzidos para o Português por Jos van den Hoogen, e leitura de alguns daqueles poemas por Américo Rodrigues.

     A associação cultural Calafrio, da Guarda, sublinha, em nota informativa sobre esta iniciativa que Lucebert é “considerado como o poeta mais revolucionário, mais autêntico e mais expressivo da geração experimental do pós-guerra. Pertenceu ao grupo CoBrA, foi amigo de Karel Appel e recebeu vários prémios literários”.



publicado por Helder Sequeira às 11:28
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Terça-feira, 7 de Abril de 2015
Nova produção do Teatro do CalaFrio

 

     O Teatro do CalaFrio estreia no próximo dia16 de abril, no Teatro  Municipal da Guarda, a sua segunda produção, "Empresta-me um revólver até amanhã. A peça estará também cena nos dias 17 e 18 de abril, a partir das 21.30 horas.

     "Empresta-me um revólver até amanhã" parte da uma leitura peculiar de duas pequenas peças de Anton Tchekhov: "O Canto" do Cisne e "Trágico à força".

     Nesta revisitação, o ponto Nikita ocupa o centro da trama. Ele vive no teatro, vive do teatro. O teatro é ele. Conhece muitas peças de cor e é o guardião da memória do teatro. É no seu teatro, nos bastidores, que se encontra com o actor Vassili Vassilitch (que se deixou dormir após a actuação da noite) e se confronta com as recordações e angústias de um velho actor de passado glorioso. Na segunda parte, o veraneante Ivan Ivanovich, sobrecarregado de tarefas, procura um amigo para desabafar sobre sua deplorável condição de vítima. Ivanovitch, que é uma voz e uma ténue imagem, é escravo de um trabalho extenuante porque todos lhe pedem que transporte os mais estranhos objectos. Ivan Ivanovitch fala da sua amarga condição. Nikita, o ponto, representa o papel de Muraskhin, num crescendo de tragédia.Talvez o ponto seja ainda mais trágico do que a personagem Ivanovitch. Talvez este seja uma personagem criada por Nikita, o ponto. Talvez o ponto seja um verdadeiro trágico. Talvez Nikita tenha sempre desejado ser um actor.Trágico.

     “Empresta-me um revólver até amanhã" tem encenação de Américo Rodrigues e interpretação de Valdemar Santos, Américo Rodrigues e José Neves .

CALAFRIO.jpg

      Anton Tchékov nasceu em Taganrog, no sul da Rússia, no dia 17 de janeiro de 1860, filho de um comerciante. A sua família mudou-se para Moscovo em 1876 devido à falência do pai, mas Anton permanece na sua cidade natal para terminar o liceu. Assim, só três anos mais tarde se juntou à família em Moscovo, onde se matricula na faculdade de Medicina. Para ajudar financeiramente a família, Tchékhov faz pequenos trabalhos jornalísticos e as primeiras tentativas literárias. Termina os estudos de Medicina em 1884 e começa a exercer nos arredores de Moscovo.

     A sua primeira narrativa é publicada num jornal humorístico em 1880, desencadeando uma intensa colaboração de Anton com diversas publicações. Os seus primeiros textos dramáticos datam do final da década de 1880 ("Ivánov"). No ano de 1892 compra uma casa no campo, em Mélikhovo, para onde se muda com a família. Três anos mais tarde visita Tolstoi, cujas ideias irão exercer uma forte influência e um grande fascínio sobre Tchékhov.

    Por motivos de doença, muda-se para Ialta, em Crimée. É no final da sua vida que escreve as três peças que o consagram como grande dramaturgo: "A Gaivota" em 1896, "As Três Irmãs" em 1900 e "O Cerejal" em 1903. Em 1904 parte para a Alemanha com a atriz Olga Knipper, com quem casara em 1901, morrendo no mês de julho em Badenweiler, na Floresta Negra. Hoje é reconhecido como um dos maiores escritores russos.

 

     Fonte: Teatro do CalaFrio

 



publicado por Helder Sequeira às 22:20
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