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Sábado, 12 de Abril de 2014
Proibido roer os ossos

 

      “Mas era proibido roer os ossos” (a partir da Carta ao Pai e Relatório a uma Academia, de Kafka) é o espectáculo de teatro que pode, ainda, ver hoje, no Teatro Municipal da Guarda

     Este é, recorde-se, o trabalho de estreia do recém-criado Teatro do CalaFrio, da Guarda.

    Neste espectáculo cruzam-se três textos de Frank Kafka, “um dos autores mais importantes (e perturbantes) da literatura ocidental”.

    “Mas era proibido roer os ossos” tem como actores José Neves, Valdemar Santos e Américo Rodrigues, que é também o encenador.

    Américo Rodrigues escreveu, a propósito, que “apesar da crise e da selvajaria, há homens e mulheres dispostos a arriscar fazer teatro, apenas pela paixão que têm pelo teatro”.

     Acrescenta, depois, que os mentores do Teatro do CalaFrio “acreditam na força insubstituível das palavras (som e significado). E aqui estão em palco, a apresentar textos de um grande escritor. A falarem. A darem nova vida a palavras que tomam como suas. A desinquietarem. A pedirem que o espectador esteja atento, acordado, que pense, que aja”. Hoje é o último espectáculo, na Guarda.



publicado por Helder Sequeira às 13:56
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Terça-feira, 8 de Abril de 2014
Teatro do CalaFrio estreia na Guarda

     No Teatro Municipal da Guarda vai ser apresentado amanhã, 9 de Abril, em estreia, o espectáculo “Mas era proibido roer os ossos” (a partir da Carta ao Pai e Relatório a uma Academia, de Kafka).

     Este será o trabalho de estreia do recém-criado Teatro do CalaFrio.

    O espectáculo será ainda apresentado, na Guarda, nos dias 10, 11 e 12 de Abril, no TMG, sempre às 21h30.

    “Mas era proibido roer os ossos” tem como actores José Neves, Valdemar Santos e Américo Rodrigues, que é também o encenador.

     Fotos: Teatro CalaFrio 



publicado por Helder Sequeira às 20:47
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Terça-feira, 25 de Março de 2014
Teatro do CalaFrio em estreia

 

     No Teatro Municipal da Guarda vai ser apresentado no próximo dia 9 de Abril, em estreia, o espectáculo “Mas era proibido roer os ossos” (a partir da Carta ao Pai e Relatório a uma Academia, de Kafka).

    Este será o trabalho de estreia do recém-criado Teatro do CalaFrio que apresentará, também,  este espectáculo nos dias 10, 11 e 12 de Abril, no TMG, sempre às 21h30.

     “Mas era proibido roer os ossos” tem como actores José Neves, Valdemar Santos e Américo Rodrigues.

 



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Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013
(De)Missão TMG


     Américo Rodrigues deixou de exercer, ontem, as funções de Director do Teatro Municipal da Guarda (TMG), na sequência da sua demissão pelo Presidente da Câmara Municipal.

     De acordo com a explicação apresentada por Américo Rodrigues, através da sua página no Facebook, “o pretexto para a demissão, feita por telefone, foi a convocatória que fiz para uma conferência de imprensa onde tencionava esclarecer um processo de contratação artística”. Este processo (de contratação artística) tem a ver com o espectáculo agendado para o próximo dia 27 de Novembro, Dia da Cidade, o qual foi objecto de notícia na comunicação social, como é do domínio público.

     A demissão causou, naturalmente, reacções diversas mas facilmente se percebe que emerge uma postura de discordância face a esta decisão e, sobretudo, ao modo como se interrompeu um projecto,  uma estratégia no plano da cultura.

     Sobre Américo Rodrigues, e em relação ao seu papel de intervenção cultural, escrevemos já em diversas ocasiões; assim, estas palavras não são de mera circunstância solidária ou de impulso para notoriedade mediática...basta reeditar alguns textos, devidamente identificadas quanto à autoria (há quem continue a nutrir doentia paixão pela capa do anonimato), para deixarmos este registo.


     Quem, com uma carreira de mais de trinta anos na área da animação e da cultura, se tem empenhado na afirmação e valorização da Guarda, na recuperação de tradições ou de todo um imaginário com raízes ancestrais deve merecer o apoio e o apreço dos seus concidadãos; esse patamar individual foi conquistado com trabalho, determinação, competência e com um férrea vontade de serem ultrapassadas as dificuldades ou obstáculos, de natureza diversa, ao longo de anos.

     O panorama cultural da Guarda de hoje é notoriamente diferente do período que antecedeu a abertura do TMG e, para esse desenvolvimento, houve todo um trabalho anterior, conhecido, documentado.

     Há, certamente, quem tenha discordado e repudie as suas opções, as suas ideias, o seu modo de ser e de estar; Américo Rodrigues é igual a ele próprio. Inteligente, frontal, culto, irreverente, emotivo, dinâmico, criativo, competente.

     Estas características não são apenas de hoje mas de sempre; são reconhecidas por quem tem acompanhado o seu percurso desde os tempos de estudante, da Casa da Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ, da fundação do AQUILO e de outras iniciativas que deixaram marca na cidade e região. Haja memória!...

     É na Guarda da memória do seu papel e contributo em prol do desenvolvimento cultural da cidade e região que se justificam, hoje, estas considerações, agora que deixou a direcção do Teatro Municipal. A Guarda deve reconhecer o mérito de quem a serve e abraça a suas causas.

     Há dois anos atrás, como muitos se recordam, Américo Rodrigues recebeu a medalha de mérito do Ministério da Cultura. Como escrevemos, então, esse foi mais um reconhecimento externo pelo trabalho desenvolvido em prol da cultura, da Guarda, do interior; foi também uma resposta expressiva a alguns críticos, eternos ausentes das iniciativas realizadas e indiferentes às múltiplas propostas nesta área.

     Aceita-se a divergência de ideias e posições mas isso não pode dar lugar ao menosprezo pelo trabalho realizado, à maledicência ou à calúnia, como se tem visto, nas últimas horas, numa rede social ou na blogosfera.

     Obviamente que isso não afectará, por aí além, o visado quando há trabalho feito e análises serenas sobre o seu percurso e idoneidade profissional.

     Há que sonhar novas madrugadas, pensar novos horizontes onde se afirmem os ideais do Rebeldino, combatente da liberdade, defensor da instrução, do trabalho e da cultura.

    Este é um eco que vem já de “O Combate”, advertimos, desde já, os mais propensos a leituras rápidas ou que não gostam ir além do presente... E é fundamental que não se esqueça a missão e a dimensão do TMG!




publicado por Helder Sequeira às 22:33
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Terça-feira, 21 de Maio de 2013
Américo Rodrigues no "Voix Vives".


    Américo Rodrigues vai participar, a 21 e 22 de Junho, na próxima edição do festival "Voix Vives".

    A edição de 2013 está, este ano, integrada, no XIX Festival Internacional de Poesia de Génova (Itália) "Parole spalancate".

    O autor guardense participará como poeta convidado e irá declamar poemas dos seus mais recentes livros: "A casa incendiada" e "O ponto cego".

 



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Sábado, 23 de Fevereiro de 2013
O Ponto Cego

 

    “O Ponto Cego” é o título de um novo livro de poesia, da autoria de Américo Rodrigues.

    A publicação vai ser apresentada a 23 de Abril, Dia Mundial do Livro, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda.

    A sessão terá início pelas 18 horas.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 00:33
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Sábado, 8 de Dezembro de 2012
Novo livro de Américo Rodrigues

     “A Casa Incendiada” é o novo livro de Américo Rodrigues, que será apresentado hoje, dia 8, na Guarda.

     A sessão de lançamento deste volume de poesia, com trabalho gráfico de Jorge dos Reis, terá lugar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, pelas 17h30.

     Pelas 22 horas, no café concerto do TMG, haverá uma sessão de "spoken words", pelo autor do livro, acompanhado musicalmente por Kubik.

     De referir que, de hoje até 31 de Dezembro, vai estar patente na Biblioteca Municipal uma mostra bibliográfica relativa a Américo Rodrigues.

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 08:15
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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2012
Nova estreia na Guarda

 

     A peça As últimas palavras de Swazo Camacase [ou Um pouco mais de nada], de Pedro Dias de Almeida vai ser apresentada, em estreia, na próxima quarta-feira, no Teatro Municipal da Guarda.

     Trata-se de mais uma produção do Projéc~, estrutura teatral do TMG, com encenação, cenografia e interpretação de Américo Rodrigues.

“Um velho escritor conversa com o seu público em jeito de despedida. Há mais de um mês o seu médico deu-lhe um mês de vida. Mesmo assim, Swazo Camacase é, ou acredita ser, como sempre foi, um «abismo de possibilidades» - tão entusiasmado pela velocidade do seu Porsche 911 verde como pela desaceleração dos dias, um tédio procurado, um nada cheio de vida interior”, explica o autor da peça.

     Pedro Dias de Almeida é natural da Guarda, sendo jornalista da revista VISÃO desde 1994; desempenha, actualmente, as funções de editor da secção de Cultura.

 

 


 



publicado por Helder Sequeira às 20:16
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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
Novo livro de Américo Rodrigues

 

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda) vai ser apresentado no próximo sábado, 17 de Dezembro, um novo livro de Américo Rodrigues, intitulado “Acidente Poético Fatal”. A sessão terá lugar pelas 18 horas.

     Américo Rodrigues, Director do Teatro Municipal da Guarda, nasceu em 1961, nesta cidade.

Licenciado em Língua e Cultura Portuguesa (ramo cientifico) pela Universidade da Beira Interior e Mestre em Ciências da Fala pela Universidade de Aveiro, é autor de diversas publicações.

     “Na nuca”(1982), ”Lá fora: o segredo” (1986) “A estreia de outro gesto” (1989), “Património de afectos” (1995), “Vir ao nascedoiro e outras histórias (1996), “Instante exacto” (1997), “Despertar do funâmbulo” (2000), “O mundo dos outros”(2000), ”Até o anjo é da Guarda” (2000),“Panfleto contra a Guarda” (2002), “Uma pedra na mão” (2002), “Obra  completa – revista e aumentada” (2002), “O mal – a incrível estória do homem-macaco-português” (2003), “A tremenda importância do kazoo na evolução da consciência humana” (2003), ”Escatologia” (2003), “Os nomes da terra” (2003), “A fábrica de sais de rádio do Barracão (2005),  “Aorta Tocante” (2005), “O céu da boca” (2008),  “Escrevo-Risco” (2009) e “Cicatriz:ando” (2009) são alguns dos seus trabalhos.

    Coordenou os cadernos de poesia “Aquilo”, do boletim/revista “Oppidana”, foi co-director da revista “Boca de Incêndio”, coordenador da revista cultural “Praça Velha” e da colecção de cadernos “O fio da memória”.

    Colunista de vários jornais, recebeu o Prémio Gazeta de Jornalismo Regional e também o Prémio Nacional de Jornalismo Regional. Em 2010 recebeu a medalha de mérito cultural atribuída pelo Ministério da Cultura.

     Foi animador cultural na Casa de Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ (desde 1979 até 1989) e na Câmara Municipal da Guarda (desde 1989), onde coordenou o Núcleo de Animação Cultural.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 12:56
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011
Espectáculo assinala os 812 anos da Guarda

 

 

     O espectáculo comemorativo dos 812 anos da Guarda estreia amanhã, sábado, pelas 21h30, no Grande Auditório do TMG, onde subirá de novo ao palco dia 27, domingo (16h00).

     Música, dança, cinema, fotografia e vídeo misturam-se neste espectáculo que revisita a poesia de escritores da Guarda  ou que a ela estão ligados.    

     Dirigido por Américo Rodrigues e protagonizado por José Neves, actor residente do Teatro Dona Maria II, o espectáculo intitula-se "Tão perto do puro azul do céu [A Guardana Poesia]”.

     «O ponto de partida deste espectáculo é de grande simplicidade: homenagear a Guarda através da poesia. Porém, também pode ser: homenagear a poesia através da Guarda.O espectáculo (…) utiliza a poesia que se escreveu sobre a Guarda, por moradores ou forasteiros, para celebrar mais um aniversário da nossa cidade. Isto porque a Guarda tem apaixonado sucessivas gerações de poetas. Alguns deles, excessivos, vêem nela o “centro do mundo”. Pelo menos, o centro do seu mundo. Outros olham para ela com olhos críticos. Que também podem ser os da poesia. Oito séculos de poesia.» Explica, no texto de apresentação do espectáculo, o coordenador, encenador e co-guionista Américo Rodrigues.

     Sempre com a poesia como pano de fundo, o espectáculo percorrerá textos de vários escritores guardenses ou com fortes ligações à cidade mais alta desde os tempos da fundação da cidade à contemporaneidade.

     Alberto Dinis da Fonseca, Américo Rodrigues, António Godinho, António Monteiro da Fonseca, Augusto Gil, D. Sancho I, Eduardo Lourenço, João Bigotte Chorão, João Patrício, José Augusto de Castro, José Manuel S. Louro, José Monteiro, Ladislau Patrício, manuel a. domingos, Miguel Torga, Osório de Andrade, Pedro Dias de Almeida e Políbio Gomes dos Santos serão alguns dos autores revisitados neste espectáculo.

     Em palco, para além de José Neves, que dará corpo e voz aos poemas, estarão artistas que vão da música à dança ou ao cinema.

     Na música: o percussionista Marcos Cavaleiro, o guitarrista Rogério Pires, o pianista João Mascarenhas, o multi-instrumentista Kubik, o cantor Rui Pedro Dias, o projecto Assobio (César Prata e Vanda Rodrigues), o alaúde e a guitarra eléctrica de José Tavares, a voz de Helena Neves e o piano de Domenico Ricci.

     No cinema, uma curta-metragem do realizador António Lopes. Na dança, a coreografia e a interpretação da bailarina Sara Vaz. Na fotografia, as imagens captadas por Armando Neves. A visão gráfica para um poema, do designer e especialistaem tipografia Jorgedos Reis; e ainda os desenhos reactivos desenvolvidos por Mecca. Todos eles são guardenses ou apaixonados pela Guarda e vão estar juntos no espectáculo que comemora o 812º aniversário da cidade.

     Trata-se de uma produção do Teatro Municipal da Guarda para a Câmara Municipal da Guarda. A selecção de textos é de António Godinho, que partilha também a co-autoria do guião deste espectáculo com Américo Rodrigues.

     De referir que no final do espectáculo de amanhã, dia 26 de Novembro, o TMG organiza uma Jam Session no Café Concerto na qual participam alguns dos artistas envolvidos no espectáculo do Dia da Cidade. A entrada para a Jam Session é livre.

 

fonte: TMG

 

 



publicado por Helder Sequeira às 09:37
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