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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2015
Pela Guarda e pela Cultura

 

     Pela Guarda, pela Arte, pela Cultura” é o lema do Centro Cultural da Guarda que, na passada terça-feira, completou 53 anos, efeméride a ser comemorada hoje, na sede daquela instituição, a partir das 21 horas.

    Esta instituição bem merece o nossso aplauso, pela sua historial, pelo seu contributo na promoção da cultura e da Guarda, pelo exemplo de determinação dos seus sucessivos dirigentes.

    Recorde-se – e como já tínhamos escrito numa publicação editada a propósito da passagem do 50º aniversário – que na primeira metade do século XX o panorama cultural desta cidade passou por distintas fases, nalgumas das quais se evidenciaram o teatro e a música; nesta última área evidenciaram-se os Orfeões Egitaniense e o Egitânia, bem como a Banda do Regimento de Infantaria 12 que animava as tardes de domingo na Praça Velha e, depois, no jardim José de Lemos, conhecido por Campo.

    Em 1956 nasceu uma delegação do Movimento Pró-Arte (organização lisboeta dedicada, essencialmente, à música) que despertou muito interesse nos meios intelectuais, propondo-se oferecer música de qualidade. O Montepio Egitaniense acolheu esta delegação, tendo sido criado um curso de música, destinado a todos os interessados. Começou, então, a germinar a ideia de uma nova estrutura vocacionada para a cultura. Como foi realçado, “a criação do Centro Cultural da Guarda foi um sonho lindo, tornado realidade por um grupo de guardenses apaixonados pela música, presididos e orientados pelo Dr. Mendes Fernandes e galvanizados pelo entusiasmo e persistência do Dr. Virgílio de Carvalho”.

    Foi este grupo que, sensibilizando a direção do Montepio Egitaniense, passou a dispor de um salão onde promoveu audições musicais, abertas ao público, empenhando-se, igualmente, no desenvolvimento de uma ação formativa. A atividade da delegação da Pró-Arte não teve a continuidade desejada e surgiram alguns interregnos. Após um período de alguma estagnação, em termos de atividade, os dinamizadores do referido núcleo cultural concluíram, definitivamente, pela necessidade de uma instituição que funcionasse como plataforma impulsionadora de projetos e incrementasse a formação musical. O Dr. Virgílio de Carvalho presidiu à Comissão Promotora do Centro Cultural.

    Os estatutos do Centro Cultural da Guarda foram apresentados, para a devida aprovação ministerial, em 17 de Novembro de 1962, efeméride que lembramos hoje.

    A história do Centro Cultural é o somatório da ação e empenho de muitas personalidades e outrossim dos contributos dos seus associados, em especial aqueles que intervieram, ativa e diretamente, nas atividades das várias secções.

    A identidade do Centro Cultural da Guarda tem sido, ao longo destes 53 anos, preservada e suportada pelas pedras basilares do lema que o CCG adotou desde o seu nascimento. O percurso desta instituição assenta, assim, numa convergência de esforços mas muito deve a personalidades que, com a sua cultura, saber, entusiamo e capacidade de realização souberam manter e revitalizar um projeto de grande alcance cultural e social; tiveram uma consciência clara das dificuldades mas não desistiram nem perderam a esperança.

    “Não é por as coisas serem difíceis que não temos ousadia. É por não termos ousadia que as coisas são difíceis”, como disse Séneca.

   Parabéns ao Centro Cultural da Guarda. (HS)



publicado por Helder Sequeira às 13:41
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Domingo, 21 de Setembro de 2014
Arte de rua na Guarda



publicado por Helder Sequeira às 00:40
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Sábado, 21 de Junho de 2014
Arte nas ruas da Guarda

 



publicado por Helder Sequeira às 14:44
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Sexta-feira, 16 de Maio de 2014
Prémio de Arquitectura para o Museu do Côa

 

     O Museu do Côa foi o vencedor do Prémio de Arquitectura do Douro, edição 2013/2014.

     Este galardão foi instituído em 2006 pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e tem por objectivo promover as boas práticas de construção no Património Mundial da Humanidade.

     Recorde-se que no passado ano o Museu do Côa conquistou o primeiro prémio na categoria de edifício público da primeira edição do Prémio Internacional de Arquitectura de Baku, organizada pelos Ministério da Cultura, Turismo e União de Arquitectos do Azerbeijão. Esta iniciativa foi apoiada pela União Internacional de Arquitectos. O projecto da autoria dos arquitectos Camilo Rebelo e Pedro Tiago Pimentel foi distinguido entre os mais de 300 que foram a concurso.

     O Museu do Côa ocupa uma área de seis mil metros quadrados, desenvolvendo-se ao longo de 190 metros e dando a ideia de uma enorme pedra de xisto.

     O visitante vai encontrar, através de um percurso linear, três salas de contextualização e de introdução à temática exposta. A conjugação da tecnologia da informação, do desenho e da fotografia é um traço visível no suporte da apresentação dos conteúdos do Museu.

    Seguem-se mais quatro salas dedicadas ao tratamento monográfico da arte rupestre existente naquela zona. Ali se encontram as réplicas de quatro gravuras rupestres, duas das quais em riscos de deterioração e as restantes submersas.

    Recorde-se que a identificação das gravuras rupestres do Paleolítico, no Vale do Côa, ocorreu em 1994, nascendo a discussão em torno da não construção da barragem que iria ocultar esse património. A UNESCO viria a classificar, em 1998, as gravuras do Vale do Côa como Património da Humanidade. O lançamento de um concurso internacional de ideias para o desenho do Museu viria a ocorrer apenas em 2005.

    O Museu foi inagurado em 30 de Julho de 2010. (HS)



publicado por Helder Sequeira às 22:07
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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014
Mário Vitória na Galeria de Arte do TMG

     Na Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda continua patente, até ao dia 30 de Março, a exposição "O Padrão dos Encobrimentos", do pintor surrealista Mário Vitória.

     Mário Vitória, que nasceu em 1983, é natural de Coja (Coimbra); vive e trabalha no Porto. Licenciou-se em pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É mestre em ensino de artes visuais pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação do Porto e mestre em práticas e teorias do desenho pela Faculdade de Belas Artes na Universidade do Porto.

    Sobre esta exposição, escreveu aquele artista plástico que «a palavra/imagem “padrão” marcou a demanda Portuguesa, envolta de ansiedades gloriosas protagonizadas em viagens épicas.

     Nesta exposição assinala-se essa performativade de demarcar, que assiste aos descobrimentos. Faz-se assim, uma diatribe debruçada sobre alguns significados do quotidiano nacional, extrapolada a outros territórios, como ao interior dos indivíduos nomeadamente aos seus impulsos primitivos. Poderemos ver obras de grande e pequeno formato comentando a excessiva regularidade do mundo. Desde a explícita violência capitalista desenredada a uma aniquilação total da irregularidade do homem”.

     A exposição tem entrada livre e pode ser visitada de terça à sexta das 16h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00, aos sábados das 15h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00 e aos domingos das 15h00 às 19h00.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 23:24
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Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013
Exposição de Paulo Brighenti


     Na Galeria de Arte do TMG continua patente, até ao próximo dia 29 de Dezembro, a exposição “Gelo”, de Paulo Brighenti.

     Trata-se de uma exposição que reúne obras sobre papel realizadas ao longo do ano de 2013 e que, refere o autor, “questionam a visibilidade, o tempo e a perda”.

     Paulo Brighenti nasceu em 1968 em Lisboa, onde vive e trabalha. Expõe regularmente desde finais dos anos 90; em 2002 Ganhou o Prémio de Desenho da Fundação Arpad Szenes- Vieira da Silva, Lisboa.

     No corrente ano 2013 realizou as exposições Chama Dupla, Galeria Baginski, Lisboa; Colecção António Cachola, MEIAC, Badajoz; Eclipse, Galeria do TMJB, Almada; Osso, Galeria Fonseca e Macedo, Ponta Delgada, Açores; A grande fogueira, Appleton Square, Lisboa. Natura, Casa Museu Nogueira da Silva, Braga.

     A exposição patente na Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda pode ser visitada de terça a sexta, das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h.

     A entrada é livre.


      Fonte: TMG



publicado por Helder Sequeira às 23:43
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Terça-feira, 26 de Novembro de 2013
Faleceu a pintora Evelina Coelho

    

    A pintora Evelina Coelho faleceu hoje, na Guarda.

    Natural de Vila Fernando, Evelina Coelho tinha o curso de pintura da Escola de Belas Artes de Lisboa.

    Realizou mais de cem exposições em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Suíça, Alemanha, Canadá e Brasil.

    Era “Accademica Corrispondente” e “Cavaliere Ufficiale Accademico” da Academia Internacional de Greci-Marino, na Itália. Foi distinguida na Bélgica pela Fundação Europeia com o grau de Comendador e Grande Oficial.

 

    Recebeu várias medalhas e condecorações, figurando no Dicionário de Arte Internacional “Who’s who in International Art”, no “Dicionário de pintores e escultores portugueses, bem como no “Livro de ouro da arte contemporânea em Portugal”, na publicação “Arte no Feminino” e também no livro “O Figurativo nas Artes Plásticas em Portugal no séc. XXI”.

    De recordar que Evelina Coelho está representada em colecções públicas e privadas, em Portugal e no Estrangeiro.

    Em 2011 teve patente na Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda a exposição de pintura "A Memória. Os Contos. Os Sonhos".

    De recordar que Evelina Coelho está representada em colecções públicas e privadas, em Portugal e no Estrangeiro.

    O corpo de Evelina Coelho vai estar hoje em câmara ardente na Igreja da Misericórdia, na Guarda, sendo a missa de corpo presente amanhã, pelas 16 horas, em Vila Fernando.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 13:58
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Domingo, 8 de Setembro de 2013
Flores de Ferro

    

     Até ao próximo dia 15 de Setembro está patente na Casa-Museu do Jarmelo a última colecção de peças de Rui Miragaia.

    Esta exposição de Rui Miragaia intitula-se "Flores de Ferro".

    Aberta apenas aos domingos, a exposição pode ser visitada hoje e no próximo domingo, dia 15.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 13:50
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Domingo, 25 de Agosto de 2013
Gárgula da Sé Catedral da Guarda (3)

 



publicado por Helder Sequeira às 12:27
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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2013
Alberto Carneiro no TMG

 

 

     “Meu corpo vegetal”, de Alberto Carneiro, é o tema da exposição que será inaugurada no próximo dia 7 de Setembro, na Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda.

     Com esta exposição, parceria com os Artistas Unidos, será iniciada a nova temporada do TMG.

     Alberto Carneiro nasceu em 1937. Entre os 10 e os 21 anos, aprendeu o ofício de santeiro nas oficinas de arte sacra da sua terra natal. Diplomado pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto e Pós-Graduado pela Saint Martin’s School of Art de Londres. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian no Porto e Londres e Professor Associado, Agregado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.

     Leccionou no Curso de Escultura da ESBAP, no Curso de Arquitectura da FAUP e foi responsável pela orientação pedagógica e artística do Círculo de Artes Plásticas, Organismo Autónomo da Universidade de Coimbra.

     Dedicou-se ao estudo do Zen, do Tao, do Tantra e da Psicologia Profunda. Viajou pelo Oriente e pelo Ocidente para viver e interiorizar outras culturas. Expõe desde 1963. É um dos mais importantes escultores portugueses da actualidade.

     A exposição ficará patente até 27 de Outubro e tem entrada livre.

 

     Fonte: TMG

 



publicado por Helder Sequeira às 23:22
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