NOTÍCIAS DA GUARDA e REGIÃO | APONTAMENTOS | REGISTOS DIVERSOS
Sábado, 28 de Fevereiro de 2009
Jornadas Nacionais de Olivicultura

 

A Associação Nacional de Agricultores para a Produção Integrada de Frutos de Montanha (AAPIM), com sede na Guarda, vai promover nesta cidade, no próximo dia 4 de Março, as Jornadas Nacionais de Olivicultura.
Este evento é promovido com a colaboração do Centro Operacional Tecnológico Hortofrutícola Nacional (COTHN).
As jornadas vão decorrer no auditório dos Serviços Centrais do Instituto Politécnico da Guarda.


publicado por Helder Sequeira às 15:39
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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009
80º aniversário da morte de Augusto Gil

 

Ocorre hoje, dia 26 de Fevereiro, a passagem do 80º aniversário da morte de Augusto Gil, o autor da conhecida “Balada da Neve”, que ainda na passada segunda-feira foi declamada, por Odete Santos, da varanda do antigo edifício dos Paços do Concelho da Guarda.
Augusto César Ferreira Gil nasceu na freguesia de Lordelo, Porto, a 31 de Julho de 1870; berço fortuito devido à circunstância de sua mãe se encontrar ali, acidentalmente.
Augusto Gil passou a maior parte da sua vida na mais alta cidade de Portugal e aqui fez os primeiros estudos; frequentou, depois, o Colégio de S. Fiel, após o que regressou à Guarda, onde se encontrava em 1887.
Tempo depois, ingressou como voluntário na vida militar que deixou com o início dos estudos na Escola Politécnica; estes seriam interrompidos, contudo, por motivo de doença.
Em finais de 1889 foi autorizado a frequentar a Escola do Exército onde o aproveitamento lectivo não foi exemplar; passados dois anos, em Maio de 1891, ingressou no Regimento de Infantaria 4 e aí prestou serviço até ao mês de Novembro.
De novo na Guarda, Augusto Gil fez nesta cidade, em 1892 e 1893, os exames do Liceu, rumando posteriormente para Coimbra, em cuja Universidade cursou Direito; na cidade do Mondego teve como companheiros Alexandre Braga, Teixeira de Pascoais, Egas Moniz e Fausto Guedes Teixeira, entre outros.
Concluída a formatura, em 1898, Augusto Gil regressou à Guarda; neste período a vida não lhe correu de feição e foi confrontado com diversos problemas, de ordem profissional e de ordem económica; pretendeu exercer advocacia mas não conseguiu “clientela que lhe desse ao menos para sustentar o vício do tabaco”; curiosamente, o poeta já tinha vaticinado estas dificuldades “na aldeia sertaneja, onde hei-de ser/o melhor poeta e o pior legista”.
Desejou ser professor provisório do Liceu mas o conselho escolar dessa época não o considerou competente para reger a cadeira de português. Ao longo dos anos sucederam-se diversas contrariedades e episódios que deixaram traços indeléveis no percurso literário de Augusto Gil.
Decidiu ir para Lisboa e foi trabalhar com Alexandre Braga; em 1909 regressou à Guarda, enredado em dificuldades financeiras.
Com a implantação da República, impulsionou o aparecimento do Centro Republicano da Guarda e fundou o semanário “A Actualidade”, que dirigiu entre 1910 e 1912.
Embora este jornal tenha surgido com meio de promoção do ideário republicano, assumiu um pendor acentuadamente literário, contando com a colaboração do Pd. Álvares de Almeida, Ladislau Patrício, Amândio Paul e Afonso Gouveia, para além de outras personalidades.
No mês de Novembro de 1911 - quando João Chagas fez parte, pela primeira vez, de um governo da República – Augusto Gil foi nomeado Comissário da Polícia de Emigração Clandestina, pelo que foi viver para Lisboa.
Após ter exercido, durante escassos meses, o cargo de Governador Civil de Aveiro, voltou para a capital onde teve, em 1918, uma passagem pelo Ministério da Instrução Pública; no ano seguinte foi nomeado Director Geral das Belas Artes.
Em Lisboa foi uma figura altamente conceituada nos meios intelectuais e sociais; assim não é de estranhara a homenagem de que foi alvo no Teatro Nacional, em 19 de Junho de 1927.
A comissão promotora dessa iniciativa integrou nomes como Júlio Dantas, José Viana da Mota, Henrique Lopes de Mendonça, Columbano Bordalo Pinheiro, Eduardo Schwalbach e Gustavo Matos Sequeira.
O trabalho de Augusto Gil cruzou-se, frequentemente, com períodos de grande sofrimento, resultado da doença que o atormentava. “A doença que desde o primeiro quartel da existência o consumiu e as dificuldades materiais com que sempre mais ou menos lutou, encontram-se no fundo de toda a sua obra, e que sabe se até não a condicionaram”, observou Ladislau Patrício num apontamento biográfico sobre o poeta.
Nomeado Secretário-Geral do Ministério da Instrução Pública não chegou a tomar posse desse cargo pois morreu a 26 de Fevereiro de 1929, em Lisboa.
O funeral de Augusto Gil (a 1 de Março, na Guarda) constituiu, de acordo com os relatos jornalísticos da época, uma grande manifestação de pesar. “Tudo o que a Guarda tem de mais distinto acorreu a tomar parte na sentida homenagem” e participar no cortejo fúnebre que se “revestiu de desusada imponência”.
Os restos mortais de Augusto Gil repousam num jazigo localizado logo à entrada do cemitério municipal da Guarda, ostentando dois versos de “Alba Plena”: “E a pendida fronte, ainda mais pendeu.../E a sonhar com Deus, com Deus adormeceu...”
“Musa Cérula”, “Versos”, “Luar de Janeiro”, “O Canto da Cigarra”, “Gente de Palmo e Meio”, “Sombra de Fumo”, “Alba Plena”, “Craveiro da Janela”e “Avena Rústica” foram as principais produções literárias deste poeta, cujo trabalho evoluiu quase à margem de escolas ou correntes literárias. “Não é um romântico, nem parnasiano, nem simbolista: é ele – o Augusto Gil – nome que é um gracioso ritmo”, observou Bulhão Pato.
Muitos dos versos de Augusto Gil passaram para o cancioneiro popular, como sublinharam alguns estudiosos da sua obra, suportada num verso melodioso e num ritmo suave.
Foi e é um dos poetas entre nós a quem o povo mais abriu o coração, e quando o povo abre o coração a um poeta, o seu amor repercutir-se-á pelo tempo além”, como anotou João Patrício.
De facto, se Augusto Gil cultivou a poesia, as letras, cultivou também o seu amor pela Guarda onde escreveu uma grande parte dos seus melhores poemas; a cidade bem se pode orgulhar do seu “mais alto poeta” e recordá-lo é um dever de memória.
                                                                                    Helder Sequeira
 


publicado por Helder Sequeira às 02:00
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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009
ENA PÁ 2000 actuam no TMG

 

Os “ENA PÁ 2000” vão actuar no Teatro Municipal da Guarda no próximo sábado, dia 28 de Fevereiro.
No começo, os ENA PÁ 2000, tinham a intenção de ser “a pior banda do mundo”. Falharam redondamente.
Hoje, e passados 20 anos, os ENA PÁ 2000 são indiscutivelmente uma das referências culturais de “antologia” no passado recente da música portuguesa.
No seu percurso, orgulhosamente “semi-clandestino”, esgotaram plateias desde o Rock Rendez Vous, até ao Pavilhão Carlos Lopes e em Coimbra são reis da Queima das Fitas.
 


publicado por Helder Sequeira às 23:38
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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009
Julgamento e morte do Galo do Entrudo

 

 

 

 

Imagens da morte do Galo do Entrudo, na Praça Velha (Guarda)

 

 

 



publicado por Helder Sequeira às 01:19
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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009
Galo do Entrudo: julgamento marcado para hoje

 

Na Guarda vai decorrer hoje, a partir das 21h30, o espectáculo do “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo”
Trata-se de um espectáculo comunitário e de expiação, onde desfilam centenas de participantes oriundos das colectividades do concelho da Guarda e também actores, músicos e cantores profissionais.
Este ano, o julgamento do galo, culpado pela crise e por todos os demais problemas que nos assolaram em 2008, será cantado numa Ópera Bufa com música original e direcção musical de César Prata, e que terá a interpretação da soprano Helena Neves (como advogada de defesa) e do tenor Sérgio Martins (como advogado de acusação).
Ao elenco juntam-se ainda Albino Bárbara, que interpretará o juiz, e as testemunhas, Américo Rodrigues, António Godinho, Isabel Monteiro, Vasco Queiroz, Agostinho da Silva, Carlos Lopes, Cristina Fernandes e Filipa Teixeira. Joaquim Martins dará voz ao galo.
A sentença já é certa e sabida, o galo não vai escapar à fogueira. Antes, porém, o galináceo vai ter direito a um último desejo… desejo esse que será também uma das surpresas do espectáculo… Está também previsto um momento multimédia, com fortes efeitos visuais e recurso a laser.
Para que nada falte aos foliões, e porque a noite de Carnaval é de festa, durante o percurso (do Jardim José de Lemos à Praça Velha) a organização oferecerá vinho da região aos transeuntes e participantes; servirá também, no final, canja… de galo ao público presente na Praça Velha. “Como os tempos são de crise e nada dados a desperdícios, o malogrado galináceo será servido numa deliciosa canja aos guardenses e visitantes”, refere uma nota informativa distribuída pela organização
O “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo” é um espectáculo produzido pela Culturguarda/TMG para a Câmara Municipal da Guarda, com o apoio da Agência para a Promoção da Guarda. A coordenação é de Américo Rodrigues, os textos estão a cargo de Américo Rodrigues, Rui Isidro e António Godinho, a direcção musical e música original são de César Prata, a concepção do Galo é da artista plástica Teresa Oliveira, encarregada também da sua construção com o grupo de teatro Aquilo.


publicado por Helder Sequeira às 12:22
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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009
Fermando Pinto Ribeiro: um poeta da Guarda

 

Em Lisboa faleceu ontem o poeta guardense Fernando Pinto Ribeiro, nascido em 1928.
“Fernando Pinto Ribeiro era um homem de profundo saber, de grande afectividade e que prezava muito a amizade. Procurava encontrar a perfeição, tentando que cada poema tivesse uma quadratura musicável, com rima e métrica. Foi assim que os seus poemas passaram a ser musicados e cantados”, como escreveu Inês Ramos no blog “Porosidade Éterea” (http://porosidade-eterea.blogspot.com/). (…) Um poeta a quem não foi feita justiça. Um poeta que, pela sua humildade, nunca procurou a ribalta e por isso não lhe chegou a ser reconhecido o seu grande valor. Um poeta perfeccionista que fazia poesia com amor”, acrescentou no apontamento a propósito da morte de Fernando Pinto Ribeiro.
Entretanto, e com a devida vénia, transcrevemos aqui o texto de Paulo Leitão Baptista escrito no “Capeia Arraiana”, no passado ano, a 27 de Março (http://capeiaarraiana.wordpress.com):
 
«Nasci numa madrugada fria de Janeiro, numa casa remediada, no seio de uma família oriunda da burguesia rural», declarou-nos no seu ar compenetrado, procurando explanar alguns pormenores da sua história de vida.
Privou com o escritor quadrazenho Nuno de Montemor, que era amigo da família. «A minha tia materna, Maria do Carmo Alves da Silva, era a secretária do Senhor Capelão, como chamávamos a Nuno de Montemor. Foi até na casa dessa minha tia, em Lisboa, que Nuno de Montemor faleceu». Guarda do escritor gratas recordações e nutre por ele uma grande admiração: «Pelo seu talento, pela sua estrutura moral e pelo seu carácter. Tinha o poder nos olhos. Era um olhar dominador, a que ninguém ficava indiferente. Mas era também um grande conversador. Gostava da minha companhia e chamava-me para ouvirmos música clássica».
Alzira Veloso Álvares de Almeida, irmã de Nuno de Montemor, foi professora de Fernando Pinto Ribeiro e isso também foi decisivo para a ligação que teve com o autor de «Maria Mim».
«Nasci para a poesia em parte devido à admiração pelos textos de Nuno de Montemor», revela-nos. Mas acrescenta que houve outros factos que foram decisivos. «Da janela do meu quarto ouvia as ceifadeiras a cantar logo de madrugada, quando, no início do Verão, chegavam à cidade em ranchos, a fim de encontrarem quem as contratasse para as ceifas. Encantava-me com as suas canções ritmadas. Aquilo era para mim um deslumbramento. Esperava de ano para ano pelo ritual e quando via os ranchos a dançar e a cantar envolvia-me com eles, apreciando o espectáculo».
As exibições dos ranchos contribuíram para o gosto que Fernando Pinto Ribeiro teria pelas quadras e pela poesia. «Comecei até a cantar e a receber elogios de quem me ouvia. Desejei mesmo ser cantor popular. Desatei a escrever quadras, mas muito mal feitas, o que me levava a escondê-las no sobrado. Dali passei a ver na poesia uma necessidade, que passou a acompanhar-me pela vida fora».
Quis encontrar a perfeição, procurando que cada poema tivesse uma quadratura musicável, com rima e métrica. Foi assim que os seus poemas passaram a ser musicados e cantados.
De um só fôlego revela alguns dos que lhe musicaram poemas: Arlindo Carvalho, António Melo, Jorge Fontes, Valdemar Silva, Helena Moreira Viana, Jaime Santos, Mariel de Sousa, Pedro Jordão, Branco de Oliveira. E refere também os que cantaram as suas poesias, onde avultam muitos fadistas: Tristão da Silva, António Mourão, Beatriz da Conceição, Tonicha, Simone de Oliveira, António Passão, Julieta Reis, Salete Tavares, Pedro Moutinho, Raquel Tavares, Vanessa Alves, António Severino, Anita Guerreiro, Artur Garcia, Arlindo Carvalho, Branco de Oliveira, Lenita Gentil, Gina Esteves, Natércia Maria, Humberto de Castro, Pedro Jordão, Toni de Almeida, Vítor Duarte (Marceneiro III). «Tenho de procurar dizê-los todos, para evitar melindres», confessa.
Radicado desde jovem em Lisboa, Fernando Pinto Ribeiro fez carreira nos jornais, trabalhando como revisor de textos e colaborando com alguns poemas em suplementos literários. Durante anos esteve ligado ao Diário de Notícias e também ao Diário Ilustrado, onde foi chefe do serviço de revisão. Foi ainda director da prestigiada revista cultural Contravento, com concepção gráfica de Artur Bual, e onde colaboraram nomes sonantes da nossa cultura. Foi também durante anos coordenador das chamadas «pastinhas de poesia» da Queima das Fitas de Coimbra.
«Nunca viajei na vida, sou muito sedentário», confessa. Mas no ano de 1996 encontrou forças para ir até ao Sabugal, por ocasião das comemorações dos 700 anos do foral dionisino. Coordenou a exposição bibliográfica integrada nas comemorações.
«Foi a única vez que estive no Sabugal, onde fui muito bem acolhido e onde tive a oportunidade de observar o acervo de documentos da Biblioteca Municipal, que era riquíssima em colecções de manuscritos de autores da região».
Aos 80 anos de idade, Fernando Pinto Ribeiro nunca publicou um livro de raiz, escrevendo os seus poemas em colectâneas de poesia, revistas culturais e jornais. «Confesso que nunca publiquei porque nunca vi nisso uma necessidade ou mesmo qualquer interesse», declara-nos. «A poesia é para mim um acto natural, pelo que sou imediatamente compensado pelo simples acto de escrever poemas e de os rever continuamente. Vejo aliás na revisão permanente dos meus poemas uma espécie de volúpia, uma busca incessante pela perfeição, mas ciente de que nunca a atingirei».
In “Capeia Arraiana
 
 


publicado por Helder Sequeira às 15:24
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009
"Sons of the Delta" no TMG

 

No TMG prossegue hoje, com uma estreia nacional, o Inblues – Festival de Blues da Guarda.
Ao palco do Pequeno Auditório do TMG vão subir, pelas 21h30, os britânicos Mark Cole e Rick Edwards, da dupla Sons of the Delta, que praticam blues com uma mistura electro-acústica, baseados nos sons e ritmos tocados nos cafés e nas ruas das cidades junto ao delta do rio Mississipi (EUA), berço deste género musical.
De referir que os músicos desta dupla já colaboraram com grupos e artistas lendários dos blues como Dr. Feelgood, Roy Wood, Steve Gibbons, Alvin Lee, Chicken Shack, Edddie C. Campbell ou ainda os Mississippi Fred Mcdowell, Arthur “Big Boy” Crudup, Boz Scaggs e Connie Lush.
O álbum de estreia da dupla inglesa, editado em 2004, “One for the road”, deu o mote para uma longa e proveitosa viagem que os levou em digressão pelo sul dos EUA.
Graças a essa viagem pelo berço dos blues nasceu o segundo trabalho discográfico, “Made in Mississippi”. Trata-se de um disco onde são audíveis as verdadeiras raízes dos blues com claras evocações ao trabalho dos blues men Muddy Waters, John Lee Hooker e R. L. Burnside.
 


publicado por Helder Sequeira às 16:18
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O Vale do Côa e a Arte Paleolítica

 

No Centro Cultural de Vila Nova de Foz Côa é apresentado hoje, dia 20 de Fevereiro o livro "O Vale do Côa e a Arte Paleolítica de Ar Livre em Portugal", de António Martinho Baptista
A apresentação decorrerá a partir das 18 horas.
 


publicado por Helder Sequeira às 16:06
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009
Escolas do IPG com novos Directores

 

No Instituto Politécnico da Guarda terá hoje lugar, pelas 14h30, a tomada de posse do Presidente do Conselho Geral daquele estabelecimento de ensino superior, José Augusto Alves.
Ao Conselho Geral, composto por trinta e três membros, compete, entre outras funções, organizar o procedimento de eleição e eleger o Presidente do Instituto Politécnico; aprovar as alterações dos estatutos; criar, transformar ou extinguir unidades orgânicas e aprovara as linhas gerais de orientação da instituição, no plano científico, pedagógico, financeiro e patrimonial.
Nessa mesma sessão será empossado o segundo Vice-Presidente do IPG, Constantino Rei, bem como a Directora da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Teresa Paiva; o Director da Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto, Carlos Reis; a Directora da Escola Superior de Turismo e Hotelaria, Anabela Sardo e o Director da Escola Superior de Saúde, Ezequiel Carrondo.
 
 


publicado por Helder Sequeira às 12:28
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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009
Space Ensemble no Café Concerto

 

Para amanhã, dia 19 de Fevereiro, está agenda, no Café Concerto do TMG, a actuação do Space Ensemble, a partir das 22 horas.
Os músicos Gustavo Costa, João Tiago Fernandes, Henrique Fernandes, João Martins e João Guimarães apresentam um espectáculo inspirado no álbum “Spy Vs Spy” (Elektra,1989) no qual John Zorn, Tim Berne, Mark Dresser, Michael Vatcher e Joey Baron interpretam temas de Ornette Coleman, seguindo regras e estruturas musicais por este criadas e apresentadas em álbuns como "Free Jazz (A Collective Improvisation) by Ornette Coleman Double Quartet".
 O Space Ensemble apresenta-se numa formação de quinteto, copiando a estrutura trabalhada por John Zorn, de dois bateristas, um contrabaixista e dois saxofonistas.
 
 


publicado por Helder Sequeira às 09:10
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