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Terça-feira, 30 de Junho de 2015
Alunos de Desig foram distinguidos

 

   Paulo Oliveira, aluno do curso de Design de Equipamento da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico da Guarda, é o autor de um dos trabalhos premiados no âmbito do concurso Design & Criatividade da Verallia Portugal.

  Este aluno do Politécnico da Guarda ficou em quarto lugar com o seu projeto “Enfold”, abrindo-lhe portas a um estágio naquela empresa.

   De referir que outro aluno do IPG, do mesmo curso, Luis Gonçalves, recebeu uma menção honrosa, com o seu trabalho “Gin Premium”.

  A Verallia é uma empresa que produz e comercializa vidro de embalagem de elevada qualidade, através da adequada gestão e atualização de recursos tecnológicos e da proteção do meio ambiente.

DESIGN 1.JPG

 



publicado por Helder Sequeira às 18:46
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2015
Agustina Bessa-Luís na BMEL

 

     No âmbito do "destaque do mês" dedicado a Agustina Bessa-Luís, a Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda terá patente, a partir de 3 de julho, uma exposição bibliográfica sobre aquela escritora.

    A iniciativa, que visa dar a conhecer esta figura referencial da literatura portuguesa, é uma coorganização da BMEL e do Centro de Estudos Ibéricos, em articulação com o Instituto Camões, a propósito da entrega do Prémio Eduardo Lourenço 2015, no próximo dia 3 às 15h00, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

Agustina.jpg

 

 



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Domingo, 28 de Junho de 2015
Emílio Aragonez: livro de uma Vida

Emílio ARAGONEZ.jpg

     "A minha vida dá um livro" é o nome de um ciclo regular que leva à Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda) convidados cuja história de vida é repleta de emoções e aventuras.

     O próximo convidado é Emílio Aragonez, “um homem que dedicou toda a sua vida à rádio; uma voz conhecida e reconhecida; uma figura que marcou a comunicação social na Guarda”. A sessão com Emílio Aragonez terá lugar na próxima terça-feira, 30 de Junho, às 18 horas. A entrada é livre.

 

     Durante décadas, Emílio Aragonez foi uma das vozes mais populares das emissões radiofónicas feitas, em onda média, a partir da cidade mais alta de Portugal.

     Aragonez, figura com profundas ligações à Rádio Altitude, nasceu em 1934, a 22 de Setembro, em Portalegre; para a Guarda veio com cinco anos. Posteriormente, face às contingências resultantes da atividade profissional do pai, foi viver para Cascais, Pinhel, Peniche e Seia, após o que ocorreu o regresso definitivo à Guarda.

     Com onze anos começou a trabalhar na Ourivesaria Correia, nesta cidade; as aulas no Liceu ficaram para trás, pois os horários não eram compatíveis com o trabalho; o estudo circunscreveu-se ao período da noite. Emílio Aragonez frequentou o Colégio de S. José, a Escola Comercial e Industrial e a Escola dos Gaiatos, nesta cidade.

     Aos dezoito anos abriu o seu primeiro estabelecimento comercial, na Rua 31 de Janeiro. Três anos depois mudou-se para a Rua do Campo, instalando-se no antigo espaço da Espingardaria Sport, que pertencera a um antigo chefe da Polícia; iniciava-se um ciclo de atividades na área da relojoaria e ótica; contudo, circunstâncias diversas contribuíram, muitos anos depois, para o abandono da vida comercial e empresarial. Ficou, deste modo, aberto o caminho para uma dedicação total ao jornalismo e à rádio.

Emílio Aragonez -FOTO - DR.jpg

      Desde os dezanove anos que mantinha, aliás, uma permanente paixão pela Rádio Altitude, onde começou a colaborar no início da década de cinquenta. “Foi aberto concurso para pessoas externas ao Sanatório, concorri e fui admitido. Para mim era um desafio. Trabalhava durante o dia e à noite ia para a Rádio, a apresentar discos pedidos, que eram imensos. Contudo isto representava o início da concretização de um sonho, de estar ligado à rádio e à informação”.

     Nessa época, as emissões da Rádio Altitude eram à noite, tendo depois passado a existir um espaço na hora do almoço. Predominavam os programas de discos pedidos, os quais registavam uma permanente avalanche de solicitações, cujo atendimento se ia prolongando por semanas sucessivas. “Eram tantos os pedidos e o espaço tão reduzido que era colocado um disco num dia e outros em programas posteriores. Por vez para se ouvirem quatro dedicatórias tinha de se esperar um mês”, lembra Emílio Aragonez, mais tarde rendido ao fascínio das reportagens.

     Nesse período, e anos subsequentes, havia regras rígidas relativamente às emissões radiofónicas e, como aconteceu até ao 25 de Abril de 1974, a polícia política estava sempre atenta, e atuante. Mesmo assim, Emílio Aragonez desvaloriza essa interferência. “As notícias que eram transmitidas, nos primeiros tempos, eram baseadas nos jornais e estes já tinham passado pela censura”. O que não impediu diversas chamadas de atenção por parte do Administrador ou Diretor da Rádio, e a deslocação, por duas vezes, às instalações de P.I.D.E., contudo sem quaisquer consequências.

    Pessoa de improviso fácil, e anotações rápidas, Emílio Aragonez assegurava os diretos da rádio de uma forma atrativa, suscitando o interesse informativo, curiosidade e audição atenta. A Rádio foi, sem reservas, uma grande afeição da sua vida, feita de trabalhos, desencontros, incompreensões silêncios, amarguras e felicidade; vida simultaneamente enraizada em convicções e em princípios, passando ao lado, de eventuais críticas ou atitudes injustificadas.

    Ao longo de décadas, deu voz à notícia, trouxe à luz da ribalta questões tantas vezes ignoradas; desencadeou o confronto de opiniões, denunciou injustiças, foi porta-voz de múltiplas aspirações de terras e gentes. Emílio Aragonez assumiu o jornalismo e a rádio sem nunca esquecer a função social subjacente; o que, aliás, foi sempre reconhecido pelos ouvintes, a quem nunca negou a sua presença, e voz, mesmo em situações nas quais motivos de ordem pessoal, o cansaço ou a doença aconselhavam repouso.

    Sempre atento ao quotidiano, na sua memória circulam, volvidos estes anos, muitas imagens e sons que pertencem aos bastidores da rádio; fora do estúdio de emissão havia lugar a dramas individuais, sofrimentos, dificuldades a superar, batalhas contra o tempo, necessidade de discernir e graduar com rapidez aquilo que era matéria informativa e não mero adereço de projeções institucionais ou pessoais; ocorriam confrontos marcantes no percurso individual e profissional; impressões muitas vezes gravadas de maneira indelével, que não pactuam com o esquecimento.

    O nascimento de Emílio Aragonez para a rádio, e a projeção que alcançou através desta popular emissora, ocorreu na época das emissões em onda média, quando a frequência modulada estava longe de ser uma realidade na estação CSB-21, o indicativo atribuído à Rádio da mais alta cidade portuguesa. A sua voz aquecia as noites guardenses, esbatia a solidão, aumentava progressivamente o auditório, despertando incontidas manifestações de simpatia. “Diziam-me que a minha voz era agradável e depois, também pelo que me é dito, tinha uma maneira muito peculiar de falar. Isto começou, realmente, nos programas da noite, quando a cidade precisava de companhia e a companhia era a rádio. Foram anos, anos e anos com a minha voz a entrar pela casa das pessoas”.

   A Rádio Altitude representa para Emílio Aragonez “praticamente uma vida toda. Uma pessoa que entra para ali aos 19 anos e fica lá até aos 68 obviamente que representa tudo”.

   Emílio Aragonez é um memória viva da Guarda e da sua emblemática estação emissora – das suas estórias e tradições – igual a si próprio, referência de um tempo cúmplice das ondas hertzianas, quais laços de solidariedade com a cidade e uma vasta região.

     Helder Sequeira

 

 



publicado por Helder Sequeira às 17:05
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Sábado, 27 de Junho de 2015
Gárgula da Sé

Gárgula da Sé da Guarda - HS.JPG

 



publicado por Helder Sequeira às 13:14
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015
Jornadas sobre Psicologia do Desporto

Psicologia do DESPORTO.jpg

      No Instituto Politécnico da Guarda vão decorrer, a 6 e 7 de Novembro de 2015, as XVI Jornadas da Sociedade Portuguesa de Psicologia do Desporto.

     Estas Jornadas pretendem ser um momento de encontro e salutar convívio de todos os que se interessam pela Psicologia do Desporto: investigadores, técnicos de desporto e de exercício físico, professores, desportistas, estudantes, psicólogos e público em geral.

     As Jornadas vão proporcionar uma abordagem integrativa procurando, discutir e debater, especialmente, a investigação que está a ser produzida neste domínio, bem como todo um conjunto de aspetos inerentes aos contextos comportamentais, com o objetivo de potenciar reflexões críticas e de deixar contributos que visem melhorar as diversas intervenções.

     Mais informações em http://www.ipg.pt/16jornadas-sppd/

 



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Quinta-feira, 25 de Junho de 2015
Músicas do Bosque

 

     Na aldeia de Lapa dos Dinheiros (Seia) vai decorrer de 26 a 28 de Junho vai decorrer um ciclo de cinema inspirado nas tradições e modo de vida rural e das comunidades de montanha, associado à proposta para a fruição da música com a natureza exuberante da serra da Estrela

     Assim, longe das salas de cinema e em antestreia comercial, é apresentado pela primeira este sábado, no Festival “Músicas do Bosque”, a longa-metragem “Volta à terra” [(Be)Longing], de João Pedro Plácido. No âmbito do ciclo de cinema do Festival serão ainda exibidos os filmes “Aqui não se passa nada”, pelicula de Isadora Sousa Pinto rodada nesta aldeia, e a comédia de mestre Jacques Tati - “Há festa na aldeia”.

    “Volta à terra” [(Be)Longing] é a 1ª longa-metragem de João Pedro Plácido, filme que será exibido em 1ª mão no Festival “Músicas no Bosque”, a 27 de junho, pelas 21h, estreando no circuito comercial apenas no mês seguinte. A obra, que venceu a Competição Portuguesa na Edição 2014 do Festival DocLisboa, retrata o dia-a-dia na aldeia de Uz, uma povoação isolada nas montanhas do norte do país, longe do bulício da cidade, num elogio singular a uma forma de vida (ainda) centrada na relação com a terra, com o trabalho da mesma e com as tradições rurais passadas de geração em geração.

    Amanhã, 26 de junho, pela mesma hora (21h), será projetada a curta-metragem “Aqui não se passa nada”, de Isadora Sousa Pinto, rodada na própria aldeia de Lapa dos Dinheiros e destacada com uma Menção honrosa na mais recente edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental de Seia - CineEco. Seguir-se-á o clássico “Há festa na aldeia” [Jour de fête], comédia intemporal realizada pelo mestre Jacques Tati, nome maior do cinema gaulês. A ação desenrola-se numa pequena aldeia de província e centra-se nas peripécias vividas pelo carteiro local, personagem representada pelo próprio Tati.

    A programação do ciclo “Cinema no Bosque” resulta de uma parceria estabelecida entre a Associação de Desenvolvimento Integrado da Rede das Aldeias de Montanha e o 7A Sena – Núcleo Cinéfilo de Seia, entidade local dedicada à 7ª arte integrada na Associação ARTIS.

   O Cinema no Bosque procura tirar proveito do contexto e ir ao encontro dos objetivos do Festival, ilustrando o modus vivendi em ambiente rural comunitário e as tradições locais/regionais como mecanismo identitário fundamental, a preservar, renovar e, consequentemente, valorizar.

 

    Fonte: C.M.Seia



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Quarta-feira, 24 de Junho de 2015
Sardinhas...

 

Sardinhadan HS.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 21:02
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Terça-feira, 23 de Junho de 2015
Fórum sobre Toponímia

      Na Guarda vai realizar-se a 30 de outubro, do corrente ano, um novo Fórum sobre Toponímia, organizado pelo Instituto Politécnico.

    Com esta iniciativa o Instituto Politécnico da Guarda (IPG) pretende contribuir para um melhor conhecimento das localidades do distrito, dos valores históricos, culturais, sociais, religiosos e políticos a ela associados através da toponímia.

   As inscrições para comunicações devem ser feitas até 31 de Agosto (em http://www.ipg.pt/toponimia/ ; os interessados em participar devem efetuar a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 16 de Outubro. Mais podem ser solicitadas para gic@ipg.pt

    Os trabalhos vão decorrer no auditório dos serviços centrais do Instituto Politécnico da Guarda.

Toponímia 2015- A.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 18:54
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Segunda-feira, 22 de Junho de 2015
Conversa Acabada na BMEL

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL, na Guarda, vai ser exibido amanhã, dia 23 de Junho, o filme " Conversa acabada" de João Botelho.

     Este filme retrata a amizade entre Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro tendo por base os poemas e cartas de Pessoa e Sá-Carneiro. A obra conta com alguns convidados especiais: Luiz Pacheco (Pessoa moribundo) e Manoel de Oliveira (o padre que dá a extrema unção a Pessoa).

    De referir que esta exibição se realiza no âmbito do destaque que a BMEL está a dar à Orpheu, ao longo do mês de Junho. A entrada é livre.

Conversa.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 08:16
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Domingo, 21 de Junho de 2015
Tuna na Sé

Tunas na Guarda - fot de Helder Sequeira.jpg

 



publicado por Helder Sequeira às 12:29
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