NOTÍCIAS DA GUARDA e REGIÃO | APONTAMENTOS | REGISTOS DIVERSOS
Sábado, 9 de Dezembro de 2017
Rede de Investigação de Montanha

 

     No Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai ser apresentado, na próxima segunda-feira, dia 11 de Dezembro, pelas 14h30, uma Rede Nacional de Investigação da Montanha (RNIM).

    Um RNIM vai promover o desenvolvimento de uma rede de montanhas de investigação a nível nacional, juntamente com atividades de investigação e desenvolvimento experimental, em estreita articulação com o ensino, a aprendizagem e inovação, em geral, segurança alimentar, disponibilidade de alimentos, agricultura e produção florestal sustentáveis; clima, ambiente, eficiência de recursos e matérias-primas; saúde, bem-estar eizz demográficas; produção energética eficiente, limpa e segura; recursos naturais e hábitos socioculturais, conhecimento, património e turismo.

    O lançamento desta rede, no dia Internacional da Montanha, no território Serra da Estrela, constituiu um momento de fomentar um novo olhar para o território, com maiores responsabilidades, desafios e criação de estratégias que têm repercussões na ciência, economia e nas comunidades locais, Por via de politicas com especificidade territorial e reconhecimentos dos valores e interesse estratégico desta zona ", como nos afirmou Gonçalo Fernandes, vice-presidente do Instituto Politécnico da Guarda.

    Para Gonçalo Fernandes, contribui para uma implementação de agendas mundiais de investigação para uma sustentabilidade em áreas de Montanha e valorização de seus recursos e funções. O papel das unidades de carga na história da humanidade e da riqueza de recursos que albergam han sido insuficientes para atrair a atenção das autoridades políticas para intervenções de valorização, gestão e ordenamento específico, no sentido da sua gestão sustentável, pelo que esta Rede potencial potenciar novos caminhos e estratégias capazes de estimar uma economia de territórios, alavancada pela ciência e consequente transferência de conhecimento. "

    Esta iniciativa pretende, em simultâneo, criar uma rede de responsabilidade social sustentada, sem estabelecimento de estratégia e parcerias que visem o fortalecimento do conhecimento e da identidade territorial, capacitando este mercado de uma maior atratividade e qualidade de vida.

   O IPG integra uma Comissão Executiva deste projeto nacional. A apresentação desta rede extracurança sem auditoria da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPG. Mais informações e inscrição aqui .

 



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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2017
Arte de rua

Arte de Rua - HS.jpg

 



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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2017
Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional

 

     No próximo dia 11, pelas 18h00, vai ser apresentada na BMEL a peça "Sancho Pança, Governador da Ilha dos Lagartos", de António José da Silva, pela Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda.

    Ao longo de vários meses os participantes da Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, sob orientação de Américo Rodrigues, prepararam o entremez de António José da Silva.

    Este trabalho surgiu no âmbito de um protocolo de colaboração entre a Câmara da Guarda, através da BMEL, e o Estabelecimento Prisional da Guarda.

    António José da Silva, escritor e dramaturgo português, nasceu em 1705 no Rio de Janeiro e morreu em Lisboa em  1739.

TEATRO na BMEL.jpg

 



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Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2017
Catedral da Guarda

Catedral - pormenor.jpg

 



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Terça-feira, 5 de Dezembro de 2017
Intervenções em contexto prisional

Tertúlia com Helder Sequeira.jpg

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, decorreu hoje a partir das 18 horas, uma tertúlia subordinada ao tea  "No caminho da mudança - intervenções em contexto prisional".

    Esta tertúlia contou com intervenções de Luís Couto, Isabel Carvalho, Américo Rodrigues, Judite Pereira, Luísa Fernandes e teve a  moderação de Hélder Sequeira

    A  iniciativa teve por finalidade uma reflexão sobre as estratégias de intervenção (culturais, educacionais, etc.), em contexto prisional, que têm em vista a reinserção social.

 

 

 



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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017
Gárgula

Gárgula 3.jpg

 



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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
Registo

Na hora da ginja...HS.jpg

 



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Sábado, 2 de Dezembro de 2017
BMEL lembra Raul Brandão

 

     Raul Brandão (1867-1930), considerado um "rasto visível" na literatura portuguesa do século XX, será lembrado durante o mês de dezembro na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.

    Militar, jornalista e escritor, Raul Brandão criou em 1889, com António Nobre e Justino de Montalvão, o grupo iconoclasta "Os insubmissos" que coordenou a publicação de uma revista com o mesmo título. Nos finais do século XIX dirigiu com Júlio Brandão e D. João de Castro a Revista de Hoje (1895) e colaborou no jornal "Correio da Manhã".

    Raul Brandão deixou uma extensa obra literária e jornalística, ficando conhecido por obras como "Húmus", "Os pobres", "A farça", "A morte do palhaço", entre outras.

   As iniciativas dedicadas à evocação a Raul Brandão terão início dia 7 às 18h, com a conferência "Raul Brandão entre o grotesco e a ternura – uma poética do espanto e do tremor", pelo professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e da Universidade Católica Portuguesa, José Carlos Seabra Pereira.

   O ciclo prossegue no dia 19 de dezembro com a peça de teatro "O Rei imaginário", de Raul Brandão, pela Companhia Cepa Torta, sob a direção de Leonor Buescu e interpretação de Miguel Maia.

   As sessões, às 15h00 (para Utentes de Lares e Centros de Dia do Concelho da Guarda) e às 21h30 (destinada à comunidade em geral) incluem a leitura de excertos da obra "Húmus" de Raul Brandão. Trata-se de uma iniciativa gratuita, através do levantamento prévio do bilhete na receção da BMEL. 

   Tal como toda a obra literária de Raul Brandão, o texto "O Rei Imaginário" está carregado de um sentimento decadentista-simbolista expressivo, em particular no desencanto com a realidade, pela rotina dos dias, que instava a criação de uma nova ordem moderna.

   Por último, o filme "O gebo e a sombra" de Manoel de Oliveira encerra no dia 27 às 18h00, o ciclo dedicado a Raul Brandão. Baseado na peça homónima, escrita em 1923, esta obra do mestre Manoel de Oliveira é um retrato da pobreza, da honestidade e do sacrifício.

   Quanto à restante programação, a apresentação de livros, teatro, uma tertúlia e algumas iniciativas dedicadas aos mais novos, completam a programação de 2017 da BMEL.

    Assim, no dia 4 (10h00 e 14h30) será apresentado o livro "Eram sete os medos do Pedro" de Odete Ferreira. Segundo a autora, "Eram sete os medos do Pedro" é uma conversa pegada entre ela e o seu neto Pedro.

    "No caminho da mudança- intervenções em contexto prisional" é o nome da tertúlia a realizar dia 5 às 18h00, com Luís Couto, Isabel Carvalho, Américo Rodrigues, Judite Pereira e Luísa Fernandes, e moderação de Hélder Sequeira. Uma iniciativa que tem por finalidade refletir sobre as estratégias de intervenção (culturais, educacionais, etc.), em contexto prisional, que têm em vista a reinserção social.

    Já no dia 9 às 16h00 é apresentada por Rita Alçada Castelo Branco a obra "No trilho dos seis zimbros" de António José Alçada. Constituem o livro "Seis histórias que atravessam diferentes tempos e vivências.

   Uma amizade que sucumbe à sedução, mas que resiste à vertigem da relação amorosa. Laços familiares que perduram e que sinalizam caminhos de inocência e lealdade."(...).

    Destacamos ainda a peça "Sancho Pança" de António José da Silva, pela Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, a ter lugar dia 11 às 15h30 (Alunos do Secundário) e 18h00 (público em geral).

    Ao longo de vários meses os participantes da Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, sob orientação de Américo Rodrigues, prepararam o entremez de António José da Silva, agora apresentado por um novo elenco. A iniciativa insere-se no âmbito de um protocolo de colaboração entre a Câmara da Guarda, através da BMEL, e o Estabelecimento Prisional da Guarda.

    Ainda no que toca à apresentação de livros, no dia 16 às 16h00 será apresentado por Luísa Fernandes, "O menino que tinha um buraco no coração" de Susana Campos. "Este livro é um facilitador de gestão emocional infantil que, com o seu texto e ferramentas pedagógicas, pretende sensibilizar e valorizar a expressão e aceitação dos sentimentos, para o desenvolvimento harmonioso da personalidade da criança."

    Por fim, "O fim do mundo: das profecias de desgraça ao júbilo da parusia", de Manuel A. Pereira de Matos, é o último livro a ser apresentado neste ano na biblioteca, dia 21 às 18h00. "Contra o medo do "fim do mundo" e as repetidas profecias a tal respeito a mensagem cristã anuncia o júbilo da Parusia, isto é, da manifestação gloriosa de Cristo, no fim dos tempos. Quando será isso? Que diz a Bíblia e que diz a Ciência? Como será o Juízo final?"

    No que toca a exposições, a BMEL tem patente ao público durante este mês "O imaginário de Camilo Pessanha: foto ficções" de Victor Belém.

 

 

 



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Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2017
Guarda Republicana

 

     Amanhã, dia 2 de Dezembro, assinalam-se 103 anos após a chegada dos primeiros elementos da Guarda Republicana à cidade mais alta de Portugal, ato que foi festivamente assinalada pelas entidades locais e população citadina.

    O dia 2 de Dezembro de 1914 “estava de rigoroso inverno, caindo uma chuva impertinente”, como noticiava o jornal “O Combate”, editado na Guarda. Contudo, nem as condições atmosféricas adversas impediram de afluir, à entrada da cidade, “muito povo com a bandeira da Infantaria nº 12, irrompendo em manifestações entusiásticas ao chegar da força”, que era comandada pelo capitão Cesário de Augusto d’Almeida Viana.

     Os elementos desta companhia (4ª de Infantaria), e de acordo com o que divulgou a imprensa citadina, foram, depois, distribuídos por Aguiar da Beira, Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Vila Nova de Foz Coa, Gouveia, Guarda (12 de cavalaria e 22 de Infantaria), Manteigas, Meda, Pinhel (6 de cavalaria e 8 de infantaria), Sabugal, Seia e Trancoso.

   Na Guarda parte dos elementos da força ficaram no edifício da Câmara Municipal (onde funciona atualmente a Escola de Santa Clara) e os restantes nas instalações do antigo “colégio jesuítico”, hoje Paço Episcopal, na Rua do Encontro; refira-se que a 31 de Outubro de 1914, e de acordo com a ata da Comissão Executiva da Câmara da Guarda, tinha sido pedida, à “Comissão de Execução da Lei de Separação do Estado das Igrejas, a cedência da casa onde esteve o colégio das Irmãs Doroteias”, na altura desabitada, “para instalar provisoriamente a Guarda Republicana” até que fossem concluídas as obras de adaptação que a autarquia estava a realizar.

    Nessa época, a cidade era uma “aldeia grande, com as mil deficiências que caracterizavam os pequenos burgos do interior: seriam pouco mais de seis mil os seus habitantes, acantonados no velho bairro de São Vicente, com a cidade nova a querer romper pelo Campo de S. Francisco, Bonfim e Arrabalde”, como escreveu José Maria de Almeida. Descrevendo, depois, o quadro citadino, o articulista refere-se a uma terra quase parada no tempo. “Sem água canalizada, sem esgotos, com os deficientes hotéis de Abel Ferreira de Abreu (Hotel Central) e de José António dos Santos (Hotel Santos), a luz elétrica de fraca potência, escasso policiamento, sem cafés modernos, apenas com a recriação oferecida pelo Teatro dos Bombeiros, pelo Club Egitaniense, frequentado pela alta burguesia, e o Grémio Sande e Castro pelos caixeiros, pequenos comerciantes e funcionários públicos, a Guarda era, tinha de ser mesmo, uma cidade morta, polvilhada de tuberculosos, espalhados pelas casas de doentes, como a da Tamanqueira, da Etelvina ou da Chica, modestas e deficientes pensões, situadas à ilharga da cidade”.

    A esta realidade acresciam o clima político e social subsequente à implantação da República, numa cidade onde se desenrolaram, ao longo dos anos seguintes vários episódios que testemunharam múltiplos antagonismos.

    Nos jornais de matriz republicana, publicados antes e depois da data que marcou um novo ciclo na história política portuguesa, encontramos textos de grande lucidez e reflexões apaixonadas, a par de uma preciosa informação sobre o pulsar da vida local, sobre o papel interventivo de muitas personalidades, sobre as estratégias dos grupos que detinham ou pretendiam o poder, sobre as divergências pessoais ou de grupos. Da leitura e do estudo, crítico, destes jornais poderemos evoluir para um conhecimento mais completo de um período em que o mapa político e institucional do distrito da Guarda era palco de grande efervescência e outrossim de mudanças.

   Neste contexto, melhor se compreendem o significado e a importância da vinda da Guarda Republicana.

   A partir desta histórica data, a Guarda Republicana abriu um novo ciclo no policiamento e segurança do distrito, mais tarde com novos postos e seções. Em 1917 a 4ª Companhia passou a integrar as seções da Guarda, Pinhel e Gouveia; a partir de 1920, e já integrada no Batalhão nº 5, com sede em Coimbra, foram sendo instalados novos postos.

   Decorridos estes 103 anos, a GNR continua bem presente na Guarda da região e da sua divisa, alimentando ainda, certamente, o sonho de melhores instalações e condições para quantos integram esta força de segurança. (Helder Sequeira)

GNR.jpg

 



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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017
Encontro com Pinharanda Gomes

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, vai realizar-se hoje, dia 23 de Novembro, pelas 18 horas, um encontro com Jesué Pinharanda Gomes.

    Natural de Quadrazais, concelho do Sabugal, Pinharanda Gomes é uma figura incontornável da cultura portugues. Há alguns anos atrás comentava-nos que, literariamente falando, é natural da Guarda; embora realizado em Lisboa, como nos dizia, foi na cidade mais alta de Portugal que lançou as primeiras raízes.

    Numa das suas muitas obras, Pinharanda Gomes escreveu que, “na esquina do tempo, e tendo saído da Guarda há muitos anos (parece que temos o destino da emigração) foi-nos concedida a graça de permanecermos fiel à mátria”.

  Essa fidelidade tem sido constante, exemplar, de uma grandeza própria de personalidades de enorme saber e erudição mas simultaneamente simples, humanas e profundamente solidárias com a sua terra de origem.

    A sua presença, frequente, em iniciativas aqui realizadas ou as intervenções proferidas sobre temáticas e personalidades ligadas à nossa região comprovam isso mesmo. Pinharanda Gomes “constitui, hoje, um exemplo vivo de um estudioso desinteressado, sem prebendas nem honras institucionais, fazendo do estudo erudito uma vocação de vida”, como escreve Miguel Real num dos textos publicados na obra atrás referenciada. “Na Guarda – sublinha José Domingues, outro dos articulistas – se desenvolveu uma fase crucial da ascese do adolescente, despertado para a vida espiritual por um conjunto de mestres, que por mais de uma vez recordarão ao longo da vida (…)”.

Pinharanda Gomes - fot Helder Sequeira.jpg

   No conjunto vasto de títulos publicados por Pinharanda Gomes avultam três áreas: os contributos na História da Filosofia; as monografias da história da Igreja e os estudos regionais; ele tem-se afirmado um defensor convicto, e incansável, do nosso património histórico-cultural e outrossim dos valores humanos, mormente desta zona raiana. “Sentimos quanto é longo o dever de um homem dar contas públicas do muito ou do pouco que lhe foi possível realizar pela valorização do seu património, isto é, das coisas da sua terra natal”.

   Recorde-se que no Sabugal funciona, há alguns anos, o Centro de Estudos Pinharanda Gomes. Neste Centro está reunido todo a acervo documental particular, que o autor doou à Câmara Municipal do Sabugal, bem como cerca de 3 500 opúsculos e volumes sobre temáticas diversas.

  



publicado por Helder Sequeira às 07:30
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