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Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014
Património...



publicado por Helder Sequeira às 23:59
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Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014
Ribeiro...

 



publicado por Helder Sequeira às 21:41
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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014
Março das Línguas

 

     O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai promover no próximo mês o “Março das Línguas”, este ano intitulado “Essas línguas que nos unem: da diversidade, complementaridade e imprescindível conhecimento das línguas no século XXI”.

     Trata-se de um evento cultural com concepção, organização e coordenação da Unidade Técnico Científica (UTC) de Línguas e Culturas do Instituto Politécnico da Guarda.

     Esta iniciativa pretende proporcionar à comunidade académica, e público em geral, “um maior e melhor conhecimento das línguas e culturas que, no actual contexto económico, social e cultural, são consideradas imprescindíveis para o desenvolvimento da formação e competências de cada um”.

     As actividades programadas incluem, debates, conferências, workshops, ciclos de cinema e leituras públicas de textos de autores lusófonos, hispano-falantes, anglófilos, entre outros. Estarão presentes numerosos especialistas.

    O Março das línguas do IPG conta com o apoio de diversas instituições académicas, culturais, nacionais e internacionais.



publicado por Helder Sequeira às 19:58
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85º aniversário da morte de Augusto Gil

     Ocorre hoje, dia 26 de Fevereiro, a passagem do 85º aniversário da morte de Augusto Gil, o autor da conhecida “Balada da Neve”, um poeta profundamente ligado à cidade da Guarda.

     Augusto César Ferreira Gil nasceu na freguesia de Lordelo, Porto, a 31 de Julho de 1870; berço fortuito devido à circunstância de sua mãe se encontrar ali, acidentalmente.

     Augusto Gil passou a maior parte da sua vida na mais alta cidade de Portugal e aqui fez os primeiros estudos; frequentou, depois, o Colégio de S. Fiel, após o que regressou à Guarda, onde se encontrava em 1887.

    Tempo depois, ingressou como voluntário na vida militar que deixou com o início dos estudos na Escola Politécnica; estes seriam interrompidos, contudo, por motivo de doença.

    Em finais de 1889 foi autorizado a frequentar a Escola do Exército onde o aproveitamento lectivo não foi exemplar; passados dois anos, em Maio de 1891, ingressou no Regimento de Infantaria 4 e aí prestou serviço até ao mês de Novembro.

     De novo na Guarda, Augusto Gil fez nesta cidade, em 1892 e 1893, os exames do Liceu, rumando posteriormente para Coimbra, em cuja Universidade cursou Direito; na cidade do Mondego teve como companheiros Alexandre Braga, Teixeira de Pascoais, Egas Moniz e Fausto Guedes Teixeira, entre outros.

     Concluída a formatura, em 1898, Augusto Gil regressou à Guarda; neste período a vida não lhe correu de feição e foi confrontado com diversos problemas, de ordem profissional e de ordem económica; pretendeu exercer advocacia mas não conseguiu “clientela que lhe desse ao menos para sustentar o vício do tabaco”; curiosamente, o poeta já tinha vaticinado estas dificuldades “na aldeia sertaneja, onde hei-de ser/o melhor poeta e o pior legista”.

     Desejou ser professor provisório do Liceu mas o conselho escolar dessa época não o considerou competente para reger a cadeira de português. Ao longo dos anos sucederam-se diversas contrariedades e episódios que deixaram traços indeléveis no percurso literário de Augusto Gil.

     Decidiu ir para Lisboa e foi trabalhar com Alexandre Braga; em 1909 regressou à Guarda, enredado em dificuldades financeiras.

     Com a implantação da República, impulsionou o aparecimento do Centro Republicano da Guarda e fundou o semanário “A Actualidade”, que dirigiu entre 1910 e 1912.

     Embora este jornal tenha surgido com meio de promoção do ideário republicano, assumiu um pendor acentuadamente literário, contando com a colaboração do Pd. Álvares de Almeida, Ladislau Patrício, Amândio Paul e Afonso Gouveia, para além de outras personalidades.

    No mês de Novembro de 1911 - quando João Chagas fez parte, pela primeira vez, de um governo da República – Augusto Gil foi nomeado Comissário da Polícia de Emigração Clandestina, pelo que foi viver para Lisboa.

    Após ter exercido, durante escassos meses, o cargo de Governador Civil de Aveiro, voltou para a capital onde teve, em 1918, uma passagem pelo Ministério da Instrução Pública; no ano seguinte foi nomeado Director Geral das Belas Artes.

      Em Lisboa foi uma figura altamente conceituada nos meios intelectuais e sociais; assim não é de estranhara a homenagem de que foi alvo no Teatro Nacional, em 19 de Junho de 1927.

     A comissão promotora dessa iniciativa integrou nomes como Júlio Dantas, José Viana da Mota, Henrique Lopes de Mendonça, Columbano Bordalo Pinheiro, Eduardo Schwalbach e Gustavo Matos Sequeira.

      O trabalho de Augusto Gil cruzou-se, frequentemente, com períodos de grande sofrimento, resultado da doença que o atormentava. “A doença que desde o primeiro quartel da existência o consumiu e as dificuldades materiais com que sempre mais ou menos lutou, encontram-se no fundo de toda a sua obra, e que sabe se até não a condicionaram”, observou Ladislau Patrício num apontamento biográfico sobre o poeta.

     Nomeado Secretário-Geral do Ministério da Instrução Pública não chegou a tomar posse desse cargo pois morreu a 26 de Fevereiro de 1929, em Lisboa.

     O funeral de Augusto Gil (a 1 de Março, na Guarda) constituiu, de acordo com os relatos jornalísticos da época, uma grande manifestação de pesar. “Tudo o que a Guarda tem de mais distinto acorreu a tomar parte na sentida homenagem” e participar no cortejo fúnebre que se “revestiu de desusada imponência”.

     Os restos mortais de Augusto Gil repousam num jazigo localizado logo à entrada do cemitério municipal da Guarda, ostentando dois versos de “Alba Plena”: “E a pendida fronte, ainda mais pendeu.../E a sonhar com Deus, com Deus adormeceu...”

“Musa Cérula”, “Versos”, “Luar de Janeiro”, “O Canto da Cigarra”, “Gente de Palmo e Meio”, “Sombra de Fumo”, “Alba Plena”, “Craveiro da Janela”e “Avena Rústica” foram as principais produções literárias deste poeta, cujo trabalho evoluiu quase à margem de escolas ou correntes literárias. “Não é um romântico, nem parnasiano, nem simbolista: é ele – o Augusto Gil – nome que é um gracioso ritmo”, observou Bulhão Pato.

     Muitos dos versos de Augusto Gil passaram para o cancioneiro popular, como sublinharam alguns estudiosos da sua obra, suportada num verso melodioso e num ritmo suave.

    “Foi e é um dos poetas entre nós a quem o povo mais abriu o coração, e quando o povo abre o coração a um poeta, o seu amor repercutir-se-á pelo tempo além”, como anotou João Patrício.

     De facto, se Augusto Gil cultivou a poesia, as letras, cultivou também o seu amor pela Guarda onde escreveu uma grande parte dos seus melhores poemas; a cidade bem se pode orgulhar do seu “mais alto poeta” e recordá-lo é um dever de memória.

     Helder Sequeira



publicado por Helder Sequeira às 00:05
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Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014
Tabernas do Entrudo

     A Associação Comercial da Guarda (ACG) vai organizar em conjunto com a Câmara Municipal da Guarda, entre 28 de Fevereiro e 4 de Março, o espaço “Tabernas do Entrudo no Paço | Rota dos Bares do Entrudo”, integrado nas atividades de carnaval “Guarda Folia".

     Esta iniciativa, de acordo com informação divulgada pela ACG, tem como objetivo principal proporcionar aos visitantes da feira, iguarias tradicionais da cidade da Guarda e da época carnavalesca.

     A ACG, responsável pela dinamização deste espaço, decidiu atribuir a sua exploração preferencialmente a associados da ACG.

 



publicado por Helder Sequeira às 22:54
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Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014
Jornadas sobre Tecnologia e Saúde

 

     Até ao próximo dia 6 de Março decorre o prazo para a submissão de trabalhos a apresentar nas VII Jornadas Nacionais sobre Tecnologia e Saúde.

     Este evento vai decorrer no dia 4 de Abril de 2014 no Instituto Politécnico da Guarda (IPG), entidade organizadora.

    Este ano as jornadas são subordinadas ao tema “Cérebro, Neurociência e Tecnologia”, englobando três painéis: “Tecnologia emergente na Neurociência”,  “Neurociência e qualidade de vida” e “Novas abordagens terapêuticas na Doença Neurológica e Mental”.

     Os trabalhos aceites para as Jornadas serão editados pelo Instituto Politécnico da Guarda, numa publicação relativa a este evento.

    As fichas de submissão de trabalhos, inscrições, contatos e outras informações estão disponíveis em http://www.ipg.pt/tecnologia-saude2014/



publicado por Helder Sequeira às 17:30
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Domingo, 23 de Fevereiro de 2014
Horta da aldeia...

 



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Sábado, 22 de Fevereiro de 2014
Sinos

 



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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014
Capítulo da Confraria do Bucho Raiano

     No próximo dia 1 de Março vai ter lugar em Aldeia do Bispo (Sabugal) o V Capítulo da Confraria do Bucho Raiano, com cerimónia de entronização e atribuição de títulos de confrades Honorários

     O evento terá lugar no Pavilhão do Lar de Santo Antão, na referida freguesia.

     A cerimónia contará com a presença de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, que se dirigirá ao Capítulo destacando a importância das Confrarias e finalizando com a benção das insígnias dos 23 novos confreiras e confrades da Confraria do Bucho Raiano.

     O Professor de História da Universidade Católica, Adérito Tavares, natural de Aldeia do Bispo, proferirá a Oração de Sapiência sobre Irmandades, Misericórdias, Confrarias e Gastronomia tradicional da região raiana.

     O discurso de encerramento do Capítulo estará a cargo do Dr. Nuno Vieira e Brito, Secretário de Estado da Alimentação.

     As confreiras e confrades das confrarias gastronómicas convidadas e todos os demais participantes vão concentrar-se a partir das dez horas no Pavilhão do Lar de Santo Antão, onde decorrerá uma recepção de boas-vindas.

     O início do V Capítulo está marcado para as 11 horas no Pavilhão do Lar, com um momento musical a cargo do Grupo de Concertinas da Sequeira - Pux'oFole.

    O grão-mestre capitular da Confraria do Bucho Raiano estará acompanhado na Mesa Capitular pelo Chanceler (presidente da direcção), Vedor-Mor (presidente do Conselho Fiscal), pelos representantes das confrarias madrinhas (Confraria do Queijo Serra da Estrela e Confraria da Chanfana) e pelo representante da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas e convidará de seguida os novos confrades a fazer o juramento da Confraria.

    A seguir a Chancelaria dará conta da homenagem com a atribuição do título de Confrades de Honra a quatro personalidades sabugalenses pelo seu papel na sociedade portuguesa e em prol da gastronomia da região.

    Após a cerimónia os elementos das confrarias presentes efectuarão um desfile pelas ruas de Aldeia do Bispo para uma recepção e Porto de Honra, na Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo e regresso ao Pavilhão do Lar de Santo Antão onde será servido o almoço do bucho, acompanhado por vinho oficial «doispontocinco».

 

    A tradição

 

    Após a matança do porco cortam-se para um barranhão pedaços de carne, que ficam em vinha-d’alhos durante três dias. Enchem-se depois os buchos, que são colocados no fumeiro.

    O bucho come-se em família ou numa roda de amigos. Respeitando o receituário antigo, deve ser cozido durante três horas numa panela de ferro, em lume brando, envolto num pano de linho. Vai à mesa com grelos de nabo e batata cozida, acompanhado por um bom vinho tinto da região.

    Dar a conhecer o bucho e a demais gastronomia da região é o grande objectivo da Confraria do Bucho Raiano.

 

    Fonte: Confraria do Bucho Raiano

 



publicado por Helder Sequeira às 16:58
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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014
Mário Vitória na Galeria de Arte do TMG

     Na Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda continua patente, até ao dia 30 de Março, a exposição "O Padrão dos Encobrimentos", do pintor surrealista Mário Vitória.

     Mário Vitória, que nasceu em 1983, é natural de Coja (Coimbra); vive e trabalha no Porto. Licenciou-se em pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É mestre em ensino de artes visuais pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação do Porto e mestre em práticas e teorias do desenho pela Faculdade de Belas Artes na Universidade do Porto.

    Sobre esta exposição, escreveu aquele artista plástico que «a palavra/imagem “padrão” marcou a demanda Portuguesa, envolta de ansiedades gloriosas protagonizadas em viagens épicas.

     Nesta exposição assinala-se essa performativade de demarcar, que assiste aos descobrimentos. Faz-se assim, uma diatribe debruçada sobre alguns significados do quotidiano nacional, extrapolada a outros territórios, como ao interior dos indivíduos nomeadamente aos seus impulsos primitivos. Poderemos ver obras de grande e pequeno formato comentando a excessiva regularidade do mundo. Desde a explícita violência capitalista desenredada a uma aniquilação total da irregularidade do homem”.

     A exposição tem entrada livre e pode ser visitada de terça à sexta das 16h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00, aos sábados das 15h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00 e aos domingos das 15h00 às 19h00.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 23:24
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