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Sábado, 30 de Abril de 2016
Semana Académica na Guarda

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publicado por Helder Sequeira às 20:14
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2016
Luís Sepúlveda: Prémio Eduardo Lourenço 2016

LUIS SEPULVEDA.jpg

     O Prémio Eduardo Lourenço 2016 foi atribuído, hoje, ao escritor Luís Sepúlveda.

    O júri da décima segunda edição decidiu atribuir o galardão ao escritor Luís Sepúlveda pelo seu trabalho em louvor da Língua e da Cultura espanholas, "fazendo da pátria idiomática, que tem a dimensão plurinacional de vários continentes, uma aventura criadora em que o Homem é a medida de todas as coisas".

   Considerando o espírito do prémio e a dimensão de um diálogo ibérico alargado, inspirador da vida e obra, tanto do patrono do prémio como de Luís Sepúlveda, o júri destacou ainda a expressão e difusão da obra do autor, tanto em Portugal como em Espanha, tornando-o mediador da Cultura Ibérica.

   O prémio instituído pelo Centro de Estudos Ibéricos, no montante de 7.500,00€, destina-se a premiar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas.

 

 



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Quinta-feira, 28 de Abril de 2016
Primavera...

Primavera - Foto Helder Sequeira.jpg

 



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Quarta-feira, 27 de Abril de 2016
Prémio Estudo e Divulgação para projeto sobre azulejos

 

     O projeto PAR – Património Azulejar Religioso na Diocese da Guarda, dinamizado pelo IPG, foi distinguido, no âmbito da candidatura aos “Prémios SOS Azulejo”, com o Prémio Estudo e Divulgação. Este galardão é atribuído no contexto do Prémio da União Europeia para o Património Cultural/Europa Nostra, iniciativa lançada pela Comissão Europeia em 2002, financiado pelo Europa Criativa e organizado pela Europa Nostra.

    O júri evidenciou o “excecional nível da candidatura e contributo para a valorização do património azulejar português”.

    O Presidente do IPG, Constantino Rei, mostrou a sua satisfação pela atribuição deste prémio “esperando que ele sirva de exemplo para outros projetos, pois o património imaterial que nós temos é muito valioso; é necessário preservá-lo mas é sobretudo necessário divulgá-lo e utilizá-lo como instrumento de promoção do turismo da região”.

    A entrega deste galardão terá lugar no próximo dia 24 de Maio, pelas 15 horas, no Palácio Fronteira (Lisboa). Recorde-se que no passado dia 18 de Dezembro, foi apresentado na Guarda (na Igreja de S. Vicente) o livro PAR – Património Azulejar Religioso na Diocese da Guarda”; esta publicação resultou de uma parceria entre o Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e a Diocese da Guarda.

Livro PAR -1.jpg

     O projeto, que agora se concretiza em forma de livro “nasceu, há cerca de dois anos, da constatação da necessidade de sistematizar e promover o relevante património azulejar religioso que existe na área que abrange o distrito e a diocese da Guarda. Tesouro devidamente inventariado pela Diocese, o património azulejar, parte dele passível de ser usufruído livremente, porque visível da via pública, mas não devidamente valorizado em alguns casos, tornou-se o alvo de interesse para a elaboração desta publicação”, como esclareceu a Profª Doutora Anabela Sardo, que coordenou o projeto.

    Esta docente do IPG considerou, então, que “esta riqueza, nem sempre preservada da melhor forma ao longo dos tempos, mas, ainda assim, existente em número considerável no território que se circunscreveu, despertou a curiosidade de um grupo de pessoas com sensibilidades e competências diversas.”

    Assim foi preocupação dos elementos que estiveram ligados a este projeto “dar voz aos belos e singulares painéis azulejares religiosos que, graciosa e alegremente, se oferecem ao apreço e deleite do residente, visitante ou turista, devoto ou não, nas aldeias, vilas e cidades da região”.

    A Profª Anabela Sardo elucidou que a referida edição “não tem, nem podia ter, o ensejo de mostrar todo o vastíssimo património azulejar existente e inventariado, pelo que foi imperioso definir-se uma escolha metodológica, optando-se por selecionar os exemplares cuja importância histórica, artística e religiosa servissem de exemplo e convidassem a descobrir os outros não menos fascinantes que podem encher de cor e magia a passagem do visitante” acrescentando que foi objetivo principal “a valorização de um património, de um território e, como não podia deixar de ser, das suas gentes, ajudando, simultaneamente, a promover o Turismo e a aumentar a autoestima de uma região.”

 

   Fonte: IPG



publicado por Helder Sequeira às 00:05
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Terça-feira, 26 de Abril de 2016
Até sempre, Luís Coutinho...

 

 

Luis Coutinho.JPG

      Luís Coutinho figurará na história da Rádio Altitude como um dos seus eminentes pioneiros e dedicado obreiro do conteúdo programático – mormente desportivo – de algumas décadas…

    Surgem estas palavras a propósito da sua morte, hoje na Guarda, na cidade onde se afirmou profissionalmente, onde desempenhou funções autárquicas, onde viveu de forma empenhada a Rádio, o desporto, a Amizade…

   Luís Coutinho captava facilmente a estima de todos quantos com ele contactavam, era uma personalidade afável, atenta, subtil…até nas observações certeiras que não criavam atritos antes estabeleciam pontes, geravam laços de aproximação, desafiavam a uma cooperação, incentivavam projetos…

    Foi assim na sua vida, foi assim na Rádio onde nos conhecemos…e já lá vão uns anos…perdurou, ao longo do tempo, uma estima profunda e a Amizade…Não esqueço o seu sorriso sincero e as palavras do nosso último encontro. O Luís Coutinho era assim: sincero, amigo, atento, dialogante.

    Para além do Desporto, que Luís Coutinho privilegiou na atividade radiofónica, recordo sobretudo os “Programas da Noite” (que começaram a ser emitidos, entre as 20 e as 23 horas, e mais tarde até às 24 horas, na Rádio Altitude), os quais constituíram interessantes experiências radiofónicas e, mercê do horário, registavam uma enorme audição, variando as suas características em função das respetivas equipas de produção; esta diferenciação, contrariamente ao que seria de supor, não afastava o auditório mas, pelo contrário, estimulava, o interesse, mesmo dos responsáveis pelos outros programas emitidos, constituindo, com frequência, motivo de interessantes comentários e diálogos, sempre com a preocupação de cada um chamar a si um maior número de ouvintes.

    Foi um tempo de grande azáfama e camaradagem, que muitos dos protagonistas deste período podem confirmar; as décadas de setenta e oitenta (do século passado…) foram, aliás, ricas em termos da variedade de programas, desde os culturais, informativos, desportivos ou musicais e recreativos.

    Luís Coutinho, ao lidar com os mais jovens colaboradores, sabia ter a palavra certa na hora certa e conquistá-los para a Rádio e os seus desafios quotidianos. Daí o apreço de todos, e certamente, neste momento triste, o profundo pesar pela sua partida…contudo a sua imagem, a sua forma de estar e ser não se apagará da nossa memória e outrossim de de companheiros e ouvintes da Rádio F, onde também colaborou.

    Até sempre, Luís Coutinho!...         

   Helder Sequeira

 

Luis Coutinho - Foto Helder Sequeira.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 23:46
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Segunda-feira, 25 de Abril de 2016
Flores...

Flowers.. HS.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 23:43
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Domingo, 24 de Abril de 2016
Jornadas sobre História dos Jogos em Portugal

 

     Na Guarda vão decorrer de 29 de Setembro a 1 de Outubro de 2016 as V Jornadas da História dos Jogos em Portugal.
     Está, entretanto, a decorrer o período de submissão de resumos para comunicações orais e em painel.
     Os interessados podem obter mais informações em: www.ipg.pt/jij

 



publicado por Helder Sequeira às 22:25
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Sábado, 23 de Abril de 2016
Evelina Coelho na toponímia guardense

 

     O nome da pintora Evelina Coelho vai figurar na toponímia guardense a partir do próximo dia 25 de Abril.

    Natural de Vila Fernando (concelho da Guarda), onde nasceu a 23 de Maio de 1945, Evelina Coelho era uma figura distinta, dotada de uma enorme sensibilidade artística e humana e, ao mesmo tempo, uma personalidade de grande modéstia.

    As inúmeras pinturas que deixou são, aliás, expressivas do seu perfil artístico, da qualidade e luminosidade dos seus trabalhos.

    Conheci Evelina Coelho quando ela era docente da Escola do Magistério Primário da Guarda, que funcionava onde é, hoje, a sede dos Serviços de Ação Social do Instituto Politécnico da Guarda, instituição onde também lecionou e de cujo símbolo foi autora; na então Escola Superior de Educação do IPG deu aulas até finais de 1997.

    O trabalho informativo que desenvolvi, na rádio e na imprensa, motivou sucessivos contactos que permitiram um melhor conhecimento do seu trabalho e do seu perfil humano. Evelina Coelho foi sempre de uma grande cordialidade e consideração para com os media protagonizando uma postura de simplicidade e simpatia, a par de uma vincada educação. Recordo que a Rádio Altitude, através de um programa produzido pelo António José Teixeira promoveu (em 1981) uma exposição de Evelina Coelho no conhecido Salão da Lareira do Hotel Turismo, na Guarda (um dos raros espaços, à altura, para este tipo de iniciativas…).

Com esta estação emissora Evelina Coelho manteve sempre uma grande proximidade, estando sempre disponível para a colaboração que lhe era pedida, sempre com uma admirável simpatia. Aliás, no período de 1990 a 1992 convidei-a a produzir um programa no Altitude, designado “Falando de Pintura”, no qual abordava questões relacionadas com essa temática, contribuindo para divulgar e ajudar a compreender o trabalho de vários pintores e escolas. Uma vez mais mostrou o seu inquestionável valor, a sua cultura, a sua cativante disponibilidade para colaborar.

   Na Guarda realizou várias exposições; uma das suas mais recentes exposições, senão mesmo a mais recente, foi “A Memória. Os Contos. Os Sonhos”, promovida pelo TMG. Nessa exposição a pintora guardense apresentou obras inspiradas no universo dos contos e histórias infantis. “As pinturas agora apresentadas por Evelina remontam a um universo infantil por si só já repleto de fantasia e cor. Os contos são representados de uma forma única, uma vez que traduzidos em imagens conseguem contar toda a história no momento de um olhar. Jonh Tenniel, o famoso ilustrador do livro de Lewis Carrol, provavelmente morreria de inveja ao ver a Alice retratada por Evelina”, como escreveu Heloísa Paulo na introdução ao catálogo dessa exposição.

EVELINA COELHO - foto Helder Sequeira - 2011.jpg

    Evelina Coelho esteve representada em mais de cem exposições em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Suíça, Alemanha, Canadá e Brasil, figurando em numerosas coleções públicas e privadas, no nosso país e no estrangeiro. Ilustrou vários livros os quais enriqueceu com o seu estilo muito próprio.

   Era “Accademica Corrispondente” e “Cavaliere Ufficiale Accademico” da Academia Internacional de Greci-Marino, na Itália, tendo sido distinguida, na Bélgica, pela Fundação Europeia, com o grau de Comendador e Grande Oficial. Recebeu várias medalhas e condecorações, figurando no Dicionário de Arte Internacional “Who’s who in International Art”, no “Dicionário de pintores e escultores portugueses”, bem como no “Livro de ouro da arte contemporânea em Portugal”, na publicação “Arte no Feminino” e também no livro “O Figurativo nas Artes Plásticas em Portugal no séc. XXI”. Em 1992, na Guarda, foi-lhe atribuída a medalha de mérito municipal.

  A Guarda teve em Evelina Coelho um dos seus expressivos expoentes artísticos, que vai estar sempre connosco, através do encanto da sua pintura, da mensagem de paz e serenidade que sempre transmitiu; agora, justamente, como o seu nome inscrito na toponímia da cidade. (Helder Sequeira)

 

    in O Interior, 21|4|2016 



publicado por Helder Sequeira às 22:59
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2016
Sé Catedral da Guarda

Sé Catedral da Guarda - HS.JPG

 



publicado por Helder Sequeira às 20:12
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Quinta-feira, 21 de Abril de 2016
Teatro do CalaFrio estreia hoje nova produção

     O Teatro do CalaFrio vai estrear hoje, dia 21 de Abril, no Teatro Municipal da Guarda, a sua nova produção, “Diário de um louco”, de Nicolai Gogol. A encenação é de Américo Rodrigues, que assina também a dramaturgia conjuntamente com Luciano Amarelo.

     A interpretação é de Luciano Amarelo e Élia Fernandes, sendo o desenho de luz de José Neves. O “Diário de um louco” vai ser apresentado nos dias 21, 22 e 23 de abril, pelas 21.30 horas. Esta é a quarta produção do Teatro do Calafrio, depois de apresentar textos de Kafka, Tchekhov e Melville.

    "(...) O herói, o eterno funcionário miserável de Gógol, assume em Diário de Um Louco, apesar e, talvez, por causa do delírio psicótico em que se refugia, contornos muito humanos e comoventes. Como sempre, a arte gogoliana de misturar o real e o fantástico, o normal e o patológico, o razoável e o delírio, imperam em Diário de Um Louco, a ponto de o leitor se sentir desconfortavelmente a assistir ao sofrimento de um ser humano a quem a identidade se vai estilhaçando com a rapidez e a intensidade de um pequeno conto”, como escreveu Filipe Guerra.

    O Teatro do CalaFrio dedica a sua montagem de "Diário de um louco" ao ator português Jacinto Ramos (que era originário de Trancoso), o qual estreou, há 50 anos, esta peça, com encenação de Jorge Listopad com música original de Jorge Peixinho.

Diário.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 13:22
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