NOTÍCIAS DA GUARDA e REGIÃO | APONTAMENTOS | REGISTOS DIVERSOS
Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
Março na Guarda

 

http://issuu.com/agendaguarda/docs/marco2012

 



publicado por Helder Sequeira às 18:35
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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012
Jornadas Nacionais sobre Tecnologia e Saúde

 

        Na Guarda vão realizar-se no próximo dia 27 de Abril as V Jornadas Nacionais sobre Tecnologia e Saúde, promovidas pelo Instituto Politécnico desta cidade.

     “Desenvolvimento e validação clínica de um dispositivo vibratório inteligente de uso ambulatório na reabilitação de doentes com AVC”, “Adaptação de Cor de conteúdos Web para Daltónicos”, “Resistência à implementação de projetos tecnológicos na área da saúde”, “Rastreio do cancro de Pele com Smartphone”, “e-Saúde: Apenas uma conjugação entre Tecnologia & Saúde?! O caso das pessoas mais idosas” e “Impacto das Tecnologias de Apoio em pessoas com AR” são alguns dos temas a apresentar no decorrer destas Jornadas.

     À semelhança das edições anteriores, o IPG pretende divulgar os mais recentes projetos na área da tecnologia aplicada à saúde e aprofundar o diálogo entre investigadores e profissionais/estruturas de saúde (médicos, enfermeiros, técnicos, profissionais e estudantes das áreas da saúde e da tecnologia).

    Incrementar a interação entre ensino superior e as empresas vocacionadas para as áreas subjacentes a este evento é outro dos objetivos das Jornadas.

    Os interessados em participar podem registar-se “on line” ou obter a ficha de inscrição em:

    http://www.ipg.pt/tecnologia-saude2012/

 



publicado por Helder Sequeira às 18:00
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Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
Guarda: cidade de memórias

 

     Na Guarda a preservação e salvaguarda de espaços de memória citadina continua a ser feita com uma incompreensível morosidade que, tantas vezes, não responde, em tempo útil, às exigências e especificidades dessas parcelas da sua identidade. O atual contexto económico não suscita, entretanto, grande otimismo face a uma grande mudança mas ideias novas e alguma criatividade poderiam atenuar determinadas realidade.

    O património da Guarda vai muito além dos mais simbólicos monumentos e passa, também, pela memória e legado de muitas personalidades ligadas, seja pelo nascimento, seja por laços familiares ou afetivos. Estranhamente, os locais a elas associados caiem no esquecimento e vão, lentamente, sucumbindo aos efeitos dos anos. Veja-se o exemplo da casa onde viveu o poeta e republicano Augusto Gil.

     E esta anotação vem a propósito da passagem de mais um aniversário da sua morte; Gil não pode ser reduzido apenas à autoria de uma conhecida balada; é um autor que tem de ser compreendido na sua época e analisado em função de toda a sua produção cultural, do seu contributo em prol da República, faceta pouco divulgada.

     Augusto César Ferreira Gil nasceu na freguesia de Lordelo, Porto, a 31 de Julho de 1870; berço fortuito devido à circunstância de sua mãe ali se encontrar, acidentalmente. Gil passou a maior parte da sua vida na mais alta cidade de Portugal e aqui fez os primeiros estudos; frequentou, depois, o Colégio de S. Fiel, após o que regressou à Guarda, onde se encontrava em 1887.

      Augusto Gil fez nesta cidade, em 1892 e 1893, os exames do Liceu, rumando posteriormente para Coimbra, em cuja Universidade cursou Direito; na cidade do Mondego teve como companheiros Alexandre Braga, Teixeira de Pascoais, Egas Moniz e Fausto Guedes Teixeira, entre outros.

    Concluída a formatura, em 1898, Augusto Gil regressou à Guarda; neste período a vida não lhe correu de feição e foi confrontado com diversos problemas, de ordem profissional e de ordem económica; pretendeu exercer advocacia mas não conseguiu “clientela que lhe desse ao menos para sustentar o vício do tabaco”; curiosamente, o poeta já tinha vaticinado estas dificuldades “na aldeia sertaneja, onde hei-de ser/o melhor poeta e o pior legista”.

 

   

 

     Desejou ser professor provisório do Liceu mas o conselho escolar dessa época não o considerou competente para reger a cadeira de português. Ao longo dos anos sucederam-se diversas contrariedades e episódios que deixaram traços indeléveis no percurso literário de Augusto Gil. Decidiu ir para Lisboa e foi trabalhar com Alexandre Braga; em 1909 regressou à Guarda, enredado em dificuldades financeiras.

    Com a implantação da República, impulsionou o aparecimento do Centro Republicano da Guarda e fundou o semanário “A Actualidade”, que dirigiu entre 1910 e 1912.Embora este jornal tenha surgido com meio de promoção do ideário republicano, assumiu um pendor acentuadamente literário, contando com a colaboração do Pd. Álvares de Almeida, Ladislau Patrício, Amândio Paul e Afonso Gouveia, para além de outras personalidades.

    No mês de Novembro de 1911 - quando João Chagas fez parte, pela primeira vez, de um governo da República – Augusto Gil foi nomeado Comissário da Polícia de Emigração Clandestina, pelo que foi viver para Lisboa.

    Após ter exercido, durante escassos meses, o cargo de Governador Civil de Aveiro, voltou para a capital onde teve, em 1918, uma passagem pelo Ministério da Instrução Pública; no ano seguinte foi nomeado Director Geral das Belas Artes. Em Lisboa foi uma figura altamente conceituada nos meios intelectuais e sociais; assim não é de estranhara a homenagem de que foi alvo no Teatro Nacional, em 19 de Junho de 1927. A comissão promotora dessa iniciativa integrou nomes como Júlio Dantas, José Viana da Mota, Henrique Lopes de Mendonça, Columbano Bordalo Pinheiro, Eduardo Schwalbach e Gustavo Matos Sequeira.

    O trabalho de Augusto Gil cruzou-se, frequentemente, com períodos de grande sofrimento, resultado da doença que o atormentava. “A doença que desde o primeiro quartel da existência o consumiu e as dificuldades materiais com que sempre mais ou menos lutou, encontram-se no fundo de toda a sua obra, e que sabe se até não a condicionaram”, observou Ladislau Patrício num apontamento biográfico sobre o poeta.

    Nomeado Secretário-Geral do Ministério da Instrução Pública não chegou a tomar posse desse cargo pois morreu a 26 de Fevereiro de 1929, em Lisboa (e não na Guarda, como é referido nalguns sítios na internet...).

    O funeral de Augusto Gil (a 1 de Março, na Guarda) constituiu, de acordo com os relatos jornalísticos da época, uma grande manifestação de pesar. “Tudo o que a Guarda tem de mais distinto acorreu a tomar parte na sentida homenagem” e participar no cortejo fúnebre que se “revestiu de desusada imponência”. Os restos mortais de Augusto Gil repousam num jazigo localizado logo à entrada do cemitério municipal da Guarda, ostentando dois versos de “Alba Plena”: “E a pendida fronte, ainda mais pendeu.../E a sonhar com Deus, com Deus adormeceu...”

“Musa Cérula”, “Versos”, “Luar de Janeiro”, “O Canto da Cigarra”, “Gente de Palmo e Meio”, “Sombra de Fumo”, “Alba Plena”, “Craveiro da Janela”e “Avena Rústica” foram as principais produções literárias deste poeta, cujo trabalho evoluiu quase à margem de escolas ou correntes literárias. “Não é um romântico, nem parnasiano, nem simbolista: é ele – o Augusto Gil – nome que é um gracioso ritmo”, observou Bulhão Pato. Muitos dos versos de Augusto Gil passaram para o cancioneiro popular, como sublinharam alguns estudiosos da sua obra, suportada num verso melodioso e num ritmo suave.

    “Foi e é um dos poetas entre nós a quem o povo mais abriu o coração, e quando o povo abre o coração a um poeta, o seu amor repercutir-se-á pelo tempo além”, como anotou João Patrício. De facto, se Augusto Gil cultivou a poesia, as letras, cultivou também o seu amor pela Guarda onde escreveu uma grande parte dos seus melhores poemas; a cidade bem se pode orgulhar do seu “mais alto poeta” e recordá-lo é um dever de memória.

 

In "O Interior", 16.Fev.2012

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 23:25
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
As voltas que o linho leva

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 21:27
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012
O Galo da Guarda

 

     Mais do que um excelente espectáculo, o “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo” é um distinto e conseguido cartaz de promoção da Guarda.

     É um resultado de um projecto consistente que definiu, desde o início, objectivos claros e soube galvanizar a adesão das associações, colectividades, da população guardense; um projecto que tem tido a preocupação de se renovar, enriquecer, aperfeiçoar, criar novas facetas, motivar participações, gerar expectativas junto dos residentes ou dos visitantes.

    Aliás, é justo sublinhar que, de ano, para ano, o interesse de pessoas oriundas de outras regiões do país tem aumentado; a prová-lo a sua presença e os comentários elogiosos que fazem a este respeito; opiniões de pessoas insuspeitas, logo registos a ter em boa conta.

 

   

     O elevado número de pessoas que, mais uma vez, assistiram ao cortejo e ao julgamento traduz o entusiamos por um espectáculo com este perfil, constituindo igualmente um importante indicador para futuras edições, na linha de um ciclo e calendário bem aceite pelos guardenses. É com propostas desta natureza, diferenciadoras, que a Guarda tem de ser afirmar na estratégia de atracção de novos visitantes e turistas.

     A adesão das pessoas representa, sem dúvida, a melhor recompensa para quantos estiveram directamente ligados à produção deste espectáculo colectivo, do qual a Guarda se pode e dever orgulhar.

     Este ano se o julgamento inovou ao nível dos textos – com uma maior abrangência satírica – denotou também inquestionáveis melhorias técnicas e sinais de uma reflexão profunda sobre as anteriores edições, o que conduziu a um patamar qualitativo muito mais elevado.

    Entretanto, talvez não seja descabido começar a pensar numa futura produção de escultura/figura do “Galo da Guarda”, materializando o símbolo principal do espectáculo, perpetuando – através da sua comercialização – este cartaz turístico da mais alta cidade portuguesa (esta distinção não pode, felizmente, ser retirada por decisão governamental).

   Concluindo, a Guarda assistiu a um excelente espectáculo, cuja continuidade se deseja.

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 00:23
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012
Felizmente houve Galo e Festa

 

 

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 01:46
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Domingo, 19 de Fevereiro de 2012
Galo morre na Guarda

 

     Amanhã, segunda-feira, as ruas da Guarda vão dar lugar (a partir das 21h30) à folia carnavalesca da quinta edição do espectáculo “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo”.

     Tal como em edições anteriores, esperam-se milhares de pessoas para seguir o cortejo do galo entre o Jardim José de Lemos e a Praça Velha da cidade. Trata-se de um espectáculo comunitário e de expiação, baseado em tradições populares da região como a “Queima do Entrudo” e o “Julgamento, Morte e Testamento do Galo”, um Carnaval cem por cento português, onde desfilam centenas de participantes oriundos das colectividades do concelho e também actores, músicos e animadores profissionais como a companhia de animação de rua Kull D’Sac (Valladolid, Espanha) e os seus números e malabarismos com fogo ou a música animada do Grupo de Zés P’reiras, Gigantones e Cabeçudos (Braga) e da Banda Sociedade Musical Estrela da beira (Seia).

     Ao desfile não faltará também o culpado por todos os males e injustiças acontecidas no ano que passou, ou seja, o galo, que na Praça Velha será punido! Ele acabará por arder na fogueira, libertando o povo de todos os males que aconteceram no ano anterior. Mas antes, porém, ele terá um julgamento “justo” e terá direito a pedir um último desejo!

     Estão convocados para esta audiência especial, cujos textos têm a autoria de Daniel Rocha, a juíza (interpretada por Filipa Teixeira), o advogado de acusação, Zé Povinho, (interpretado pelo actor Valdemar Santos), o advogado de defesa, Duarte Lima-te (interpretado por João Pereira), o presidente do júri e testemunha de defesa, Ismaltino Orais (interpretado por Albino Bárbara), o justiceiro, D. Pedro (interpretado pelo actor José Neves) e haverá ainda a participação especial do clown Det Schafft.

     Mas como de resto é sabido, o galo será condenado e “assado” na fogueira. E no final da noite, à semelhança do sucedido nas últimas edições, o público será convidado para uma deliciosa e quentinha Canja de … galo!

    “O Julgamento e Morte do Galo do Entrudo tem coordenação geral de Américo Rodrigues, o Galo é uma criação do artista plástico Bruno Miguel em colaboração com João Pires e Raquel Cardoso, a música original é do projecto guardense Micro Animal Voice.

     A edição de 2012 do Julgamento e Morte do Galo do Entrudo volta a contar com a adesão das colectividades do concelho da Guarda. Participam nesta 5ª edição: Alunos do Curso de Artes da Escola Secundária da Sé; Aquilo Teatro; Associação Cultural Copituna d’Oppidana; Associação Cultural e Recreativa da Sequeira; Associação de Jogos Tradicionais da Guarda; Associação Desportiva, Recreativa e Cultural da Rapoula; Centro Cultural da Guarda; Clube de Montanhismo da Guarda; Gambozinos e Peobardos – Grupo de Teatro da Vela; Grupo de Cantares da Arrifana – Associação Cultural; Grupo de Cantares S. Miguel da Guarda “A Mensagem”; Grupo de Concertinas Estrelas da Serra; Rancho Folclórico de Videmonte; Raiz de Trinta – Associação Juvenil e Oficena (TMG).

     O Julgamento e Morte do Galo do Entrudo é uma produção da Culturguarda EM para a Câmara Municipal da Guarda.

     A iniciativa está inserida na Candidatura (CMG) Política de Cidades – Redes Urbanas para a Competitividade e Inovação (QREN) [Cidades parceiras: Guarda, Covilhã, Fundão e Castelo Branco].

 

Fonte: Culturguarda

 



publicado por Helder Sequeira às 00:51
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Sábado, 18 de Fevereiro de 2012
Museu Natural da Electricidade

 

     O Museu Natural da Eletricidade, em Seia, passou a ter, desde o passado dia 1 de Fevereiro, novo horário de funcionamento, encerrando às 16 horas.

    A decisão teve em conta as condicionantes meteorológicas sentidas especialmente em região de montanha, as quais se manifestam mais adversas nesta altura do ano, o que por si se refletce na afluência a este espaço museológico, instalado na centenária central hidroelétrica localizada na Senhora do Desterro,

    O actual horário manter-se-á até ao final de Março, altura em que o público poderá voltar a visitar aquele museu das 10h às 18h, de terça-feira a domingo.

 



publicado por Helder Sequeira às 22:57
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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012
Prémio Literário Manuel António Pina

 

     O júri do Prémio Literário Manuel António Pina vai reunir amanhã, na Guarda.

     Este ano o Prémio Literário Manuel António Pina recebeu um total de 225 candidaturas, com trabalhos inéditos de poesia de autores portugueses, residentes no país e no estrangeiro.

     Instituído pela Câmara Municipal da Guarda, em 2010, o Prémio Literário Manuel António Pina tem como objetivo divulgar obras inéditas de poesia e de literatura infanto-juvenil, prestando, desta forma, homenagem a este escritor e poeta natural do distrito da Guarda.

     A Câmara Municipal da Guarda celebrou então um Protocolo com a Editora Assírio e Alvim que viabiliza a edição da obra premiada.

     O júri desta segunda edição é constituído por Manuel António Pina, Manuel Rosa (Representante da Editora "Assírio e Alvim"), José Manuel Vasconcelos (Representante da Associação Portuguesa de Escritores), Virgílio Bento, Vice-Presidente da Câmara Municipal da Guarda e José Manuel Monteiro (personalidade de reconhecido mérito convidada pela Câmara Municipal da Guarda).

     Recorde-se que a primeira edição premiou, por unanimidade, a obra “A Divina Pestilência” assinada por João Cenáculo (João Manuel Vilela Rasteiro).

     A atribuição do Prémio Literário Manuel António Pina 2011 será feita em sessão solene, na Guarda, no dia 21 de Março de 2012, Dia Mundial da Poesia.

 



publicado por Helder Sequeira às 22:53
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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012
Um julgamento a não perder

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 18:09
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