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Terça-feira, 31 de Julho de 2012
Sé Catedral da Guarda

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 23:29
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Segunda-feira, 30 de Julho de 2012
TMG: propostas culturais diversificadas

 

     Entre Setembro e Dezembro de 2012, o Teatro Municipal da Guarda (TMG) apresenta dezenas de espectáculos e actividades culturais que vão da música às artes plásticas, passando pelo teatro e pelo cinema.

     Nos grandes espectáculos, destaque a 22 de Setembro para a Grande Orquestra de Verão, que se apresenta no TMG numa iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura e que contará com a Orquestra do Norte dirigida pelo maestro António Vitorino de Almeida, apresentando obras do próprio, de Mozart e de Dimitri Chostakovitch.

     Em Outubro, no dia 27, é Lura quem actua no Grande Auditório. A cantora portuguesa de ascendência cabo-verdiana, por muitos vista como a nova Cesária Évora, actua no Grande Auditório. A cantora tem percorrido os principais palcos das Músicas do Mundo, cantando em crioulo.

     Em Novembro, nos dias 23, 24 e 25, é a vez de “Guarda: Sopro Vital”, o espectáculo que comemora o 813º aniversário da cidade mais alta e que, uma vez mais, junta em palco centenas de actores, músicos e colectividades do concelho sob a coordenação de Américo Rodrigues, numa encenação de José Rui Martins e com a direcção musical de César Prata. Trata-se de uma produção da Câmara Municipal da Guarda, do Teatro Municipal da Guarda e do Trigo Limpo Teatro ACERT.

     Uma referência, ainda em Dezembro, ao dia 15, para o grande espectáculo da fadista Cuca Roseta. A fadista da nova geração da canção nacional vem ao Grande Auditório do TMG apresentar o seu disco de estreia que leva o seu nome.

    De salientar que em regime de extra-programação se apresenta, a 29 de Setembro, Herman José, com o “One (Her)Man Show”, um espectáculo onde o humorista português faz desfilar dezenas de personagens como Maximiana, Serafim Saudade, Nelo ou José Estebes.

    Na nova programação, destaque ainda para as estreias. A 3 de Novembro, “Cine Concerto 2” apresenta três curtas-metragens musicadas ao vivo por três artistas da Guarda. “A Propósito de Nice”, de Jean Vigo, terá música original de Miguel Cordeiro, “The Blacksmith”, de Buster Keaton, será musicado por César Prata, e “Überfall”, de Ernö Metzner, contará com música de Luís Rolo. Outra estreia será a da nova produção do Projéc~ : “As últimas palavras de Swaso Camacase – ou Um pouco mais de nada” de Pedro Dias de Almeida. A peça pode ser vista nos dias 26, 27 e 28 de Setembro; tem encenação e interpretação de Américo Rodrigues e música original de Micro Animal Voice. Na noite da estreia, será ainda apresentado o “Caderno TMG” desta peça, contando com a presença de autor e encenador.

     Também no Síntese – Ciclo de Música Contemporânea da Guarda, organizado em parceria com o grupo homónimo, haverá estreias. O ciclo decorrerá a 20 de Setembro com o Performa Ensemble a fazer a estreia absoluta de uma obra da compositora Sara Carvalho, para além de o grupo interpretar ainda obras de outros compositores. No dia 4 de Outubro é o Síntese – Grupo de Música Contemporânea que faz a estreia absoluta de duas obras: “in modo concertante”, de Sérgio Azevedo, uma obra concertante para violoncelo e grupo de câmara, dedicada à memória de Bernardo Sassetti, e “Narrativas”, de Duarte Silva, para quarteto de cordas. E no último dia do ciclo é João Pedro Delgado que apresenta em estreia absoluta “Canções e Instrumentos Solistas - obras para voz, piano, saxofone, violino, viola e violoncelo”, da sua autoria, no dia 19 de Outubro.

     Para além dos destaques já referidos na área da música, o TMG apresenta ainda a 14 de Setembro Nawal (Ilhas Comores/França). A cantora, compositora herdeira da filosofia Sufi e multi-instrumentista toca gambusi (alaúde Tradicional) e percussão diversificada. Destaque ainda para o espectáculo que comemora no TMG o Dia Mundial da Música, “Guarda-Músicas: Uma viagem Musical”, no dia 1 de Outubro. Trata-se de uma grande festa com dezenas de músicos a actuar pelos espaços mais inusitados do TMG desde o sub-palco ao terraço, entre as 21h e as 24 h. A 30 de Outubro é o Noiserv que actua no TMG. O músico, autor da banda sonora do documentário “José e Pilar” regressa ao TMG para actuar desta vez no Pequeno Auditório.

    No teatro, para além das estreias do Projéc~ e do espectáculo que comemora o dia da cidade destacam-se: “Aqui ninguém paga!”, de Dario Fo, que o Teatro das Beiras apresenta a 26 de Outubro; “Farsas y Églogas”, pelas conceituadas Compañía Nacional de Teatro Clásico e pela Nao d’Amores (Espanha), no dia 12 de Outubro; a divertida peça “Édipo”, pela Companhia Chapitô a 9 de Novembro; e “As lágrimas amargas de Petra Von Kant”, de R. W. Fassbinder, uma co-produção da ACE Teatro do Bolhão e Teatro Nacional D. Maria II. Uma história de mulheres que junta em palco Ana Padrão, Custódia Gallego, Diana Costa e Silva, Inês Castel-Branco, Isabel Ruth e Cláudia Carvalho, no dia 14 de Dezembro.

    A iniciativa Famílias ao Teatro continua a marcar presença na programação dos últimos meses do ano. O público das famílias pode contar com três propostas em diferentes áreas como o teatro, o novo circo ou a dança para bebés. Para ver a 15 de Setembro, o divertido espectáculo “Action Man” por Raul Cano/ Ylana (Espanha); a 6 de Outubro, “Pas perdu”, pela Companhia Les Argonautes (Bélgica); e “Pequenos Mundos”, de Joclécio Azevedo e Teresa Prima, no dia 17 de Novembro.

    Nestes últimos meses, a Galeria de Arte do TMG recebe a exposição ““KARMAMUDRA”, de Vítor Pomar, entre 8 de Setembro e 28 de Outubro. Uma exposição na qual o artista invoca a dimensão simbólica que está presente em toda a actividade humana e em particular nos relacionamentos e união de energias.

    De anotar, ainda, as exposições “Paisagens Improváveis”, com Albuquerque Mendes, André Cepeda, António Olaio, Diego del Pozo, Gabriela Albergaria, Hugo Alonso, Irene Izquierdo, José Carlos Nascimento, José Luis Pinto e José Maria Yagüe e “Signos de Fronteira: propostas visuais de novos artistas”, com Diana González, Elizabeth Leite, Ivo Andrade, Jairo Rekena, Javier Alfageme, João Currais, Juan Antonio Gil Segóvia, Julio García Falagán, Nuno Viegas e Rodrigo Neto. Ambas as exposições são uma Co-produção TMG / Junta de Castilla y León e estão patentes entre 10 de Novembro e 30 de Dezembro respectivamente na Galeria de Arte do TMG e na Galeria do Paço da Cultura. A iniciativa decorre no âmbito da cooperação transfronteiriça do Projecto REDES II e numa co-produção do Teatro Municipal da Guarda e da Junta de Castilla y León, mostrando trabalhos de artistas da zona centro de Portugal e da região de Castilla y León, em Espanha.

    No Cinema, filmes de Wes Anderson, Gonçalo Tochas, Jacques Revette, Markus Scheleinzer, Bem Safdie e Joshua Safdie, Marcos Farias Ferreira e Arnaud Despleechin.

 

   Fonte: TMG

 



publicado por Helder Sequeira às 22:57
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Domingo, 29 de Julho de 2012
Rádio Altitude: 64º aniversário

 

     O Altitude é uma das mais antigas estações emissoras portuguesas, emitindo, regularmente, há 64 anos, a partir dos estúdios na cidade da Guarda.

     Embora o registo oficial das emissões tenha ocorrido a 29 de Julho de 1948, a actividade do Rádio Altitude surgiu, no seio do Sanatório Sousa Martins, cerca de 1946.

     Na altura, as rudimentares emissões circunscreviam-se ao pavilhão onde estava concentrado o grupo de doentes pioneiros deste projecto e só com a construção de novo emissor foi ganhando dimensão a aventura radiofónica.

     Sabe-se que, no ano seguinte, o então director daquela unidade de saúde, o médico e escritor Ladislau Patrício (cunhado do poeta Augusto Gil) assinou o primeiro regulamento da referida estação emissora, onde estavam definidas orientações muito objectivas sobre a sua actividade.

     Em finais de 1947 as emissões já eram escutadas na cidade que seguiu, com particular entusiasmo, o início oficial das emissões regulares assinalado, com alguma pompa e circunstância, a 29 de Julho de 1948; um ano depois foi atribuído o indicativo CSB 21 ao Radio Altitude.

     A propriedade do primeiro emissor pertenceu, inicialmente, à Caixa Recreativa do Internados no Sanatório Sousa Martins e, mais tarde, com a sua extinção, ao Centro Educacional e Recuperador da unidade hospitalar vocacionada para o tratamento da tuberculose.

    Com a criação do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins (CERISSM) pretendeu-se auxiliar os doentes, especialmente no que dizia respeito “à sua promoção social e ocupação dos tempos livres”.

     Aliás, foi no seio dos sanatórios que surgiram interessantes projectos radiofónicos – como seja a Rádio Pólo Norte, no Sanatório do Caramulo, e a Rádio Pinóquio, no Sanatório das Penhas da Saúde, Covilhã, para referirmos os mais próximos.

     O CERISSM foi uma autêntica instituição de solidariedade; para além de viabilizar a afirmação e implantação da Rádio Altitude desenvolveu uma vasta obra assistencial, sob o impulso do médico Martins de Queirós, o quarto e último director do Sanatório da Guarda.

     Em 1961, mediante autorização oficial, o RA passou a ter como suporte económico-financeiro as receitas publicitárias que em muito contribuiriam para o auxílio dos doentes mais carenciados. As emissões evoluíram, ao longo das primeiras décadas em função das disponibilidades técnicas, dos recursos humanos e financeiros mas encontrando sempre no, crescente auditório, uma grande simpatia e um apoio incondicional.

     Até 1980 o Rádio Altitude emitiu na frequência de 1495 Khz, em onda média (abrangendo não só o distrito da Guarda mas igualmente os distritos de Viseu e Castelo Branco e algumas das suas áreas limítrofes), altura em que a sua sintonia passou a ser feita no quadrante dos 1584 khz. Após 1986, e com a liberalização do espectro radioeléctrico passou também a desenvolver as suas emissões em frequência modulada, em 107.7 Mhz, a qual foi alterada, em 1991, para os 90.9 Mhz.

     Em 1998,e depois de ter sido determinada a extinção do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins, foi decidida a realização de uma consulta pública, com vista à “transmissão da universalidade designada Rádio Altitude”, considerada a “única estrutura em funcionamento do ex-CERISSM”.

     A estação emissora entrou assim, com a sua aquisição por parte da Radialtitude–Sociedade de Comunicação da Guarda, num capítulo novo da sua existência, mantendo a ligação física ao antigo espaço sanatorial.

     O Rádio Altitude – que assinala hoje o seu 64º aniversário – possui um historial ímpar que importa reter, e divulgar, contribuindo, assim, para aumentar a cadeia de afectos, originada em finais da década de quarenta do passado século.

     Hoje, o RA vive uma fase, perfeitamente distinta, consentânea com o papel da Rádio no século XXI e outrossim com as novas tecnologias, novos suportes, novos desafios e as inúmeras potencialidades proporcionadas pela Internet. A sua área de influência não se limita aos tradicionais contornos geográficos resultantes da potência do seu emissor e das condições de propagação mas estende-se ao mundo, num confronto que, é justo realçar, afere de forma digna a qualidade do trabalho aqui desenvolvido.

     O passado e o património do Rádio Altitude fazem parte das múltiplas memórias da Guarda, assumindo-se como elos indissociáveis da história da Cidade da Saúde. Valorizar o presente, reflectir sobre a importância social desta emissora, será um bom incentivo para quantos ali trabalham e dão continuidade a uma matriz radiofónica, de inquestionável originalidade e longevidade.

     Num contexto de redobrados desafios e responsabilidades, que não pode ser iludido sob qualquer capa mágica mas antes deve merecer a resposta adequada, importa manter o rumo, preservar uma identidade, garantir o futuro.

     Parabéns Rádio Altitude! (HS)

 



publicado por Helder Sequeira às 07:00
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Sábado, 28 de Julho de 2012
A Memória das Coisas...

 

     A Memória das Coisas foi a designação de um interessante projecto (coordenado por Américo Rodrigues) que a autarquia guardense desenvolveu, alguns anos atrás com o objectivo de evocar algumas das realidades locais, do tempo passado, em cuja recordação se reencontram gestos e afectos esquecidos.

     Pelo Paço da Cultura passaram diversos quadros rurais e memórias de uma região que convidaram a uma permanente descoberta e constituíram alertas para propostas de investigação, em várias vertentes.

     O simples facto de se trazer até ao centro da cidade, junto do público citadino, múltiplas facetas de épocas e vidas foi, por si, extremamente positivo, na medida em que roubou ao esquecimento colectivo quadros ímpares de vivências, alimentadas na tradição e percursos individuais e distintos.

     Muitas memórias foram, desse modo, desfolhadas nas salas do Paço da Cultura para onde – e isto é extremamente importante – convergiram públicos distintos, com naturais de algumas das localidades representadas a manifestarem a alegria da redescoberta ou mesmo o conhecimento de aspectos ignorados mas nem por isso menos emotivos no contacto e no diálogo suscitados pela proposta expositiva.

     Paralelamente, ressaltaram, das várias Memórias das Coisas, a riqueza cultural e humana das nossas terras, a simplicidade e grandiosidade dos gestos, das emoções e convicções, as atitudes solidárias ou o sentir religioso; o rigor do trabalho rural, a arte popular, a resignação perante a vida e a morte, a influência do meio geográfico, os sulcos da interioridade, o pulsar da vida regional.

    Estas exposições contribuíram, inquestionavelmente, para uma aproximação com os nossos valores e referências históricas e culturais, assumindo-se como desafio consciente à salvaguarda de todas estas memórias, da nossa própria identidade local e regional.

     Hoje, mais do que nunca, é importante revitalizar este tipo de iniciativas, tanto quanto sabemos descontinuadas; certamente que por parte das nossas freguesias, instituições ou colectividades não deixaria de haver a imprescindível cooperação e colaboração.

    É importante que não se perca a nossa identidade e as preocupações culturais, pesem as opiniões contrárias de alguns pretensos “iluminados”…

 

 



publicado por Helder Sequeira às 23:39
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2012
Memórias da Rádio - 2

 

 

 



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Transumância

 

 

 



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Quinta-feira, 26 de Julho de 2012
Camilo e a Beira

 

 

 



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Quarta-feira, 25 de Julho de 2012
Horizontes negros...

      A cíclica catástrofe dos incêndios, nos períodos de estio, ou tradicionalmente mais quentes, tem depauperado o património florestal desta região.

     Ao longo dos anos desapareceram importantes e ricas parcelas de manchas verdes e outrossim de espécies autóctones, sem que tenha havido, pelo menos de forma eficaz, sustentada e gradual, a substituição das árvores desaparecidas; permanece, assim, numa grande extensão do território do distrito da Guarda o desolador panorama de áreas enegrecidas e agrestes, erguendo os gestos trágicos de uma floresta destruída...

     As outrora anunciadas, e rapidamente esquecidas, medidas de reflorestação mostraram, na prática, a inconsistente persistência das intenções oficiais, relegando sempre para os períodos da tragédia a retórica circunstancial das boas e pragmáticas medidas, palavras fenecidas logo após se apagarem as luzes da ribalta.

     E não é difícil fazer o confronto entre o património florestal de ontem e a realidade de hoje, pois as evidências estão ao alcance dos nossos olhares, por mais restritos que sejam alguns horizontes.

     É trágica esta falta de intervenção, real e sistemática, neste sector; como se a floresta e o ambiente não fossem duas importantes e insubstituíveis riquezas do nosso País, onde parece haver, por parte de muitas entidades e municípios, um incrível alheamento pela preservação e aumento das zonas verdes, numa contínua cedência às forças económicas locais e regionais. Em contrapartida, aumenta a mancha de betão e perecem muitas das peculiaridades e belezas paisagísticas, resumidas à fotografia de arquivo ou às memórias individuais, impotentes perante a evolução dos tempos.

     Assim, é urgente repensar o nosso património florestal e construir novos horizontes, onde o verde seja uma cor associada a montes e vales desta terra, em que alguns continuam a acreditar, mesmo com a apatia dos poderes.

    De nada adianta debitar, para ouvido popular receber, que o distrito já não é o que era e tudo isto são exigências do progresso. Caso contrário estaremos a progredir para uma maior desertificação (total) das nossas aldeias e vilas, a perdemos, gradualmente, um dos poucos bens que as estatísticas nos atribuem: a qualidade do ambiente; também sujeito a outros perigos.

 

 



publicado por Helder Sequeira às 23:55
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Terça-feira, 24 de Julho de 2012
Investigação na região centro

 

      “Matchmaking Research” é a designação do evento que vai decorrer no Instituto Politécnico da Guarda, no próximo dia 10 de Outubro, no âmbito do projeto “Investigação no Centro”.

      Este projeto é desenvolvido pelo grupo de trabalho, na área de investigação científica, da Associação dos Institutos Politécnicos do Centro – Politécnica.

      O “Matchmaking Research” tem, precisamente, o objetivo de promover parcerias em projetos de investigação científica entre os diferentes investigadores pertencentes às instituições que compõem a Politécnica.

      Qualquer informação adicional sobre esta iniciativa pode ser consultada no sítio do evento, aqui, através do qual deverá ser feita a submissão das candidaturas.

 

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 14:05
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Sábado, 21 de Julho de 2012
Noites de Verão

 



publicado por Helder Sequeira às 19:09
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